Vaidade
Descobri que a mais profunda poesia era indescritiva. Não podia ser descrita pela vaidade das palavras. Me bastava senti-la, silenciosamente, como o sangue correndo nas veias sem ser visto, dando-me vida, pulsando em meu ser.
A poesia é infinitamente maior que o limitado vocabulário humano. Ela, como a natureza, é profunda e infinita em sua beleza e essência.
Ah... "O dragão flamejante da vaidade"...
Peço a Deus para não ser "chamuscada"
pelas labaredas da vaidade.
Que eu jamais me acredite "acima do bem e do mal"
e que a intolerância não encontre abrigo em meu coração....
Cika Parolin
A fé do sertanejo.
Não preciso de vaidade
não uso cordão de ouro
prefiro a simplicidade
e a minha roupa de couro
o que me traz a felicidade
é ter a fé como verdade
e Jesus como tesouro.
'' As pessoas , buscam o amor próprio
Mas se esquecem do amor ao próximo
Enriquecem em vaidade
Empobrecem em espiritualidade.''
Ah... A vaidade do ego... Nosso pior inimigo, digo mais, nosso pior demônio interior! Devemos buscar controlá-lo, senão ele acaba por nos destruir!
Não existe orgulho onde há bem querer. Orgulho é sentimento pequeno, minúsculo...vaidade de corações que não amam.
Vaidade sem atenção, que a vida leva na
na contra mão. Amor de satisfação, um
segredo fora de suas mãos, inveja com
imitação. Beleza de mulher que não se
apaga com a mudança de estação.
A última bolacha recheada do pacote
vingança é um efeito colateral da vaidade. É um sinal da arrogância que existia desde o começo da relação.
Ninguém se torna vingativo, as pessoas já são vingativas e demonstram a predisposição de destruir logo no primeiro encontro.
A vingança não é uma novidade do fim, mas uma notícia velha do início.
Não venha dizer que só conheceremos com quem a gente se casou quando nos separamos. A gente conhece de quem a gente vai se separar quando casamos.
Quem se acha demais acaba se vingando. Porque pensa que, ao namorar, realiza um favor. Porque pensa que, ao namorar, concede o bilhete premiado de sua companhia. Porque pensa que, ao namorar, está garantindo a simpatia de sua conversa, a gentileza de sua personalidade, a dádiva de sua alegria, o luxo de seu humor, atributos raros e impossíveis de se jogar fora.
Quem se acha demais não namora, na verdade dá uma chance.
O tipo narcisista se coloca na posição de provedor da verdade. É afetado, unilateral e autoritário – tornou-se assim pela beleza, pelo dinheiro ou pela projeção social.
A questão é que se enxerga perfeito e intocável e confunde sua presença amorosa com filantropia.
O narcisista não admitirá qualquer crítica, e a separação é a maior delas, discordância evidente de seu modo de vida.
Jamais aceitará que errou, jamais pedirá desculpa, jamais arcará com a responsabilidade de seus atos, jamais carregará culpa pelo distanciamento. Não tem humildade da autocrítica para acolher suas falhas, muito menos sente o remorso que vem da saudade. Não tem aquela pontada natural após uma ruptura, aquela tristeza baldia e consciência aguda de que foi desatento e que poderia ter sido diferente.
Não atravessa o luto, parte direto para a represália. Uma vez rejeitado, fará de tudo para mostrar que a pessoa nada é sem ele. Diante de uma ruptura, pode deflagrar perseguição, boicote e uma série de constrangimentos sociais. Procura humilhar quem antes adorava, procura rebaixar quem antes endeusava. Troca de lado: odeia com todo o ânimo quem amava.
Sua generosidade é investimento ou um modo de manter o controle da situação. O que oferece ao longo da convivência cobrará no final.
É tão centralizador que usa a dor para aumentar seu poder e castigará qualquer um que renunciou o prazer de seu reflexo.
O narcisista é vingativo por perceber o amor como uma monarquia. Sem ele, o outro não é nada, não tem história, não tem passado, não tem futuro. Distanciado de seu domínio, perde o direito à coroa e converte-se, de novo, em reles súdito.
A vingança é vaidade, mas não tema, não se acovarde.
A última bolacha recheada do pacote ficará para as formigas.
Fabrício Carpinejar
69. A vaidade é a riqueza da pobreza. E a humildade em si, já é uma riqueza, não precisa dessa pobreza.
Reflexões Chá da Vida
“O egoísmo, o orgulho, a vaidade, o ódio, o rancor, a vingança, a mágoa, a ingratidão, a maledicência, a inveja, a ambição, combinaram um encontro para um banquete regado a drogas, bebidas e tendo como prato principal um ensopado de cobras, lagartos e escorpiões , todos com veneno.
Saíram após o lauto almoço mais, muito mais fortalecidos.”
[VAIDADE]
No teu verso
Em miúdos alfanuméricos
O prazo de validade.
Nos meus versos
Em graúdos suspiros
A saudade.
