Voce vai ser pra Sempre
O que a gente quer da vida
Quase sempre é bem pouco;
Um afago, um carinho, alguém que faça calor
Quando os dias internos são muito frios
Uma caminhada lado a lado
Uma palavra de esperança
Um dedo que aponte alguma direção.
Pobre de nós que não temos nada disso.
Mas bem mais pobre e quem não tem nada disso
Para nos dar.
Felicidade!
Quem sabe em qual momento da vida
vamos alcançar o que desejamos?
Nem sempre nas fases mais duradouras
é que nos deparamos, reconhecemos
e vivemos essa tal felicidade.
As vezes o destino nos reserva
encontros tão especiais,
que temos a certeza de que
...é ela que nos encontra.
"Ele partiu para a guerra, despediu-se dela.Ele escrevia cartas para ela sempre que podia.Passaram-se dois anos...
E ela não recebeu mais cartas, apenas a notícia que ele nunca mais voltaria para casa"
Sonhar, conteúdo dos sonhos e a sua interpretação sempre foram objetos do meu interesse de modo que, desde garota sempre li sobre este tema e tentei interpretar os meus sonhos. Acertei em algumas vezes; errei noutras. A princípio, ficava curiosa com o(s) significado(s) do sonho a partir da(s) imagem(ns) que o marcavam, e recorria a “manuais” que trazem exemplos como:
- sonhar com arco íris é sinal de sorte e êxito em tudo que desejamos realizar porque entramos em contato com energias superiores, que nos permitem tirar o máximo de proveito de nossas capacidades e habilidades pessoais;
- sonhar com animais ferozes: vê-los - deveremos guardar-nos da inveja dos demais; se nos ameaçam - nossa vida está em perigo. Em geral, os animais ferozes nos anunciam dificuldades profissionais.
Nesta linha, há muitos livros mas citarei dois deles: “O grande livro dos sonhos”, de Emílio Salas; “Os segredos dos sonhos”, de Roman Cano.
Este tipo de leitura não foi suficiente e passei a ler sobre a história dos sonhos, quando me deparei com algumas obras, inclusive o “Livro dos sonhos” de Jorge Luis Borges (1899-1986).
Nesta obra pode-se “viajar” até os primórdios das civilizações e se aproximar um pouco das interpretações dos sonhos sob diferentes óticas: místicas, filosóficas, religiosas etc. Ela é, assim, apresentada: “Este livro de sonhos que os leitores tornarão a sonhar abarca os sonhos da noite – os que eu assino, por exemplo – sonhos do dia, que são um exercício voluntário da nossa mente, e outros de raízes perdidas: digamos, o Sonho (anglo-saxão) da Cruz.”
Daí, tentei me aproximar um pouco da teoria dos sonhos de Sigmund Freud (1856-1939), aquele que, no dealbar do século XX, revigorou a antiga concepção de que:
“Os sonhos são, simultaneamente, significativos e importantes: não sonhamos nada que não seja uma expressão relevante de nossa vida interior e todos os sonhos podem ser entendidos se dispusermos da chave; a interpretação é a ´via regia´, o principal caminho para a compreensão do inconsciente e, por conseguinte, a mais poderosa força motivadora tanto do comportamento patológico quanto do normal. [...] o sonho é a consumação das paixões irracionais, reprimidas quando estamos acordados.”
A interpretação freudiana dos sonhos baseia-se no mesmo princípio subjacente a toda a sua teoria psicológica: o conceito de que podemos ter anelos (inconscientes), sentimentos e desejos motivadores de nossas ações dos quais, todavia, não tomamos conhecimento por razões diversas, incluindo o medo de perdermos a aprovação de pais, amigos; a necessidade de não nos sentirmos culpados; entre outros.
Coloquei a mão mais acima e alcancei um jovem contemporâneo de Freud, Carl Gustav Jung (1875-1961) que o encontrou pessoalmente em 1907, quando o visitou, em Viena e, logo, Freud reconheceu o valor de Jung vendo neste um filho mais velho.
Mas, em 1912, o Livro de Jung “Metamorfose e símbolos da libido” marcou as diferenças doutrinárias profundas que o separaram de Freud porque, enquanto para Freud, a única interpretação possível de um sonho está na teoria da realização de um desejo, Jung foi dispensando a livre associação e, de forma igualmente dogmática, tendeu a interpretar o sonho como a manifestação da sabedoria do inconsciente e a afirmar que a voz em nossos sonhos não é nossa, mas provém de uma fonte que nos transcende.
Um parêntese:
São inúmeros os livros de Jung. Gosto muito de “Memórias, sonhos e reflexões” e, também, de “Vida e obra”, escrito por Nise da Silveira.
Neste caminhar, conheci Erich Fromm (1900-1980) e me detive mais em “A linguagem esquecida”, obra que consegui no Sebo, em Salvador, que faz um paralelo entre as teorias do sonho de Freud e de Jung.
Ao retomar essas teorias, Erich Fromm demonstra maior aproximação com a Teoria de Jung, embora ressalte:
“A diferença entre a interpretação de Jung e a minha pode ser resumida nesta afirmação: Concordamos que muitas vezes somos mais sábios e dignos dormindo do que acordados. Jung explica o fenômeno com a hipótese de uma fonte de revelação que nos transcende, ao passo que eu creio ser nosso o que pensamos durante o sono e haver boas razões para o fato das influências a que estamos sujeitos em nossa vida de vigília terem um efeito sob muitos aspectos estupidificador sobre nossas realizações morais e intelectuais.”
Não importa o quão estreito seja o caminho com Deus, ele sempre será mais fácil de percorrer que o o largo do deserto. Não pare!
Eu te desejo milhões de sorrisos e pessoas que possam sempre compensar suas lutas. Te desejo paz pelo caminho que escolher e coragem todos os dias. Te desejo luz, sol, água fresca, abraços, sonhos, lugares e viagens inesquecíveis. Que você encontre sempre motivos para seguir em frente e pessoas especiais para te acompanhar. Que o Pai Celestial te ilumine e te presenteie com todo amor que houver nessa vida... Parabéns!
As pessoas sempre notam que mudamos de atitude em relação a elas, mas raramente notam que essa mudança de atitude em nós foi motivada por elas mesmas. Julgar o alheio é sempre mais fácil.
Ultimamente estão vindo ondas de frases na minha cabeça mais eu acabo sempre escrevendo aquilo que me remete a você.
Em relações humanas, o medo maior não é tentar de novo, mas ter o mesmo resultado de sempre. Estamos com deficiência de nós mesmos e dos outros. Um dia, quem sabe, isso muda. Vendo o mundo com a mentalidade do quanto pior melhor, tenho minhas dúvidas, mas a esperança talvez seja a última a desistir.
“Não existe o certo nem o errado. A existência é uma democracia! Ela sempre oferece mais opções das quais poderá escolher, em nenhum momento ela te força a nada. A escolha é sempre sua! Independentemente, o que escolher será o caminho adequado. Mesmo que um dia se arrependa!”
Se aqueles que sempre estão ao seu lado quiserem lhe ensinar alguma coisa, aprenda, pois a vida não será tão generosa em lhe ensinar mais tarde as mesmas lições.
ASAS MOLHADAS NAO VOAM
Dias chuvosos sempre me deixam pra baixo
Falando sozinha eu me sinto normal
Algumas vezes eu gostaria de um ouvido afinal
Quando tudo parece não se encaixar
Dou uma volta por aí, caminhar e pensar para não mais me preocupar
O que eu tenho? Alguns costumam chamar de tristeza
Nada é realmente toda a certeza
Me sentindo como se não tivesse a quem pertencer, ou mesmo somente ser...
Andando por lá e acolá , com sorriso de perfil solitário
Tardes chuvosas sempre me deixam pra baixo
Engraçado, coincidência ou providência, mas o fato é que eu sempre termino aqui com você
É bom saber que alguém me ama
Sina, profecia, chamamento, mas parece que a única coisa a se fazer
É correr e encontrar o que me ama
O que eu sinto já veio e se foi uma vez
Será que a perda me persegue tal como um feitiço?
Não há necessidade de tanto pensar, desconfiar, sobre isso.
Pior que sei devo acreditar.
Mas por acreditar , caí, perdi e chorei.
Então estou aí, para ti voltei
Desencantada nunca fiquei
O desamor abandonei...
É egoísmo talvez , de ter você para mim e de mais ninguém ?
Eh, mas Nós sabemos de que se trata da tal Liberdade.
Noites chuvosas sempre me deixam pra baixo.
Mas é a chuva que me prende a ti e tu a mim!
Asas molhadas não voam, por isso estamos embaixo.
Asas molhadas por providência te amam...
Amo você mesmo em dias chuvosos ...
Me deixam para baixo e contigo encaixo, relaxo...
___________ Norma Baker
Sempre tive o pré-conceito de fazer por merecer. Absolutamente tudo é válido para a concretização de sua meta e isto é moralmente permitido por minha ética. Nos dias chuvosos do início da estação o conceito começou a se impor diante de minha caminhada adentrando em meu calçado tornando meu percurso devastador. Parei, cogitei antes de continuar. O erro era notório, existem barreiras até onde se dispor para a obtenção do que se pretende. Manusear o sentimentalismo capital é algo perigoso a se fazer, algo que já havia cometido. Cometi erros abundantes perfurando como prego o cimento psicológico de pessoas ao meu redor. Após a descoberta destas barreiras era necessário visualizar o quanto era a minha vontade de abandonar meu caminho para iniciar uma nova caminhada direcionada ao mesmo destino, porém, mais longo. Minha empatia não se tornará maior que minha obtenção.
Continuaremos a ver que foi sempre de Deus para os homens. Pois a humanidade nunca buscou reconciliação, foi sempre Deus.
Nunca o contrário.
Mas em breve Ele virá para e retribuirá a cada um segundo as suas obras
" O coração jamais intendera os acasos do destino, mais a razão sempre verá que o melhor pra si vai ser sempre aquilo que menos te fará faz sofrer, talvez a cura pra toda essa angustia seja nada mais que o, tempo!!!"
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