Andando na Mesma Direção

Cerca de 20127 frases e pensamentos: Andando na Mesma Direção

Caminho sobre o pedregulho. O aprendizado é bem maior do que se eu estivesse somente andando tranquilo e seguro.

Inserida por AndersonCDO

Vai, continua afastando as pessoas que te ama de verdade, vai, vai andando cada vez mais unido com a falsidade, vai, mas se for pra se arrepender, vai e não volta mas.”
— Desventuras de dois. #1

Inserida por natxy-prado

Se preocupam tanto em estar bem a cima manjando bens materiais,andando com pessoas que dizem ser TOP,mais quando não tem "grana" você perde o chicote,e ai,como faz?! Dinheiro não é tudo e status pode ser bloqueado fácil (y) se é que me entende.

Inserida por luizsay

Me sinto um fantasma andando por esse mundo cruel, as cores se perdem quando não estou mais com você, parece que não consigo mais respirar, não quero ficar longe de você, sua presença ameniza minha dor.

Inserida por carolinevargas09

Na terça-feira, eu acordei às 3 da manhã e sai andando pelas ruas, rindo, cantando, reclamando, vendendo dor. Na quarta, eu amanheci de porre, interpretando as músicas da Maysa, ainda com os olhos fechados, com o copo de vodca na mão, cercado de livros de astronomia e brasas de cigarro espalhadas pela cama. Mas foi na quarta-feira que me dei conta: eu realmente estava perdidamente louco, desequilibrado e que isso não teria volta.

Inserida por MuriloMelo

Eu tô andando feito um louco pelas ruas. Eu não penteio mais os cabelos, pego qualquer coisa no armário, mal sei se é dia ou noite. Simplesmente saio por aí. E tô pouco me lixando se andam me olhando atravessado ou não, se vão comentar ou rir de mim. Tô fazendo tudo errado, eu sei. Mas também tô com uma dor tão profunda que só Shakespeare entenderia.

Inserida por MuriloMelo

SINUOSAS!

Andando em estradas sinuosas

lembrei-me de suas curvas,

onde nelas percorrei devagar!

Olhando a bela paisagem dessa estrada,

lembrei-me de seus cabelos ao vento

como ipês amarelos lindos e únicos!

Na parada dessa viajem,

estacionei em seu coração!

Inserida por LUCIOCAIXETA

Desistir é fácil, difícil é continuar andando em terreno pedregoso. Contudo temos no nosso interior forças suficientes para vencermos as batalhas diárias, e mais do que isso, alguém com quem podemos contar em qualquer circunstancia, chame-o de Deus, Javé, Alá, Jeová, ou simplesmente de Pai.

Inserida por MarieliBottega

Dizem que o amor se esconde em cada esquina, então eu devo estar andando em círculos.

Inserida por darlanclay

Tem coisas que não dão para mudar. Então me pergunto: pra quê se lamentar?
Porque ficar andando na corda bamba o tempo todo? Talvez seja hora de mudar...
De tentar algo novo. Ou melhor, tentar restaurar o que se desgastou. Não dá pra abrir mão do que tanto quis e conquistou.

Inserida por gimeneses

Eu não fico analisando muito as coisas, vou com tudo, e quando eu vejo, estou andando por caminhos jamais percorridos e imaginados.

Inserida por GabrielaStacul

Estava andando, resolvi PARAR, mudar de caminho.

Inserida por JonatasM

Continuar andando sob um caminho onde no final você já enxerga a dor, não é viável

Inserida por lucasprimolemos

Ele vinha andando pelo meio-fio. De cabecinha baixa, camisa degolada e os chinelos presos nas mãos, sem algum motivo aparente. O tempo era nublado e garoava. Nuvens cinzas, ventos cinzas e chuva cinza. Ele sequer demonstrava frio, mas deveria. O seu olhar perdido no vazio, os braços abertos buscando equilíbrio e o rostinho magro com olhos fundos e piscantes. Só uma criança, aparentemente. Uma criança que mora com a mãe. E mais sete irmãos. Mas isso não o incomoda. Dividir o mingau de fubá nunca foi problema pra ele. Muito menos o revezamento de quem calçaria o sapato. O problema está justamente no outro morador da casa. Seu padastro. Não, não é uma criança, é um gigante. Um herói. É muito fácil encarar o mundo quando já se tem uma noção desse cenário de dementes em que fomos enviados sem nosso consentimento. Quando já lhe foi ensinado que tudo vai passar, que há luz no fundo túnel. Mas e quando a luz do fim do túnel é a de um trem? E quando quem devia te proteger te abusa? Te confunde, te desmorona. Uma pequena montanha, mas uma grande queda. Só uma criança. Mas ele continua ali, firme. Andando no meio-fio, sem se desiquilibrar. Nem pra um lado nem pro outro. É o orgulho da mãe. As vezes condizente com o que não devia, mas será que ela pode ser culpada? Será que ela pode ser errada? Mas ele, ele É só uma criança. Não um morador de rua, não um animal, não um rato. Uma criança frágil e indefesa. Em algum lugar dentro de si com certeza ela ainda é. O farol ainda está fechado, meu carro ainda está parado e ela se aproxima com alguns papéis na mão. Eu já podia prever o texto. Mas jamais acertaria. Sua mãozinha pequena me entregou o papel com uma timidez quase que forçada. Quando li o papel entendi o motivo : "Vende-se sorriso. O meu está na promoção 50 centavos". ... Entendi não só o motivo da timidez forçada como o porque da promoção. Fazia parte do plano, da estratégia, me surpreender com sua mais poderosa arma. O sorriso. Era o mais banguela, brilhante e estridente sorriso que já havia visto. E me contaminou. sorri sem perceber. Que criatividade. Passei a mão próximo do câmbio pra buscar umas moedas, e então eu tive um estalo, e então me perguntei, o que estou fazendo? É o que eu tenho a oferecer? Umas merdas de moedas? Não. Com certeza não são dessas porcarias que ela precisa. Talvez eu devesse descer comprar algum brinquedo e brincar com ele o resto do dia. Talvez ensiná-lo a soltar pipa. A ler , escrever. Eu poderia o levar na sorveteria. Que criança não adora tomar sorvete no frio? Quem sabe o ensinar a jogar bola. Lhe dar o mínimo de atenção, faze-lo sentir-se uma pessoa, não um bicho, uma atração circense. Talvez ele só precise de um cafuné, um abraço, se sentir amado. Confiante. Mas invés disso eu lhe dei as minhas moedas nojentas. Todas elas. Fechei o vidro e saí. Como quem nada fez e ainda se sentiu útil por isso. Ele me olhou indo embora, guardou os papéis em um bolso. As moedas no outro. E continuou seu caminho. Ele, só uma criança, andando no meio-fio...

Inserida por Licocarneiro

Andando dispersa por ai, navegando em um mundo desconhecido de alguma forma conheci você. Te encontrei de forma engraçada e sem querer, meio bagunçada. Sim, parece mentira ... mas na verdade foi você quem me encontrou. Foi fácil, um sorriso bonito, gostos em comum e quando vimos você era espelho do que eu queria. Era o que eu buscava. Tento entender o porque mas sinto que você me salvou do mundo de todas as formas que alguém poderia ser salva. Mudou minha visão em algumas coisas, e comecei a ouvir musicas por sua causa. Não tento entender isso agora, muito menos rotular isso que sentimos. Quero apenas te encontrar em qualquer desses fins de tarde e me sentir segura em seus braços. Tudo é uma questão sem resposta para o agora. Nada é por acaso e nem precisa ter razão, mas de qualquer forma espero que o meu futuro me traga você.

Inserida por Izabellakerpe

FIO DA NAVALHA
Sidney Santos

Andando sem rumo
Gelo e fornalha
Difícil é o prumo
Fio da navalha


Bandida e Santa
Jamais esquecida
Tudo me encanta
Maravilha de vida

Inserida por Poetadossonhos

Às vezes me pego imaginando nós dois se beijando , rindo de nossas palhaçadas , andando de mão dadas e até chegando no altar , seria tão bom , mas como eu comecei né , só estava : imaginando.

Inserida por miih-pereira

Aos Tropeços?

Mundo não para,
Andando, perdido,
Quase desandando.

Inserida por FrancismarPLeal

Um dia andando por ai me sentei embaixo de uma árvore senti o vento tocar meu rosto, ouvi também o canto dos pássaros, é realmente foi um belo dia

Inserida por dudakauan

Ele vinha andando pelo meio-fio. De cabecinha baixa, camisa degolada e os chinelos presos nas mãos, sem algum motivo aparente. O tempo era nublado e garoava. Nuvens cinzas, ventos cinzas e chuva cinza. Ele sequer demonstrava frio, mas deveria. O seu olhar perdido no vazio, os braços abertos buscando equilíbrio e o rostinho magro com olhos fundos e piscantes. Só uma criança, aparentemente. Uma criança que mora com a mãe. E mais sete irmãos. Mas isso não o incomoda. Dividir o mingau de fubá nunca foi problema pra ele. Muito menos o revezamento de quem calçaria o sapato. O problema está justamente no outro morador da casa. Seu padastro. Não, não é uma criança, é um gigante. Um herói. É muito fácil encarar o mundo quando já se tem alguma noção desse cenário de dementes em que fomos enviados sem nosso consentimento. Quando já lhe foi ensinado que tudo vai passar, que há luz no fundo túnel. Mas e quando a luz do fim do túnel é a de um trem? E quando quem devia te proteger te abusa? Te confunde, te desmorona. Uma pequena montanha, mas uma grande queda. Só uma criança. Mas ele continua ali, firme. Andando no meio-fio, sem desiquilibrar. Nem pra um lado nem pro outro. É o orgulho da mãe. As vezes condizente com o que não devia, mas será que ela pode ser culpada? Será que ela pode ser errada? Mas ele, ele É só uma criança. Não um morador de rua, não um animal, não um rato. Uma criança frágil e indefesa. Em algum lugar dentro de si com certeza ela ainda é. O farol ainda está fechado, meu carro ainda está parado e ela se aproxima com alguns papéis na mão. Eu já podia prever o texto. Mas jamais acertaria. Sua mãozinha pequena me entregou o papel com uma timidez quase que forçada. Quando li o papel entendi o motivo : "Vende-se sorriso. O meu está na promoção 50 centavos". ... Entendi não só o motivo da timidez forçada como o porque da promoção. Fazia parte do plano, da estratégia, me surpreender com sua mais poderosa arma. O sorriso. Era o mais banguela, brilhante e estridente sorriso que já havia visto. E me contaminou. sorri sem perceber. Que criatividade. Passei a mão próximo do câmbio pra buscar umas moedas e então tive um estalo, e me questionei. O que estou fazendo? É o que eu tenho a oferecer? Umas porcarias de moedas? Não. Com certeza não são dessas porcarias que ele precisa. Talvez eu devesse descer, comprar algum brinquedo e brincar com ele o resto dia. Talvez ensiná-lo a soltar pipa. A ler, escrever. Eu poderia o levar na sorveteria, que criança não adora tomar sorvete no frio? Quem sabe ensiná-lo a jogar bola, lhe dar o mínimo de atenção. Fazê-lo sentir-se uma pessoa não uma bicho, uma atração circense. Talvez ele só precise de um cafuné, um abraço. Se sentir amado, confiante. Mas ao invés disso eu lhe dei minhas moedas nojentas. Todas elas. Fechei o vidro e saí. Como quem nada fez e ainda sentiu-se útil por isso. Ele me olhou indo embora. Guardou os papéis em um bolso. As moedas no outro. E continuou seu caminho. Ele, só uma criança, andando no meio-fio...

Inserida por Licocarneiro