Tic Tac Passa o Tempo
Só existem duas certezas, a certeza da morte e o tic tac do relógio, por isso não busque uma certeza, viva e, na pior das hipóteses você terá aprendido novas lições sobre a vida
E o relógio tic-tac. Pensamento vai. Saudade bate e fica.
Justifica para a razão, explica a emoção.
E o tempo? Ah! ele não tem ajudado. A medida que ele passa, fica mais difícil manter o pensamento na mesma proporção de distância que nossos corpos.
O coração feito um relógio: Tic-tac bate na hora de amar.
Quando a bateria nada diagnostica, basta um beijo para acelerar.
O coração feito bomba relógio: Sempre dispara quando o amor detona.
O coração não é medida de tempo, funciona no despertar de belos momentos.
Sonha acordado em silêncio, por uma fração quase realidade.
O coração é arca valiosa que a preciosa memória lembra, com tanto amor e poder.
Tic-tac
Tic-tac
O despertador interrompe o descansar.
Na vida, segue a terrível luta contra o tempo.
Acordo cedo pra não me atrasar,
São duas horas só no congestionamento.
No caminho quase durmo dirigindo,
E ao chegar eu não posso nem piscar.
Os donos do mundo sempre exigindo.
São poucas horas para poder descansar.
Meus horários de sono ninguém abona.
E quando em casa consigo chegar,
Triplico as doses pra poder desestressar
E aguentar o sistema que rotula,
De qualquer forma sei que não vou aguentar
Pois não há tempo pra poder ler a bula.
Pois não há tempo pra poder ler a bula.
Não há tempo pra poder ler a bula!
Eu aguento tudo,
Todo mundo,
Mudo,
Calado.
Pra não ser taxado
"De cara errado pra minha filha".
E sigo nessa trilha
Sem saber onde vai dar,
Vivo à colher impostos pra poder me aposentar!
Eu já não consigo,
Eu mal tenho meus amigos.
Que também estão puxando vagões
Pra esse vilões que roubam minha vida
Em troca de comida e lugar para morar.
Entre vender a alma ao diabo
E aceitar tudo calado
Eu não sei qual dos dois lados
Pode mais me explorar.
E é por isso abandonarei tudo, e todo mundo
Quero ao menos um segundo de paz.
Sem ter em nenhuma central de serviço
Escutar aquela voz robotizada
Que nunca resolve nada.
Quase tudo conspira
Pra te fazer pagar até o ar que tu respira
E seguir essa vida marcado em "V"
A retina reversa, segue o suficiente pra sobreviver!
00:50 e eu aqui literalmente contando os minutos do relógio pra te ver!
Cada tic e cada tac me fazem acreditar que o sol está mais próximo de nascer ao leste...
Hoje até tentei me conter, não pensar, não lembrar e muito menos imaginar, mas...
Não sei como será, não sei se vai me abraçar, se vai apenas dizer oi. Se vai dar um sorriso ou mesmo simplesmente dizer bom dia! Na verdade, não sei nem mesmo se vai estar lá, se vai me receber...
De todo jeito, viajo imaginando inúmeras cenas possíveis. Sonhos perfeitos e imperfeitos. O que importa agora é dormir e acordar saindo pra mais um capítulo de um longo e infindável livro.
Tic tac, mais uma volta no relógio, mais um minuto perto...
Saudades demais da sua pessoa, da sua amizade, do seu jeitinho.
Ouço ruídos estranhos durante a vaga e silenciosa noite. Quando o tic-tac do maldito relógio que soa em eco pelo corredor deserto faz minha mente oscilar. Realmente posso estar vulnerável à morte. De fato pessoa nenhuma poderá me salvar enquanto meu corpo estiver queimando, quando o sangue borbulhante escorre sobre meus braços e em pingos tocam o cálido solo das trevas.
Chuva cai lá fora
o céu chora, aqui dentro
minha depressão piora.
Tic-tac lá se vai
mais uma hora.
E dai? Que diferença vai fazer?
Nada mesmo ia acontecer
Perdido, sozinho, nessa escuridão
parece que a falta de companhia
congelou meu coração.
Me sinto sozinho, vivendo num vazio.
Acredita cara, é uma merda ter de trilhar
esse caminho sozinho.
Lá fora ou aqui dentro
que diferença vai fazer
sentindo que ninguém dá
a mínima por você
e o que eu acho, e o que eu sinto?
E daí, que diferença vai fazer?
Tentando expor meus sentimentos
essa chama me consome
a verdade é que eu me sinto
na droga de uma prisão.
Sentindo um turbilhão de sentimentos
Loucura, doideira.
Psicose corriqueira.
Tic tac, tic tac. Todo dia, nas mesmas horas, a porta do relógio abre, o cuco canta e não tem platéia.
O tic tac da vida
Tuntum bate tambor, na dança, na lambança, na semente da dor, é a peste viva e enraizada, no caráter dessa pátria mau amada, destila se um veneno fervoroso e poderoso contra uma classe majoritária, aquela mais precária, porém a manifestação é sedentária, triste situação, por uma reles ocasião, essa turbulência, o juiz não chama para audiência e tudo parece normal, mas o clima global tem sofrido rompimentos de direção, seria a haarp ou devastação, a natureza em destruição, o avanço da tecnologia, junto com ela a demagogia, porque, uma classe de poder, insiste em dizer que tudo vai bem, meu amigo, atente o que diz nosso senhor, o maligno tem a terra por penhor e somos moradores nesses currais, onde a alma de muitos é de satanás, não estou isento e nem fazendo julgamento, mas a máquina mundial está de parafuso solto e a loucura está crescendo a cada dia, a matéria transparente que o povo ignora e muitas palavras não são lidas, mas o rebento da dor está no tic tac da vida.
Giovane Silva Santos
Já perdi as contas de quantas vezes contei cada tic tac do relógio esperando você entrar por aquela porta.
Em plena madrugada, acordada
lápis e caderno em mãos
e o meu coração
caído no chão
Tic-tac do relógio
pinga - pinga da torneira
em meu peito um vazio
pernas em tremedeira
Escrevo aqui sensações
medos e pesadelos
faço aqui minhas orações
esperando aquietar meu
coração
O caderno não me julga
o lápis me é fraterno
talvez agora eu durma
no abraço do meu caderno.
_____Juliana Rossi Cordeiro
então, eu sempre tiro as pilhas do relógio pra que ele possa chegar. o tic-tac incomoda e eu não quero incomodar. os ponteiros dormem enquanto nos distraímos um com o outro. o telefone não toca mas também nem precisa tocar. o mundo não respira mas também nem precisa respirar. o tempo passa mas, poxa, nem precisava passar. então, eu sempre tiro as chaves da porta pra que ele possa ficar. a solidão me incomoda e eu não quero incomodar. os porteiros dormem enquanto nos lembramos um do outro. o rádio não toca mas também nem precisa mais tocar. a cidade não pára mas também nem precisa mais parar. a campainha não chama mas, poxa, bem poderia chamar. então, eu sempre tiro as roupas do caminho pra que ele possa voltar. a saudade me incomoda e, não, eu não quero incomodar.
O tic-tac cruel dos minutos passando e sua vida sumindo por entre os dedos é o pior silêncio que se pode escutar. E o amor se foi. Porque o tempo estava ali, aqui, onde? Já se foi...
Como sobreviver no mundo?
Me pergunto isso a cada tic tac novo do relógio.
Eu aqui na minha realidade inventada procurando pequenos vestígios nos seres humanos,
quem sabe descubro algo que me faça acreditar que vale a pena.
o sabor das manhãs oscila entre doce e amargo
o toque da brisa me refresca e me sufoca...depende da intensidade em que tento respirar a vida
Procuro nas pessoas o perfume, a fragância delicada que entra diferente no olfato até impulsionar o coração.
Nos livros histórias sobre amores eternos e finais felizes.
Na música a melodia dos sonhos, o encanto dos enamorados que choram através notas e rimas.
Como sobreviver no mundo?
Questino a cada clarear e escurecer de dia.
Eu aqui no mal-me-quer e bem-me-quer da margarida
que perde no vento cada pétala sua em busca de alguém que eu queira meu
A voz do coração me ensurdece, grave e águdo do não sentir
Meus olhos vasculham o mundo, a linha tênue da afeição sempre me escapa,
se desintegra na "borracha" vida que apaga sonhos.
Nas noites histórias sobre falta de amor e excesso de hormônios...quase nenhum final feliz
Nos dias pessoas muito ocupadas...
Entrego meu sentimento ao mundo, só preciso aprender a como sobreviver nele primeiro.
TIC sem TAC
TIC: Que tique? disse ela, olhando com olhos enfurecidos ao receber dele ofensas para ela desmerecidas, que ela era detentora de defeitos, vícios e manias . Se não atrevimento bastante a orientou se tratar. Pensou em um objeto de peso e em sua cabeça atirar. Sorriu sozinha e pensou, isso seus desequilíbrios ia constatar.
TAC: Ele segue organizando suas coisas, colocou perfumes que não é normal, todo bem arrumado estava para sair a um futebol. Sentiu um arrepio mas não acreditava nesses mitos . Segue a fingir não ouvir sua esposa nervosa aos gritos. Seguiu sua estratégia tal qual nem estava la, pouco tempo depois ela resolveu se calar. Feliz em pensamento cantando sem se policiar, foi quando da boca os dizeres saíram em bom som e ela chegou a escutar: "finalmente já havia passado a hora, dessa maritaca calar"
TIC: Explode uma bomba atômica com barulho infernal, estava declarada agora a terceira guerra mundial. Gritava ela de novo cansei de você e seus passeios, um velho achando que é jovem e vou lhe avisar bem ligeiro, não esqueça meu nobre marido,não és mais solteiro. Sem contar que você se acha esperto mas você vai se dar mal, pois que esta com amigos no bar, dizendo que é futebol. Para você posso ser uma idiota e vou concordar com louvor, pois o que mais tem de virtude o idiota, é achar sempre que é superior.
TAC: Evitou olha-la nos olhos, sem graça passou a sorrir, como se algo tivesse procurando, tratou logo do quarto sair.O dilema ele resolveu sem mesmo antes de duas vezes pensar. Mesmo com esse clima ruim, não vou mesmo deixar de festejar. Virou a esposa as costas em direção ao carro passou a caminhar.
TIC: Caminhou ao lado dele pela casa e em baixo som logo passou a pedir. Escute por favor meu pedido, uma vez me escute falar, não me deixe sozinha essa noite, uma ótima noticia tenho para lhe dar.
TAC: Infelizmente eu digo, nem o carinho e o jeito dela em pedir, fez o Calígula esposo da noite,em pensar deixa em sair. E usando a pior das armas, a esposa passou a atacar,muitos insultos e em certo momento chegou a desbravejar, "como você me perturba mulher, você não para de falar, como eu sou arrependido de contigo ter resolvido me casar". Saiu sem mais nada falar, pensando somente na festa e no bar.
TIC: Aperto gigante no peito, pela rua resolveu sair, tanta tristeza em seu corpo é automático se distrair. Mas o mundo segue girando e as pessoas nele a seguir, sejam elas do sul ou no norte, e em determinado momento esse giro se tornou tão forte. Ela mal sabia explicar, sirenes luzes piscando e todos para ela olhar. Vagamente consegue ouvir, pessoas prestando socorro, seu corpo em choque cansado resolveu dormir, feito uma maquina ao desligar.
TAC: Ele sorrindo estava, com amigos no bar a festar, mas logo chegou a noticia que fez o copo de sua mão cair e se despedaçar, sua esposa por um carro acabou de se atropelar. Ficou completamente confuso, para o hospital foi se deslocando, mas como os pedaços do copo seu mundo desmoronando. Chegando entrou apressado, ao leito que ela estava a gritar, dessa vez gritos de dor, algo impossível de superar. Se colocou ao seu lado, e logo começou a rezar, nisso ela abriu os olhos, inevitável momento, os olhos vão se cruzar.
TIC: Com dores ela abriu os olhos, ao ver o amado passou a sorrir, felicidade dela era grande em saber que ele estava ali. Notou que algo estranho começa a lhe consumir, só pode ser o poderoso tempo cruel a lhe informa, seu tempo esta se acabando, trate-se de se preparar. Mesmo estando feliz o corpo ferido pedia para ficar, buscou forças no amor, uma frase com a alma ia falar: "eu meu amor já sabia , e nunca deixei de acreditar que no meu leito de dor eu teria sua mão para segurar. Ao contrario do que você me disse, eu nunca iria arrepender de contigo casar."
TAC: Ele sentiu no momento, arrependimento sem fim, chorava e implorava perdão, sem saber que ela não mais estava ali. Passou a se recordar, que amigos as vezes estão em festa, mas ela sempre estava no lar. Notou um silencio estranho, desesperado começou grita, a ela peço socorro a ela alguém a salva.
TIC: Fez o relógio na ultima batida e seu coração. o relógio do corpo parou de bater e não volta mais.
TAC: Fez o relógio da ultima batida do tempo, ele e ela era o fim. A dor de perder o amor é gigante, mas o sofrimento só vai aumentar, pois qual seria a noticia maravilhosa que ela iria contar?
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