Vivemos
"Somos aquilo que acreditamos ser , vivemos construindo sonhos e os deixamos guardados, este é o erro, realize, tente, pois ao primeiro movimento o UNIVERSO CONSPIRA".
Vivemos num universo tão grande, que cabe inteiro em nosso coração. Dentro de nós está a alma do mundo e a sabedoria do silêncio.
Tudo em nós funciona em harmonia com a natureza. O que há de bonito no seu dia?
Repare bem, pois essa beleza é o seu melhor retrato. D'us está no cotidiano, esperando que notemos Sua presença. Toda manhã, Ele nos mostra Seu sorriso.
As nuvens que hoje ocupam o céu da sua alma vão passar. Mas o sol, mesmo quando escondido, nunca se apaga.
Para saber se o que vivemos no mundo virtual é real, só há um jeito: o encontro pessoal. É no convívio que tudo fica claro. Um olhar confirma, um sorriso traz certeza, um carinho é verdadeiro. Ouvir ao vivo as palavras que antes só eram lidas, sentir o abraço e o tom da voz... É isso que transforma a ideia em algo concreto. A vida real dá o sentido verdadeiro para o que conhecemos pela tela.
Da forma que vivemos não merecíamos nascer. Do jeito que fazemos não merecíamos viver. Se ser bom é ter que cumprir as leis divinas que andamos a infringir, vivemos fazendo coisas que não nos dão motivos para existir
Às vezes pensamos que vencemos o jogo, mas na verdade perdemos.
Aceitamos, respiramos e vivemos o automático a todo instante para sobreviver ao lado de quem amamos, nos anulamos e nossos sonhos vai morrendo lentamente.
Viver o incrível de outra pessoa não é nada incrível quando o outro te destrói. O que vale apena no amor mesmo? Trilhar um caminho de insegurança, medo e negação, para onde foi aquela garota?
A ignorância do pré-julgamento
Vivemos em uma época retrógrada em que nada muda.A semeadura é feita sem discernimento.Mesmo não querendo colher o que plantou, a colheita tem que ser feita.É o ônus de uma reflexão que não foi feita desde o início da semeadura.
Somos todos atores atuando com máscaras e etiquetas; vivemos ensaiando um discurso eterno ao longo de toda a nossa vida.
O Despertar da Abnegação na Era Digital
Vivemos em uma era de conexões hipertrofiadas, mas de afetos
atrofiados. O mundo digital contemporâneo, com suas telas
brilhantes e fluxos incessantes de informação e validação,
paradoxalmente nos isola em bolhas de enganos referênciais.
Diante do espetáculo da dor alheia, reduzida a meros pixels
e curtidas, corre-se o risco de adoecer a alma pela indiferença.
O que nos falta hoje, a todos, com urgência, é a virtude da
abnegação: a capacidade de silenciar o próprio ego para
escutar o clamor de quem padece ao nosso lado. Ser útil
exige presença real, desprendimento e a coragem de
romper a apatia que o algoritmo nos impõe veladamente
através das distrações digitais e físicas.
Que saibamos, portanto, fechar os olhos para as nossas
vaidadese modernas abrindo as mãos para o serviço
concreto, devolvendo ao mundo a humanidade que a
tecnologia teima em esquecer.
"Não vos acostumeis ao sofrimento do outro;
pelo contrário, serdes úteis."
Marcelo HB
Vivemos matando e poluindo a natureza e esquecemos que a natureza não precisa de nós. Somos nós que precisamos dela. Pense nisso!
Vivemos uma era de vandalismo ético, cultural, social e político, onde a combinação entre a dissonância cognitiva e o mau-caratismo produz um impacto avassalador na sociedade.
Esse cenário se consolida quando a recusa
em aceitar a realidade factual (dissonância cognitiva) deixa de ser apenas uma limitação psicológica e passa a ser instrumentalizada pela má-fé intencional (mau-caratismo).
O resultado é a destruição dos pilares que sustentam a convivência coletiva👇
1. a ética é relativizada por conveniência
2. a cultura e o tecido social são fragmentados pela polarização extrema
3. a política perde seu compromisso com o bem comum, sendo esvaziada por narrativas manipuladoras.
Abre-se, assim, um ciclo perigoso onde o caos e a desinformação alimentam e fortalecem aqueles que se beneficiam da própria divisão social.
✍@MiriamDaCosta
Sinto falta da época em que a realidade tinha fé pública, agora, vivemos em juízo de superficialidade, onde até o boleto precisa de perícia para saber se é verdadeiro.
Vivemos uma era de vandalismo ético, cultural e político.
Quando a dissonância cognitiva
(a recusa em aceitar os fatos) se alia
aomau-caratismo (a má-fé intencional),
o resultado é avassalador.
Destrói-se o debate público para alimentar um ciclo onde o caos beneficia poucos.
✍@MiriamDaCosta
O meu brio encontra o seu,
ambos pantaneiros,
concedidos pelo nosso Deus:
vivemos tempos alvissareiros.
Durante a descida dos andores,
todos com beleza adornados,
os corações batendo feito tambores
ao som do cururu, todos animados.
Com as mãos mergulhando
São João no Rio Paraguai,
eu de Corumbá e você de Ladário,
o meu coração apaixonado,
morando contigo lado a lado.
Contigo não tem sido diferente:
estamos morando um no outro,
ainda protegidos de toda a gente,
esperando o dia certo para anunciar
que viveremos só de amor imparavelmente.
Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos
"Vivemos em uma 'matrix' como marionetes, lambendo o vômito de um sistema terceirizado por uma massa superficial de bobos da corte."
Vivemos em uma época onde a promiscuidade é aplaudida de pé, onde o pedir em namoro virou piada e o ficar sem compromisso é moda.
Onde o casamento tem prazo de validade, onde seguidores digitais valem mais do que amigos reais, onde o celular é a terceira pessoa da relação.
Onde a busca incansável pelo dinheiro se tornou um dogma, onde a liberdade financeira e a beleza não são mais relativas, e sim um conceito de felicidade absoluta.
Com tanta gente Machucada no mundo, até os Carinhos nos cobram mais Cuidados.
Vivemos tempos em que o afeto deixou de ser apenas gesto; virou responsabilidade.
Já não basta estender a mão — é preciso saber onde tocar, como tocar — e até quando tocar.
Porque a pele do outro, tão marcada pelas cicatrizes da jornada, reagiu aprendendo a se proteger antes de se abrir.
E, ainda assim, o mundo continua faminto de ternura.
Talvez por isso os carinhos sejam hoje tão raros e tão preciosos: eles precisam atravessar medos, memórias e desconfianças antes de chegar ao coração que ansiosamente os espera.
E, quando chegam, chegam devagar — quase pedindo licença — porque sabem que qualquer descuido pode reacender dores antigas.
Mas o cuidado não enfraquece o carinho; ele o aperfeiçoa.
É no gesto atento, na palavra que não invade, no silêncio que acolhe, que o afeto encontra seu caminho seguro.
Afinal, quem carrega feridas aprende a reconhecer quem toca para ferir e quem toca para curar.
E talvez seja nisso que a Humanidade ainda tenha Salvação: na coragem de oferecer Carinho mesmo quando ele exige mais cuidado… e na Humildade de recebê-lo mesmo quando ainda Dói.
