Vento
Querida alma amiga, O vento que passa carrega o doce perfume da saudade, um aroma que aquece o coração mesmo à distância. É como se cada suspiro da brisa anunciasse a chegada dos passos tão esperados, que vem suavemente, despertando a alegria silenciosa do encontro. Quando finalmente nos abraçamos, sinto que o tempo se curva em reverência, como se reconhecesse que naquele instante tudo acontece no balanço perfeito da felicidade. Cada segundo junto a você é uma festa silenciosa onde o mundo parece mais leve e brilhante. Que esses momentos de proximidade sejam frequentes, que o vento continue a trazer essa ternura, e que jamais perca o sorriso que nasce do abraço apertado. Com alegria no peito e o coração aberto,
Busque o vento contrário, o ar rarefeito, a região onde não há trilhas nem símbolos. A sua sabedoria nasce do enfrentamento, não da adesão.
Ando
Meio que lerdo
de pensamentos
Ando
Meio que surdo
Um vento muito brando
Me acalenta
de vez em quando
Uma tormenta
Me atormenta
Quando, por falta de sorte
Venta mais forte
Ando
Pensando
Com minha cabeça de vento
e meus ouvidos moucos
Que não são poucos
Os motivos
Pelos quais eu me esquivo
de dar-lhes
Um tanto assim de atenção
Enfim
Se fosse ouvir meu coração
Seguiria a direção do vento
Que orienta o pensamento
E quando chegasse o dia
Que alegria
Estaria muito longe
da voz da razão
Esta
Abrange
Tudo que demais me guia
Então
Sempre que acaba o dia
Recolho meu sorriso
Adio
Outra vez minha alegria
Preciso
Fazer coisas que tanto odeio
O início me fez fazer assim
O fim não chegou
Estou ainda no meio
No meio de um sonho
Um sonho meio tristonho
Tristemente
Sonho acordado
Uma história linda
Portanto
Enquanto o dia não finda
e nem tampouco inicia
Paro um pouco
Me recolho
No mesmo canto onde guardo
A tristeza e a alegria
Mescladas
Ambas tem cara de nada
Aguardo um tempo
Que tarda a chegar
No tempo onde estou
Meu coração não parou
E nem minha alma morreu
Olho no espelho pra ter certeza
de que eu
ainda sou eu
E não há como negar
Nasce novamente uma lembrança
de que existe, sim
Uma esperança latente
Antes que seja tarde
Eu sei
No meu coração que arde
Nada
Nunca mais
Haverá de afastar a gente
e durmo em paz
Edson Ricardo Paiva
Vou onde o vento me leva, mesmo que o passado ainda tente me segurar. No cheiro do mar, encontro um conforto estranho, parte angústia, parte vontade de recomeçar.
Como o vento a entrar pela janela.
"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver
Sentido e nem valor
O que vale na vida é o amor
Amar é enxergar a beleza
E sentir o seu sabor
Na água da chuva que cai
Na beleza da noite
É olhar-se no espelho
Poder ver a sorte
Pela imagem refletida
Ser somente uma ilusão
Por mais bela ela seja
Pois a imagem verdadeira
É o Sol no céu
Numa mente que o veja
E que sejam todos nossos sonhos
Bem assim
Como o Sol que brilha
A beleza na vida é o olhar que trilha
Confiante
Encarar de frente a todas as vicissitudes
Como quem sorri perante o espelho
E entender que o velho Sol é também uma ilusão
Como a chuva que se torna tempestade
O que vale na vida é o amor
Que se vai, que voa e que evapora
E que volta maior quando retorna e que te invade
Como o vento pela janela
No momento em que transforma a brasa em chama
E a chama da vela em nada
Nada além de uma vela apagada
E teu quarto em escuro
Era tudo o tempo todo uma questão de proporção
Pense, que o futuro continua a pertencer a Deus
Apesar de tua ilusão ao olhar pro espelho
Pois, em toda tempestade que cair
O Sol vai estar brilhando lá no céu
Talvez leve algum tempo pra entender
Que a beleza mora lá no olhar
Que sorri quando chora e está aqui
Mas que olha e não vê. "
Edson Ricardo Paiva.
A paixão é vento sem destino
Mas pode encontrar seu caminho
Quando ela encontra o amor
Se completam e fazem da vida um ninho
Está parecendo madrugada de Lua cheia, onde o sopro do vento (vruuuuhouuuu) confunde-se com canto de Lobisomem. Aos desalmados todo o cuidado que se preza.
O Tempo é igual para todos o que muda é o final…
Sejamos como o vento que está sempre em movimento.
O vento pode até arrancar um arbusto,
mas jamais uma floresta inteira.
Quando estamos juntos, somos inabaláveis. Unidos, nós vencemos.
Seguimos firmes, fortes e sempre em direção ao melhor. E que nenhuma serpente do maligno encontre espaço em nossos corações, que toda maldade seque, perca força e desapareça,
porque onde Deus habita, o mal não permanece.
O tempo e o vento
Na grandiosidade daquela montanha
havia um pequeno mosteiro
onde habitava um velho monge.
Passados muitos anos,
lá não há mais que ruínas,
mas a voz do vento permanece
reboando pelo vale uma espécie mantra.
Poema de J.A.Lopes
Flor bela:
O vento forte, a flor espanca,
espalhando o perfume e as pétalas.
E eu direi que tudo ali é poético.
As pétalas são as palavras, o perfume o sentido delas,
e ao vento eu direi; o! que flor bela! <I>
Parei e perguntei ao vento se havia mais alguém a caminho. No entanto, o vento continuou a assobiar.
Capítulo 3: Relacionamentos Saudáveis
1. Ela Abriga Poesia
O vento esvoaça os seus cabelos.
Meu lar é o seu riso contagiante,
A poesia que leio em seus olhos brilhantes;
Acredito que o amor existe.
Sim, ele existe — e ele é você.
•Autora: Hericka Christina
•Livro: Breves palavras poéticas: Um livro para quem tem pressa
•Publicado: Amazon.
Uma noite no copo de Vinho .
A noite chegou , a chuva também , o vento está forte lá fora , aqui em casa me encontro nessa mesa , uma vela acesa e um copo de vinho , me vejo sorrindo ..
Buscando sair da escuridão e da solidão , um vinho doce me faz refletir muito longe daqui , em um lugar onde possamos sentir a vida mais feliz .
Nossa luta é diária , mas gente!? Nos resta entender que pra vencer há sempre um caminho , e quem sabe no copo de vinho , ele é doce e sereno ,não ! Não é veneno, pelo contrário , ele acalma nossa alma .
Entenda ! Estou nessa mesa , sem tristeza, na leveza , no último copo de vinho, que me fará dormir e sentir uma noite de sono tranquila.
Amigos , amigos , a vida é contínua, sigam na luta e lembre-se, que em nossa mente , tudo surge de repente, numa noite no copo de vinho.
Que saudades daquela infância
Cabelos ao vento,
Correndo descalço pelas ruas de barro,
Sob os olhares dos moradores nas janelas de suas casas.
Hoje eu percebo que na mesma rua de minhas lembranças, o que eu vejo é medo e insegurança.
Triste realidade!
