Vermelho
As rosas caem da roseira
A roseira se mancha com sangue
O vermelho carmesim escorre dos seus lábios e se aprofunda na minha ferida
O humano é tão humano para não resistir às tentações da sua voracidade?
Corra
Percorra meu corpo com teu doce veneno que desceu queimando
Prendendo minha garganta nos espinhos de tua roseira
O jardim seria mais belo se pudessem plantar o amor que sinto por ti, e dele gerar frutos.
Flamengo x São Paulo, ou, São Paulo x Flamengo
O Vermelho,
Que cobre a preta cor;
Figurada nas diversas formas e contextos;
Eclodidos da regata, ou, de São Pedro;
Esvai-se nos campos, sob a isóceles e remo.
A paixão que te fulmina;
Sob a planície esverdeada;
Quebranta sensíveis sorrisos;
A afável reação amada.
Tantas e tantas;
São suas caricaturas;
Reagentes às jogadas;
Atentos, focados;
Às infinitas dobraduras.
O objeto circunférico;
Controla multidões;
De um lado trás alegrias;
De outro decepções;
Mas ao fim, muitas emoções.
A bola dança sob pés;
de habilidosos, de jogadores;
Corre no chão;
Voa entre torcedores.
E sob a vicissitude de seu olhar;
Na amplitude de seu sorriso;
Despis-me de minha solicitude;
Para usufruir-me de sua infinitude;
A amplitude do sentimento;
Comungar-mos-nos de torcer a longevitude do futebol.
E assim;
Seu coração de cinco pontas, a figura isóceles;
Despontou meu escudo vermelho listrado de preto;
As iniciais do Flamengo;
Ao longo do escudo se entrelaçam;
Sobrepondo-se uma sobre a outra;
Semelhantemente, também nossos destinos.
E o Rubro-negro,
Sucumbe ao Santo Paulo de Tarso;
Falas suas são, e às usurpo;
Eu te amo procliticamente!
Amar-te-ei mesocliticamente!
Amo-teencliticamente!
Naquelas cidades, até os semáforos pareciam indecisos, piscando verde e vermelho como se tivessem dúvidas sobre quem deveria passar primeiro.
Meu pensamento tem como paradeiro um certo lenço vermelho adornando faceiro o pescoço do meeiro que tomou conta do meu coração.
Por que vocês pensam que só existe o poder azul e vermelho? Na verdade azul e vermelho são as mesmas cores!
No outono tudo se mistura, o por do sol azul, amarelo, vermelho, carmesim, moldura do mundo, janela do céu.
Conflituosa escrita
Seguro em minhas mãos um cilindro afunilado vermelho. Com ele percorro as alvas páginas listradas de um diário anônimo, lançando mão de palavras alvejadas de valor. Seu comprimento se estende para além do alcance de minha mão, embora metade do corpo cilíndrico afigura-se circundado por esta, cuja pegada firme não é possível testemunhar, salvo os momentos de afetada intencionalidade: o montante que permanece da vontade subjugada pela mente, que flui sob luz de pensamentos descomedidos.
Quando Apagam Nossas Cores
O que é ser racista, senão negar uma raiz?
É pintar de vermelho o que sempre foi país.
É manchar o verde das matas, o amarelo do sol,
Com a tinta de um passado que lembra o futebol.
Querem mudar a camisa, chamam de inovação,
Mas escondem, nas entrelinhas, a verdadeira intenção.
Não é só moda ou capricho de um novo figurino,
É um ataque disfarçado ao orgulho do povo latino.
A camisa do Brasil não é só pano ou tradição,
É símbolo de resistência, é a alma da nação.
Foi com ela que Pelé brilhou, e Garrincha encantou,
Foi com ela que o mundo inteiro nos respeitou.
E agora, cogitam o vermelho da opressão,
A mesma cor que lembrou a dor da submissão.
Esquecem que o vermelho, um dia, marchou com horror,
Com suásticas e botas, espalhando terror.
O Brasil perdeu 948 heróis na guerra contra o nazismo,
E agora brincam com a cor, com um estranho cinismo.
Querem homenagear vestindo o que nos feriu,
Mas isso é cuspir no túmulo de quem o Brasil construiu.
Racismo também é apagar símbolos de luta,
É silenciar vozes negras com fala astuta.
É dizer que a cor não importa, e ao mesmo tempo impor,
Uma nova narrativa que só mascara a dor.
A camisa verde e amarela carrega sangue e suor,
De jogadores, soldados, e de quem torce com amor.
É a ginga da favela, é o batuque do tambor,
É o sorriso que resiste, mesmo em tempos de dor.
Mudar essa cor é apagar nosso espelho,
É querer vestir o Brasil com uniforme alheio.
É negar que somos mistura, que somos plural,
É vestir uma ferida com um pano artificial.
Não aceitamos esse golpe disfarçado de tendência,
Pois conhecemos bem o peso da resistência.
A nossa história não se pinta de vermelho sem razão,
Ela vibra em verde e amarelo no peito do cidadão.
Se querem homenagear, que respeitem nossa memória,
Que ouçam o povo, que estudem a história.
Porque ser Brasil é carregar no coração,
Mais do que uma cor: é toda uma nação.
Tudo que plantamos sempre hoje ou amanhã vamos colher
Amo estar de vermelho
Faz com que eu tenha certeza do amor
Como planto amor vou colher amor
Confio plenamente nessa certeza.. Dias Fátima
O vermelho reflete paixão...
O meu olhar solta faísca da paixão...
A paixão me envolve com imenso amor...
A paixão que sentimento gostoso de sentir... Dias Fátima
Alisei o cabelo,deixei crescer, pintei de vermelho ,comprei roupas novas e comecei usar maquiagem, passei a me amar mais. Parei de ouvir rap de anime e musicas depressivas, continuei tomando meus remedios e dormindo a tarde inteira....
De certa forma eu mudei vc nao me reconheceria, nem eu me reconheço.
Pensei que assim talvez.... ou talvez eu pudesse mudar de vdd, faço isso todo tempo que acho que essa e quem eu sou agr, sera? ...
De qualquer forma eu ainda penso em vc as vezes.
Tingiram-se as nuvens de vermelho
Tingiram-se as nuvens de vermelho,
No instante em que a tarde caía
E eu via o céu como um espelho,
Onde minh'alma refletia.
E diante do céu que refletia o infinito,
Inebriante em contemplação,
Ficou meu espírito num gesto bonito,
Em atitude de oração.
E naquele precioso instante
Em que contemplava o belo amor;
Vi a luz da tarde agonizante,
Deixar morrer seu esplendor.
Então como um manto que se estende;
Estendeu-se a noite plena
E quem este mistério desvende;
Não terás a alma pequena.
*Arco-íris da paixão*
Lápis de cor, vermelho amor, branco paz, preto dor? Escolhi viver com magia sem rancor Sorrir pra vida e ser colecionador.
Lembranças, momentos, entre medo e coragem, o prazer do desafio,chama-se felicidade.
Entreguei por uma noite, fechei os olhos pra razão, abracei minha emoção e abri meu coração.
Entretanto o sol nasce e o vento leva a história, o sereno vai embora, haa bendita hora, deixei o risco, relaxei no perigo
perguntei-me e agora? Vermelho, preto e branco, predominante, perfume de rosa,
pq? Me espera lá fora.
Vamos embora, assim fugir, interagir com as pedras preciosas,
no fundo uma voz eu te encontro até na rocha.
Vamos pintar:amarelo, verde, azul;
Sofrer e amar, frente fria do sul. 14 hrs, Kaiak, ligação, quem diria que não seria só atração.
Gasolina, conexão, positivo, positivo, reação. Combustível, fogo energia, 22 hrs esteja em casa, já? quero sua companhia.
Entrego minha filosofia, seja sábio pra entender, há é está claro, nítido de ver, pare! está feio esconder.
Jamais deixe de ser você.
Aprendizagem, maturidade, paciência, insistência, liberdade.
Estilo cachorro, dinheiro e mulher, tem café, mas prefiro chá. E vai relaxar? Ela fica louca, perdida, gosta do preto, cheiroso com disciplina, será que conhece o ápice da vida, lentinho e acelera na famosa paradinha.
Esqueça tudo...Ou receba, luquinhas.lv7
O menino da natureza.
Crêem que Deus, pelo cajado de Moisés, tornou o Nilo vermelho como sangue.
Crêem que Jesus transformou água em vinho em Caná.
Crêem que ante os olhos do Faraó do Egito transformou o cajado de Moisés em serpente.
O que mudou a cor no Nilo, a substância em Caná e a forma perante o Faraó não tornaria em pão o corpo de Seu filho quando Esse dissesse "Isto é o meu corpo"?
Por acaso não é Jesus maior do que Moisés?
Lá estamos nós de novo,
Na rua daquela cidadezinha
Você quase ultrapassou o sinal vermelho
Porque estava olhando para mim
O vento no meu cabelo, eu estava lá
Eu me lembro disso tudo muito bem
