Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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“Nem sempre vemos quem está a cuidar,
mas sentimos quando alguém decide ajudar.
Entre sombras e passos, há mãos que acolhem,
e caminhos que, com carinho, se escolhem.”

Minha pesquisa atua na tensão entre silêncio e forma, onde o íntimo se afirma como presença.
A partir desse território, expande-se para questões coletivas e políticas, atravessando os impactos da colonização, as violências contra povos indígenas e mulheres, e os conflitos ambientais ligados à monocultura do eucalipto, ao uso do mercúrio e à exploração de energia fóssil.
Lilian Morais

Há um conflito silencioso entre quem somos e quem mostramos ao mundo. Desde cedo, aprendemos a vestir máscaras como quem veste um casaco em dia de frio: para suportar o ambiente, para caber nos lugares, para não ferir nem sermos feridos. No entanto, essa proteção também pesa. A aparência de força, muitas vezes, esconde um coração em tempestade; o sorriso social, por vezes, cobre ruínas que ninguém vê.
Vivemos tentando equilibrar a verdade interior e a versão aceitável de nós mesmos. Queremos ser acolhidos, mas tememos que nossa essência, crua e imperfeita, assuste. Assim, vamos aparando arestas, calando dores, podando sonhos, como um jardim bonito demais para parecer real. O problema é que, quando negamos demais o que sentimos, a alma cobra em silêncio.
Ser humano é justamente carregar essa contradição. Somos casa e vitrine, abrigo e espetáculo. E amadurecer talvez seja isso: diminuir a distância entre o rosto que oferecemos ao mundo e a pessoa que, em segredo, pede apenas o direito de existir por inteiro, sem pedir desculpas.

A paz é um desejo muito antigo da humanidade. A harmonia entre nós só existirá longe de nossos piores inimigos: nossos próprios pensamentos.🕊

Linha Tênue

Escrevo esse poema
entre a dor e um dilema,
sabendo que muitos vão apontar
antes mesmo de tentar entender.

Pra nós…
já virou rotina sentir demais,
carregar um peso antigo
de quem, muitas vezes,
nem pediu pra nascer.

A vida… a morte…
quem é que diferencia?
Existe uma linha tão tênue
que meus passos caminham sobre ela
todos os dias,
sem garantia.

Já tive vontade de ir embora,
não por fraqueza,
mas por não achar lugar
onde eu pudesse caber.

Desajeitado, quebrado, perdido…
como só entende
quem já perdeu tudo
e ainda tenta sobreviver.

Mas a recuperação tem algo estranho,
quase um enigma que intriga:
a mesma dor que antes nos empurrava
pro fim,
hoje nos faz implorar
por mais um dia de vida.

E chega a ser irônico…
porque antes, sem perceber,
a gente se destruía aos poucos,
roubando os próprios dias
de uma contagem silenciosa,
de uma doença incurável,
progressiva
e fatal.

Hoje eu perdi um amigo.

Não foi para as garras
da adicção ativa,
e isso, de alguma forma, conforta…
mas não apaga a dor.

Porque perder…
ainda é perder.

E a vida, que antes parecia clara,
se mostra torta,
como um reflexo quebrado
de tudo que já fomos.

Mas no meio desse caos,
existe um porquê que insiste em ficar:

ele partiu limpo,
de cabeça erguida,
carregando uma vitória silenciosa
que o mundo nem sempre vê.

Meu amigo se foi…
sem saber que, no caminho,
salvou vidas.

Sem saber que foi luz
em meio à escuridão de muitos.

E talvez seja isso…
o que me mantém aqui:

entender que, mesmo na dor,
mesmo na perda,
mesmo na saudade que aperta…

eu ainda escolho viver
mais um dia.

Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós mas um dia também iremos para lá e nos encontraremos.

Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós, mas um dia nós também iremos para lá e nos encontraremos.

Ódio entre os homens, assassinatos cruéis para mostrar força, o verdadeiro câncer da humanidade

Os indígenas em seu nudismo selvagem conseguem manter o respeito e o trabalho mútuo entre eles, enquanto nós, vestidos da sabedoria do homem moderno, nos atropelamos nos interesses que nos afastam da coletividade.

Não se necessita de nenhum mérito para semear a divisão entre os próprios subordinados; isso está ao alcance de qualquer um. Pelo contrário, é preciso possuir verdadeiro talento para coordenar esforços, estimular o zelo, utilizar as faculdades de todos e recompensar o mérito de cada um sem despertar suscetibilidades e invejas, sem perturbar a harmonia que deve existir nas relações entre as pessoas ⁠

"Entre o acomodado e o persistente, há um ponto em comum: o jogo sempre vira."

Sempre me considerei entre os grandes admiradores de Mozart, e o hei de ser até o dia da minha morte, disse Beethoven.
sfj,caracteres⁠

Entre a palavra proferida e a ação executada, há um abismo.
sfj,pensamentos⁠

A RELAÇÃO ENTRE ANSIEDADE, FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO E O SUJEITO: Uma fusão da Psicologia, Neurociência e Filosofia para um conceito mais prático da Ansiedade

‎A Ansiedade é a agitação que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Beta e resultante do apego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo no seu acto de Pensar.

‎Enquanto,

‎A Serenidade é a calma que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Teta e resultante do desapego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo através do seu acto de Atenção.

Deitado no terraço, que mais parece um navio, navego entre as estrelas sem definir um caminho. O olhar é como um farol refletindo a luz celestial, que chega a mudar o brilho e nos empresta uma nova forma de olhar. Céu desconhecido, abstrato faz-nos interrogar tudo o que há no espaço. Mas a verdade é que nesse momento coloco-me a sonhar e admirar, permaneço estático e continuo a contemplar o céu de Tangará...

O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente, e não apenas automático.

O sofrimento psicológico geralmente nasce da sobreposição entre o que está acontecendo e a interpretação mental sobre o que deveria estar acontecendo. Quando você começa a distinguir claramente esses dois níveis, percebe que grande parte do peso que carrega não vem da realidade em si, mas da narrativa criada sobre ela.

O tempo psicológico - essa constante projeção entre passado e futuro - é um dos principais fatores de desconexão da presença. Quando você percebe diretamente que o passado só existe como memória e o futuro como imaginação, algo se reorganiza internamente, trazendo mais simplicidade para a experiência.

No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.

Não há transição real entre ignorância e clareza - essa ideia só existe dentro da lógica da mente. O que parece um caminho é apenas o desgaste gradual das ilusões que impedem o reconhecimento imediato do que sempre esteve evidente. Nada novo é alcançado, apenas o falso deixa de se sustentar.