Vício
O mais grosseiro vício de pensamento – e o efeito mais visível do analfabetismo funcional – é a 'ignoratio elenchi': a incapacidade de perceber qual o ponto em discussão. Seu sinal mais patente é a dissolução do específico no genérico. Por exemplo, se estamos discutindo a questão da Eucaristia nas doutrinas de Lutero e Calvino, o analfabeto funcional transforma isso logo num confronto geral de protestantismo e catolicismo, e dispara contra a igreja adversária todas as acusações mais disparatadas que lhe vêm à cabeça, sem notar que cada uma delas não apenas é incapaz de resolver a questão inicial, mas levanta, por si mesma, uma discussão em separado, em geral tão difícil e complicada quanto a primeira. [...] É evidente que nenhuma discussão racional sobrevive a essa operação, a qual dissolve todas as questões num confronto geral de torcidas – uma disputa 'política' no sentido de Carl Schmitt, impossível de ser arbitrada senão pelo recenseamento do número de gritos.
A leitura é o vício mais gratificante e empolgante que existe! Você tanto se beneficia como ajuda a outros! Tornando-se melhor do que antes!
Separar os regentes alegra até a pele dos sorrisos multiplicando viço não descarregando em nós vícios.
Escrever tem sido um vício, e a vida tem sido a droga!
Que alimenta esse vício.
Alberto Ativista, escritor e poeta.
Todos temos nossos traficantes, Todos temos um vício, Todos teremos um arrependimento no final dessa estória infeliz.
Vicio
Existe uma linha tenue entre o coraçao e um impulso
Pra mim , nunca houve tal separação
O meu impeto sempre se deu entre os meu átrios
Pra mim, o amor é um grande e imenso impulso sem razão
Eu nunca respeitei limites corporais
Pois meu corpo é só um involucro feito de poeira estelar
Se dois corpos nao podem o mesmo espaço ocupar
Revisem a lei da fisica, pois isso precisa mudar
Eu sempre me apaixonei com tanta facilidade
ao ponto de nao aguentar sofrer de tanta saudade
Eu sofro com o peso que isso me traz
Com a quantidade de de paixões que meu meu peito atrai
Nunca escolhi, entre loiras e morenas
e nunca deliberei sobre grandes ou pequenas
É como se ainda guardasse em algum lugar
O cheiro e o abraço, e cada jeito de olhar
Por vezes fui compreendido, por vezes apenas eu busquei
Por vezes foi tão forte que sentei e chorei
Nao tinha nenhum motivo, bastava apenas gostar
Bastava uma gentileza , pra eu me ancorar
Ainda nao aprendi a escutar a razão
Continuo a me deleitar toda noite com a ilusão
Eu sei que tornei a mim mesmo objeto de escarnio proprio
E ainda espero entorpecido, como cheio de ópio
Durante as noites rogo a Deus pra que salve dessa condiçao
De por toda minha força de amar a oferta em um leilão
Em que o maior lance é só me aceitar
E que o grande prêmio não se pode mensurar
Sou prisioneiro eterno das minhas prorias mentiras
Sou Montecchio e Capuletto numa dessas montagens vespertinas
Pois, dessa agridoce vida , ainda o que mais me fascina
É me perder subitamente nos corações dessas meninas
Meu amor...
Nosso olhar foi de encontro com nosso destino de estar juntos e virou um vício, uma mania, um sentimento, uma paixão, estou tentando desvendar os mistérios do nosso coração.
Escrever se tornou um vício, cada palavra exprime dor e me alivia a alma, e embora meus olhos estejam a chorar, minhas mãos não param de escrever, pois somente assim, meu coração bate em paz.
Andar com a perna alhei pode se tornar mais que um vicio ruim,
Pode se tornar uma prisao.
Te prender a ponto de perder sua identidade
Te prender a ponto de nao ser mais dona de suas escolhar e precisar se vender p agradar
Te prende a relacoes e coisas que ja n te preenche mais
Nao ser dona de suas vontades e desejos.
Por isso que o bom mesmo, o legal e andar com as próprias pernas.
A passada e mais curta, mais doida, cansativa, demorada, , as vezes desesperadora.mas é certa! É concreta! Nao se volta atras! Fazer o que? É o preco da liberdade.
Mas sem duvidas mais prazerosa.
Liberte_se!
Siga em frente!
A comodidade e uma prisao massacrante.
Poesia
droga, baseado.
Overdose de sentimentos
fumados, tragados.
Vicio que embriaga
domina,
delírios, sonhos...
jogados no tempo.
Minha cocaína é escura
Um doce de vício rebelde
Me traz uma overdose
De amor, é simples
Uma menina que bastante
Me faz sorrir...
E não me causa dor.
(para Vic, a amiga mais rebelde e andarilha desse mundo louco)
Aos que tomaram como vício as atitudes mesquinhas de derrubar as pessoas que estão tentando acertar, tenho um aviso a vocês, estamos feridos, machucados, e pisoteados, porém estamos de pé, olhos nos olhos é o suficiente para responder a suas ignorâncias com o silêncio que merece, o desprezo na mesma medida, e a espera, porque fruto podre cai sozinho.
