Ausência
PRESENTE AUSÊNCIA
Aquele nó que o peito recebe a cada ânsia e constância do teu olhar em fuga,na rota dos nossos caminhos tortos,no abismo que a saudade causa aqui dentro.Na incerta certeza de que um dia houve nós.Ânsia da saudosa saudade,vontade e ansiedade de te ter em mim e me perder em você,vontade de estar entrelaçada nos teus braços,teus amassos,pra junto me aquecer.Tua pressa,me apressa,virou saudade,lembrança da antiga e reluzente paixão.Tua amarra no meu peito não se deu,oque me causa aflição.Ta difícil conviver com a presença da ausência do teu amor,teu querer,pra me querer.
Ass: Emilly
todos os dias
Em busca de um consolo da sua ausência, falo para mim mesma.
Não vale apena ele nem merece isso, sai dessa você consegue.
Mas verdade seja dita, é mais difícil que pensamos.
Passamos nossas vidas vivendo e aprendendo a sobreviver...
Diante do caos e da ausência da compaixão.
Criar laços é diferente de criar dependência, uma vez que em um a ausência promove a saudade e no outro a abstinência
O ódio nunca vencerá o amor, pois onde tem ódio, existe ausência de amor. Preenchendo o espaço vazio com amor, o ódio deixará de existir.
O ALIMENTO DA ALMA
Saudade sofrida mesmo é a ausência de tudo aquilo que não se teve, com a imprecisa lembrança do que não se fez. Isso sem esquecer a lancinante angústia de uma vida inteira presumida: relembrando as inúmeras promessas solidificadas no desquerer do destino, ou lamuriando por cada desejo não consumado. Entretanto, ainda pior, será a contaminação deturpada para a descrença no novo alvorecer. Porque, somente amanhã, redobra-se o otimismo, recicla-se a força e se torna capaz de sonhar com tudo aquilo novamente.
Pois, quando desistimos de lutar pelos nossos sonhos, nos tornamos mais indiferentes, amoldados e desvidrados. As inolvidáveis frustrações dos sonhos amortecidos permanecem aprisionadas para sempre nos subterrâneos da nossa mente. Onde guardamos um amontoado de coisas preciosas, que se perderam entre a vontade, o medo, o tempo, o acaso, a desmotivação, a desistência, os pretextos, as obrigações, a rotina etc. Enfim! Onde tentamos enterrar dentro de nós mesmos, à ausência de tudo aquilo que não fomos além das expectativas presuntivas dos nossos atulhados anseios.
A pior morte, portanto, é aquilo que deixamos de ser, ainda em vida, quando renunciamos aos nossos sonhos. O conformismo, o contentamento, e a apatia pela ausência de ambição, desnaturaram as almas que vagueiam opacas pela vida sem mais nenhuma fantasia. Os sonhos não são apenas cobiçosos desejos físicos, são os alimentos da alma ante aos anelos do coração. Uma vida sem sonho é como uma praia sem areia, uma primavera sem orvalho, uma flor sem perfume. Os sonhos atribuem novos significados a nossa própria existência, rejuvenescem a alma, regozijam a esperança, e preenchem com encantamentos a languidez do nosso cotidiano. E sem o embevecimento que os sonhos suscitam, a vida se torna austera, os risos sóbrios, e os nossos caminhos entenebrecidos. É quando deixamos de viver, e passamos, simplesmente, a existir.
TROVAS - SAUDADE
Na ausência que me consome,
vivo sem a liberdade,
com um poema sem nome,
eu trovo minha saudade.
No balanço da saudade
a lembrança vai e vem
Embalo a oportunidade
para eu poetar também.
É exatamente por isso que é preciso mudar.
O que mata o jovem é a ausência de educação, de emprego de segurança, Saúde e moradia digna. O Estado não faz a parte dele simples assim.
E não me venha falar que a população pobre também não faz nada para evoluir porque é uma generalização absurda. Aliás, um dos grandes problemas do pensamento atual são as generalizações. Devido à um ou mais casos especificos colocam todos na mesma panela.
É complexo por que precisamos individualizar caso a caso, mas individualizar exige analise apurada e pensamento crítico e por isso mesmo da muito trabalho.
E como nós, como sociedade, obteremos esse grau de lucidez se a matéria prima abundante é formada por cérebros preguiçosos?
Porque os sentimentos oriundos da saudade são daninhos se provém da ausência do que o fazia sentir-se feliz?
Algumas vezes eu achei que não fosse conseguir superar a ausência, cheguei a
pensar em desistir de tudo, em ir embora para ver se eu a esqueceria. Doeu bastante quando ela se foi, só eu sei o que passei, o quanto sofri, o tanto que chorei. Sério, eu pensei em morrer. Hoje eu paro e reflito, vejo o quanto eu fui fraco em duvidar de mim, em achar que eu não conseguiria superar e chegar onde eu me encontro. Às vezes, parece que não superei, mas sim, posso dizer que estou totalmente curado, nada dói como antes, a ferida cicatrizou e liberto estou.
