Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Mente de Poeta.
As vezes,
Entre as madrugadas frias que passo.
As neblinas lavam minh'alma.
Os escuros me enobrecem.
Breu que soa e ressoa nas poesias que me enaltecem.
De olhos atentos,
Percebo que as indignações são férteis.
Nas imaginações que vagam.
Névoas que se desfazem.
Icebergs que desabam e inundam os versos que eu faço.
Porquê tudo isso oh ! Senhor dos senhores ?
Porquê ?
Me dê ,
Me dê uma resposta oh! Santidade.
Me socorra dessa insanidade.
Antes que eu desapareça,
Nesse naufrágio......
Por vezes,
Enfatizo para mim mesmo.
Mente de Poeta que se abre e se fecha.
E tenta buscar o real segredo,
Das lacunas que se rasgam em suas qualidades e anormalidades.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Olhando alguém no caminho com lagrimas me fez aprender que elas refrigeram a alegria e lavam a saudade.
A triste geração que se estressa e se frustra por tudo
Andam de carro, uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas. Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade. Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida. Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude. Consideram-se vítima dos pais. Julgam. Juízes duros! Impiedosos! Condenam. Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado. Compaixão duvidosa. Amorosidade mínima. “Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio… Geração estragada. Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro. Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador. Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde merecer.
Voto nulo é voto de quem se interessa por política e não daqueles "que lavam as mãos" e votam apenas pela obrigatoriedade, e depois nem se lembram quem votaram nas últimas eleições.
Chora o murmúrio do rio,
gelado e frio sem coração,
oiço as mulheres que lavam,a roupa no rio,
choram de saudade,de amor e paixão,
com as saudades das noites quentes,
e frias que faziam amor,
e agora sentem o vazio no seu coração.
Os homens que chegam a noite,já consulados,
adormecem sem saberem,o calor da paixão,
que as suas mulheres,os esperam com saudade e amor,
eles esqueceram que o calor da suas casas,
é sempre melhor,que um corpo gelado,
vazio,sem amor ou paixão.
La está o murmúrio do rio que chora e geme,
de frio sem amor ou paixão,
onde matamos a sede do corpo,da alma,
da nossa razão,corre rio,frio e gelado,vazio,
sem as lembranças,dos aromas perdidos,
choram as mulheres de saudades do perfume das flores!
Águas
Águas calmas.
Águas que lavam nossos rostos.
Águas que dizem frases aos poucos.
Águas que toca a alma, o fortalecimento de nossos ossos.
Terra que planeja.
Terra que acaba com o todo mal,
Diante de sua inveja.
Terra que cultiva.
Terra que nos regenera,
Terras que servem ao meu jardim,
Flores para ela.
O sol em seu amanhecer.
O sol ao entardecer.
O sol que brilha para eu e você.
O sol que raia o dia,
O sol que transformar todo o nosso amor,
Em alegria e harmonia.
Água , terra e sol.
Você é o principal símbolo dessa prosa,
Aqui são os encantos da natureza,
Aqui são letras denominadas sem tristezas,
Um pouco de prosa,
Escrita diante desse verso,
Um som das palavras,
Semelhante as características de nosso universo.
Se você conseguir atenciosamente decifrar esse poema,
Você consegue interpretar as formas mais simples,
De poder aprimorar o tom poético das palavras.
É um resume artístico,
É uma grande língua da arte,
É expressar digno um grande amor,
Com coragem em viver sempre a liberdade.
As Lágrimas
As Lágrimas lavam e renovam a alma.
E mesmo quando um grande amor nos deixa apenas a saudade,
nos vale muito viver intensamente o pouco ou muito que nos sobram da realidade.
W. Lira Franca
Do simples ao majestoso, os altos e baixos da vida se alternam tanto quanto as marés que lavam, e os ventos que sopram a face da Terra.
Ondas do mar que lavam as areias das praias, essas mesmas ondas lavem a minha alma, sem salgar meu coração
Dizem que as lágrimas lavam a alma
Mas nem sempre
As vezes as lágrimas escorrem feito ácido Corroendo tudo
A alma, o coração
Acabando literalmente com o ser físico
Mental e espiritual
Só conhece o rio quem se banhou no riacho
Das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos beira rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das cantigas a beira do rio de longe se escuta com saudade do tempo
Que o rio corria livremente levando pro mar as histórias e cantigas
Da gente
Só conhece o rio que se banhou em suas águas
E lavou sua alma que ouviu as cantigas antigas que hoje são poemas e histórias
Quem conhece o rio.
O rio
04/2009
Só quem se banhou no igarapé conhece o rio
das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos à beira do rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das canções à beira do rio se ouve de longe com saudade do tempo
Quando o rio corria livre levando as histórias e canções para o mar
Da gente
Só quem se banhou em suas águas conhece o rio
E lavou a alma quem ouviu as velhas canções que hoje são poemas e histórias
Daqueles que conhecem o rio.
O rio
