Um Estranho Impar Poesia
Sou pedaços de um amanhecer suave, tenho pensamentos doces ao olhar o sol, murmuro orações de Paz a todos os seres, pois de Amor sou feita e de silêncios vivo.
Pensei que chorar fosse coisa de gente fraca, mas acabei percebendo que chorar é um modo de defesa, de liberar toda a dor que te consome pouco a pouco...
Com a mesma paixão, é capaz de recitar a genialidade de um filósofo ou artista distante enquanto aponta como louco ou bobo, o outro gênio da mesa ao lado.
A beleza física da mulher é como um delírio aos olhos do homem cansado, mas seu coração pode ser negro como um abismo, e tem o poder de matar até o varão mais astuto ou o guerreiro mais poderoso.
As sereias desse lugar são como um brilho à ter vida na escuridão, são como uma estrela que brilha sozinha no céu em dia de lua cheia, talvez sejam essas sereias quem fazem desse lugar; um eterno conto de fadas!
Sou um tipo único e especial, sou um tipo tão raro quanto algo que ainda não foi criado, descoberto ou encontrado, sou algo sem explicação, algo que nem mesmo o dicionário poderia explicar!
Olhemos tudo com atenção e carinho, não deixemos passar nem um único dia de nossa existência sem saudar a vida, a música e a poesia dentro e fora de nós...
Se o cântico for um preceito na qual tire de uma galáxia caliginosa uma estrela refulgente, portanto sim, quero ser trovador.
Há coisas que fluem como rios, outras que esperam como pontes. A vida das coisas se pende por um fio se te calas.
Oque pode acontecer? Uma flor floreser com ela se encantar, sem parar você para pensar, veras um caminho para caminhar ao brilho do luar poesias vão nascer, de cada canto da estrada um dia novo vamos ter, na chegada da aurora mais lindo do que possamos descrever um sorriso poderoso te extasiara não encontrara nenhum outro, jamais tão zeloso como o do amanhecer
Paranoicamente durmo ouvindo os zumbidos de uma conversa prepotente recaída para um lado qualquer (tanto fez, tanto faz), tudo bem, vem de cá/vem de lá, ai meu Deus, eu vou rimar, perdendo assim todo o sentido.
Eu tive menos de quinze segundos para apreciar àquela beleza, ao menos um passo eu pude dar em sua direção. Não era justo e não foi, porque naquele dia eu achei que podia abraçar o mundo e foi o mundo que me engoliu. As pessoas acham que possuem a vida inteira para fazer da vida, inteira. Eram dois centímetros até ela, e em dois centímetros eu medi sua importância. Você se faz completo consigo mesmo, mas infinito a gente se faz com o outro. Contamos calorias no lugar de estrelas e é assim, aos poucos, que vamos dissolvendo a alma. Eu a julguei tola e não olhei para trás. Duvido muito que se eu tivesse outra chance faria diferente, porque a gente só percebe a estupidez que faz sendo estúpido, então não espere acertar antes de errar. Eu poderia listá-la em dez idiomas diferentes, mesmo não sabendo nem traduzir àquele português estilizado dela. Antes que ela sorrisse, eu preparei meu coração para uma maratona infinita de flechadas de pequenos sintomas amorosos, mas de nada adiantou. Observando-a, daqui de cima, ela não me parece tão inalcançável assim, não é tão intocável, muito menos vazia. Eu não sou do tipo especial ou surreal, mas eu possuía algo raro e único. Quando a necessidade que você tem de provar ao mundo que é feliz dá lugar ao sorriso fácil e a alegria tola, você ganha o milagre. Foram tantas as vezes que eu não percebi, que eu fingi que não vi que agora eu a teria em menos de um piscar de olhos. Ela desabrochou como um lírio e fez de mim um ciso que só nasce quando se cria o juízo, mas que precisa ser arrancado, porque agora é dispensável. Não tenho dó de mim, nem remorso dela, afinal fui eu que não peguei meu sol quando ela me disse "- O que você faria se um cometa colidisse com as estrelas?"
Agora torno-me escritor, que também é criador, só que a minha criatura não é um ser, em si, e sim um texto para mim e talvez para você um pensamento que relembre um certo ser, ou uma certa sereia.
Levou consigo as petúnias que um dia se abriram e logo murcharam. Levou a neblina o pretenso braço desguarnecido de euforia e sobretudo capturou o que não foi nem inventara e tampouco fez de conta que eram contas silenciáveis. Deixou somente um fio contrastando com a erosão para não ser totalmente estéril e ouvir em sua quase declinação. “Não seja um inseto dos destinos. Foi brevíssima e dúctil a docilidade com que numa farta ironia satirizou a indumentária como um lapso mordaz. Não me sobrecarregue com adjetivos como se fossem graças disponíveis em que não mora nenhuma gramática. Nesse quase mensurável êxtase aceito que partas sem partilhar-me silêncios ou livros ou cetins. Sou dos cortes não cerzidos mas polidos pela simbologia pelo gesto isento de tragédia. Sou uma concepção atípica um cajado sem declínios”
Todos nós somos como versos soltos de um poema, que somente nos olhos certos podemos ser vistos em nossa real essência
reconhecer não e ruim ,ruim mesmo e vc viver em um mundo de ilusão ,e passar horas pensando em uma pessoa que não tem a mesma reciprocidade que não da a mesma proporção de carinho e atenção que vc se entrega..
Cada passo dado na vida, é um motivo a mais para agradecer a caminhada. O destino pode ser longo, mas com perseverança, em breve o alcançará.
Quisera roubar um pedaço do crepúsculo e assim tocar o infinito, pois ele sempre existiu e existirá. Sigo então à procura desse âmbar intocável em mais uma tarde que esmorece em direção à noite. Nesses momentos sou uma sombra, perco-me e preciso cantar para saber por onde anda meu coração, pois ao crepúsculo de cada dia - mais um pedaço se vai. Sou finita, jamais saberei as verdades todas. Quem toca-me é a mão de veludo desse entardecer. Junto a ele faço uma prece, agradecendo mais um dia, mesmo que não tenha sido tão bom, mesmo que a esperança tenha vacilado ou que a saudade tenha dado o ar da graça dentro do coração, mas este é forte e tem lugar para muito mais ainda.
Eu como poeta, não nos resumo a apenas um termo, pois somos maiores do que pensamos. Temos o poder nas mãos de transformar a dor, a angústia, o amor, em textos carregados de sentimentos verdadeiros e intensos. É um diário aberto, em que temos a coragem e ousadia de demonstrar nossa alma, nossos erros, pois somos seres falhos, que reconhecemos nossas fraquezas e mostramos ao mundo como ela age dentro do nosso interior.
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