Voa
“Sorte é o nome que o vagabundo dar ao esforço que ele não fez. Deste modo pardal não voa com Águia.”
Pega a visão 🦅
Mundo de luz...
Uma grandiosa e bela ave voa no horizonte em meio ao sol radiante,
montanhas cobertas de flores chamam a atenção dos pequenos pássaros e borboletas ao se deliciarem com o seu banho de sol matinal,
a cachoeira brilha e vibra refletindo o poder da luz recebida em forma de um arco íris,
a noite chega,
pingos de céu caem na terra iluminados por um lindo colar de incontáveis pedras preciosas e seu poderoso diamante.
Quando chega o fim do dia, o meu pensamento voa, nas asas silenciosas da paz, e como um pássaro solitário faz pouso, no ninho da gratidão.
Sou uma andorinha que voa sozinha em pleno verão escolhi viver assim
para não ferir ainda mais meu coração !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Voe leve, leve como pena solta em brisa de verão, voe leve em pensamentos como borboleta voa ao vento...
O tempo melhora
O tempo deteriora
O tempo passa
O tempo voa
O tempo é massa
O tempo nos olha
O tempo é a hora
O tempo vem agora
O tempo é tudo
O tempo é o mundo
O tempo é o começo
O tempo é o fim
O tempo é o lamento
de algo que não deu tempo
de fazer por aqui.
Onde está minha juventude, minha vitalidade, a energia que parecia inesgotável? O tempo voa, não é? Parece que foi ontem que sonhava em conquistar o mundo, que a juventude pulsava forte em minhas veias. Onde foi parar essa disposição para enfrentar desafios, para correr atrás dos meus objetivos sem medo do cansaço?
O relógio não para e, às vezes, parece que mal consigo acompanhar seu ritmo. Os dias voam, os anos passam como se fossem meros segundos. E eu? Será que ainda tenho aquela chama acesa dentro de mim, pronta para enfrentar o mundo com a mesma sede de antes?
É desolador olhar para essa corrida contra o tempo e sentir que estou perdendo o fôlego. Não posso evitar o envelhecimento, mas parece que o vigor que antes me impulsionava simplesmente desapareceu.
Vem ser
Vem ser minha praia,
Deixa eu em ti mergulhar
O amor é a nossa asa,
Vem me fazer voar.
Vem ser minha arte,
Deixa eu te admirar
Desenha o teu amor em meu papel,
Vem, me leva no céu, com teu jeito de amar.
Vem ser minha estrela,
E em meu coração vem brilhar
Te almejo serenamente,
E simplesmente vivo aqui a te esperar.
Vem ser meu porto seguro,
Me faz me sentir bem
Você é o amor que procuro,
Pra amar daqui até o além!!!
A pequena que voa de pétalas e flor,peço lhe amigavelmente que não machuque o meu amor . Antes faças assim dar lhe do seu mel adoçado para que lembre a minha amada das flores que lhe foi dada
Canta, canta Assum Preto, livre das amarras, desnudo da opressão.
Voa rumo ao horizonte, canta forte, canta alto pra aquecer meu coração.
Como a águia que voa alto, assim o perseguidor busca seus intentos, mas Deus o derrubará de suas alturas e o trará à justiça.
a vida voa Como um pássaro que busca o céu. O tempo escorre como areia fina E a morte espreita, um destino certo.
O pombo
O pombo voa
Vôa pombo
O pombo salta
Salta pombo
O tempo nao existe
Um dia dura mais que uma semana
Uma hora dura menos que um minuto
O primeiro beijo nunca acaba
O fim chega
O pombo voa
Quanto mais alto você voa, mais longe você chega, maior é a inveja dos que ficam presos no mesmo lugar.
' ESPERANÇA
Voa alto as asas dessa saudade,
Que meu peito invade,
longe de ti, triste realidade .
Espero um dia, abraça-la forte,
Pois o amor vence tudo
O amor é mais forte que a morte.
Enquanto isso, mergulho fundo no mar da vida
A Deus sempre agradecida ,
e com grande esperança
Carregando boas lembranças
Breve hei de encontrá-las
Com aquele lindo sorriso
De quando eram criança !
Pelo céu azul revoar
Com meus versos de poesia
Até que um dia, possamos nos encontrar!
Vou contemplando a inocência
Das crianças,
Pois aí vejo o amor;
voando em meus versos
Na sombra de uma
Cerejeira em flor !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
Canto de um Mundo Silenciado
Nas ruas, ecoa um canto, suave e profundo,
Por praças e becos, voa ao vento seu som.
Nos bares, na torre do mundo, um hino imundo,
Ninguém para, ninguém ouve, enquanto o caos toma a razão.
Sua voz, um fio de ouro, se perde no ar,
Melodia de sonhos que se desfaz em guerra.
Nos acordes, a dor de um tempo a desmoronar,
A beleza se desintegra, como um lamento que se enterra.
Os muros, cúmplices silenciosos, não lhe prestam ouvidos,
Seus versos são vapores, dissolvidos na bruma da noite.
No mundo se espalha a discórdia, os gritos, os ruídos,
Enquanto sua canção é um sussurro que se esconde da luz.
No palco dos bares, o eco é um triste refrain,
No silêncio das praças, um lamento esquecido.
O canto se mistura à grita, um trágico desdém,
E o mundo em sua dança de caos, ignora o gemido.
No cume da torre, um eco sem destino,
Enquanto o mundo se parte, ela canta e se desfaz.
Mas sua voz, como um farol, brilha em desatino,
Esperando, talvez um dia, um coração que a abrace em paz.
