Vaidade
A VAIDADE:
É tão GRAVE para nós, como pró cão a carraça. É uma fraca tentação, pois a nós não acha graça. É um viver na ILUSÃO!
A ambição, orgulho ou vaidade irá lhe incitar a buscar lugares e posições que julgas merecer. A generosidade, o desapego e a humildade, levarão aos lugares que Deus escolher para você.
Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
Que nunca me falte a coragem de ser suficiente.
E a vaidade não seja entendida como progressão social, intelectual e humana.
Que o amor seja fruto de maduros.
Os motivadores do mundo são
os verdadeiros ídolos.
E aos que desencarnaram sob o julgo da Vaidade e eGoismo; estes não nos representam tão pouco devem ter seguidores, uma vez que nunca produzem evolução Humana.
O meu pior inimigo, sou eu mesmo...
Quando dou margem ao ego e a vaidade, os deixando passe a frente. Quando deixo o medo e a insegurança frustrarem meus sonhos. Quando deixo de fazer o bem ao outro, devido ao egoísmo ou orgulho. Quando permito que as mentiras e as incertezas da vida me seguem. Quando desacredito daqueles que protegem. Quando permito que apaguem minha fé.
Na contemporaneidade gradualmente, a vaidade emerge como uma virtude, uma vez que a exposição constante de aspectos triviais da vida cotidiana nas redes sociais é celebrada como um símbolo de orgulho.
A propagação de detalhes efêmeros, como a rotina matinal ou as aquisições pessoais, é promovida como demonstração de autoconfiança e autoimportância.
Essa tendência sugere uma mudança na percepção coletiva, na qual a humanidade passa a atribuir significância a eventos triviais, reforçando a ideia de que a mera existência é suficiente para afirmar a própria relevância.
A constante necessidade de aprovação alheia também deriva da vaidade e das idealizações exageradas acerca da vida.
No entanto, assim como não temos a obrigação de corresponder às expectativas dos outros, eles também não têm a obrigação de corresponder às nossas.
Ademais, ninguém é capaz de suprir as demandas infinitas da insatisfação humana.
Muitos problemas decorrem do egoísmo e da ilusão de que os outros nos devem algo, como uma espécie de aprovação eterna e amor incondicional, que talvez ninguém possa oferecer por completo, pois todos nós temos limitações, dilemas e mistérios em nosso inconsciente.
Tomado pela irracionalidade está aquele dominado pelo orgulho, vaidade, cobiça, inveja e ciúmes.
Não existe razão em alguém tomado por tais sentimentos.
Quando nos desprendemos dos títulos sociais que temos, menos alimentamos o orgulho e a vaidade e mais nos tornamos simples e abertos para aprendermos um pouco mais com o nosso próximo.
