Um Estranho Impar Poesia

Cerca de 275718 frases e pensamentos: Um Estranho Impar Poesia

Ainda lembro do exato momento que me fiz poesia
Foi num fim de tarde, sol e chuva
Ao abrir os olhos eu enxergava e mais sentia.

Inserida por gislainnes

O CONFORTO
A poesia me incentiva, me liberta de meus sentimentos péssimos de ser sentidos.
É como terapia todos os dias.
Nos dias mais escuros, sem forças, ainda assim procuro alguma luz, nem que seja no final do túnel, eu a procuro.
Luto todas as manhãs para não me perder no abismo
E na madrugada olho pro mar, mar de palavras, procuro ter argumento mas meus sentimentos machucam demais.
Tudo isso acabará quando a última pétala de dálias cair.
Tudo acabará quando uma jade vine ser entregue em minhas mãos.
Tudo acabará quando você deixar de me amar.
Tudo acabará quando a estrela mais brilhante perder o seu brilho.

*_CRYSTAL_*

Inserida por Dsteodozio

Poesia 1

Sonhos

Sonhos são feito fumaça,
feito nuvem quando passa,
arrastada pelo vento,
forte, fraco ou só um alento
que invade o pensamento
num segundo ou só um momento.

Sonhos são feito saudade
e 'as vezes, novidade
Inundando nossa alma
dando força, calor e calma
Nos fazendo pensar que a vida,
pode ser imaginada e vivida.

Sonhos nos trazem lembranças
e 'as vezes, também esperanças
De que algo novo pode ser produzido
ou, algo velho pode ser modificado

Pois, sem sonhos,
não prosperamos
Sem ter o que almejar,
nos paralisamos

Inserida por sonia_fragoso

Para ti, meu/minha AMIG@ Virtual…

Adoro em poesia, a ti contar;
Todo o sentir, sentido em mente e na Alma;
Que em mim existe pra te elucidar;
Com toda a destas duas, em mim, calma!

Adoro, transmitir-te o meu saber;
Agregado a meu, todo imaginar;
Para a mim, cá te dar a conhecer;
Num mascarar, que a nós, anda a abafar!

Que bom pra mim, é este meu sentir;
Sem qualquer máscara, a ti dirigido;
Por desse sufocar, me libertar!...

Por tanto este eu a ti dar, me permitir;
Oferecer-me a ti, como a um AMIGO;
Por de mim, para ti; só haver DAR.

Com ALEGRIA, por tal;

Inserida por manuel_santos_1

POESIA "MEU JARDIM, SEU OLHAR "

Nos olhos trago sua imagem
em escultura, foi cruel a despedida.
Um olhar tão profundo, tão puro, bem real,
como uma flor no Jardim da formosura;
Eras tu em meu olhar.

Ali te olhei bem na mínima
de teus olhos donzela,
Teu rosto para mim sorria, como o céu coroando a lua com suas estrelas,
Então ardeu a guerra desabrida.
Sua voz, ah, essa voz...

Um dia o rosto carregado e triste,
Voltou com alegria, pois dali fugiste
Por ter expirado à mesmice para viver
Em teu seio outro afeto que poste em si.

Como folha que o vento entrega ao rio,
Me veio minha fugitiva e amada!
Foram sacudidas minhas pernas,
Trêmulas, enfim meu jardim floresceu de sua formosura.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

POESIA VOZ SUAVE

Sua voz tão suave perde
o grito em mim;
Entre nós ela é suave
e tornou-se melodia nas
minhas canções.
Ouvir-te é tão legal que
minha voz falha sem argumentar
nossas resenhas,
apenas quero ouvir-te...

Um raio de sol na madrugada
à margem das minhas reflexões,
pausa para ouvir o silêncio,
uma suave voz de outrora
Nasce com uma nova manhã,
Uma melodia suave, linda e presente...

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

A poesia também Evangeliza
Quando flui a razão.
Atrai atenção.
Fala de vida.
Da cruz.
Do enganoso coração.
O madeiro mais pesado que se viu.
A impiedade daquele covil.
A luta cotidiana.
Século XXI.
A herança tirana.
Oh céus.
Nos livrai de Judas.
Do olhar de Pilatos.
Do chicote e da coroa de espinhos.
Lembrai dos pergaminhos.
Que conta a história.
Que refresca a memória.
Do ódio que existiu.
Tentou.
Mas o amor não consumiu.
Hoje minha poesia vem falar.
Tolerância e prudência.
Reflexão e referência.
A esperança.
A fé.
A porta prometida.
O próximo.
A viúva acolhida.
Nossas crianças.
Nossa perseverança.
O homem se inclina negativamente.
O mundo é dividido.
É misto.
É dúvida.
Mas existe também a certeza.
Ainda que o povo Seja arisco.
Oh altíssimo.
Suplico tua misericórdia.
Teu socorro.
Em nome de Cristo.
Giovane Silva Santos⁠

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠A poesia crônica que consegue sentir o Brasil
Mapeando o alcance das palavras, a quem nelas dão patadas, uma pena, pois é uma sinfonia, engloba razão e poesia, veja essa crônica, literatura dolorida e um pouco de fantasia, mas no fundo é real, profunda e sem demagogia, minha, eu, a poesia alcança as chibatadas sofridas, escravos modernos e das antigas, o índio e sua delicada situação desde primórdios começo então até hoje, sinto, grito, sofro, o Brasil estuprado, meu povo, o drone mais poderoso não consegue alcançar, biometria que não explica nenhum DNA, o que dizer dos rios volumosos e das ingazeiras, genipapos, tudo se transforma, o trem bala, o esgoto a vala, o podre tietê que nenhum político quer saber, Tóquio, Veneza, Paris, meu manjerona, deitado na lona a cicatriz, de lembrança e lambança que a elite empina o nariz, e minha poesia grita nesse silêncio, que a letra vem formar, o propósito, o sonho, se ando em rebanho, sozinho não sei falar, mas o que se sente , não pode ser indiferente, que o amanhã nos permita e ensine a lutar.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Ninguém conhece o teu caos,
quem vem de fora nem diria.
Se só lê impressa a poesia,
te enxerga como paisagem.
Ninguém nota a expressão torta
nascida da ansiedade.
São tantos excessos que batem,
é tanta coisa que desorbita,
e a gente se percebe um raminho
precisando de chão pra crescer.
Flortalecer e se livrar da velha folhagem.

Inserida por TatianaGraneti

QUERO COMER TUA POESIA

Tua litera fascinante
Teu talento fulgurante
Me alicia
Misturo meu riso e teu pranto
Te como a língua
E me encanto
Degluto tua melodia
Sem saber te busco tanto
E me deixo, no entanto
Ser minha antropofagia.

Inserida por joelpersa

⁠CAOS (soneto - II)

Do fundo da minha poesia, ouço e canto
Uma inspiração em suspiros e peugadas
Da imaginação, nas sofrências magoadas
Em um pélago de devaneio e de encanto

Às vezes, um torpor de o meu pranto
Escorre pelas rimas e pelas calçadas
Dos sonetos, são saudades coalhadas
Clamor da dor que retintim no tanto

Da alma ... assim agonia, glória e luto
Poetam choro e hosana, no meu fado
Numa fermentação de um senso bruto

Então cá pelas bandas do seco cerrado
Os uivos do peito que aqui então escuto
Transforma o caos em um poema alado

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
29, junho de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Vou pintando meu mundo com cores invisíveis, vou imaginando poesia e escrevendo nas nuvens.
Vou amando você na imaginação, vivendo de fantasias, devaneios e ilusões.

Inserida por Cidinhaalmeida

⁠LEMBRANÇAS

Muito me agrada
Nessa vida..

Os livros mais antigos
Os cadernos de poesia
A calça desbotada.

O abraço dos amigos
Conversas jogadas ao vento
Unidos num só pensamento.

Saudades eu sinto
Da minha doce infância
Como era bom ser criança.

A vida passa feito o vento
E o nosso contentamento
É acreditar em dias melhores.

Farei da Poesia
Minha vida
Minha história.
(Conhecer novos amores)

⁠Covid-19 EM ALITERAÇÃO.
A POESIA DE JUVENIL GONÇALVES.

Corona covarde, carrasco de coroa cromada, cristalizada, crostada, criando carnificina, comandando cobras cascavéis que comem carne crua cuspindo chuva contaminada, cunhando coisas cruéis como chacais carrascos, carniceiros, cancerígenos, capazes de causar cheiro chulo de chulé clonado e coado nas cloacas chocas causando crise de carona no carro corola conduzido com Covid-19... Caramba!

Vírus voraz, viajante, viciado, viscoso, viajando, vagaroso, veloz, vagueando pelas veredas das vidas veladas vacanciosas, voláteis, vendo vítimas vivenciar com vontade vitalícia de volúpia, vacilando nas vísceras dos velhos vulneráveis, voando velozmente no vento venenoso. Víbora, vendo à vista a vontade de vencer o verme de virada chamado vírus vampiro...

Inserida por juvenilcosta

⁠⁠"Muitas vezes sou tomado pelo pensamento de que a poesia e a literatura não me servem de nada, que meus textos são pura insignificância e perda de tempo.
E é logo após tal pensamento que mais me ponho a escrever. Primeiro rejeito a mim mesmo, depois rejeito minha própria rejeição. Sem escrever, não sou. Se não pudesse escrever para fora de mim, o faria dentro de minha própria cabeça."

Inserida por fernandoalgopensa

⁠Poesia Nublada

Ei, você mesmo que está lendo,
já não ouço mais o seu canto,
o que houve?
Sinto falta das suas poesias
declamadas entre risos às 02 (h)
da manhã.
Eu sei, você se foi,
a chuva chegou,
escondeu o sol,
o meu sol se foi.
O que tenho é um dia nublado,
com nuvens espessas em pleno céu,
e ainda assim, o dia alvoreceu,
eu ainda acredito em arco-íris.

Inserida por MarcioAndreSilvaGarc

⁠Se Gostas de Poesia...

Se gostas de Poesia;
podes Pôr aqui gostar;
pois dar-te-ei toda a alegria;
que aqui andas a procurar!

Tudo de mim, te darei;
A em verso meu, recitar;
Pois muito gosto terei;
Em esse de ti, gostar!

Acredita-me Amiguinho/a;
Pois de mim, podes contar;
Com muito Amor e carinho;
Em todo o meu partilhar!

Se tu a mim, cá deste um "gosto";
Por tal, a Ti vou afirmar;
Mesmo sem ver o teu rosto;
Mil gostares te irei dar!

Por tal, meu muito obrigado;
Não te irás arrepender;
Terás de mim todo agrado;
Acredita; podes crer!

Deste viver pra morrer;
Só havemos de levar;
O que nele O nosso Ser;
Soube nesta vida dar.

Se gostas de poesia;
Cá de mim, tudo darei;
Pois a consolar teu dia;
Também meu; consolarei!

Com carinho;

Inserida por manuel_santos_1

⁠A poesia sempre confessa
O que se pensa.
O que se sente.
As vezes uma faixada escura.
As vezes uma clareira transparente.
A poesia rima.
Sorrir.
Canta.
Alegra.
Chora.
Do ontem e do porvir.
É uma prosa entre a vida e a alma.
A profundidade da fala silenciosa.
A emoção.
Oh essa, sim.
Uma vidraça super frágil.
Uma parede de concreto, uma barragem.
É um vento que pulsa de Sul a norte.
É a tentativa de explicar a vida, quando cheiramos morte.
Tão violenta e tão suave.
Olhos que enxergam além da trave.
A poesia explica e incita.
Faz fadiga para a próxima letra.
Sempre há um enredo, uma treta.
A verdade que as alegrias e os conflitos.
São posses do livre arbítrio.
E eu.
Mergulhado no universo da incerteza.
Ao que espera de um espírito a leveza.
De perceber a vida.
De entender cada processo.
Porque cada embate sobra dois caminhos.
Desistir ou lutar.
Hoje fico com essa poesia.
Que o espírito venha revelar.
Das fraquezas e possibilidades.
Que venha a sagacidade.
De querer abraçar a vida.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠A poesia viaja
Sim.
Ela é sonho.
É puro devaneio.
Muitas vezes explica.
Implica
Suplica.
A poesia é pra mim.
A realização.
Como se aceitasse meu pedido de perdão.
Ela nunca diz não.
Quando eu me calo.
Ela pede expressão.
Eu falo tanto e muito.
Aqui de fato o meu intuito.
Libertar me.
Decifrar o oculto.
Do mundo.
De mim.
Da vida.
Do tempo de luto.
Minha morte minha vida.
Minha querida Severina.
Meu barranco que escoro.
Na lua viajante que moro.
Além de Marte.
Poder e dinheiro.
Guerra com estrangeiro.
A paz, eu, timidez.
Que falta faz a loucura outra vez.
Eu rei.
Eu sem derrota.
Mas a regra bate na porta.
Eu covarde surge.
Engaiolado continuo.
A sociedade ruge.
A hipocrisia viva.
A poesia viaja.
Na mesma proporção minha mente.
Quer criar asas.
Eu questiono e pergunto.
A quem pertence a chave da algema.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

PROVOCAR (P)

⁠A poesia que vem a calhar
É a dita pelo marulho do mar
Que faz a nuvem chorar,
O vento silvando cantar
E a passarada ouvindo calar...

Inserida por SednanMoura