Vento

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Às vezes, o vento sussurra segredos de Deus em meu coração, e ao ouvir, sinto gratidão por ter a chance de viver e compartilhar esse amor com os outros

Não importa a força do vento, eu vou subir a montanha.

Não espere o fogo inflamar, diminua o vento.

Teu olhar me despe
antes mesmo do toque,
como vento morno
que percorre a pele
e aprende meus segredos.
Teu sussurro é chama
acendendo devagar
cada curva adormecida,
cada arrepio guardado
na espera do teu abraço.
Teu cheiro me envolve
como noite sem pressa,
e no silêncio do quarto
nossos corpos conversam
num idioma feito de desejo.
Tuas mãos desenham caminhos
que minha respiração acompanha,
e no compasso do teu peito
eu me perco —
doce, inteira, tua. EVER. .. .. ...

⁠•Galho Seco•




Não corro atrás da folha que o vento levou.
Não me contento com o que o chão já pisou.
O que resta no galho é alto demais.


Desisto da árvore.
Fico comigo.

Noite fria, chuva martelando o telhado, vento que uiva nas copas. As ruas estão vazias, a cidade ilumina apenas o que é frio, que não tem vida, não vejo ninguém, como se a cidade tivesse recuado para dentro de si. Caminhar nessa chuva é rasgar-se por dentro, poucos têm estômago para esse abandono.

Sigo contra o vento selvagem, pé cravado na tempestade, olhos fixos na vitória.

Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.

O vento é essência do indomável, não se deixa conter, não pertence a rumo algum, é movimento puro, existência sem destino, liberdade em forma de sopro.

Fui pó, vento e fé e em tudo, Deus permaneceu.

Quem já foi pó não teme o vento.

A fé é a chama que o vento não apaga.

Já caminhei em silêncio com Deus e Ele falou através do vento. O silêncio com Deus às vezes é mais eloquente que mil explicações, o vento traz a resposta que tanto necessito.

O vento traz um nome esquecido, sussurra entre pedras e vales. A alma, ferida, se move, lembrando o que era abrigo. Não há culpa, só saudade, só o desejo de voltar. E na curva do silêncio, o amor começa a falar.

Tudo influencia nossas ações, até o vento.

O vento não vai trazer os afetos que você precisa, se você não caminhar e segui-lo.

"A fé não é fuga; é impulso. É o vento invisível que empurra a vela quando o barco acha que não anda mais."

Sara Raquel Araújo Pereira
Nasceu com o pulso do rock no coração,
vento de liberdade, couro, preto e canção.
Entre motos que rugem e amplis a vibrar,
ela chega sorrindo — impossível não notar.
Sara Raquel, presença que aquece o chão,
abraço sincero no tempo exato da emoção.
Olhar que levanta, esperança que vem,
luz que não pede licença pra fazer o bem.
Mulher de trabalho, respeito e direção,
divide o relógio com força e devoção.
No tatame, foco; no treino, disciplina,
Jiu-jitsu que educa, chute que ensina.
Entre plantas, animais e o lar a pulsar,
ela faz do cuidado um jeito de amar.
Sem perder a fé que a mantém de pé,
Deus como norte, coragem como fé.
Houve dias de névoa, caminhos tortos demais,
quando a vida tentou desafinar seus sinais.
Mas a fé puxou o tom, a alma voltou ao compasso,
e hoje ela rege a própria história, passo a passo.
E no centro do palco, o coro mais lindo a cantar:
quatro estrelas que a vida decidiu presentear.
Marjorie, sonho firme, mente em evolução,
Laura, doçura e coragem em cada lição.
Sophia, riso claro, esperança em flor,
Renan, força serena, futuro em ardor.
Crianças felizes, estudo e união,
sabem que a mãe é abrigo, raiz e canção.
Sara Raquel é mãe — e isso é revolução:
presença diária, amor em ação.
Rockeira da alma, do lar guardiã,
faz do amanhã um lugar que começa no já.
E 2026 vem como estrada aberta à frente,
céu mais limpo, motor quente.
Com fé, trabalho e esse brilho sem fim,
o melhor não é promessa — já vem vindo, enfim.




Dedicatória
Sara Raquel A. P, grande mãe, coração que conduz,
Marjorie, Laura, Sophia e Renan — família-luz.
Que a vida rime sempre com amor e união,
e que esse nome completo seja eterna canção.

Não posso parar... O vento não consegue me levar... A profundidade de minhas raízes me sustentam na fragilidade.

Obrigado, Senhor, por este manto de paz,
que o calor sufocante enfim desfaz.
Pelo vento que sopra, divino e certeiro,
limpando o suor do corpo inteiro.
Cada gota que cai é um "obrigado" do chão,
que acalma a sede e o meu coração.
Pelo toque gelado que a brisa conduz,
troco o peso do arca pela leveza da luz.
A natureza sorri, o verde se anima,
sob a chuva abençoada que o céu aproxima.
Sou grato pelo alívio, pelo som, pelo bem,
que a chuva nos traz e a alma mantém.