Coleção pessoal de ambomfim

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AVISO SOBRE VERSÕES ORIGINAIS – ambomfim

Todos os textos publicados neste perfil são obras originais de Anderson Marques Bomfim (assinatura oficial: ambomfim), criadas e publicadas inicialmente em 17/01/2019 — esta data é prova de criação.

⚠️ ALERTA IMPORTANTE:
Muitas cópias circulam na internet (Tumblr, Instagram, sites) cortadas, resumidas, alteradas ou sem crédito. A versão mais famosa que todo mundo compartilha é UMA VERSÃO MUTILADA E PLAGIADA da obra verdadeira.

AQUI, NESTE PERFIL, está o texto COMPLETO, INTEGRO, como foi escrito por mim. Qualquer versão fora daqui é cópia modificada, violação de direitos autorais (Lei 9.610/98).

Não confunda: só o que está aqui é original.

© Anderson Marques Bomfim – ambomfim | Todos direitos reservados

"Se eu tivesse inimigo... Perverso, eu seria... Aquele que tem inimigo, permite o mal dentro de si... Eu permitiria... Algo a mais em comum, além do ódio... Desprovido de amor... Sementes a compartilhar... Tão podres... Imersas no vazio... Tanta dor... Drama ou terror... Pesada colheita... Apenas uma noite... Com toda maldade desejaria... Que tu sejas eu."

"Onde não há fogo no submundo, o frio cortante trás apego as lembranças. O sentimento se manifesta mais fácil porque é difícil encontrar companhia a um bom preço nessa região... No submundo tudo queima ou congela, o Mundo encantado fica muito distante e com sorte alguma de todas as almas cansadas ainda aceite dividir um pouco de calor, frio ou alguns minutos.

Nada dura além da fome saciada."

"É uma máquina super veloz em alta velocidade, muita além da sua capacidade de frear. O destino pode ser qualquer lugar, seguindo sem saber o limite. Rápido demais para processar as informações... O perigo é muito atraente e o seu apetite voraz assusta. Tudo passa... Talvez não esteja tão rápido e sequer complete a volta... É um círculo infinito? Quando os pontos não se repetem, pode não ter ninguém te esperando... Você esta perdendo a origem. Além do seu tempo e muito lento para compreender... Desalinhado no momento, você ausente de sua mente. Isso não parace um círculo e pode ser que nada se repita... Rápido demais para a segunda chance."

"Buscando a razão em atos insanos... Isso parece uma batalha, o próprio corpo é o inimigo em um lento suicídio. Tolo, tolo... É melhor você não vencer, mas não seja um derrotado."

"Todas expectativas ao afetivo e emocional se torna uma mera tolice, quando depositado em uma mente sem memórias e qualquer empatia."

"O que sinto é parte de mim, eu não esqueço e continuo desejando... Aprendi a não colocar intenções nas minhas ações e não quero criar retorno em recompensas... Eu me sinto feliz com a sua presença e até mesmo em pensar em ti; Fazer parte do seu coração é uma conquista valiosa, quando do meu, eu te chamo de dona."

Esses jogos de danação que residem a mente, manipulam as convicções... (Eu me sinto fraco) Uma longa jornada ao nada sem fé com passos contidos ao dogma. (Não enxergo além da minha escuridão). A proteção mora no coração e não é necessário espelho. (Basta saber quem eu sou) Caminhando na fé, a luz, e nela, reside a força. (Eu sou iluminado)"

"Os aprendizados no fogo criam cicatrizes que fortalecem as lembranças... Migalhas não são o suficiente, não me sinto só e a minha própria companhia já basta. Palavras ignoradas ao vento, não fazem mais eco... A semente que não brotou, não tem história."

"Não tenho o que dizer, tudo esta exposto... O silêncio pede passagem travando as engrenagens dos pensamentos... Apenas o desejo de sair... São tantas saídas e tão poucas soluções... Nenhuma solução."

"Eu não sou seu amigo e não me importo com você; Eu sou amigo dos meus desejos e me importo apenas com aquilo o você tem e pode fazer por mim... Você representa apenas a necessidade de trampolins e expectadores na minha vida. Um fã mudo que bata palmas o tempo todo, ignorando os meus erros e a minha face feia."

"Opaco à minha luz te afaste do meu momento... Nada a dizer, nada a justificar... Eu sou o senhor do meu tempo, eu faço o meu caminho... Eu levo o ouro e deixo o pote... Enquanto o arco íris brilhar é minha a riqueza... Quando o duende reclamar o tesouro... Malditas nuvens escuras... Onde esta o arco íris? Esse é o seu momento... O seu encanto vem no desencanto, brilhando na minha escuridão...

"Eu ouço aquela pessoa ali cheia de vontade de falar e pouca de ouvir... Não compreendo as suas palavras e todas essas falas mal encaixadas na tentativa de fundamentar o sem fundamento me dão dor de cabeça. Adquiri uma enxaqueca que parece um tumor, tenho pouca tolerância a luz e ainda menos a besteiras. O meu tempo é curto para ser desperdiçado na versão da mesma situação contada de forma diferente a cada momento . Isso ofende a minha inteligência. Eu nunca fui fã de remake, efeitos especiais exagerados e narrativas dentro de roteiro em constantes adaptações. Essas repetições sempre foram chatas e a chatisse esta sendo aperfeiçoada. Entenda... Eu não sou boêmio, não curto essa eterna nostalgia do parasita."

"Alma pura não é um luxo no Submundo, nesse recanto dos perturbados a próxima atrocidade pode vir a qualquer instante... Todas as rosas estão mortas, mas os talos cheio de espinhos estão eternamente maduros... Eles são regados com sangue e isso é tudo o que tem mais próximo ao romance. Todos são bem vindos, a gentileza vem daquilo o que você tem a oferecer e mesmo quando você sair, um pedaço seu sempre estará aqui... Uma vez que você se permite entrar, lágrimas, promessas e histórias bonitas não servem de nada. A sensibilidade não é bem vista... No Submundo nada é feito de coração."

"Todas aquelas palavras foram se perdendo nos fatos. Não eram promessas, eram gentilezas que começaram a soar como meros agrados... Não deveria ser uma obrigação e sim consideração... Opções e prioridades são escolhas e algo pode se perder. Quando se torna um esforço, o desinteresse vem naturalmente. Assim, hoje esse pouco que você mostra de ti, se tornou nada do que eu quero ver..."

"Ouço chamados e batidas na porta, mas não atendo... Eu danço as músicas em uma gangorra, vendo os lados sem abraçar nada. Escolho um dia e faço promessas vazias, vestido de homem bom e vivendo no pecado.

Eu não escolho nenhum lado.

Eu estou no palco, o espetáculo é a vida. Eu estou morrendo, mas ainda estou vivo e sinto as coisas aqui em cima... Como se fosse um muro, eu estou cansado de me equilibrar.

Ainda assim, eu não escolho nenhum lado.

Estranhas encenações observando os fatos, eu ainda estou funcionando. As cores dessa realidade não estão no tom correto dentro de muita raiva nesse amor e pouco fogo nesse ódio. Estou sonhando acordado. Algo semelhante a um pesadelo. Eu não consigo dormir e ainda assim, preciso acordar.

Eu preciso escolher um lado.

Essas ironias tem que acabar antes que eu acabe, o tempo e a vida pedem reinvenções de si... Eu estou me desconstruindo, perdendo o meu eu dentro de mim. Estou enjoado, isso não esta certo.

Eu não posso escolher o lado errado.

Eu ouvi o estalo, estou buscando a paz... Não me sinto totalmente indigesto, mesmo perdido ainda enxergo coisas boas dentro de mim e vomitarei apenas o necessário para voltar a revelar o melhor de mim. Porém, não é ao público que tenho que agradar.

Eu escolho o meu lado."

"Eu não abri o meu coração e te falei tudo o que estava aqui dentro para ter a sua aprovação…
A vida na antivida também é perigosa, mas

... você sempre volta ao interior da gaiola.

No seu jeito omisso de ser
No seu jeito omisso de ser

Você não faz nada esperando que nada te aconteça, mas o tempo não espera… O tempo é o escultor…
Tudo volta, meu amigo…
Você vive dias repetidos, todos os dias são iguais…

O espelho é parceiro do tempo

No seu jeito omisso de ser
(o tempo é o escultor)
No seu jeito omisso de ser
(O espelho é parceiro do tempo)

Eu te provoco para você levantar e agir… Discorde… Brigue
Brigue comigo
Brigue com o Mundo ou apenas…

… voe além da porta da gaiola.


No seu jeito omisso de ser
(o tempo é o escultor)
No seu jeito omisso de ser
(O espelho é parceiro do tempo)

O tempo passa
No seu jeito omisso de ser
A vida passa
No seu jeito omisso de ser"

Armadilha (Estou com saudades)

"Maldita, aquela sinistra quadrilha de deus. Certamente algum deus da mentira...
Blasfêmia?

Eles se intitulam família e não agem sozinhos.

Você pode vê-los, caro bonzinho? Eles dizem saudades, será esse algum novo termo para problemas? Em nome de algum deus esfomeado e sedento, alguém sempre termina sem ossos e sangue nessa história... Provação?

O punido é aquele que faz por amor. Imbecil... O samba corre solto na alma desse, mas a dança não é nada descontraída...
Pecado?

Rebola idiota, rebola mais para essa maldita família e o seu f*dido deus mentiroso. Onde a luz não é importante, a sua carne e o seu sangue são banquete...
Bênção?

Pegando a minha mão, as minhas chagas serão suas... Pegue, por favor... Estou com saudades. Venha para baixo comigo, você desce e eu subo. Estou com saudades... Pegue a minha mão...
Salvação?

Você desce e eu subo.

As palavras de demônios de beleza angelical, são muito convincentes. Não sinta tanta pena de si, você é muito bonzinho para continuar bem...
Redenção?

Não sinta tanta pena de si."

"Quando a fé perdeu a sua energia, a falta de amor próprio mesclado a dificuldade em expor sentimentos, dissolveram os meus desejos e desintegraram os meus sonhos; Eu me roubei, sem antes me permitir acreditar e convencer cheio de soberba; Eu era um mágico que encantava multidões, a maior estrela em um espetáculo de dor onde fui punhal e sangue; Eu fui um mero ladrão."

Inverso e reverso

"A decisão de fechar os olhos foi algo particular, muito foi dito e algo não aconteceu. As ausências na presença mental e não física foram quebrando a estrutura trincada. Pedaços pequenos foram ficando no caminho e as linhas de expressão foram mostrando as marcas. Peças erradas formaram uma imagem pobre, a fome nos sonhos não alcançava a realidade. Cada não habilitava um novo não... As afirmações apegaram-se ao escuro e o sono foi somando desperdícios do tempo. No silêncio com os olhos fechados enxergando dentro de si para algo acontecer. Na mudança de postura, presente mentalmente, o corpo reage e assim a estrutura é refeita e fortalecida. Os pedaços que somam se tornam as peças que habilita o sim e a luz para iluminar o caminho que fortalece o espirito, alimentando o sonho e o coletivo. No silêncio, algo rico aconteceu. Alimentando-se na realidade, o sonho renova alma, o corpo e a mente."