Vinho: textos e poesias que celebram sua essência
Aquele vinho você nunca mais bebeu. Bebia do meu copo, experimentava na minha boca. Agora prefere água, que em nada surpreende o paladar acostumado com o que havia de melhor.
e ela ama ser mulher
Um dia, ela descobriu que o mar,
a leitura,
o café,
o vinho,
a música,
os gatos,
sempre a salvariam de qualquer muro,
torre
e momentos tristes
e, além disso,
tais coisas a livrariam
dos embustes disfarçados de "amores",
"companhia",
"amizades"....
Ela agora pede que não a tirem de sua paz....
Ela até aprendeu nessa bagunça toda
a pensar na sua própria respiração
e descobriu ser assustador,
pois quando pensa nela,
automaticamente para de respirar....
A vida é muito doida de pedra...
E a gente só quer paz...
Nesses devaneios,
a gente vai sendo nossa própria desnatureza
e profusão de sensações insensatas
ou de sensatos sentimentos
que nos obrigam a seguir
um único caminho:
amor próprio....
a um único defeito:
amor próprio....
à única solução:
amor próprio.
Vinho e emoção
" Um vinho, uma taça e o despejar, um fechar de olhos, brisa sonora. luz da lua, luar, nós duas entrelaçadas. enamoradas, envolvidas em doce magia eu degustando o néctar, do licor adocicado, saboroso, fitando a fascinante ora no alto ora espelhada no oceano, mar "
Vinho
" Obtido pela fermentação do sumo da uva fresca, o análogo licor, néctar dos deuses, insubstituível, inebriante, voluptuoso delicioso vinho "
Vinho francês
" Degustando ou saboreando meu preferido e doce néctar de um vinho francês convenciono - me à um intelectualizado sábio em uma Interligação recíproca em percepção, visão, olfato, tato e paladar"
Vinho
*Vida, vitalidade, arte.*..!!!
Oriunda, concede - nos variados aspectos, imprescindível ou seja primordial, considerável, suplementar. Empenhando - se em aprimoramento via à potestade, em prol intento humano inevitable, que o referido nectário apurado licor seja degustado em condição precisa, entranhado nas entranhas, índole, caráter, intimo psicológico d' alma "
Da água ao vinho
Demonstrar o que senti,
Perceber o erro e buscar saídas,
Dentro de si, guardar apenas o que te faz bem e expor o que te faz mal,
Acreditar mais em você e chorar na dose certa,
Entender as repostas, confiar nos resultados,
Depois, aproveitar e viver.
Boas lembranças do passado são como vinho, enquanto fechado mantém suas qualidades por décadas, mas se abrir e não bebê-lo, azedará em pouco tempo.
Chama-mes pra tomar um doce vinho, pois, amargamente sem ti me sinto sozinho, e, não dependemos de nada pra conjugar nossas alegrias compartilhadas, nossa hora é nossa bela chegada.
Vem pra cá, comprei um vinho, mais se quiser te passo um café, vamo fumar aquele cigarro barato, enquanto te ouço falar da vida, e viajo em cada movimento da sua boca, que por menor que seja me causa um efeito enorme, fica aqui, dorme se quiser, vou ficar te observando, te cuidando, imaginando se sonha comigo. Vive na minha vida, mora em mim, meu abraço é casa só pra ti.
Na vida tudo é surpresa
mesmo se a tiver planejado
de repente vira-se a mesa
lá vai o vinho entornado
Vinho
Tiro da adega um vinho branco
Requintado e empoeirado repleto de encanto
Ametista liquida digna de contradição
Pairando sobre minha mente, efeito da concepção
Quero extrair do meu coração
Esse liquido amniótico
Usurpa a minha mente
Essa pura podridão
De sentimento retorico
E simplicidade duvidosa
O pensamento do poeta
Esse entorpecente inexplicavelmente simplório
Deveria extrair esse ciúmes
E fazer dele uma bebida
Seria o pior wiskey que já existira
Deveria fermenta-lo um pouco mais
E passaria a vender vinho ciumento
Vinho em garrafa
Garrafas cheias de podridão
"Se tiver música,
vinho e poesia,
com você,
até inferno eu iria.
Uma vez lá,
juntos construiríamos
o nosso próprio paraíso...
É apenas minha terceira taça de vinho e me sinto embriagado, ou será a tristeza?
Meu cinzeiro nem levou meu cigarro direito
E só para constar, é mais um sábado a noite sem você
No gosto amargo do meu vinho ha vestígios de solidão.
Entre a cama e o chão há um vinho um bloco de notas e uma caneta.
E eu não sei ao certo até que ponto escrever me salva.
Poema que acalma com dose de vinho
ou seis latas de cerveja.
dentro de um recipiente alegria
e esquecimento desejos e até paixão...
depois uma ressaca do cão
que arde no calor do estomago revirado...
um remédio é continuar bebendo
ou começar a dor de cabeça.
a dor parece prazer pois começa depois de beber
e quando termina é um alivio,
ainda da vontade de beber estranho prazer...
depois de brigas e desentendimentos alguns goles.
parecem esparecer a mente em conflitos abrasivos,
derretes a mente numa cascata de lagrimas,
como a canção que alguém coloca numa radio.
musica conflitante mais um gole o dia está quente,
e logo estará frio novamente.
num rio de lagrimas sem fim, pássaro ferido,
ama até seu fim na paixão...
o refrão mais um gole na solidão...
O bom de se provar um vinho ruim, é que passamos a valorizar o vinho bom que um dia tivemos a oportunidade de experimentar!
