Vaidade
Degraus da Vaidade
A vida é feita em degraus,
e cada degrau, uma entrega.
Subimos com esperança,
mas a escada é feita de brumas.
O primeiro degrau brilha com sabedoria,
mas logo aprendemos que saber não salva.
O tolo e o sábio partilham o mesmo pó,
e o tempo apaga ambos os nomes.
No segundo degrau, plantamos com suor,
mas a colheita, por vezes, vai às mãos de estranhos.
O herdeiro não labutou,
mas ceifa o que não semeou.
O terceiro é o do propósito —
mas há planos que não nos pertencem.
O Altíssimo ri dos acúmulos dos ímpios,
que servem, sem saber, aos justos.
O quarto degrau é o sucesso,
espelho dos olhos alheios.
Corremos por glórias vazias,
esquecendo que pó não segura troféus.
O quinto degrau é o da solidão dourada:
o homem que junta, mas não se alegra,
sem mãos que lhe toquem o ombro,
sem olhos que o chamem de irmão.
O sexto é a coroa da fama,
que brilha até o trono se esvaziar.
O povo esquece o nome do rei,
e suas obras morrem com seu eco.
O sétimo é o ouro que nunca basta.
Quem ama a moeda,
nunca ama o bastante.
A alma faminta não se farta com cifrões.
O oitavo é a cobiça —
o desejo de sempre mais.
Mas o que se contenta com pouco
já possui o que o mundo inteiro busca.
O nono é o riso sem alma,
o som dos espinhos queimando em vão.
O tolo se diverte com fumaça,
e não percebe a cinza que resta.
O décimo é o louvor aos perversos:
morrem os maus,
e recebem flores da mesma cidade
que sofreram por seus feitos.
E assim subimos os degraus,
cada um ensinando o peso da vaidade.
Mas mesmo em meio ao vazio,
há sabedoria para quem escuta.
Pois o homem sábio
não nega os degraus,
mas sobe por eles
com olhos no alto —
onde não há vaidade,
só eternidade.
"CONSIDEREM"
Talvez me considerem na vaidade,
na vida de luxúria e de pecado,
entregue a essa velhice em bom estado,
porém sem ver o peso dessa idade!
Sou, do que fiz de mim, o resultado
e, francamente, vivo, é bem verdade,
com força da paixão, na intensidade,
fazendo, co'a poesia, um bem-bolado.
Se a lua pode amar estrelas tantas,
também tive paixões reais (e quantas)
sabendo que o amor é um bom caminho…
Me considerem, pois, um mero poeta
que tem uma alma impura e indiscreta,
mas sofre e chora quando está sozinho!
Eu comparo a vaidade
A uma chinela nova,
No começo deixa rastros
Aguentando qualquer prova.
Depois aceita até prego
Furando a força do ego
E termina numa cova.
As redes sociais são os espelhos das vaidades.
Rodnei
O que Eclesiastes 1:2-4 diz?
2 Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. 3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? 4 Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Desculpem por ser eu mesma, pela vaidade exagerada, ser tão foda pois eu fui ferida durante muito tempo, tratada com desonra e vivia no medo de viver:
-Cale se!!!! Eu simplesmente amadurece!
Hoje eu sinto prazer eu amar , sentir as flores , pisar na tão amada e sagrada terra.....
Cada alimento é sagrado , cada ser recebe a missão de aceitar ou não o aprendizado que recebemos antes de sermos enviados a terra, hoje eu vejo quem é quem! Os olhos são portas de entradas da alma uns são puro afeto e perdão outros um peso de ódio e ego.
Lamentável!!!
Qual o seu nome ?
Não sei se por inginorancia,
ou por vaidade, mas às pessoas
perderam, a sua identidade.
Quando lhe perguntam, qual
o seu nome ?
Se fez faculdade, Dr. Fulano,
se é cristão, pastor fulano eu
quero saber se essas pessoas,
foram registrados assim ?
O certo seria: Me chamo Antônio
esquecendo - me, do meu doutorado
e só respondendo se me for perguntado.
Ainda somos tão pequenos e infantis, que brigamos com vizinhos, a vaidade nos contamina, a ganância nos cega e negamos o perdão. Pobres espíritos humanos, é o que somos.
Quinta do Malhão -
Saudade, triste saudade,
me ficou no coração
daqueles campos sem vaidade
da Quinta do Malhão ...
Nogueiras, altas Nogueiras,
se erguiam naquelas terras
campos longos de laranjeiras
povoados de tristes pedras!
Ai saudade, triste saudade,
do cheiro a terra lavrada,
da sua infinita bondade
ficou minh'Alma marcada.
Recordo ainda aquela Nora
e seu triste Coração,
os alcatruzes eram fora
chorava a Quinta do Malhão ...
Tanta sombra, tanta Paz,
tantos sonhos e fantasias ...
Quando eu era rapaz
tinha a Alma cheia de Poesias!
E na terra macia
adormecia no chão,
voa, voa Poesia,
sonha, sonha Coração,
era assim que eu vivia
na Quinta do Malhão!
E os primeiros Amores
que minh'Alma encerra
nasceram como as flores
na memória daquela terra ...
Cada canto mos recorda,
cada tronco, a minha infância,
mas sinto ainda uma corda:
apesar já da distância,
passa sempre e morre um beijo
nesta memória em cadência ...
E das Nogueiras, folhas secas,
folhas secas, folhas mortas ...
No chão caidas, que m'importa
se secas estão as folhas mortas!
Nogueiras, altas Nogueiras,
Laranjeiras e Figueiras
que em criança me vistes,
já não podes agitar as altas franças,
guardai então os sonhos tristes
desta triste criança ...
A dificuldade maior, está em conseguir ferir a nossa vaidade. Quando nós temos o nosso orgulho ferido; por se achar que éramos alguma coisa.
Quero viver tudo ao mesmo tempo com intensidade. Olhar de dentro da cidade toda vaidade, somos peças de um quebra cabeças enigmático, vivemos a vida prática, pragmática, pra escapar de tudo isso é preciso tática, esquema de defesa e ataque, sou senhor do meu destino vou do temporário ao infinito. Imaginar permito que o espírito escape do ego.
Tudo é vaidade e que proveito teremos se ganharmos tudo nesse mundo e perdemos a nossa alma? Nenhum, pois tudo é vaidade, tudo. Será que estamos verdadeiramente colocando JESUS acima de tudo? Será que estamos depositando a fé genuína nEle? Estamos constantemente distraídos com as inúmeras coisas desse mundo, coisas essas que não nos leva a lugar algum. Independentemente de qualquer coisa o nome de JESUS tem que estar em primeiro em nossas vidas.
Instante
Vaidade, ostentação
Irrealidade, ilusão
Angústia, frustração
E um vazio no coração
Um instante insignificante
Melhor viver desligado
E viver a vida real
Isso tudo é tão desigual
Não se compare aos outros
Não viva em vão
Arrisque todas as fichas
Com emoção...
Somos um instante e num instante não somos mais nada.
Salomão vai dizer em mais de Mil palavras que "TUDO é Vaidade!".
Vivemos através de conveniências, medo, covardia, intolerância, estupidez, tolices e fofocas.
Somos vis e culpados, por abrimos nossas portas internas ao que denominamos de "inimigo" e somos irremediavelmente procrastinadores...
A vaidade e o medo são coisas naturais. A extinção completa deles nos desumaniza. Seus excessos, no entanto, nos tornam patéticos.
"O tempo te dirá que todos os teus acertos, na verdade foram erros, que tudo é vaidade, e só me resta te esperar com um lindo anel para te dar"
Bem vindo à dança da reciprocidade
Apresente o convite
Pode entrar, sem vaidade
Fique a vontade, não hesite
O encanto é a primeira nota
O fascínio a melodia
Quando se der conta já virou moda
A sua melhor sinfonia
Sim, vai soar concomitantemente
Assim como um trecho instrumental que precede uma orquestra
Um baile envolvente
Sua composição mestra
E assim, quando a música parar
Se prepare para o descompasso
O drama do balé vai cessar
Fechando as cortinas do que parecia mágico
O canto que agora vai ecoar
É o coro da frustração
Reproduzido por vozes que você já conhecia
Só mudaram o refrão!
