Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Dificilmente uma pessoa notável não terá outras falando mal dela. Pensando bem: entre ser notável e falar mal de quem é: prefiro a primeira opção
Entre pensamentos e hipóteses mais um longo dia acaba.
E assim, pouco a pouco o muro está sendo mais uma vez levantado e dessa vez muito mais resistente que antes.
Isso me assusta. Porém,tranquiliza.
Sabe qual a diferença entre eu, e essas piranhas que você pega? Eu gosto de homem e proteção. As piranhas gostam de babacas e dinheiro.
Caminhar entre Um Labirinto , Em Meio A Escuridão ,Ésse é o meu Sentido A Minha Cabeça .
Fleches vem como Imagens , Rasgando a teia do meu Inconsciente, Do Meu Passado. Me Mostrando o que era Amar
e o que é Odiar , Palavras De Pronuncias Falsas , Faceis.
Uma Canção, Uma Fortaleza , Um Abismo.
A Percepção Me tira Pra bem Longe daqui
Meus Pensamentos Me Levam para um lugar Deserto Dentro de Mim , Não sei ao certo como cheguei ate aqui ,mesmo assim me sinto Bem Me sinto muito Só.
Alias Não Estou Realmente Só , Agora Somos Eu e Ela A Minha Compreesiva SOLIDÃO.!!
Começo então a pensar que entre os loucos há um lugar,para os que não são loucos...
e paro a pensar se devo lutar.
entre os loucos a ficar..
"Em toda briga entre os pais e as crianças, ambos normalmente estão sem razão. É esse quadro que dá à vida familiar seu charme histérico peculiar."
Hoje eu fecho os olhos do dia com uma pergunta: - Que tamanho tem a intenção entre um abraço e um beijo? Entre o esquecer e o lembrar? Entre o "é" e o poderia ser? Entre o fazer e o destruir? Entre o erro e o acerto? Ah, eu respondo: - Tem o tamanho exato da nossa vontade e a vontade, do tamanho da iniciativa que fica a menos de um passo da coragem.
Me vejo como uma colcha de retalhos... Um mar de remendos coloridos e que nem se combinam entre si, mas que serve direitinho para esquentar alguém
Amar, ainda que com preposições entre o verbo e o sujeito, é sempre transitivo. E direto. TRANSITIVO. E DIRETO. EM TODOS OS SENTIDOS.
Há uma lógica universal que ainda não entendi: existe uma relação consistente entre bebé, telemóvel e sanita, tal é que os bebés de todo o mundo são sempre impelidos a jogar o telemóvel na sanita.
Existe um ponto de fusão entre o ser e as forças ocultas dos astros. sábio é aquele que transmuta essa energia às emoções do inconsciente, manifestando para o lado visível da vida que nutrem os nossos sonhos e ideais no processo espiritual construtivo
Um dos grandes pontos de discórdia entre mim e minha ex esposa é o seguinte: eu vivo cada dia como se fosse o ultimo. Só faço o que me da prazer. Só me entrego ao que me faz feliz. Até perguntei a ela uma vez: “oque você faria se descobrisse que tem somente um ano de vida?” Ela ficou muito encabulada e disse que mudaria tudo na sua vida. E eu lhe respondi que não mudaria nada na minha.
As pessoas hoje em dia não conseguem se realizar em nada e o estresse toma conta de suas vidas a ponto de ser impossível obter alguns momentos de felicidade.
Mas a partir de quando mudei minha vida dessa maneira?
Depois que descobri que não viveria muito tempo, por um problema renal muito grave. Decidi que se eu me curasse viveria a vida de forma diferente. E a partir de então tenho buscado isso. Não foi fácil no começo, mas hoje vivo assim: como se eu fosse morrer a qualquer momento.
Tenho vivido muito bem. Sei que sou tido como irresponsável até mesmo pela minha própria ex.
Mas viver assim me deixa em paz. E tenho tido sempre o necessário pra sobreviver. Não tenho nada em abundancia, mas tenho tido tudo o necessário para a vida.
Minha ex não suportava essa ideia. Ela corre atrás ainda de dinheiro desenfreadamente a ponto de não mais se divertir enquanto vive. Vive o tempo todo preocupada com contas, com desejos de ter, com o futuro. O futuro a Deus pertence já disseram. E é justo pensar dessa maneira. Pois o futuro depende do presente. Se o presente é uma busca desenfreada por dinheiro, nunca vai cessar e nunca permitirá que seja feliz e realizado no futuro, pois o presente (no futuro) continuara sendo a busca por dinheiro.
Não quero com isso deixar a visão errônea de que sou um vagabundo ou conformado com a situação, mas coloco em primeiro lugar tudo o que gosto de fazer e de realizar. E através dessa ideia consigo suprir as necessidades da minha família, sempre fazendo algo prazeroso.
Continuo com a mesma premissa: só faço o que me dá prazer.
O trabalho para mim não é trabalho é lazer e prazer, e ainda me pagam por isso. Adoro cantar, tocar, adoro vender. E sou tão fiel a essa cosmovisão que quando não tenho prazer em vender, não o faço. Vivo de uma forma que não sou escravo do dinheiro e nem do trabalho. E mesmo assim sempre faço alguma coisa. Sempre estou realizando algo. Sempre inventando algo novo para fazer e vivendo a vida com prazer e obtendo dela o necessário para viver.
Não me importa o que vão dizer. Se sou tomado como vagabundo, ou qualquer outro adjetivo inadequado para me qualificar.
Na verdade, as pessoas no fundo tem inveja de não terem coragem de viver assim. Por isso me criticam. Enquanto isso, vou vivendo a vida como se tivesse ganhado na loteria e fosse morrer em breve. Aproveito cada segundo da vida. Leio muito, ouço musica, canto, toco, escrevo e sempre me vem a mão o necessário para viver.
Minha mulher me abandonou. Não suportou viver comigo nesses termos. Está sempre de mau humor, estressada como trabalho, nunca ganha o suficiente, então trabalha mais e o circulo vicioso se completa.
Tenho a vida tranquila que pedi a Deus. É claro que sofro, mas meu modo de viver é tal que quando chegar ao fim da vida poderei dizer o que escreveu Pablo Neruda: “Confesso que vivi”.
Se eu morresse hoje estaria realizado.
É claro que tenho planos.
Sempre penso, planejo e executo cada plano. Viver assim não quer dizer que vivo irresponsavelmente. Não. Planejo, trabalho, estudo, leio, mas como se fosse o ultimo ano de vida.
Tenho prazer em tudo que faço. Tenho prazer em ler, em estudar, em trabalhar, em criar, em cantar, em vender, em tocar, de maneira que isso de modo algum para mim soa como trabalho. Mas sim prazer. Já disse um filosofo: “ escolha algo que você tenha prazer em fazer e não precisará trabalhar um dia sequer na sua vida”. E é uma grande verdade. É assim comigo. Mas minha ex não suportou viver assim comigo. Minhas filhas me entendem. Estão sempre ao meu lado.
O dia a dia não pode ser algo pesado. A vida não pode ser algo pesado e sem prazer. Pelo contrario. Estude o que te dá prazer. Faça o que te dá prazer. E seja feliz.
Minha filha, a primogênita, estuda Direito e toda vez quando volta da aula diz que ama Direito que se realiza estudando Direito, que ama Direito. Ela está no caminho certo. Se tem que estudar que seja algo que de prazer. Se tem que trabalhar que seja em algo que de prazer. Afinal a vida é essa.
A sabedoria da vida está em descobrir como viver, estudar, trabalhar, crescer e tudo fazer com prazer, com gosto.
Não quero deixar a ideia que sou hedonista, não o sou. Mas há que se encontrar na vida, no dia a dia, em tudo, prazer, gosto, realização.
As pessoas são covardes. E por serem covardes me rotulam de irresponsável, hedonista, ou preguiçoso ou sabe-se lá Deus mais o que.
A verdade é que desperto a inveja alheia vivendo dessa maneira. Mas isso não se apega em mim de forma alguma. Aprendi a viver assim, como se fosse partir a qualquer momento. E os covardes me julgam e me condenam, enquanto em seus corações o desejo de ser igual a mim os faz incapazes de serem felizes, e de realizarem seus sonhos e viverem de forma “irresponsável” como eu.
Tenho prazer em pequenas coisas, como abraçar minhas filhas e beija-las. Em acariciar meus bulldogs, em escovar meu rotweiller, em ler um dia inteiro se assim eu o quiser. Ou tocar e cantar profissionalmente por horas a fio. E ainda no final receber o pagamento. Nossa! Isso é demais!
Não me importa o que os outros pensam. Essa é uma decisão que tomei anos atrás e que aprendi a viver e que incorporei de tal forma em minha vida que é automático o meu viver assim dessa maneira.
A saudade é a brasa acesa por entre as cinzas e que, a cada brisa, esquenta. Se vem sopro de vente, reascende.
O maior equívoco do ser humano é encarar a morte como rival da boa vida. Cá entre nós, chega uma hora que a morte é uma dádiva.
