Bairro
Homem que toda mulher sonha,
é aquele que pegue em suas mãos
e saia pelas ruas do bairro com ela.
É aquele que sem nenhuma vergonha,
carregue a sacola dela...
Que a pé,
lado a lado,
mostre a todos a sua mulher,
sem esconde-la em um carro.
Homem assim é raridade,
um homem de qualidade.
Os cachorros aqui do bairro já estão virando humanos. Perderam a sensibilidade de respeito pela dor do outro.
"Não adianta trocar de casa, de bairro, de cidade,
de país, de amor...
Se você não trocar de você!"
☆Haredita Angel
Nasci e cresci!
Nasci naquele bairro cheio de gentes humildes
Cresci vivendo a base dos vizinhos
Ganhando por todo lado a sua amizade
E nunca me senti sozinho
Lembro-me do sorriso da tia Mariana
Que ocultava a tristeza nuns lábios repletos de alegria
Que fazia da fuba o seu ganha-pão
Da esteira o seu colchão
O bairro que me viu a nascer!
A rua que me viu a crescer
Muitas vezes por ele eu chorei
Ao fim de mais um dia
Quando nas ruas repleto de pedra eu caminhei
Cresci naquele bairro do gelado da mucua
Saboreando as receitas da tia Luzia
Aguentando a fila e a luta
Um dia eu nasci, e hoje eu cresci
Com camisolas esfarrapadas, andando descalço
Comendo no chão, bebendo água turva, pedindo esmola
Correndo atrás dos burros para o meu sustento
Nasci naquele bairro acutilante
Vendo os meus sonhos a passarem
A minha vida excedeu sendo uma ferramenta desfarçante
Vivendo o inezistível prazer
Vivendo o fracasso do meu ser
Pois ai eu vivi e com tudo eu cresci
Nasci, e cresci!
Se seu bairro está derramando perversidade, cuide de sua família para derramar a santidade do Senhor a partir da sua vizinhança.
O rei e o mendigo
Num bairro na zona sul de uma cidade onde moravam as pessoas mais ricas e poderosas do país.
Morava também um homem muito respeitado no país pela sua legendaria historia no poder público. Este homem se deslocou de sua cidade para outra cidade, onde já estava tudo arrumado para o seu glorioso discurso da sua nova conquista. Antes de chegar ao movimento fértil o todo poderoso, “rei” viu um mendigo todo sujo e fedendo na praça, que chamou a sua atenção, apesar de tudo este mendigo pulava e cantava de alegria.
Ele aproximou do mendigo e disse:
- Porque você esta feliz, com esta ida tão miserável que o condenou?
- Eu sou sempre feliz, não sou condenado, eu sou é livre por isso que sou feliz!
- Você é um mendigo, é que eu saiba mendigo são pessoas revoltadas e miseráveis muitas vezes chega ate ser violento.
- O senhor não sabe nada, eu sou um mendigo mais não sou revoltado nem revoltado e tão pouco violento. Eu sou feliz por poder apreciar a natureza e seus encantos. Veja a que Le pássaro como canta é lindo!
- Você mora a onde?
- Você não tem família?
- Moro na cidade, nas vielas, nos bairros em qualquer lugar.
Minha família é a natureza os pássaros, eu sou um Pelegrino não tenho lugar certo.
- Mesmo assim é feliz?
- Sim, sou muito. Não tenho nada a reclamar.
- Pois a minha felicidade é o dinheiro. O que seria de mim sem ele! Acho que eu morreria.
- O dinheiro não é tudo.
- Para mim é, moro numa luxuosa mansão com muitos empregados para mi servi,sou um homem muito ocupado. Agora mesmo eu estou indo para uns discursos, onde eu sou esperado como rei. Mais o senhor não tem nada de bom para dar em troca, porque você pensa só em você mesmo, tudo que fala é demagogia.
- Porque você pensa muito mal de mim?
- Veja bem!
- O que?
- Vive muito bem! Mais não seria capaz de sobreviver quando estiver mal.
- Mendigo! Procura alguma coisa para você fazer, você pode ficar bem e deixa de ser mendigo.
- Talvez, mais sou feliz assim!
- Estou perdendo tempo com um mendigo! Mais você é diferente deles. Já estou atrasado para o meu discurso...
Anos passaram, e os dois novamente se encontrarão.
Para o carro me deixa da uma esmola para aquele mendigo. Moço, moço!
- O que você quer comigo? Deixe me dormi.
- Pega esta esmola para você compra alguma coisa para você comer.
- Obrigado! O que eu quero mesmo é morre!
- Morre! Morre por quê?
- isso é problema...
- Espera! Agente já não se conhece?
- De onde? É impossível! Eu sou novo nesta cidade.
- Você não é aquele homem que em outra oura nos encontramos numa praça?
- Não me lembro do senhor! Há... Estou me lembrando sim do senhor, você era o mendigo e eu o “rei”.
- O que aconteceu com o senhor, que veio para nesta situação? Você é um mendigo triste e miserável agora.
- Eu tive uma grande oportunidade para triplicar a minha fortuna na bolsa de valores, a minha ganância falou mais alto, e perdi tudo, tudo que eu tinha. Perdi dinheiro, família, amigos e o poder.
- Lamento muito, mais a vida continua.
- Para mim a vida acabou não tenho mais força e vontade para reverter este quadro, só tenho revolta e ódio de lembrar que um dia eu estava por cima.
- E você como esta mudada! Você é rico!
- Sim não como você era no passado, fixo como você sugeriu, trabalhei e apostando na minha foca e vontade e venci.
Hoje eu tenho família, esta vendo aquela mulher e aquela criança? É a minha família.
- Eu não tenho mais a minha família eu o perdi, não tenho nem mais vontade de viver.
- Não fale bobagem moço, não fica assim tão arrasado, você pode da à volta por cima, e conquista tudo novamente.
- Como! Já te disse:
- Acabou tudo.
- É uma pena para quem já foi muito orgulhoso, que só pensava em si próprio.
Deixe me ir a minha família me espera.
Hélio Pereira Banhos
Os Próximos Capítulos
Léo tinha apenas oito anos quando se mudou para um bairro no interior da cidade. Lá, conheceu uma garota que, sem saber, se tornaria sua grande paixão. A mãe dela era afiliada da mãe dele, o que fazia com que estivessem sempre próximos. Cresceram juntos, compartilhando brincadeiras, risadas e histórias, mas para ela, Léo sempre foi apenas um amigo. Já para ele, cada momento ao seu lado era especial.
Os anos passaram, e ela começou a namorar um amigo próximo de Léo. Ele nunca interferiu, apenas observou de longe, guardando seus sentimentos em silêncio. Seu amor não era correspondido, e ele aprendeu a aceitar isso. A vida seguiu seu curso, e cada um tomou seu próprio caminho.
Na idade adulta, os dois acabaram se afastando. Léo seguiu sua trajetória, enquanto ela se casou e formou uma família. Por muito tempo, ele apenas a acompanhou de longe, sabendo que ela estava feliz. Até que, um dia, o destino os colocou frente a frente novamente.
O reencontro foi casual. Uma conversa despretensiosa, sorrisos tímidos e lembranças de um tempo que parecia distante. Mas Léo percebeu algo diferente nela. O brilho em seus olhos já não era o mesmo. Não que ela estivesse infeliz, mas havia uma sombra de incerteza em suas palavras.
Com o passar dos dias, trocaram mais mensagens, conversaram mais vezes. Ela confidenciou que seu casamento passava por um momento difícil, cheio de dúvidas e desgastes. Léo ouviu atentamente, como sempre fazia. Não havia segundas intenções, apenas a vontade genuína de estar presente para ela, como sempre esteve.
Em uma noite qualquer, ele a convidou para sair. Não como um encontro, mas como uma oportunidade de relembrar os velhos tempos, de resgatar um pouco da leveza que a vida adulta havia tirado. Para sua surpresa, ela aceitou.
Foram a um lugar tranquilo, conversaram sobre tudo e sobre nada, riram como há muito tempo não riam. Léo não nutria esperanças. Ele sabia que seu amor sempre fora unilateral, mas aquilo não importava. Estar ao lado dela, mesmo que apenas como um amigo, era suficiente.
Enquanto a noite avançava, ele se pegava pensando no que o futuro reservava. Nunca criou expectativas de que ela o olhasse de outra forma, nem que os sentimentos dela mudassem de repente. Sempre aceitou seu lugar, aquele espaço silencioso de quem ama calado. Mas, pela primeira vez em anos, percebeu que a vida, teimosa, os colocava novamente no mesmo caminho. E, no fundo, algo dentro dele dizia que talvez… talvez os próximos capítulos dessa história ainda estivessem por vir.
E então... o improvável aconteceu.
O que por tantos anos ele só ousou viver dentro dos próprios pensamentos, das imaginações mais secretas, de repente se tornou real.
Ela lhe disse SIM. Havia um "quem sabe" no olhar, uma entrega sutil, quase silenciosa... mas que ele entendeu na mesma hora. E quando percebeu, estava ali, tão perto, sentindo o cheiro dos cabelos dela, ouvindo sua respiração misturada à sua. O toque da mão dela na sua pele fez seu corpo inteiro estremecer. Cada célula, cada fibra, cada pedaço de si entendia que aquele momento era real — tão real que parecia impossível.
Se beijaram. E aquele beijo tinha gosto de infância, de saudade, de desejo guardado há anos. Beijo que carregava memórias, cicatrizes, sonhos... e principalmente, amor. O corpo dela encaixado no seu era a materialização de cada pensamento que ele teve ao longo de uma vida inteira.
Fizeram amor.
Mas, para Léo, não foi só isso. Foi como atravessar a linha que separa o sonho da realidade. Enquanto seus lábios percorriam a pele dela, enquanto seus braços a apertavam contra o peito, ele sentia que estava vivendo o momento mais verdadeiro da sua existência. O coração disparado, a respiração descompassada, os olhos marejados… era como se o universo inteiro tivesse parado, como se tudo que ele viveu até ali tivesse sido apenas um prelúdio para aquele instante.
Por dentro, gritava para si mesmo: “Aconteceu! Está acontecendo! Eu estou vivendo isso!”
Era mais do que desejo, era amor transbordando em cada toque, em cada suspiro, em cada olhar trocado. E, durante aquela tarde, ele não sabia se aquilo seria uma vírgula, um ponto final ou um novo capítulo... só sabia que, naquele instante, ela era sua. Sem cobranças, sem promessas, sem amarras. Só eles. Só aquele momento.
Por tanto tempo, ele carregou consigo a lembrança de um amor que só existia dentro dele. Mas agora... agora ele tinha algo que ninguém jamais poderia tirar: a lembrança viva, real, pulsante... de um amor que, por um instante, deixou de ser apenas sonho — e se fez vida.
E, enquanto olhava pra ela, repousando em seus braços, só conseguia pensar que… talvez, só talvez… os próximos capítulos ainda estejam sendo escritos.
"O congresso está igual buso de bairro,cheio e rápido,mas rápido em quê ? Rápido pra roubar como ladrão que assalta trabalhador, rápido pra tirar vantagem, e nós principais pontos que é preciso parar, ele passa direto."
A nova dança o zumbi alcoólatra está se tornando um fenômeno no bairro. Todos estão aprendendo os passos para acompanhar a música e divertir-se ao máximo. As pessoas adoram a ideia de se vestir como zumbis alcoólatras e se divertir ao som da música. É uma forma única de desfrutar dos momentos de lazer com os amigos e familiares. Venha juntar-se a nós e aprender a dançar o zumbi alcoólatra!🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Tô morrendo de gargalhada
Marcos escritór do Brasil
Autor da frase 🤣🤣
Poeminha: “ O meu bairro”
No meu bairro tem árvores onde mora bem-te-vis
Tem Mariana que mora próximo ao supermercado
João mora pertinho de mim.
Eu moro aqui, na rua Principal.
Na minha rua tem sorveteria, igrejas e um hospital.
No meu bairro tem de tudo; Banco, padaria e banca de jornal. Ah, tem parquinho para crianças e rampas para quem é especial.
Meu bairro tem um nome bem bonito; Capanema. Nome indígena que tem oito letras.
A casa da vovó e do vovô fica numa rua bem estreita. A rua estreita se chama Leveza.
Eu amo andar pelo meu bairro. Fico tão feliz que até esqueço que aqui existe tristeza.
Os amigos são próprios de fases: do bairro, de infância, do ensino fundamental, do ensino médio, da faculdade, do emprego, do curso de inglês, da academia, dos rolês de bike, da poesia, do blog. Todos significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível as nossas atitudes.
"Não é o dinheiro, a classe social ou a casa no bairro que você mora que afastam as pessoas de você.
Mas as pessoas que têm dinheiro e moram em uma casa diferente da sua, num bairro diferente do seu que se afastam de você!"
É só tu marcar, pode ser na tua rua, tua esquina, no teu bairro, qualquer lugar do sistema solar, eu vou, juro, chego cedo só pra te ver chegar.
Estamos em uma casa ou apartamento, em uma rua de um bairro, que fica em uma cidade de um Estado, localizado em um país de um planeta com mais de 6 bilhões de habitantes. Porém, todos juntos somos apenas uma gota no oceano de incontáveis planetas, estrelas e galáxias que desconhecemos. Somos infinitamente pequenos. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
Viva São José,mas não o santo,a rua !
É o melhor cruzamento do bairro para serviço de Pai-de-Santo. Não há ponto igual de macumba, cheio de garrafa de cachaça, galinha preta, sapo e charuto.Fecha o corpo ou negócio e, traz até amor perdido.
Assim, é bom manter o corpo sadio se a mente fica confusa, sem saber se chega logo.
Sobraram no bairro, diante da especulação, intactos antigos chalés de bicho em cada sobrado com boteco nas esquinas do bairro.
É tempo de ler o "Capitão de Areia", de Jorge Amado, enquanto mais um castelo desaba.
Observância, na entrada pego na catraca livre a comanda,talvez, vou ou de prato do dia ao preço da idade de cristo, pelo visto bom, mas ausente no pedaço.Um simples pecador em certas circunstâncias pode ser mais querido a Deus do que noventa e nove justos.
Um velho feliz é minoria aí no seu bairro?... O que você está fazendo com sua história emocional?... Seremos a média do que construímos na história da vida? Você é a coleção dos sentimentos que experimenta ter?.... A vida que se vive é apenas a vida que você levará até o dia da morte?
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