Vício
É vicio o que me faz querer
Parece vírus que consome
Mente, alma, corpo e coração.
Se tento me afastar tua presença me chama
Se quero escapar teu olhar me prende
Se quero correr teu silêncio me aprisiona
Se desejo fugir teu sorriso me doma,
Droga, essa dependência de você.
Por incrível que possa parecer a dignidade de um homem, começa quando ele pode sustentar seus vícios.
Amar ser amado
virtude pois é vicio mero sonho amor perdido,
profundamente me pergunto o que é o amor,
mero perdido nessa, maré obscura que sois.
sois navegante, profunda, bela minha amiga...
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Levantando TT∴ á Virt∴ e Cav∴
MM∴ ao Vício.
S∴F∴U∴ - T∴F∴A∴
Pax Tecum – Pax ET Lux
Dominus Vobiscum, Lux Tenebris Ex
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. ¸ ¸ . • ´ ¯ ` » Paulo Ursaia
Vício de escrever
É assim natural e instantâneo,
mente doadora e receptora de idéias
que revela através do papel e da caneta
os sentimentos envoltos, ocultos e outros,
fruto da observação do alheio.
Mais do que imaginar, as vezes o viver é a força precursora e vital
da inspiração, da sua verdade, da sua história compartilhada e pensamento singular.
Nos versos pode ser que encontres o amor
podes ser que encontres o ódio ou simplesmente a indiferença;
Pode ser que encontres a determinação e a força;
Ou a indecisão;
A mágoa ou o perdão;
O riso ou o choro;
a exaustão ou a satisfação;
A humildade ou a presunção.
O novo ou o velho;
O que edifica e o que entrete.
Só sei que escrever faz bem: Para o leitor é o despertar da curiosidade mas para o escritor é a própria cura do vício.
O vício de evadir-se
Toda vez que não alcançou algo,
Não mais virá ao caso...
Se a regra é correr ou morrer,
Que Eu ande,
Sem pressa,
Sem nada que possa me colocar
Na fila da desistência...
Eu não me vejo,
De joelhos implorando clemência...
Muito menos ajuda.
O meu vício é quebrar barreiras
E acender fogueiras
Queimando tudo que não me serve!
TU ÉS AMOR
Tu és o meu caminho, a minha quimera
Tu és o meu vinho, o meu maior vício
Tu és o meu bálsamo de aroma benigno
Tu és a minha flor mais perfumada
Tu és o meu barco que navega à deriva
Tu és as gotículas sedentas da minha seiva
Tu és a minha sinfonia das pétalas de rosas
Tu és a minha textura morna das próprias letras
Tu és o espaço aberto das doces palavras
Tu és o som inacabado de uma bela canção
Tu és as linhas escritas do meu destino
Tu és o verbo amar ditado em versos
Tu és o meu afago no coração de carinhos
Tu és o desejo rasgado no meu peito
Tu és a minha inquietude na minha alma
Tu és o meu mundo pincelado de cores
Tu és a minha poesia de vários sabores
Tu és uma procissão alegre que dança um tango
Tu és a razão da minha existência no infinito
Tu és a minha doce melodia que dá cores à vida
Tu és a minha doçura nas noites cheias de felicidade
Tu és o meu violino que toca no meu corpo.
NUDISMO DO POETA
As vezes eu me envergonho
em ser poeta.
É um vício meio cafajeste
Ficar se expondo
assim sem veste.
Dante Locateli
Os dois juntos é pura adrenalina
Uma mistura de amor e vício
Nada de rotina.
Cafeína pura que,
Agita o corpo e acelera o coração
Estão sempre prontos pra aventura.
Ele é marrento, gosta de confusão
Não perde tempo com frescura
Menos ainda com vacilão.
O cara é desconfiado
Se mexer com a "mina" dele, já sabe, amigão você está acabado.
Eles são objetos magnéticos
Pólo positivo atraindo negativo
Caso contrário o amor frenético
Seria depressivo.
Para uns, sublime virtude, para outros, vício asfixiante que sacrifica as ovelhas no altar do ódio. A recompensa celestial em troca do tesouro tropical. Até quando sufocarão o amor?!
Daí, durante muito tempo passei a desejar como vício o amor, embriagada estou; decorrente a este vício, que se chama amor!
