Vivemos
E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?
Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.
Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.
A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.
É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.
É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.
Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.
A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.
Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.
Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.
É a consciência de que ele não volta.
E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.
A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.
Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.
Vivemos Tempos Sombrios nos quais a velocidade das opiniões supera a profundidade das reflexões.
Quase tudo precisa ser imediato: a resposta, o julgamento, a indignação, a defesa e até a condenação.
Pensar, entretanto, exige tempo…
Exige silêncio, dúvida, escuta e, sobretudo, a Humildade Intelectual para admitir que nem sempre temos razão.
Vivemos conectados a tantas vozes que, paradoxalmente, temos cada vez menos espaço para ouvir a nossa própria consciência.
Somos bombardeados por informações, manchetes, comentários e certezas fabricadas quase o tempo todo.
Antes mesmo de compreender um fato, já somos convidados a escolher um lado.
Antes de conhecer uma história, já nos oferecem um culpado.
Antes de refletir, já esperam de nós uma opinião.
E talvez uma das maiores perdas do nosso tempo seja justamente essa: confundimos informação com conhecimento e opinião com pensamento.
Pensar de verdade é muito mais trabalhoso.
É desconfiar das próprias convicções, reconhecer contradições, considerar aquilo que não confirma nossas crenças.
É perceber que o mundo muito raramente cabe nos extremos que as redes sociais insistem em nos apresentar.
Há uma espécie de embriaguez coletiva pela certeza.
Quase todos querem ter razão, mas quase ninguém quer, de fato, compreender.
Muitos querem falar, poucos estão dispostos a escutar.
E, nesse ambiente, a dúvida — que deveria ser companheira da inteligência — passou a ser vista como fraqueza.
Talvez precisemos reaprender a desacelerar…
Não responder imediatamente…
Respirar antes de compartilhar, refletir antes de condenar e perguntar antes de afirmar.
Porque uma sociedade não se torna mais sábia simplesmente porque seus indivíduos têm mais opiniões.
Ela se torna mais sábia quando seus indivíduos aprendem a pensar sobre aquilo que opinam.
No fim, talvez a verdadeira resistência aos Tempos Sombrios não esteja em gritar mais alto, mas em preservar a capacidade de pensar com profundidade, sentir com humanidade e discordar sem transformar o outro em inimigo.
Em um mundo cada vez mais veloz para falar, talvez pensar devagar seja uma das formas mais urgentes e necessárias de lucidez.
Somos os peões de uma democracia ditatorial. E ainda há quem acredite que vivemos em uma real liberdade...
Enxergando o mundo com outros olhos
Vivemos em um mundo complexo, diverso, onde encontramos pessoas normais, de pouca importância e as que marcam por toda a nossa vida.
Aprendemos com o passar do tempo que os mocinhos podem ser vilões e que os vilões podem ser mais verdadeiros, valiosos e mais humanos do que imaginamos.
Vemos que a dor por pior que seja, de certa forma, também pode trazer benefícios, nos amadurecer.
Percebemos que os contos de fadas estão muito distantes da nossa realidade, mas que podemos lutar para torna-los reais.
Sentimos a dor de fortes decepções, descobrimos que nem sempre quem amamos verdadeiramente é capaz de retribuir este sentimento tão puro.
Deparamo-nos com dificuldades, com momentos de angústias, com a parte escura da vida. Nos sentimos fracos, frágeis e sensíveis e é justamente em momentos assim que percebemos que não depende só do meio, das pessoas e sim do nosso otimismo e as nossas atitudes, dois fatores capazes de melhorar significativamente nossas vidas.
Hoje vivemos em um conto de fadas mais real...
Onde os monstros são mais reais do que na
Imaginação de quando eu era criança,
Estão no menino que nunca tivera inocência,
Roubada ainda no ventre da sua mãe,
No jovem que barganha a própria vida por um
frívolo prazer,
Na mãe que chora por não saciar a fome do
filho que chora,
Dos filhos, abandonados pelos pais, abandonados
Pelo mundo, que já não sabem mais chorar...
Sabe qual é o meu melhor amigo?
É o amor, ele me apresentou você e hoje nos vivemos juntamente em um triangulo amororoso.
Vivemos pelas coisas que amamos,
Sorrimos por aquilo que gostamos,
somos felizes com aquilo que sentimos,
somos pacientes com o que é insubstituível.
temos coragem com aquilo que exige força!
Temos frieza para dizer adeus.
e também temos um coração...
que nos permite dizer:
Volte sempre, eu vou estar aqui.
Todos nos Vivemos incansavelmente em busca da pessoa com quem vamos dividir nossos dias, nossos sonhos e nossos momentos. E nestas buscas as vezes passamos por momentos de alegria, amor e decepções....
Muitos dizem que onde vivemos é um lugar desagradável, que o mundo é difícil e complexo, porém não são capazes de enxergar que as dificuldades e os obstáculos são impostos por eles mesmos e que as soluções para os seus problemas não são tão impossíveis como costumam julgar.
Os resultados não surgem com lamentações, é necessário agir e dominar o pensamento impedindo que ele faça o mesmo conosco enchendo-nos com ideias contraditórias. Desta forma a vida não parecerá tão árdua como alguns costumam vê-la.
E creio que é como um luto,vivemos um dia de cada vez, relembrando também o que nos levou ao fim, como que buscando a lucidez necessária para compreender, até que a aceitação ocorra.
Nada nunca mudará neste mundo.
Vivemos acomodados, sem fé, alienados...
A verdade é que precisamos parar de agir como se Deus nos carregasse nas costas.
Deus é muito mais do que isso!
E quando penso em você, fecho os olhos de saudade!
E de tudo que vivemos só mim restaram SAUDADES!
Como era bom te ter em meus braços.. beijar tua boca e dizer que te amo.
Depois que voce se foi ..sofri calado ..
Nas musicas, fotos, lugar .. Tudo mim fazia lembrar voce .
So quero que saiba de uma coisa .. eu nunca irei esquecer de voce!
Vivemos tentando ser felizes, pacientes, solidários, melhores, atentos, justos, amigos, humildes, amados. Tentamos, e se não conseguimos... tentamos novamente, persistindo até nossos limites. Também tentamos não sofrer, decepcionar, agredir, insultar, ofender, magoar, odiar. E no final, vemos que depois de vivermos tentando, morreremos de tanto tentar.
• “Vivemos” …sem nos apercebermos que vivemos…. fazemos dela uma procura frenética para atingir a estabilidade… esquecendo que devíamos aproveita-la para simplesmente viver...
Sonhamos em sermos “felizes”…desperdiçando-a com “pormenores” fúteis …pois “ela” está nas coisas simples e quase sempre debaixo dos nossos olhos…(dg)
Vivemos em uma barco onde as ondas da vida balançam gradativamente, passamos por períodos tranquilos e por grandes tempestades. Mas o que realmente importa não é o tamanho do nosso barco , mas sim quem nós temos dentro dele. Jesus pode estar dentro do seu barco esperando somente você chamá-lo para acalmar a tempestade. Não abandone teu barco pois o inimigo sempre tem um bote te esperando para sair da presença de Deus.
" Aquele que acalma a tempestade se encontra no teu barco, basta você chamá-lo para dar uma solução em tua vida. "
Vivemos em um mundo
sem saber o q fazer
descobrimos muitas coisas
bonitas como você.
Vejo um arco-íris
no céu se abrir
deve ser seu rosto
prestes a sorrir.
Um belo dia de Sol
eu vou te contar
foi este seu jeito de menina
que me fez apaixonar.
Quando me lembro de você
me sinto feliz
pois tenho certeza
que nosso amor
é a raiz
que pode estar escondida
depois de tudo que eu fiz.
Fico a pensar
no que ira acontecer
o que eu tenho mais medo
e de pensar a te perder.
No senhor eu aguardo
a sua plena vontade
e logo verei
sua verdadeira identidade
que será a mais linda
ate mesmo que a vaidade .
Nestes versos eu termino
o meu grande sentimento
que expressa o que sinto
pelo lado de dentro
um amor muito grande
maior do que o vento.
