Um Estranho Impar Poesia

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A História prefere Lendas do que homens e mulheres.
Este registo que começa quando eu era apenas um rapaz.
Prefere nobreza a brutalidade.
Discursos sublimes a ações desinteressadas.
A história recorda a batalha lendária, mas esquece o sangue.
A causa da liberdade.
A causa primeira sobre a qual os nossos antepassados contruiram esta grande nação!
Seja como for que a história me recorde, se recordar alguma coisa...
Será apenas uma parte da verdade.
Porque seja lá o que eu for, um marido, um militar, um poeta, uma lenda.
Sempre pensarei em mim como um homem do bem que lutou contra o mal.

Inserida por richard_felix


Eu queria um poema bonito
Daqueles que deixam a gente feliz
Poema com cor
Cheiro
Com gosto de quero mais
Logo cedinho o encontrei descansando no fundo da xícara do meu café
Andando em uma calçada o vi no sorriso banguela de uma menina lambuzada de sorvete
Quando a noite caiu o encontrei dormindo a meu lado
Parecia feliz.
Repousando no travesseiro

Inserida por ElisBarroso

O amor e a saudade


O amor, as paixões da carne são tão atraentes
A carência de um coração latente é tão doente
O amor de verdade é sonhador, nunca mente
A carência dos corações são fracas e descrentes

A saudade vem como uma brisa marítima no meio do deserto, você não sabe como ela chegou ali mas agradece o frescor que ela trás de dias áureos de sua vida, onde talvez, você era bem mais feliz do que agora.

Se você apenas fechar os olhos então será teleportado pro exato momento onde tudo aconteceu, a única terra onde ninguém pode tomar de você é a terra da imaginação, ali não existe presente, passado nem futuro, existe apenas sua mentalidade que vaga por entre o tempo e a gravidade.

– Eros Delyon

Inserida por DonXXI

⁠O som da tua voz a pólvoras de distância.
Me guarde no seu bolso como um doce
que comeria depois.

Faça mantras com meu exímio e me reze antes de dormir.

Tudo o que eu fiz pra você era o que eu sentia.
E teu cheiro não irá me confundir novamente pra essa armadilha.

Inserida por HudsonHenrique

⁠Eu escrevo um poema na areia,
Como escrevo no papel,
Eu posso ter letra feia,
Mas o que está lá escrito é um mel!
A minha parte poética é uma artéria não é uma veia!
Agora vou te comprar para o Natal um anel!
É a sério e a minha vontade por isso anseia!

Inserida por lil_ebo

⁠Então, em um dia quaisquer,
Ou, bem!
Que infâmias convertem me em náusea agora!
Não foi um dia qualquer!
Ainda não esqueci de meus nobres antecessores.
Sim!
Me lembro perfeitamente.
Foi quando olhei os montes de olivares e de súbito lembrei me de seu Zaratustra de Nietzsche!
Coquei me a pensar!
Falta - nos homens postamos como Nietzsche!
E poxa vida esse cara permeia sempre meus pensamentos.
Ando a questionar por demais as coisas.
Nessa humanidade cruel que nem a seu parópio Deus dão descanso.
Más!
Más talvez haja um equívoco ai de minha parte!
Pois os leva em bolsos e tapa lhe os ouvidos,
onde não entra as matriarcas e os sacros de seus hábitos familiares.
E o retira de volta em travessas da Augusta.

Roga te outra vez para que os protejam de transeuntes com cheiro de fome.
E das putas baratas, que dão plantão pelo pão, ou pó,
Com restos de seu ultimo cigarro jogados em vielas.
onde lixos são levados somente em enchentes chuvosas, com cheiro de podridão.

Inserida por LhiRiosPonte

⁠Foi pedido ao tempo
para ficar mais um pouco
Saciar minha fome
Não se nega alimento ao homem
Estava esperando por um pedaço de oração
Deus, bom menino!
Fez muito mais
Me deu asas
Para voar no chão de sabão.

Inserida por thinking19

⁠Muitos falam de amor
Fazem juras e promessas
“Caso, viajo”… um ator
Logo se desinteressa
Quem ama tem mais ação
Não fica na enrolação
Sai fora, não entra nessa!

Inserida por RomuloBourbon

⁠E assim fora-me roubada a essência, o âmago, o cerne; fora-me roubada a identidade em um golpe que embora ideado, teve o poder de atingir-me com a mesma brutalidade com a qual um raio atinge a árvore deixada ao léu em campo aberto, ceifando seu tronco em duas metades rivais.
Então acusaram-me de atentar contra quem eu era, de dilacerar a essência velha em função da debilidade nova. Me denominaram impostora, esvaziaram-me a clareza, condenaram-me por uma prolixidade inventada. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
Por isso jogaram-me contra a parede, questionado a veracidade de tudo o que tentei dizer, mas que graças à língua não fui capaz de fazer. Duvidaram de minhas dúvidas e de minhas certezas. Questionaram-me e fizeram questionar a verdade que costumava me guiar. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
Porque acreditam valer mais a palavra do que aquilo que se quer dizer. Falam da confusão de minha escrita porque nunca conheceram a de minha cabeça. Exigem uma clareza que nem a mim conseguem me entregar e em meu martírio escolhem se deleitar, porque são p*tinhas de uma normatividade torpe e vulgar. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
E antes de mais nada, assumo minha raiva e minha tentativa de negar o que quer que seja que possa meu ego contrariar. Por isso não pestanejo em afirmar que trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.

Inserida por apatiatropical

⁠Muita gente vem dizer
Que esse ano foi perdido
Que não teve um prazer
Nesse tempo tão sofrido
Mas há muito a se fazer
Então quero agradecer
Por mais um ano vivido

Inserida por RomuloBourbon

⁠Cada novo amanhecer
É um convite a renascer
Crescer, mudar, melhorar
Caminhar com fé, viver
Céu azul de novidades
Mar de possibilidades
Só fazer acontecer

Inserida por RomuloBourbon

Nessa noite de natal
Não quero ganhar presente
É melhor ser virtual
Do que ter um monte de gente
Vou tapar minha chaminé
Fica em casa, “Seu Noer”
Vamos deixar mais pra frente.⁠

Inserida por RomuloBourbon

⁠Reflexões sobre o ocaso I

Vestiram-me um paletó preto,
Calçaram-me um belo sapato.
Senti-me importante.
Era a primeira vez
Que calçava sapatos.
Quando precisei, não os tinha.
E para onde irei
Não precisarei usá-los.

Inserida por poetamarcosfernandes

⁠Já comprei minha agenda
Vinte e um vai começar
Tanta coisa a se fazer
Mas ainda vai esperar
Faça hoje, viva agora
Pois a vida não demora
Diga “amo” a quem gostar

Inserida por RomuloBourbon

⁠De mim “Poeta” para Ti leitor…

Mesmo a não vendo aqui de ti um só “gosto”;
Não é por tal que irei desanimar;
Apesar de tantas vezes ficar;
Triste por ti, em me dares tal não-gosto!

Não fiques tu triste, é meu desejo;
Sempre que pra aqui te estou a aconselhar;
Porque ponho-me sempre em teu lugar;
Porque mais que a mim, sempre em ti me vejo.

Que bom para mim é o aconselhar;
Nesta forma de escrita ou poesia;
Criada com o intuito de um gravar!...

Por saber ter na mesma o a mim passar;
Para ti, como a pura maresia;
Tão passa quando estás à beira-mar.

Inserida por manuel_santos_1

⁠Do alto um vento quente
Bate no rosto da gente
Um ar meio eloquente
É Deus inconsequente
Tomando tudo à frente

Inserida por glauce_leite

⁠O que sou?Um ser ignorante,
que se firmou,querendo ser gente.
Adornou de planos sua mente doente.E tentou ser mais do que palavras,mais do que sonhos,uma tentativa errada.Se fantasiou de metáforas,frases errantes,falácias.
Buscas ordinárias de expressão.
Expeliu seu ser,maquinou entre tecidos poemas,não querendo ser calada.
Fez da poesia seu paço seguro numa boca fechada. Um emborcar dentro de si.Mas emudeceu...
Parou de discorrer linhas ,merdas prensadas em grafias esquisitas.
Amarrou os dedos em laços de fita e se fechou em camisas de forças,onde o silêncio é o grito de uma boca trancada.
Só quem realmente acredita em sonhos agasalha a poesia como ninho.
Dolorida caminhada onde sempre busco a fé para continuar essa jornada.Um abraço amigo.

Inserida por andrea_dangelis

Reflexões sobre o ocaso IV

O que me sobra
Ao fim da caminhada?
Um punhado de terra
E ser comida de bactérias. ⁠

Inserida por poetamarcosfernandes

⁠Nem a conheço, mas ela assim é
É mesmo grandiosa,
A esta vou dar um livro e um buquê,
À outra dei um poema e uma rosa!
Não me perguntem porquê,
Porque eu digo que ela é linda e jeitosa!
Tu usas a retórica que é arte de bem falar,
E por amar-te e por te querer tanto já me quero matar!
E por falar em convencer,
Eu também te convencerei,
Que tu vais em amor por mim arder,
E eu vou ser o teu rei!

Inserida por lil_ebo

⁠Não tenha medo
da palavra "fracasso,"
porque ninguém vai querer
comprar um fracassado e ele ficará em paz.
Mais assustador é a palavra "sucesso"
pois, a alma se venderá facilmente e eu digo que,
não há maior fracasso
do que vender sua própria integridade.