Viver Sem Dependência
Escravidão - estar sob o poder absoluto de algo ou de alguém.
Escravidão - estar na dependência de algo ou de alguém.
Escravidão - estar preso a um sentimento por algo ou alguém.
Não sou escravo de nada nem de ninguém.
Poder absoluto ninguém exerce sobre mim
nem você, nem meus próprios pensamentos mandam em mim.
Dependência nenhuma, de nada nem de ninguém
independência total... comigo é sempre assim.
Não me prendo a nada... e fim.
O maior sentimento que habita em mim é o amor
um amor consentido, dividido
um amor que liberta,
um amor que conserta o que está partido.
Amo, mas não estou preso por esse amor,
nem estou preso a esse amor,
nem prendo com esse amor.
Meu amor é livre e deixa livre...
por ele não sou possuído
e quem amo ao meu lado é livre... e livre vive.
Se minha defesa fosse do tamanho da dependência de afeto, e de todo o amor que tenho aqui dentro de mim, poderia não ser o homem mais forte desse mundo, mas estaria bem próximo do mesmo.
O vício do amor ao conhecimento é uma dependência que nunca deve ser tratada, pois combate o pathos, que faz o indivíduo naufragar no mar conformidade.
Independentemente de nossa dependência dos ratos e urubus, viva a Independência!
Independentemente dos que sofrem nas filas da saúde, viva a Independência!
Independentemente dos que escola não tem, viva a Independência!
Independentemente dos que comida não tem na mesa, viva a Independência!
Independentemente dos fardados e dos desaforados em sua Brasília amarela, viva a Independência!
Independentemente dos dogmas que encarceram viva a Independência!
INDEPENDÊNCIA? Depende.
E a Morte!
Essa é certa!
INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Independência para ir e vir com segurança,
ou morte, encontrada em uma bala perdida.
Independência para comer, ou morte por subnutrição.
Independência para estudar dignamente, ou morte na ignorância.
Independência da Justiça, ou morte por injustiça.
Independência de uma lebre, ou morte pelos ratos.
Independência da honestidade de um país, ou morte de uma nação.
Independência de um país, ou morte de um sonho.
INDEPENDÊNCIA APESAR DE NADA, OU MORTE APESAR DE TUDO.
07 DE SETEMBRO: INDEPENDÊNCIA? OU MORTE?
A suficiência de Deus é a maior causa e razão da nossa dependência em todas as áreas da vida e existência. Confiemos nele!.
O amor é uma droga legalizada, grátis e todo mundo é usuário. Causa dependência, abstinência, perdemos peso, nos deixa doentes, nos tira a razão, nos mata lentamente e mesmo depois de todas as perdas e derrotas, queremos usar de novo.
E a cada passo solitário que um filho dá, a mãe aprende que amar não é incentivar a dependência. Amar é sentir orgulho e alegria por aquela pessoa, tão nossa, estar conseguindo caminhar por conta própria. Nem que estes mesmos passos levem o objeto de nosso amor para longe de nós.
O amor é necessidade, estado de aparência, estética social. Amor é falta de segurança, é dependência, vácuo de si. Amor não é sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carências do organismo e de suas peculiaridades. O amor é uma busca intensa da compreensão e do prazer, visto como aparências e necessidades, como rituais que exigem esforço recíproco entre dois e repetição contínua. A busca do amor ao outrem é uma exigência de prova, que não busca em si mesmo, “logo o amor não existe”. Buscar o amor próprio no alheio parece imprudência com as próprias certezas, não passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor é uma falta de amadurecimento das emoções. Assim não existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: “eu te amo”. Muito mais o: “eu te preciso”. O: “você para as minhas necessidades”. O amor é um sinal de posse, poder egoísta, é um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
O amor não é suficiente para felicidade, devido a uma dependência das circunstâncias harmonizáveis entre o bem e o mal. O bem e o mal são estabelecidos por Deus entre a serpente e a mulher, entre o homem e a maçã; entre o céu e o inferno. Para tudo Deus e o Diabo são os personagens da vida. Como explica a maldade divina: Gênesis 3;15: " Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dele.
Entre todos os poderes enaltece-se o amor, visto como sintoma da fraqueza, da dependência e da insegurança. A proteção divina é invisível, mas é dada pelo amor incondicional a Deus onipotente.
A independência é egoísmo humano, geradora dos conflitos do amor, tão necessária é a dependência para a sobrevivência e felicidade comum. A dependência é algo indispensável para os vínculos e para a moral do amor.
Bom, não há nada pior do que a escravidão mental. Ela gera uma dependência crónica. As pessoas já não demonstram interesse por aquilo que verdadeiramente lhes acrescenta valor. Fala-lhes de futilidades, de andar entulhados em bares e boates, da prostituição massiva praticada — principalmente por jovens que se dizem "influencers" — fala-lhes de tudo o que é banal e podre, e verás consumidores activos. Esse, sim, é um negócio infalível.
