Vivemos
Vivemos a mercê do ritmo do tempo. Tempo de espera, de escolhas, de elevação espiritual, de vida, de momentos. Medimos o tempo e não entendemos que o tempo somos nós quem o determinamos.
Sofremos, por não decifrar o justo do injusto, o verdadeiro do falso, o leal do desleal. Vivemos olhando apenas de um ângulo. Por não estarmos preparados para as inconstâncias da vida, acabamos perdendo no meio do caminho, o melhor dela.
Vivemos carregando certos fardos que não nos competem mais. Precisamos entender que o que nos serve, nos alimenta.
Sem legenda, a vida passa e nos mostra o quanto somos perfeitos. Vivemos de passagem e sem bagagem para embarcar na próxima estação.
Vivemos em busca da tal felicidade e ela apenas observa o nosso próximo passo. Onde ela está, o invisível consegue ver o que não é visível.
Vivemos cercados por ilusões e indecisões, e só não tomamos as rédeas da vida, por falta de persistência.
HUMOR
Vivemos de reflexos, de ecos de nós mesmos e do eco ampliado na sociedade num jogo de câmaras onde a imagem original se perde na repetição. Mas nesse salão de espelhos, resta sempre uma porta aberta: o humor, que não desfaz o engano, mas o tempera com a luz dourada do crepúsculo, lembrando-nos que, mesmo na mais sombria paisagem, o sol se põe para que possamos, ao menos, rir da nossa própria sombra.
António da Cunha Duarte Justo
MIOPIA DO QUOTIDIANO
Vivemos a epopeia com olhos de rotina, porque o quotidiano é a cortina que esconde o palco da história.
Vivemos num mundo, onde devemos aceitar, e viver com as diferenças... Agora, quanto as suas indiferenças, aí é querer demais.
Porque os dias são maus.
Paulo reconhece que vivemos em um mundo caído, com distrações, enganos, pressões e frieza espiritual. Se não formos intencionais, o tempo escorre pelos dedos e o coração se esfria sem perceber. Miriamleal
"Vivemos uma geração acostumada a ter tudo nas mãos porque sempre há alguém para bancar tudo. Por isso, muitos nunca compreenderão o verdadeiro valor do esforço, da responsabilidade e das conquistas alcançadas com o próprio suor."
Possuímos uma eternidade presumida por não sabermos quando morreremos. Vivemos em uma jornada que oscila entre a vida e a morte, sem saber quando será o fim. Percorremos um caminho de luta e fé, eternos enquanto dura, vivendo o nosso "felizes para sempre". É justamente por não sabermos o momento da partida que o tempo se torna longo e precioso. A busca por finais felizes acontece agora, dentro dos limites do nosso tempo real.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Por mais que vivemos, por anos e décadas, ainda nos será pouco, para entendermos a alegria de viver. Se a morte nos abater, será como viver apenas um ano ou não mais, de uma década, pois a vida é uma criança, que não tem consciência da morte, simplesmente brinca com ela.
Natalirdes Botelho
Vivemos em um tempo de diminuição das diferenças, com a usual liberdade de expressão virtual. ficou bem mais claro que pensamos, vivemos e somos bem diferentes, com isto a renovada ação humanista é inclusiva. Desde as bipolaridades, os portadores do transtorno do Espectro Autista (TEA) como as variações sexuais de gêneros. Afastamos nos do certo e errado, como também do normal e especial, velhas posições de polarização doutrinarias acadêmicas, caíram por terra pela liberdade constitutiva humana de sermos todos únicos, sem o menor direito ético e moral de estabelecermos padrões conhecidos.
Vivemos em uma época, muito conturbada com um excesso de informações sobre muita coisa. No entanto, entre verdades, mitos e mentiras disponibilizadas na rede internacional de computadores, a internet global alguma coisa fica mas a grande maioria se desfaz em pouco tempo, pelos próprios absurdos que elas são. Com isto a humanidade, fica cada vez mais órfã de sabedoria diante da super poluição mental e visual de desinformações, que nos afastam para o crescimento, resgate e o avanço tecnológico que o planeta e a humanidade consciente, tanto precisa.
Vivemos em tempos de novas idéias, velhos conceitos rígidos e tradicionais deram lugar a relatividade e flexibilidade entre o valor financeiro e interesse de poder. Sendo assim, não existe lugar para o fanatismo religioso e muito menos para o fanatismo politico, aqueles que seguirem estas velhas escolas, serão aniquilados pelo próprio povo, acorrentados e humilhados, pelo pavor e pelo medo.
