Violência
Todos nós em algum momento de nossas vidas tivemos a péssima experiência de vivenciar a violência, fomos vítimas de forma direta desta realidade, estamos de certo modo reféns deste crime que vitimiza todos nós, não interessando o poder aquisitivo, todo cidadão em algum momento de sua vida é vítima deste ato contínuo de violência, de perversidade, de barbárie.As nossas vidas cada vez mais perdem o sentido nas mãos daqueles que fazem o mal, que nos tira a vida ou que nos deixam sequelas para sempre marcadas pelo domínio do pânico, do pavor, da ameaça, do descaso.
Não generalizemos...
as decepções, a maldade, a violência
são exceções e com tal, devem ser tratadas.
A regra geral é muito melhor que isso...
É o que nos dá ânimo
para levantar pela manhã
e recomeçar, sem perder a fé
na bondade do ser humano.
Cika Parolin
Realmente violência não combina com poesia, inteligência não combina com burrice e ignorância jamais irá combinar com sabedoria... Os opostos se divergem, num choque de civilização e cortesia, contra a imbecilidade e estupidez...
Saí da lama do jundia, venci a fome, a dor a violência, o analfabetismo, a solidão, briguei com marginais, políticos (pleonasmo), discuti com colegas, professores, conheci artistas, atores, jornalistas, apresentadores etc. Cheguei perto do que significa na modernidade "vencer na vida" e cheguei a conclusão de que: A VIDA BURGUESA É O TÉDIO, A SOLIDÃO, O ANALFABETISMO, A DOR, A VIOLÊNCIA, MAQUIADA POR MAGINAIS, POLÍTICOS (PLEONASMO) ETC. E FOME TAMBÉM, PORQUE SE PAGA CARO POR POUCA COMIDA SEM GOSTO, MAS PRA QUEM AGUENTA PESSOAS SEM SAL A VIDA INTEIRA....
Violência não é o remédio para a violência. Não se pode combater um crime, por exemplo, utilizando-se de meios que possam ferir a dignidade de uma pessoa. Por mais que ela tenha errado, sempre há outra forma de correção, a educação é uma delas.
"Quem planta preconceito,racismo e indiferença. Não pode reclamar de violência e de falta de amor...
A violência com o intuito de corrigir, é aceitável, mas a violência com o objetivo de magoar, é deplorável.
Não violência não quer dizer renúncia a toda forma de luta contra o mal.
Pelo contrário.
A não violência, pelo menos como eu a concebo, é uma luta ainda mais ativa e real que a própria lei do talião - mas em plano moral.
A não violência não pode ser definida como um método passivo ou inativo.
É um movimento bem mais ativo que outros e exige o uso das armas.
A verdade e a não violência são, talvez, as forças mais ativas de que o mundo dispõe.
A não-violência, em sua concepção dinâmica, significa sofrimento consciente. Não quer absolutamente dizer submissão humilde à vontade do malfeitor, mas um empenho, com todo o ânimo, contra o tirano. Assim um só indivíduo, tendo como base esta lei, pode desafiar os poderes de um império injusto para salvar a própria honra, a própria religião, a própria alma e adiantar as premissas para a queda e a regeneração daquele mesmo império.
Possuo a não violência do corajoso? Só a morte dirá.
Se me matarem e eu com uma oração nos lábios pelo meu assassino e com o pensamento em Deus, ciente da sua presença viva no santuário do meu coração, então, e só então, poder-se-á dizer que possuo a não violência do corajoso.
Não violência é a lei de nossa espécie como violência é a lei do bruto. O espírito mente dormente no bruto, e ele não sabe nenhuma lei, mas a de poder físico. A dignidade do homem requer obediência a uma lei mais alta - a força do espírito.
Violência
–
Sou um misto
Arriscado
Do fogo
Que vai
Alastrar,
Alucinação
Que vais gostar.
Porque você quer?
Porque você me quer?
Já não sabe bem?
Da dor e combustão,
Do abandono,
Da fuga e saia justa,
Destruição e fissura,
Desse tiro no escuro?
Você ainda quer
Brincar comigo?
Ainda quer?
Fuja!
Fuja logo,
Não olha pra trás,
Não olha pra mim
Assim…
Que eu vou te pegar!
