Tic Tac Passa o Tempo
TIC sem TAC
TIC: Que tique? disse ela, olhando com olhos enfurecidos ao receber dele ofensas para ela desmerecidas, que ela era detentora de defeitos, vícios e manias . Se não atrevimento bastante a orientou se tratar. Pensou em um objeto de peso e em sua cabeça atirar. Sorriu sozinha e pensou, isso seus desequilíbrios ia constatar.
TAC: Ele segue organizando suas coisas, colocou perfumes que não é normal, todo bem arrumado estava para sair a um futebol. Sentiu um arrepio mas não acreditava nesses mitos . Segue a fingir não ouvir sua esposa nervosa aos gritos. Seguiu sua estratégia tal qual nem estava la, pouco tempo depois ela resolveu se calar. Feliz em pensamento cantando sem se policiar, foi quando da boca os dizeres saíram em bom som e ela chegou a escutar: "finalmente já havia passado a hora, dessa maritaca calar"
TIC: Explode uma bomba atômica com barulho infernal, estava declarada agora a terceira guerra mundial. Gritava ela de novo cansei de você e seus passeios, um velho achando que é jovem e vou lhe avisar bem ligeiro, não esqueça meu nobre marido,não és mais solteiro. Sem contar que você se acha esperto mas você vai se dar mal, pois que esta com amigos no bar, dizendo que é futebol. Para você posso ser uma idiota e vou concordar com louvor, pois o que mais tem de virtude o idiota, é achar sempre que é superior.
TAC: Evitou olha-la nos olhos, sem graça passou a sorrir, como se algo tivesse procurando, tratou logo do quarto sair.O dilema ele resolveu sem mesmo antes de duas vezes pensar. Mesmo com esse clima ruim, não vou mesmo deixar de festejar. Virou a esposa as costas em direção ao carro passou a caminhar.
TIC: Caminhou ao lado dele pela casa e em baixo som logo passou a pedir. Escute por favor meu pedido, uma vez me escute falar, não me deixe sozinha essa noite, uma ótima noticia tenho para lhe dar.
TAC: Infelizmente eu digo, nem o carinho e o jeito dela em pedir, fez o Calígula esposo da noite,em pensar deixa em sair. E usando a pior das armas, a esposa passou a atacar,muitos insultos e em certo momento chegou a desbravejar, "como você me perturba mulher, você não para de falar, como eu sou arrependido de contigo ter resolvido me casar". Saiu sem mais nada falar, pensando somente na festa e no bar.
TIC: Aperto gigante no peito, pela rua resolveu sair, tanta tristeza em seu corpo é automático se distrair. Mas o mundo segue girando e as pessoas nele a seguir, sejam elas do sul ou no norte, e em determinado momento esse giro se tornou tão forte. Ela mal sabia explicar, sirenes luzes piscando e todos para ela olhar. Vagamente consegue ouvir, pessoas prestando socorro, seu corpo em choque cansado resolveu dormir, feito uma maquina ao desligar.
TAC: Ele sorrindo estava, com amigos no bar a festar, mas logo chegou a noticia que fez o copo de sua mão cair e se despedaçar, sua esposa por um carro acabou de se atropelar. Ficou completamente confuso, para o hospital foi se deslocando, mas como os pedaços do copo seu mundo desmoronando. Chegando entrou apressado, ao leito que ela estava a gritar, dessa vez gritos de dor, algo impossível de superar. Se colocou ao seu lado, e logo começou a rezar, nisso ela abriu os olhos, inevitável momento, os olhos vão se cruzar.
TIC: Com dores ela abriu os olhos, ao ver o amado passou a sorrir, felicidade dela era grande em saber que ele estava ali. Notou que algo estranho começa a lhe consumir, só pode ser o poderoso tempo cruel a lhe informa, seu tempo esta se acabando, trate-se de se preparar. Mesmo estando feliz o corpo ferido pedia para ficar, buscou forças no amor, uma frase com a alma ia falar: "eu meu amor já sabia , e nunca deixei de acreditar que no meu leito de dor eu teria sua mão para segurar. Ao contrario do que você me disse, eu nunca iria arrepender de contigo casar."
TAC: Ele sentiu no momento, arrependimento sem fim, chorava e implorava perdão, sem saber que ela não mais estava ali. Passou a se recordar, que amigos as vezes estão em festa, mas ela sempre estava no lar. Notou um silencio estranho, desesperado começou grita, a ela peço socorro a ela alguém a salva.
TIC: Fez o relógio na ultima batida e seu coração. o relógio do corpo parou de bater e não volta mais.
TAC: Fez o relógio da ultima batida do tempo, ele e ela era o fim. A dor de perder o amor é gigante, mas o sofrimento só vai aumentar, pois qual seria a noticia maravilhosa que ela iria contar?
O FIM
No tic tac do teu respirar
o relógio segue a marcar
Na quietude de teu suspirar
a angústia do meu pensar
Na serenidade do teu olhar
os ponteiros deixam de girar
melanialudwig
Tic-Tac
Olho no Relógio
Tic-Tac
A hora não quer esperar
Tic-Tac
Vou Acelerar
Tic-Tac
Que Lerdo! Vou Ultrapassar
BUHM!
Tic...
Não há nada melhor que o tic tac do relógio para aproveitarmos um momento a sós com os nossos pensamentos.
Nas páginas da minha vida,
escrevo o teu nome.
Dias, horas,
minutos, segundos.
Tic, tac, tic, tac...
O tempo passa.
As memórias permanecem,
como marcas,
para toda a vida.
Cicatrizes eternas!
Não fujo do meu destino.
Prisioneira.
Aguardo a minha sentença.
Tic, tac, tic, tac...
O tempo passa.
Quisera o Homem,
inventar a máquina do tempo,
para se poder dimensionar.
Outro tempo.
Outro lugar.
As mesmas memórias.
O tempo não apaga,
o que não pode apagar.
Tic, tac, tic, tac...
O tempo está a passar!
Anabela Pacheco
Tic-Tac
Olha,
quebrando o relógio,
Picotando o crachá.
Apagando o episódio,
Indo pra cama deitar.
Quebrando o relógio,
Fugindo de lá pra cá.
E o que tiver de ser
– será?
E o que tiver de ter
– vai lá.
Não existe mais,
Não esqueça, amanhã é terça
E o tic-tac ficou para trás.
Colha
o quebrado relógio,
O picotado crachá.
O chato episódio,
Traz de volta pra cá.
É o bendito relógio
Que vai despertar.
Ou vão correr por aí;
Onde vão parar?
Quando saírem daqui,
Os que sabem cantar.
Todos de mãos dadas
Mas nada a declarar;
É um conto de fadas
Que inventaram contar.
O tic-tac do relógio tem ser tornado mais forte. Não sei se o problema é do relógio ou da minha cabeça. Ou talvez seja só essa saudade que faz as coisas pararem no tempo; que faz o ‘tic-taquear’ do relógio parecer mais alto que o normal. Eu acho que é coisa da minha cabeça. Pobre coitada… Esta tão cheia de coisas embaralhadas dentro dela… Isso é culpa do teu cheiro, sabia? Teu célebre cheiro que que insiste em ficar em mim, no meu quarto, na minha cama e no meu travesseiro. Teu cheiro que me faz perder os sentidos; o cheiro que nem o vento consegue levar. O que fazer com ele? Diga-me você. O cheiro é seu. Pegue-o de volta e o mande me deixar. Pelo menos guarde teu cheiro. Não o abandone como me abandonaste. Não faça isso. Ele é seu. Pois eu… Eu nunca fui sua.
Ansiedade no trabalho
tic-tac do relogio
tic-tac do relogio
pá-pará-pá-pá
duas e meia
tres e meia
quatro e meia
e não chega cinco e meia!
tic-tac do relogio
tic-tac do relogio
não vou aguentar,
xixixixixi xixixixixi
preciso ir embora,
embora desse lugar!
tic-tac do relogio
tic-tac do relogio
eu vou me mudar,
a hora não passa
e nem nada por aqui vai passar
então, passe e venha me buscar!!
tic-tac tic-tac tic-tac
não vou aguentar!!!
Tic-Tac
Tic-tac, Tic-tac, Tic-tac,
Aonde a pressa ouve-se o versar do relógio
Avisando que o mundo não para.
Corre, corre, corre,
Tudo é sempre igual,
Dorme, acorda e come, dorme, acorda, come,
Sai atrasado, chega atrasado, patrão brabo.
Passeia nas horas, viaja nos segundo e descansa nos minutos.
Relógio de cabeceira, relógio de pulso e relógio de mesa,
Perder a hora é dureza.
Mas se der tempo eu como a sobremesa!
DIA MORTO
Você já observou, o quanto é rápido
um 'tic-tac' de um dia morto, sob
a pirâmide de ossos velhos e frio...
O quanto as xícaras e colheres tremem em
mãos enrugadas pelo decorrer do tempo!
Os rascunhos de mãos que jovens,
aprenderam a escrever mas, entediadas
pelo peso da idade, só sabem rabiscar!..
Interno de um dia morto, as horas da idade,
perambulam sem valor e arfam sob os braços
do momento o qual agora, compridamente,
em outro tempo, era curto e pouco.
Esse momento, esse tempo... Hoje longo!
Faz questão de ressaltar para o seu fôlego...
Que, pesado e curto, Esse curto tempo!
Que tritura os segundos e joga o bagaço nos
desavisados e azedos sentimentos.
Sob o espaço de um dia morto...
Os olhares no retrato fixado na moldura da sua
sala, nevoam sobre o alto e se perde no labirinto
da saudade permeada pela juventude e esquecida
no ápice de uma jovem vida. Sob espaço de um
dia morto as passadas passam apressadas,
os passos cogitam os quadrados agitados...
De cá de lá, de um lado para o outro... E os
ouvidos saltam e gritam, com o 'tic-tac'
de um dia morto.
Quando tudo não se dão conta de afronta...
A tarde chega com sua brisa de bronca e a noite,
desfalece sobre o travesseiro, cochilando... Babando
sua vertigem, e em sonhos abstrato... Fart e ronca.
Não se avexe com seu dia, ele lhes trará outro dia
e no outro! Você sentira o tremor de suas pernas
bambas, Seus passos ficarão pequenos seu fôlego
encurtarão abafando no peito, o grito de externo
amores. Não se avexe com seu dia... Acabo de outros
e outros dias, e nos dias vindouros, todas a fibras
por você ingeridas hoje, em segundos... Se tornarão
a ti, elixir do seu terrível veneno.
Antonio Montes
relógios que contam
o tic tac do meu coracao
cada batida uma emoção
cada minuto uma eternidade
cada momento uma saudade
cada dia uma infinidade
de coisas a fazer
de lembranças a recordar
de amor para amar
de alegria a gerar
de felicidade a banhar
de carinho para dar
e cada segundo para respirar
para falar de amor
para ser que nem uma flor
para esconder a dor
para matar o rancor
para sentir o calor
para me dar o devido valor
para me tornar indolor
e cada existência
algo para aprender
para crescer
para desenvolver
para ter
para saber
para conhecer
e assim evoluir
deixar fluir
toda a amorosidade
a caridade
a passividade
a pacificidade
a solidariedade
e o relógio para no tempo
espera cada momento
ser infinito na alma!!!
E na beira do amanhecer aqui estou eu como uma euforia radiante sentido que cada tic tac tic tac... A meu ver pareço que vou transcender ou me tornar fissão nuclear.
Teatro da noite
Teatro da noite apresenta:
Ela vai chegando
No tic-tac do relógio
Vai se aproximando.
Agora sim
Luzes apagadas!
No palco?
Frias e tristes estradas.
Vazias e empoeiradas.
Apenas soluços ecoam
O que tem para além da estrada
exceto o dia e a noite que vem?
O que tem?
O que tem para calar o soluço da noite que vem?
No teatro da noite.
No palco da vida.
A noite mostra as feridas
Do amor que não tem.
No teatro da noite
No palco da vida
Estradas se cruzam
Soluços se misturam
Abre-se às cortinas
É o espetáculo da vida fazendo amor
Fecundando dia e noite.
Lavando a dor.
21/01/14
Quero aproveitar mais os tics…
Acordei sem ter dormido por causa do tique nervoso desse tic tac estressado e apressado do relógio…eu estava curtindo o tic e ele veio com o tac…espera, quero me agarrar ao tão bom presente sem que tu, apressado tragas o tac me mostrando que já passou…quero um relógio só de tics…
E o relógio preguiçoso estava com as pernas cruzadas uma sobre a outra fazendo tic-tac sem parar , naquela solidão eu me esbaldava na ultima dose de cachaça pensando em mais nada fazer , meia noite o sino da igreja lá no alto da montanha me chamou a atenção e vi que já era hora de banhar e dormir.
Despeço-me com medo do escuro.
A meia noite os relógios cruzam os braços mas nem por isso param de marcar o tic-tac da nossa vida tão corrida e estressada .
TIC TAC, ESTOU EM MEU PESADELO
Aqui de novo voltei, pra onde poderei ir desta vez? De novo não, não posso excitar em cometê-lo, esse poderia ser um enorme erro. Sem pânico, conte comigo, é uma fase, pensei, não há pra quê tanto exagero!
Meus pulmões se enchem, respiro fundo, nada adiantou. A lâmina me cortou. 1,2,3, eu deveria tentar outra vez? Não pensei, aí eu irei. Sangue, onde há um pano para me limpar? Aqui no quarto não há nada para me ajudar...
Estou no escuro, no mais profundo secreto, onde ninguém me vê. Ninguém sabe da situação, e se souberem será em vão.
Então é esse o fim? Eu realmente preciso estar aqui?
Não consigo olhar prós lados, estou com o olhar fixo prós meus pulsos ensanguentados, que horrível. Tic Tac. Com um impulso consigo larga-la mas não é isso que eu queria, você sabe.
Socorro, não consigo gritar nem dizer, o que me resta é esconder. É como estar mudo mas ouvir, ou até mesmo saber fingir sorrir. Mas o mais engraçado sou eu estando aqui.
O amor, é o relógio de Deus !
Seus ponteiros, se movimentam num tic - tac eterno...
...quando chega o momento certo, ele te desperta !
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