Versos do Cotidiano
É tempo de festa
O tempo passa como o vento
Ficamos presos ao cotidiano
Como em um breve momento
Novamente já é fim de ano
Agora é tempo de alegria
É tempo de amar e perdoar
De conquistar o que gostaria
Chegou a hora de festejar
Reuna a família e celebre
Acorde feliz, pule se alegre
Que a paz possa te contagiar
Que todos tenham um feliz natal
Faça deste um fim de ano especial
É tempo de festa em todo lugar!
Força vital
Autoconhecimento
Esculpe as faltas
Petrifica amarguras
Centraliza cotidiano
Instala território emocional em águas tranquilas
Ofertando lugar cativo ao silêncio....
Que sossegadamente assisti florescer o jardim.
A síndrome adâmica sempre presente no cotidiano da humanidade. Brigam para colocar a culpa em alguém sem assumir a culpa que tem.
Errar é humano? Não. Errar nos faz humanos. Nos mostra o quanto precisamos meditar no significado da palavra "misericórdia quero".
A ocupação cotidiano nos distrai, o tempo passa e lá se vai.
Quão diferença faz, tempo que não volta mais.
Espero que o nosso cotidiano seja transformado pela boa vontade, um dia de muita positividade, livramento e felicidade!
Que tenhamos paciência, tolerância e não sejamos ingratos, mas que possamos colher tudo aquilo que plantamos com muita veracidade;
Desejo sem demagogia que as minhas palavras desperte a sua alegria, que transforme os seus momentos com o meu cumprimento de... BOM DIA!
Posso ser desuidado e às vezes
até desastrado em situações do
cotidiano da vida, porém
com situações relacionado
aos sentimentos, me considero
apto e capaz de demostrar
tamanho carinho pelo
coração alheio;
O descontentamento cotidiano
valoriza a arte da reflexão...
Por que toda ação sempre
trará uma reação;
Decifrando os seus olhos você me diz que é feliz por superar cada obstáculo do seu cotidiano;
E sem te concluir eu entendo que você não pode me surpreender, pois já havia me surpreendido;
Baseado em fotos virtuais
Retratado em fatos reais
Segue o cotidiano insólito ou amiúde e Deus que nos cuide.
só obedeço ao que me convém,
maldade virou coisa do cotidiano,
pulo de um prédio, me mato sem causar nenhum dano,
protestos irônicos queimando pneu, nascido no breu,
uma veia corre sangue latino,
na outra, sangue europeu.
Saboreando um café com Jorge, escrever é (sobre a vida):
...mostrar os detalhes do cotidiano, as aflições e as surpresas de viver entre humanos e ser humano, isto é a vida.
...pois a vida, um livro aberto como ela é, quer ela seja escrita em tinta e às vezes sem papel, apenas com o movimento das horas e das notas e rodapés do ancião barbudo chamado Tempo, grita, chama e pede por penas que escrevam as espadas e sempre busquem uma nova vírgula, para uma nova sequência a ser vivida.
MUDANÇAS
Fechei as portas da vida
Para as chatices do cotidiano
E joguei as chaves fora.
Tenho agora na cabeça
Apenas sentimentos leves
E um chapéu de palha.
No ermo da praia,
A sonoridade das ondas
Purifica meus ouvidos,
E a brisa litorânea
Enche meu peito
De cheiro de mar.
Sem os sapatos oprimentes
Caminho descalço na areia,
Sentindo os pés beijados
Pela escuma salgada
Que apaga meus rastros...
Aprendi lições simples, extraídas do cotidiano. Por exemplo, a Natureza me entregou quatro filhotinhos de gato que, aqui, nasceram. *Rosa* , a mais atentada. *Charles* , o mais destemido e esperto, como a mãe. *Lua* , a mais agressiva e desconfiada. E finalmente *Pantera* , a mais tranquila de todos. Cada um tem um tom de cor diferente. São inconfundíveis. Todavia, filhotes do mesmo pai, *Hulk* , e da mesma mãe - a *Charlotte* !
Sem preconceitos, e cada um com uma característica diferente.
...Semelhante aos indivíduos,
Seguimos à rua da existência, para chegarmos ao final dela.
Sim, final!!!
Assim como o não mencionado gatinho que não resistiu e morreu, prematuro. Pois nasceram CINCO filhotes e não quatro. ( Pois quatro, foram os que ficaram).
Como ao que partiu, não importa a cor, tamanho nem as características individuais de cada "cidadão". A última parte da estrada da existência desta vida, é sempre o FIM.
no poema cabe revolta
pela injustiça do cotidiano.
uma voz gritando por liberdade!
no poema-vida-real
a guerra martiriza
o terror destrói
e o inocente paga caro
sem ter culpa,
poesia não é só amor e flores
é dor e devastação.
Quando resolvi desistir do amor
No meio da multidão
No caos cotidiano
Contemplei teu sorriso
E teu olhar,
Da forma mais singela
Abraçou minha alma.
Nada comum
Motivador
Cotidiano
De nossas
Crenças
Adrenalina
De quem
Crê
Transcende
A
Razão
Uma
Esperança
Sempre
O que
Creio
Existe
Lado Oculto Comum
Cotidiano
Em
Desordem
Momentos
De
Solidão
Sustos
Tempo
Bestano
Papo
Furado
Destaque
Nenhum
Nenhuma
Atenção
Saudade
Juntano...
Nada
Como ser
Comum
Prático Cotidiano e Nítido
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto
E hoje, quando me sinto
É com saudades de mim
E o que podia fazer de mim, não o fiz
Nessa vida em que sou meu sono
Não sou meu dono
