Use o Silencio quando Ouvir

Cerca de 192635 frases e pensamentos: Use o Silencio quando Ouvir

O silêncio da ausência pra sempre, perturba mais que o barulho
que se faz pelo jeito de ser.

Inserida por regismeireles

Dá próxima vez que
alguém for te dizer
que te ama, peça
silêncio e diga ao
pé do ouvido:
- Eu quero apenas
você aqui pra sempre!

Inserida por ivanbittencourtjr

Se você preza a harmonia suas palavras serão cheias de silêncio.

Inserida por MarcosAGomes

MANHÃS

Amanhece,como é bonita pelas manhãs a rua,
o silêncio, o ar puro o mato úmido do orvalho,
que ali ainda continua.

Em breve crianças correrão por ela, finda o silêncio
e começa a vida, a brincadeira, a meninada.

Anoitece.namorados virão, e eu à espreita em seu portão
convido-te para comigo vires, tu sorris,e em breve junto estás.

Seremos nós agora, a vida dessa rua,que com o passar das horas,
logo irá adormecer.
Até um outro amanhã que virá tão logo, a noite vá embora.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

O silêncio é sinônimo de prudência.

Inserida por andreza_almeida

ELA

Ela carrega um silêncio de lua
E as cores de um fim de tarde.
Por onde passa perfuma a rua
E a noite ilumina a cidade.
Ela carrega um brilho de sol
E as horas perdidas de um relógio sem ponteiros.
Ela me fisga com um sorriso anzol,
E me pesca e me prende por inteiro.

Inserida por carlos_galdino

ENFADA DANÇA

Oh, meu melancólico sofrimento
Por que no silêncio recomeças
Ritmando o árduo sentimento
Numa agitada dança, as pressas

Eu vago sozinho pelo lamento
Na solidão, que queres?... Peças!
No dia, na noite, és só firmamento
Assim, sem que nada te impeças

Tu danças ao amuo do vento
Ao relento, trazendo o medo
E o pranto. Oh doce fomento

Um enredo... sou desesperança
Vago só e errante neste lajedo
E tu me leva nesta enfada dança

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
13/12/2019, cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

MEU BATUQUE


Escuta o meu batuque! Vai até a madrugada.
Meu batuque é silêncio que me põe a vida pensá...
Deixa ele batucá... té que eu dance a ultima música
e alguém me põe pra niná.

É batuque com repiques dos sinos lá da aldeia
e dos sons das ondas do mar,
de cheiro de campos floridos,
e da areia branca da estrada...
Da canção dos violeros!
Tem gosto de céu estrelado e dos causos
que meu pai contava, à noite, lá no terrero.
Das roupas que mamãe lavava e secava
no varal da minha infância...
De quando levava a gente na cidade pra comprá
os tecidos boladinhos para ela costurá,
vestidos dos contos de fadas mais lindos daquele lugá.

Por isso, deixa meu silencio batucá.
A cada vez que ele batuca
põe-se minha alma a pensá.
Deixa ele batucá...
Té que eu dance a ultima música
e alguém me põe pra niná.

Inserida por joanaoviedo

Existem acontecimentos que não combinam com as palavras. Foram feitos para o silêncio, porque não podem ser tocados na sua inteireza. Qualquer descrição seria uma forma de empobrecimento.

Inserida por JereBarbosa

Se teu silêncio for mantido, evitarás qualquer conflito e serás sempre senhor de suas opiniões.
Se tuas palavras forem pronunciadas, elas poderão te causar transtornos e te fazer refém daquilo que fora dito.
(Teorilang)

Inserida por ivan_teorilang

Deus, obrigado por estar sempre presente, sendo a luz, a voz em meio as tempestades e no silêncio da noite um verdadeiro abraço, escudo protetor.

Inserida por VicenteCunha

“Que os anjos durmam
Sempre ao nosso lado
Em silêncio nos nossos sonhos”

Inserida por Sentimentos-Poeticos

- Faça tudo em silêncio.

Inserida por gle_kruczynski

Todos querem más ninguém vai e faz. Tudo e possível e com o silêncio se faz

Inserida por Verto_07

O silêncio é meu professor mais novo, um velho cheio de rugas fundas duro e confuso, não responde perguntas, olha dentro de mim como se tudo que já tivesse uma resposta.

Inserida por 1andreluz

Dor dos meus Jejuns -

No branco silêncio de um depois
fica sempre um cheiro de vazio
porque esse alguém, p'ra onde foi,
não levou a saudade nem o frio.

E lá na rua onde morava
oiço ainda o eco dos seus passos
o cheiro a rosas que deixava
quando nos envolvia nos seus braços.

Às vezes, fechando os olhos, vejo ainda
aquele olhar que nos trespassava
e oiço aquela voz que nunca finda
dizendo o quanto nos amava.

Eram gestos, palavras incomuns
que ao fundo da infância davam paz
e fiquei livre da dor dos meus jejuns
minha alada e adorada Monsaraz!

Inserida por Eliot

Eu e nós outros



evangelista da silva


Recolho-me!......

Da janela vejo o silêncio mórbido das ruas.
Encontro-me frente a frente à tv.
Observo o carnaval.

Um surto psicótico explode!...
E as almas decaídas aprisionam os possessos
Endiabrando os corpos em estereótipos catatônicos
Que são conduzidos aos infernos.

É carnaval!...

A maioria dos mortais se desequilibram
Enquanto atentos outros usurpam o transe infernal.
E tudo acontece nesse instante:
Cenas macabras desfilam em sangue e mortes... Dessa forma a infelicidade aumenta:
Torturas, toxicodependência, e melancolia.

É carnaval!...

Das prisões às avenidas
Favelas e nobres bairros...
É um urro agonizante de desrealizações.
E, nesta fúria satânica e neutralizante,
Onde tudo se confunde,
Vê-se alegorias, fantasias, arte, circo e palhaçadas!...
Religião, zoada e perturbação musical.

Sim, é carnaval!...

Nesses instantes esquizofrênicos
Ninguém para nada serve
A não ser para lambuzar-se em merda.

Vai-se indo mais um carnaval!...

E neste frenesi torporizado
Entre o real e o imaginário,
Os manipuladores da emoção
Deformam a realidade.
Vendem felicidade e beleza.
Pregam em tudo, pureza e simplicidade
Enquanto a turba agitada e enlouquecida
Agita-se em movimentos bruscos
Ouvindo um som que vem dos infernos
Criando a sinfonia perturbadora das notas musicais.

Santo Antônio de Jesus, 27 de fevereiro de 2017.

Às 16h 03min.

Inserida por Rjevangelista

Todos os dias o silêncio colhe suas vítimas. O silêncio é uma doença mortal.

Inserida por pensador

SOFRÊNCIA

Nu, o meu lamento pranteia na solidão
Na minha dor o silêncio me comprime
E, em suspiro visceral que me oprime
A boca saudosa de teu beijo, só ilusão

Nessa tortura aflitiva do meu coração
O desejo de outrora não mais inanime
Uma realidade, o que já foi tão sublime
Faz-me arrepiar em amarga sensação

Em melancolias de dessabores infinitos
E minh’alma vozeando em frêmitos gritos
Rompe a exaustão do dia, em um frenesi

E o tempo alonga as horas, lentamente
Escreve a sofrência já no cerrado poente
Num soneto jeremiado, e chorado por ti...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18/12/2019, 17’14” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

O silêncio de uma mente profunda é mais estrondoso que o maior dos gritos de uma mente rasa.

Inserida por pedro_antonio