Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Reclamam dos que lavam a calçada
Mas jogam na cabeça baldes com água gelada
Se bem que precisam tomar um banho com água fria
Seja bem vindo ao brasil TERRA DA HIPOCRISIA.
Que dia ! chuviscos que lavam de pouco a pouco os corações ,são coisas que agente não pode prever ,são frações que agente não dividiu .
Só conhece o rio quem se banhou no riacho
Das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos beira rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das cantigas a beira do rio de longe se escuta com saudade do tempo
Que o rio corria livremente levando pro mar as histórias e cantigas
Da gente
Só conhece o rio que se banhou em suas águas
E lavou sua alma que ouviu as cantigas antigas que hoje são poemas e histórias
Quem conhece o rio.
O rio
04/2009
Barulho de chuva lá fora
Gotas que lavam e acalma
Espero o sol quando você chegar ah ah..
Mantendo sempre alegria,
Apreciando a natureza
Sendo grato pela sua beleza
Incrível como posso nao acreditar
Que as mãos de Deus podem tocar ah ah..
O sol e a lua como testemunha
De todo poder de Jeová
O vento e o azul nos céus do meu dia
Clareiam a vida, gratidão infinita.
Dizem que as lágrimas lavam a alma
Mas nem sempre
As vezes as lágrimas escorrem feito ácido Corroendo tudo
A alma, o coração
Acabando literalmente com o ser físico
Mental e espiritual
O MAR A LUA EU E VOCÊ
Autora: Profª Lourdes Duarte
As águas deste mar os pés te lavam
Caminhando na arei linda e faceira
Acende o sol dos meus devaneios
Quando a água deste mar molha teus cabelos.
Numa tarde de verão, sol a pino
A praia o mar, eu e você
No vaivém das ondas...
Vem o anseio de amar-te por inteira.
Sentada na areia da praia,
Como uma sereia a descansar
O mar, com águas cristalinas,
Refletiam teu lindo rosto, fazendo brilhar.
A tarde cai o sol vai ao longe se apagando
O mar vai engolindo o sol,
o entardecer aproximando-se
As horas passando, despercebidas, por nós,
Inebriados de amor sobre o sol ameno.
Os olhos se perdem no horizonte infinito
Sobre a imensidão das águas do mar que se agitam
Aos poucos, o sol escurece e vem a lua
Com seu brilho, calmo e sereno
Fazer-nos companhia.
A natureza como um presente mágico,
Um espetáculo de encantamento e beleza,
Contagia os corações apaixonados
Que num misto de amor e prazer,
Deixa a noite ainda mais romântica e bela.
As margens do Riacho do cacau que passam as águas,
Que lavam as pedras,
Atravessam os rios,
Se espalham nas garras do meu
Coração.
Na noite de luar,
Entrei no rio
Para lavar meu coração.
Sem perdão
aqueles que lavam as mãos
de costas pro mal que se expande
não as lavam com água e sabão
mas sim numa tina de sangue
Lágrima
As minhas lágrimas lavam a minha alma ao se derramar por esta face cansada.
As minhas lágrimas apertam o meu coração, fazendo sangrar.
As minhas lágrimas sufocam a minha respiração, deixando-me sem fala.
As minhas lágrimas são de dor tão profunda, que Lacera minha essência
As minhas lágrimas, lembram a saudade que sinto.
As minhas lágrimas me envergonham, me faz ver o quanto sou tão sensível.
As minhas lágrimas me fazem perceber o quão um coração pode ser tão frágil a ponto de partir, fazendo me sentir assim. Quando elas transbordam , sem que eu consiga para-las.
Eu não as derramava há tantos anos, que não lembrava mais de que quando elas caem, o coração aperta, a respiração modifica e a luz apaga dentro de mim.
Angelina Ribeiro
Elas vêm e lavam meu espírito
Minhas pequenas gotas de chuva
Que trazem pra mim velhas lembranças, e lágrimas turvas, de algo nunca antes dito
Meu pequeno lugar de conforto, pode ser bagunçado ou meio morto
Fato, reflete o nato ódio absorto, às linhas tênues entre a dor e o temor
Inquietude, me disseram, atrapalha o silêncio.
Porém jamais souberam, o silêncio era propenso, à trazer-me pensamentos, muitas vezes hediondos, e maçantes minutos se tornavam horríveis e longos
Mas sim, não sou livre ainda
Me faltam forças talvez?
Mas, de vez em vez, vejo a tão linda liberdade, cantando pra mim ao amanhecer, deixando a saudade, dos sentimentos que um dia quero ter
Mente de Poeta.
As vezes,
Entre as madrugadas frias que passo.
As neblinas lavam minh'alma.
Os escuros me enobrecem.
Breu que soa e ressoa nas poesias que me enaltecem.
De olhos atentos,
Percebo que as indignações são férteis.
Nas imaginações que vagam.
Névoas que se desfazem.
Icebergs que desabam e inundam os versos que eu faço.
Porquê tudo isso oh ! Senhor dos senhores ?
Porquê ?
Me dê ,
Me dê uma resposta oh! Santidade.
Me socorra dessa insanidade.
Antes que eu desapareça,
Nesse naufrágio......
Por vezes,
Enfatizo para mim mesmo.
Mente de Poeta que se abre e se fecha.
E tenta buscar o real segredo,
Das lacunas que se rasgam em suas qualidades e anormalidades.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Só quem se banhou no igarapé conhece o rio
das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos à beira do rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das canções à beira do rio se ouve de longe com saudade do tempo
Quando o rio corria livre levando as histórias e canções para o mar
Da gente
Só quem se banhou em suas águas conhece o rio
E lavou a alma quem ouviu as velhas canções que hoje são poemas e histórias
Daqueles que conhecem o rio.
O rio
Olhando alguém no caminho com lagrimas me fez aprender que elas refrigeram a alegria e lavam a saudade.
A triste geração que se estressa e se frustra por tudo
Andam de carro, uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas. Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade. Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida. Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude. Consideram-se vítima dos pais. Julgam. Juízes duros! Impiedosos! Condenam. Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado. Compaixão duvidosa. Amorosidade mínima. “Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio… Geração estragada. Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro. Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador. Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde merecer.
