Um Estranho Impar Poesia

Cerca de 269854 frases e pensamentos: Um Estranho Impar Poesia

⁠Ela era assim, catava poesia ao vento,
Tinha sorriso largo de sol, choro curto,
Cabelos emaranhados na cor chocolate.

Inserida por RaquelOrdones

⁠Como poesia você surgiu em minha vida
Como poema você impregnou em minha alma
Tão pura, tão serena e, em simultâneo, tão calma.
Como os versos mais doces tomasse meu coração.
Fizeste da minha alma de menino um toque uma poesia , uma explosão.

Inserida por AlexsanderNascimento

⁠Alma do poeta

Ah, poesia que absorve meu tempo
com generosidade
minha alma engrandece
meu coração lateja felicidade
em todo lugar uma caneta
um pensamento
um rascunho
faz parte de nossas vidas
um caminhar de simplicidade
para entender nossa existência
extrair da essência
o que Deus nos concedeu
com muito amor
libertar-se do profano
apegar-se à missão
em deixar um mundo
mais belo
onde vidas se transformam
e o homem
torna-se mais humanizado
@zeni.poeta

Inserida por zeni_maria


Dia mundial da poesia - 21 de março

Ah, me embalo nas asas da poesia
no alvorecer de suas magias
nas horas estreladas
em devaneios
erguer os olhos e ruminar
para arriar na folha a fantasia
suspeita de um coração sonhador
lugar este que o mundo pouco percebe
o espaço ocupado
vivenciado
encantado
do artista poético
@zeni.poeta

Inserida por zeni_maria

⁠⁠
Na angústia das horas,
troco lágrimas por poesia.
Em cada verso carrego o mundo
de saudades
de despedidas
de retalhos de histórias
vividas ou sonhadas.

Inserida por Valnia

⁠Vesti-me de universo
Virei verso na poesia
Tornei-me sinfonia
Na dança da caneta de alguém...

Inserida por noi_soul

A POESIA

⁠Atenção, senhores:
a poesia
nem sempre cabe
nas palavras.

Para parir o verso...
As palavras flutuam
nascem e morrem
no mesmo instante
do pouso.

Silêncio!

Abram-se as portas!
O poeta descobriu
as metáforas!

Dizer- se,
Fingir-se,
Rasgar-se,
Embriagar-se...

Até a última
gota de alma.

Pronto.
Pariu-se a poesia!
— Que ruflem os tambores!
Até o dia clarear.

Inserida por eliete_carvalho_2

⁠Casa de Versos

Escrevo pra poucos.
Poesia escolhe os seus.
Vem mansa, mas não mente,
toca onde o barulho não chega,
acende o canto dos olhos,
sussurra o que o peito calou.


---

Não escrevo pra multidões,
nem pra mãos apressadas.
Escrevo pra quem cultiva silêncios,
pra quem sente o mundo em segredo
e se emociona com o que não se diz.


---

Poesia não bate à porta —
chega como brisa de fim de tarde,
se aninha sem alarde,
faz morada sem pedir.


---

Quem habita meus versos
ouve música como quem respira,
sente o vinho como memória,
dança com a própria sombra
e descansa na solitude,
como quem voltou pra casa.

Jonatas Evangelista

Inserida por jonatas_evangelista_1

⁠Almejo morrer sonhando

minha poesia
nunca foi poesia
sempre foram e
serão
meros arremedos
de poesias e de
poemas

palavras pobres e
limitadas
versos rotos e
sem rimas
deste
insuficiente e
limitado
leitor
que
ousou
ler a
sua alma
a alma da
Verdadeira
Poesia

e

em vão
tenta
(d)escreve-la

as palavras
que saltam
invadindo
sua alma

floresceram
de ti

apenas
te li

não que
o aroma de
carinho e Amor
não exalem
do meu pobre
sentir

admiro-me
todavia
que
em meus delírios
quando dizes
que
seu coração pulsa
como coração poeta

e provocas em ti
poemas e mais poemas
revelando-te Poeta e
a Mulher, Mulher Poesia

possam ser
causados
por minha leitura

não, não, não...
quem seria eu
a despertar
a Mulher Poesia?

rebelde
e
alienígena
aos sentires
desse mundo

sonho
assim
como tu
nosso
"mundo"
sonhado

quero
prefiro
almejo

morrer sonhando..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠DA COXIA DA POESIA

Só quando os olhos cerro, sinto a poesia
Suspirando em uma prosa cheia de ilusão
Os tons marcantes duma doce imaginação
Perdidos nos sonhos, em uma poética via
Só quando cerro os olhos, vejo a fantasia
A tudo esqueço e sussurro com emoção
Pra não acordar aquela singular sensação
Onde é sentido, e não apenas o que seria

Só quando os olhos cerro, vejo o alheio
Amor, por entre o agrado e a sabedoria
Nada ou pouco quero se for sem anseio
Só quando cerro os olhos, que há quantia
N’alma, nos poemas, sem nenhum custeio
Tudo pegado de dentro da coxia da poesia

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 setembro, 2022, 17’12” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠POESIA " O DESASSOSSEGO "

Desfacei-me de sossego
Nesta fria solidão,
Estando em paz comigo
Mas atribulada no coração

O que será de mim se um
Dia eu não te ver?
Seria eu tão fria sem
Sentir falta de você?

Claro que não!
Estou em meu sossego,
Falei de ti a Deus,
Apenas eu pedi
Que eu morra nos braços teus...

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA
" DESCONSTRUIR PARA DESCONTRAIR "

Permita-se desconstruir
Em teu interior à teu favor
Sem temor do falsário ilusório
Opressor

Agora, em tua nova história
Dirás " Prazer, eu SOU"
- Cansei de ser alguém,
Deixe-me cair para voar.

Desconstrução não destruição,
Apenas um evoluir por
Desamá o que fabricaram
Para mim

Assim pois,
Sou dona de mim, livre
Desapaixonada para
Te confundir... Quer me seguir?
Nasci forte demais para ficar ...

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Contágio

Se a pandemia é contagiosa
A poesia é contagiante.
Já que a vida nos contagia…
Que seja de poesia!

Inserida por MarcoARCoura

⁠POESIA " FICOU "

Nesta angústia onde se misturam
Mil dores, tristezas, desamores;
Incertezas e lembranças dos
Dias de flores

Te vejo ao meu lado sem medo
Que fostes, quantas dores,
Tu fostes, assim deixaste
Um desastre ao meu lado...

A solidão que grita em silêncio,
No meu peito hemisférios
Aparecem das neblinas
Que te lembro aqui,
Balançando olhando pra mim...

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠SOU A POESIA QUE ETERNIZOU

Não sou palavras apenas,
sobretudo sou poema,
Sensibilidade romântica
Que prega a presença e
Que na ausência neste instante,
Sem alardes prego saudades

Sem vaidades ou prepotência,
Prego o amor, a paixão, a essência;
Que no final de tudo, supera
Advergências, vence, vence e
Alcança excelência

Assim sou, poeta do amor!
Se tu tens uma dor de paixão,
No amor ou viveu decepção,
Ou ama e também é amado(a),
Se tu és romântico inclinado,
Me leiam e serão encaminhados...
Acolhidos pela magia da minha poesia...

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " NÃO SOU"

Se me viram como fonte,
Não sabeis quem eu sou
Nem precisa saber para que
Não me tornar tua dor

Quem disse que sabe
Só se tornou captador,
Daquilo que sabes pelo
Que alguém te falou

Não sou uma fonte,
Tão pouco referência;
Sou tua vontade de fazer
O que pensa,
Sou a atitude que a razão dispensa.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠Cada Poesia está para o Poeta
como cada Consciência está para a Alma, por isso,
cada Poeta está na escrita ao seu nível de Consciência!

Inserida por Eliot

⁠NARRATIVA

Sobre a folha, aquela poesia plural
No verso, sentimentos empilhados
Nas saudades, os suspiros arfados
Na quimera, a ventura sem igual
E, tudo, numa poética sentimental
De especiais eventos, ali pintados
Em cadencias e tons apropriados
Dando a escrita um traço visceral

É dum sussurro com certo legado
Cochichado de um intimo secreto
De um momento, assim, inspirado
Então, a poesia, se faz num trajeto
E o poeta não mais se senti calado
Narrando as sensações no soneto!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/09/2022, 20’53” - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠ARCA VELADA

Guardei na poesia os meus segredos
As saudades, lembranças. o que pude
Tranquei na cadência aqueles medos
Na rima, a tal dor, asperamente rude
E, fui buscar o que não tinha, amiúde
Aquilo que apraz, os olhares, os ledos
Ai, conservei nos versos a boa atitude
Mas, muitas me fugiram pelos dedos

O momento, passou breve, rude sina!
Assim, como a inspiração que ilumina
Mas, a esperança sempre apaixonada
Ah! quanta poética sensação arquivada
Nesta arca velada... ah! quanta rotina!
Versando paixão e a alma enamorada!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 setembro, 2022, 17’37” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠EM CURSO

Nosso fado é uma poesia inacabada
Uma sedução de pluralidade na vida
Rimas indefinidas e epopeia velada
Arrematada de chegada e de partida
Nos inspiramos a cada uma alvorada
Em cada poética há palavra incontida
Cheia de sentimento, contos de fada
Ou não, talvez, uma cadência ferida

É a narrativa do tempo num existir
A estória num sentido inteiramente
Mesmo que não saibamos, sentir...
E tudo é breve, prosápia, vai tendo
Quanto caso tem em uma saudade
Quanto drama em cada odes sendo

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 setembro, 2022, 15’17” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol