Vício
"A maior vingança contra o vício é o sucesso estrondoso. Deixe que a sua saúde, sua conta bancária e sua paz espiritual digam ao mundo quem é o verdadeiro vencedor."
"O vício te faz um figurante na história alheia; a autoedificação te faz o protagonista, o diretor e o dono do estúdio da sua própria vida."
Não há pior degradação do que viver pelo hábito de viver, pelo vício de viver, pelo desespero de viver.
O vício em probleminhas
desnecessários
pode se tornar um hábito
difícil de se libertar,
Não permita que líderes
transfiram os problemas deles
para você porque seguir
como se fosse novelinha vicia,
e é inevitável você
se afundar junto com eles,
Mude o seu circuito,
não permita que a vida deles
seja mais interessante do que a sua.
"Proteger quem o vício ataca é aceitar o papel de vidraça: você salva o destino de uns, enquanto recebe as pedradas de outros."
... nenhum
vício torna-se menos
nocivo - sequer menos letal -
pelo simples fato de algunstramarem
reduzi-lo a uma inocente atividade
recreativa!
Fiz da ausência um hábito, depois um vício e, por fim, meu próprio nome. Já não sei quem eu seria se o vazio me deixasse.
Divergir é diferente de digladiar. Divergir é discordar. Digladiar é combater. O vício em conflitos é tóxico e está levando a Humanidade para o abismo.
Perdoe esse meu vício de linguagem,
Minha língua,
Sempre interrompendo a sua.
Sem meias palavras,
Te ganhando no beijo.
O "vício" das pessoas tolas: — Falar sobre o que desconhece, fingir Amar o que não ama, e, não calar-se quando lhe é dado a oportunidade.
Somente através da prudência é que um vício ou mesmo pecado pode se tornar útil ou quiçá até mesmo uma “virtude”.
O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!
Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.
Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.
Porque, palavras têm memória!
Imagens têm humor.
E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.
Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.
Por vezes até revelam o que tentamos esconder.
Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.
Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.
E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.
No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.
O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.
Posso até me dobrar... Mas... Não em qualquer esquina... Não em qualquer vício... Não em qualquer papel...
