Alvorecer
No alvorecer do dia, uma luz
Em forma de um ser especial
Quem alegra nossos sonhos
Que completa nossa vida
Com palavras meigas e puras
Contagia nossa’lma
E com um suave perfume
Que exala a pureza de seus sentimentos
O amor se expande em seu êxito
Sufocando se com lagrimas de alegria
Que escorre dentre seus desejos
Na forma da inocência de um ser
Por ti daria minha vida
Para que jamais deixastes de viver
Para que o esplendor da sua existência
Ilumine os passos do destino
No crepúsculo desse dia
Me despeço da vida
Pois a cada historia vivida
O sonho tem que terminar...
O sol rompe o horizonte com seu esplendor, e insulo amanhece principiando o alvorecer, sem lua, estrelas, em um céu guiador, para toda imensidão vermelhecer.
Ousadamente, apartado, o sol ergue o amanhecer.
O sol amanhã será esplendido como o alvorecer. E as coisas vão fluindo como o orvalho que pela manhã enobrece os restos de algua coisa que morre, o que é vivo, morre.
No alvorecer de um novo tempo, exclua tudo que não acrescenta nada de benéfico na sua vida, pois você não pode mudar seu passado, mas pode escrever seu futuro!
A cada alvorecer Deus me dá a possibilidade de recomeçar, aprimorando meu coração, lapidando meu espírito, assim o Senhor me Ensina, que a perfeição consiste, em cada a dia, aprender com humildade, todas as lições que Ele tem amostrar!
Sempre ao alvorecer de um novo dia, não encare o mesmo como um fardo cheio de peso e tensão sobre suas costas; encare-o como uma dádiva, uma nova chance de ser melhor que ontem, acertar erros cometidos e aprimorar-se como pessoa.
Assim como o vento suave pode se tornar uma tempestade incontrolável, o seu ser, mesmo que pequeno, pode se tornar indestrutível e inabalável se nutrido com fé e vontade de vencer.
Seja como a lua, que mesmo com tantas fases, jamais perde o brilho e a sua magia. Use todas as fases que por sua vida passar para se tornar melhor e mais sábia como pessoa.
Como um bom capitão comanda um navio por uma tempestade e não o deixa afundar, acredite: Jesus sempre será o capitão no comando de sua vida, para que você não venha a se perder nem tão pouco naufragar nas tempestades tenebrosas que a vida lhe trará...
'HOJE'
Hoje: alvorecer!
Gritei palavras,
Mas elas ficaram imensas,
Pesadas.
Amanheci dialético,
Tentando dizer: te amo!
Mas não proferi.
Montanhas despedaçara a bravura.
Despencar-me-ei amortalhado,
Chorarei granizo,
Horizonte perdido,
Paralelepípedos.
Aventurarei mistérios incógnitos.
Seduzirei criar riscas,
Loucuras mortais,
Melodia!
Hoje: alvorecer!
Chorei palavras,
Mas elas tornaram-se monstros,
Quiçá...
Lindo alvorecer de um dia banhado pela chuva, cujas gotas tocam a flora e assim revigora a sua formosura, pode até ser um simples momento, entretanto, traz uma rica sensação de brandura que causa no ânimo um avivamento.
O Eco Silencioso da Alma…
Em cada alvorecer, um fio invisível tece a tapeçaria da existência, conectando corações e desvendando os segredos de um universo vasto e insondável. Não se trata apenas do ar que respiramos ou da luz que nos guia, mas da melodia inaudível que emana do mais profundo de nosso ser, um eco silencioso da alma que pulsa em ritmos únicos, inebriantes e, por vezes, desafiadores.
Nascemos envoltos em um manto de possibilidades infinitas, com a promessa de desvendar mistérios e esculpir destinos. Cada passo é uma pincelada na tela da vida, e cada experiência, por mais trivial que pareça, um degrau na escadaria da evolução. É no desabrochar da consciência que percebemos a dança incessante entre o visível e o invisível, entre o que se manifesta e o que repousa nas profundezas do etéreo. A vida, em sua essência mais pura, é uma jornada de descoberta, uma incessante busca pelo eu que reside além das máscaras e das convenções, um eu autêntico que anseia por ser plenamente revelado.
Ah, a jornada! Ela nos convida a caminhar por estradas sinuosas, a enfrentar tempestades e a celebrar bonanças. Em cada curva, um novo horizonte se descortina, trazendo consigo aprendizados que lapidam nosso espírito e fortalecem nossa resiliência. As adversidades não são inimigas, mas mestras silenciosas, que nos ensinam a extrair a beleza do caos e a encontrar luz mesmo nas mais densas penumbras. É na superação dos próprios limites que descobrimos a força intrínseca que carregamos, a chama inextinguível que reside em cada um de nós, pronta para iluminar os caminhos mais escuros.
E o amor? Esse sentimento que transcende a lógica e desafia as fronteiras do tempo. Ele é a cola que une os fragmentos da existência, o bálsamo que cura as feridas da alma, a melodia que harmoniza os corações. Não se restringe apenas ao romance, mas se manifesta na gentileza de um olhar, na doação sem esperar nada em troca, na compaixão que se estende ao próximo. O amor é a linguagem universal, a chave que abre as portas para a compreensão e a aceitação, um elo dourado que nos conecta uns aos outros e ao próprio tecido do cosmos. É a essência que dá sentido a cada amanhecer e a cada crepúsculo.
No silêncio da noite, quando as estrelas cintilam como diamantes no veludo do firmamento, somos convidados a uma introspecção profunda. É nesse recolhimento que ouvimos o eco de nossos próprios anseios, os sussurros de nossos sonhos mais recônditos. A intuição se manifesta, guiando-nos por sendas que a razão nem sempre compreende, mas que o coração reconhece como verdadeiras. E é nessa escuta atenta que encontramos a sabedoria ancestral, a conexão com algo maior que nos transcende e nos integra ao fluxo universal.
A vida é, em sua magnificência, um presente inestimável, uma dádiva a ser desfrutada em sua plenitude. Cada suspiro é uma oportunidade de semear o bem, de espalhar a beleza, de viver com propósito. Não somos apenas passageiros, mas arquitetos de nossa própria realidade, com a capacidade de moldar o amanhã com as escolhas do hoje. O legado que deixamos não é apenas o que construímos materialmente, mas a essência de quem fomos, a luz que irradiamos, o impacto que geramos nos corações que cruzaram nosso caminho.
Que possamos, então, despertar para a grandiosidade de nossa própria existência, para a melodia que ecoa de nossa alma. Que cada amanhecer seja um convite a desbravar novos horizontes, a amar sem reservas, a aprender sem cessar e a viver com a intensidade que a vida merece. Que o eco silencioso de nossa alma ressoe pelo universo, deixando um rastro de luz e inspiração para as gerações vindouras. A maior aventura de todas é ser quem realmente somos, em toda a nossa complexidade e beleza, e deixar que essa verdade se manifeste em cada fibra do nosso ser. E ao fazê-lo, descobriremos que a verdadeira riqueza não reside no que possuímos, mas na profundidade de nossa experiência e na vastidão de nosso próprio ser.
A Chegada do Solstício de Verão: Bem Vinda Litha
No alvorecer do Solstício de Verão, quando o sol brilha com toda a sua magnificência, celebramos a chegada de Litha, a dança eterna da luz e da vida. Os raios dourados beijam a terra, enchem os campos de vitalidade e os corações de esperança.
Neste momento de plenitude, somos lembrados da generosidade da natureza, que nos abraça com seu calor e nos convida a florescer junto a ela. É um tempo de gratidão pelas colheitas abundantes, pelos sonhos que germinam, e pelas conexões que nutrimos com amor e propósito.
Com o brilho do sol em seu zênite, acendemos fogueiras simbólicas, representando a chama eterna que habita dentro de nós. Dançamos e cantamos, celebrando a vida em toda a sua exuberância, em harmonia com os ciclos da terra.
Que Litha traga para cada um de nós a clareza do dia mais longo, a energia renovada e a promessa de novas possibilidades. Que nossos corações sejam guiados pela luz, e nossos espíritos iluminados pelo amor e pela alegria que este momento sagrado nos oferece.
O amanhecer com Cristo Jesus
É no alvorecer que se sabe o que se espera de Deus, pois o que é a tristeza da noite entrando pela madrugada agora, quando Cristo Jesus o nosso Rei desenrola uma nova fase da vida...ele nos prometeu a eternidade sem a dor e sofrimento deste mundo caído, pois para onde vamos na eternidade é o amanhecer sem sofrimento, é a felicidade dos que esperam nele, pois o que há de melhor a não ser a cidade Celestial, preparada por Deus, não há dúvida que seus fundamentos são brilhantes, não há esperança maior do que a promessa do Messias, vou preparar um lugar...na qual vocês poderão estar comigo eternamente...na verdade o amanhecer com Cristo Ressuscitado é a glória, a glória vindoura do Pai eterno a Saber Deus.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
No alvorecer de cada dia,
Seja grato pela luz que guia.
Pela brisa que acaricia,
E pela vida que, em amor, irradia.
Nas pequenas dádivas repousa a gratidão,
No sorriso partilhado, na mão estendida,
Na doce melodia de uma canção,
E na esperança sempre renascida.
Seja grato pelo sol que aquece,
Pelas estrelas que à noite aparecem.
Pela chuva que a terra adocece,
E pelos desafios que nos fortalecem.
Por cada passo em terra firme dado,
Por cada sonho que temos ao lado.
Pela amizade, pelo amor encontrado,
Seja grato, mesmo quando o céu está nublado.
Pois na gratidão encontramos paz,
Um refúgio seguro, um laço capaz.
De transformar o ordinário em algo a mais,
E de colorir a vida com pinceladas eficazes.
Seja grato e verás que a vida é um presente,
Que cada momento é valioso e diferente.
Que ser grato é ser sábio verdadeiramente,
E viver com plenitude é ser grato eternamente.
Alvorada da Gratidão: Versos de Apreciação e Esperança
Soneto da Gratidão Cósmica
Se ao alvorecer me rendo em reverência,
O dia abre-se em véus de ardente brisa.
No vasto etéreo, em mística cadência,
O tempo canta em cor que se improvisa.
Se à tarde, a vida em júbilo saúda,
Os ventos bordam versos no horizonte.
O instante flui, despido de amargura,
E ecoa um cântico em secreto monte.
Se à noite a gratidão me adormece,
O céu se estende em sombras ondulantes.
O medo jaz, disperso na quimera,
E o firmamento, em tons ressoantes,
Me sussurra um enigma que enaltece:
Sou parte viva da órbita eterna.
O Véu de Lete
Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.
O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.
E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.
Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.
Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.
Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.
No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.
Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.
O ALVORECER:
Ao amanhecer...
Glup... Cai a ultima gota do orvalho
Sobre as pétalas da bromélia a se abrir
A brisa fria sobre a grama em brumas
Exala os eflúvios dos jardins a florir
O inseto...
Ali, inerte a esperar o sol.
Para ao ocaso seu ciclo findar.
Está tudo tão claro agora,
está tudo tão nítido
como o alvorecer
de uma aurora ensolarada,
como o céu anil de uma tarde de verão:
era amor...
O modelo de sociedade que estamos observando nesse alvorecer de questionamentos e discussões, segue em grande parte, o ideal em que, o princípio do ódio está no nível da ignorância pessoal. Em espécie, a “dissociação” acompanha o efeito, porque a causa é sistêmica e a favor de uma sociedade mais perigosa.
Carlos Alberto Blanc
