Textos sobre Olhar
Nas asas do vento
Hoje voou um anjo.
Um anjo amigo
De olhar sincero.
Olhar sereno...
Nas alegrias,
Nas tristezas,
Mantinha o mesmo olhar!
Sempre o mesmo olhar
Ansiando a esperança.
De sua boca sempre saía
Uma palavra sábia,
De quem sabiamente enxergava
Cinquenta Passos a nossa frente,
Do que não podíamos enxergar!
Hoje esse anjo amigo foi embora,
Partiu para uma nova missão.
Deixa muita saudade,
Tão difícil de suportar.
Mas sei que na Eternidade,
Vamos nos encontrar.
Quem diria de nós
No mesmo espaço tempo
Procurando a perfeição
De cada olhar,uma profundidade
Um vasto...
Oceano!
Quero esse olhar para mim
Contemplar a cada dia o acordar de manhã
Poder dormir e assim acordar
Porque o lindo amor renasceu assim
Para amar a ti mais do que a mim
É poder sorrir e ao mundo encantar!
Cresci pensando em te encontrar
Não quero te perder,sentirei dor
Pois desejo amar-te tenho dito
Assim encontrar o amor
E ele sobreviver ao infinito!
Talvez a mulher mais bonita, de alma doce e olhar que acalma, esteja agora envolta em uma manta, sentindo o calor de uma xícara entre as mãos enquanto o frio da tarde se derrama pela janela.
Talvez pense em alguém, em um sonho, ou apenas no silêncio que embala o coração nas horas lentas do dia.
Quem sabe o tempo a abrace suavemente, convidando-a a descansar, a sentir, a se permitir…
Porque tardes frias como esta foram feitas para partilhar o calor de um abraço, de um sorriso, ou de um simples estar junto.
Se não nos compreendem, sigamos serenos,
deixemos o perdão florescer no olhar.
Mágoas e medos não sejam correntes,
que o coração aprenda a se libertar.
Há tantos que esperam de nós ternura,
um gesto simples que aqueça a vida.
Compreensão é ponte segura,
carinho é luz que nunca se despida.
Nos caminhos há espinhos e dores,
mas também lições que nos fazem crescer.
Perdoar é plantar novos amores,
seguir em frente é aprender a viver.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Amo cada toque seu,que sinto que morreria se perdesse esse contato;
Amo seu olhar,com ele posso voar pra onde eu quiser,mas não preciso,pois,o único lugar que quer estar é ao seu lado;
Amo seu rosto,ele é tão belo e reluzente,que iacria admirando pra sempre,é como uma ímã,puxa meu olhar não se desvia de tão maravilhoso que é;
Amo seu corpo,é tão perfeito,que cruza a linha de meus pensamentos entre a razão e o obsceno,suas curvas,me deixam louco,é como ter o paraíso só pra mim,exclusivo;
Amo seu jeito de me amar,e isso me faz te amar muito mais,me faz querer demostrar,é tão puro esse sentimento,e foi graças à você que pude sentí-lo,somente por vc me amar;
Quero te ter em meus braços,para te proteger,ser seu porto seguro,sentir o teu calor,sentir o teu carinho,e não há nada que possa me fazer mudar esse sentimento;
Posso escrever o dia inteiro,elogiar,e abrir meu coração de todas as maneiras possíveis,mas mesmo assim,não seria suficiente,de tão perfeita que você é,palavras não bastam;
Qual era a palavra que vc costuma me dizer? Há,sim:
-Inefável,é isso que representa o nosso amor,o nosso sentimento;
Usarei de todas as minhas forças para te fazer feliz,darei até meu último suspiro de vida em dedicação ao teu nome,pois,se é pra viver,então que seja de mãos dadas contigo até o fim,e eu sei que,é de mãos dadas que vamos vencer as dificuldades e os obstáculos da vida,pois assim,caminhando neste mundo,testemunharei a felicidade e o sorriso do teu rosto, e isso é algo que daria a minha vida para continuar tendo,nunca se esqueça de que eu sou teu,assim como você é minha,e que estou do seu lado,em tudo,por você e pra você,isso é uma promessa;
Há,e nunca se esqueça também:
-Você é minha mulher e nunca será diferente,até o dia que nos casarmos e concretizarmos esse sonho.
Eu dedico esse texto ao amor da minha vida,que me trouxe luz e paz, e felicidade:Vitória Juliene(minha futura esposa e futura Madariaga).
“O Silêncio dos Astros”
Se o céu fosse um deserto,
no brilho de um olhar eu me perderia.
E no clarão da tua luz —
meu caos se acalmaria.
As mais belas palavras
não nascem da voz,
mas do silêncio que habita o olhar.
Pois há verdades que não se dizem,
há amores que não se explicam,
há destinos que apenas se reconhecem
quando duas almas voltam a se encontrar.
Onde você esta meu ar.
Meu doce encanto, quem será aquele alguém que passou por mim?
Meu doce encanto, aquele olhar penetrante que vibrou em minha direção.
Meu doce encanto, passou feito um tornado e rapidamente desapareceu me deixando confusa, por onde você está?
Me tocasse apenas com o encanto e com o brilho do seu olhar.
Agora estou perdida nesse encanto e não sei explicar.
Será loucura me perder no encanto do seu olhar?!
Só queria ver você;
Imaginar seu corpo colado ao meu;
Seus lábios encontrando os meus;
Seu olhar em mim;.
Imaginar seus desejos sobre nós;.
Aprender a ler seu corpo;
E tentar imaginar;
Você ao meu alcance;
Sem poder festanejar;
Sem poder escapar;.
Me de essa chance;.
De te fazer...
Delirar
So de pensar, no espaço tempo;
Curto período de tempo;
Uma troca de olhar;
Uma troca de sorrisos;
Uma demonstração de carinho;
Um final de tarde juntos;
Um momento sem igual;
Se limpando ao fim do dia;
Como se fosse tudo tão natural;
Um momento sem igual;
Uma vontade natural;
E no final de tudo;
Um beijo surreal...
O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.
Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.
— Douglas Duarte de Almeida
Se você olhar com presença para o que se repete, vai descobrir que nada se repete de verdade. O mesmo sol nunca nasce igual, e a mesma xícara, hoje, pesa diferente na mão. Há um mistério miúdo em tudo o que insiste em parecer comum.
Acontece que a pressa cega os detalhes — e o mundo, quando não é olhado, encolhe. Vira rotina, vira parede branca, vira som de relógio sem música.
Mas se você se inclina, se chega mais perto com a delicadeza de quem escuta o segredo de uma folha, verá que há universos escondidos nas frestas. Um vento que passa entre duas árvores pode ser uma dança. Uma sombra no chão pode ser um poema que ninguém escreveu ainda.
É só questão de treino — desaprender o óbvio, reaprender o espanto. Porque o essencial não grita: sussurra. E só escuta quem vive devagar o bastante para se surpreender com o que já estava ali, pedindo para ser notado.
"Campos de Girassóis
Nem todas as estrelas do universo dariam a beleza do teu olhar. Nem todos os Campos de Girassóis dariam a beleza do teu sorriso. Eles tentam, miseravelmente, todos os dias, mas falham... Tão somente falham que as estrelas se escondem no meio do universo e os Girassóis se curvam em respeito a grandiosidade de tua beleza. Porque no fundo no fundo eles sabem que nada se compara a ela.
... Como você é linda, fico em êxtase diante de ti e me junto as estrelas e aos Girassóis a contemplar o teu olhar e o teu sorriso. Mas ao contrário deles, permaneço e me embriago em um caminho sem volta. Caminho que se inicia na tua pele, percorre pelo teu cheiro e acaba nos teus olhos, que se encontram com os meus e por fim, eles se unem, os meus olhos junto aos teus em um caminho que eles sabem que não tem fim."
O Teu Olhar Sobre Mim
Por Mônica Barreto Alves
Senhor, eu Te agradeço pelo caminho percorrido,
Pelo que foi ganho e pelo que foi perdido.
Olho para trás e vejo a Tua mão em cada traço,
Dando-me forças quando o cansaço vencia o meu passo.
Obrigada pela força naquelas pernas cansadas,
Que pedalaram 40 minutos por estradas isoladas.
Obrigada pelo "fiado" que alimentou os meus três,
E pela fé que me fez caminhar ao trabalho outra vez.
Obrigada, Pai, por me mostrares a verdade,
Naquela noite em que a janela foi a minha liberdade.
Tu ouviste a minha prece no escuro da rua,
E trocaste a minha dor pela paz que é só Tua.
Obrigada por cuidares da minha mãe no seu descanso,
E por me dares paciência neste mar que não é manso.
Por me ajudares a honrar o pai que se esquece de quem sou,
Enquanto o Teu amor, de mim, nunca se apartou.
Obrigada pelo encontro naquele banco de igreja,
Pelo parceiro que hoje luta comigo, seja o que for que esteja.
E pelo João, meu milagre, meu riso, minha luz,
A prova viva de que a Tua graça me conduz.
Não sou mais a ovelha negra, perdida ou sozinha,
Sou a filha amada que sabe a força que tinha.
Hoje o meu livro se fecha com o Teu nome no final,
Pois sem o Teu amor, nenhuma lição seria real.
Amém.
Amor
Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.
Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.
Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.
Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.
Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.
Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.
Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon
Cinema de subúrbio
O escafandrista mergulhou a armadura no dique.
Ele não viu o olhar da rapina.
O mergulhador não chegaria ao Largo de Roma.
Mas resolveu vir à tona... Dique-bonocô- Dique...
Virou trem na Gamboa. Internado no ferro-velho,
foram descobertas todas as suas armações.
Ninguém notou.
Ninguém morou, até vê-lo pintado no outdoor.
Ernesto?!
Ernesto foi viver longe dos barcos. Ancorou o velho navio nas pedras do Garcia.
Pegou visão, montou uma ótica. Foi viver em outdoors:
“Ernesto, meu rapaz!!!
Quando esteve no Largo dos Aflitos, ninguém se afligiu.
Nenhuma flor se rasgou por ele.
Em Água de Meninos, a moça de Taperoá rasgou o vestido de rendas.
Ela estava indecisa entre Capinam e Gil.
O amanhã de Ernesto ficou nas parlendas.
As bocas das galinhas botaram dentes novos.
O namorado amarelo foi pescado na Boa-viagem.
O martelo intimida o prego que não canta na Saúde.
Em Mont Serrat, morreu Antônio Marcos, o herói de Nazaré.
Ele foi tocar alaúde no Recôncavo, para a heroína de cinema. A menina de tranças.
Pobre menina rica, acabou trabalhando na Ribeira.
Se pegou de amores pelo Pagador de Promessas. Até carregou sua cruz.
Fama mesmo, ele fez foi na boca do fogareiro, fritando acarajé.
Fim de uma vida de sonhos.
Acabou a escarlatina em Mussurunga.
A paixão acabou, segundo GH, sapateiro da Mouraria, que virou cineasta.
Seus soldados retornaram da guerra, mas deixaram a ira em Irará.
Alugaram um barracão no Pau da Lima e garantiram que a Rússia não chegaria
à Barroquinha.
Agora que viu o Macron no Pelourinho, ele comprou a Fazenda Grande. Foi onde ele escondeu Israel. O vestiu de bedel, e lacrou a Ucrânia na Lapinha.
O coração de Zelenskyy amoleceu no Stiep.
Coitado, a gelatina lhe oferecida pelo Trump escarneceu-se dos estames.
A rosa púrpura entristeceu a Carlos Gomes.
Putin, causou o grande incêndio no Guarany!
Nos filmes de GH, a Bahia fala Tupi.
Nas margens do Tororó fui beber água. Vi muitos meninos com fome.
Meio-dia em ponto, bateu a preguiça de subir a ladeira. A velha ladeira, que Elis cantou.
Essa não é mais aquela. É pior! ... Não subi.
Fiz os devidos contornos.
A cena seria ao meio-dia. Sol a pino. A hora em que os ponteiros do relógio de São Pedro teriam de se beijar.
Eles se cruzariam mais uma vez, na frente do público.
O último a ver esta cena, foi o Estácio de Sá.
No final do filme, o público soluçava. Polvos amestrados choravam abraçados.
Androceu não ficou com Gineceu. Preconceito do brabo. Tudo por ordem de Manoelito, peixeiro do Bomfim, que media suas escamas, na cama de Almodóvar.
O féretro seguiu acompanhado de Chico Cesar, solitário com o seu tambor, anunciando o que todos já sabiam: Filme Triste.
Triste fim do cinema de subúrbio.
Glauber?... Cadê você, pai?!
O dragão da maldade continua a sua luta contra o nosso Santo guerreiro!
Coração incompreendido
O meu ser ninguém entende, meu olhar não compreendem,
Minha voz é um zumbido, vêem a dor no meu sorriso.
Quem me pode entender, minha dor ver o meu ser,
Sinto tanto pouco posso, quero a morte e não a sorte.
Meu falar é zombaria, minha peste contagia,
Muitos olham, de mim fogem, esperando a agonia.
Quão vazia estou agora, me socorram, por favor,
Não sou nada sem carinho, não sou nada sem amor.
Quero tanto ser feliz, ver a vida colorida,
Pintar os sete, ver o outono, sentir a brisa do inverno.
Ninguém pode me entender, falo grito, me esforço,
Mas quem pode me escutar, quem me pode acalentar?
Sou apenas um humano, desfaleço de atenção,
Sufocada, sem carinho, sem amor no coração.
Caso fosse um ser pacato, poucos me vêem de fato,
Pouco faz do meu querer, muito riem desta dor,
Porque sofro o mal do amor.
Este eu que é meu em prantos, só reflete a esperança,
De encontrar nalguma esquina, o olhar de uma criança.
Assim espero ser amada, com transparente coração,
O amor é limpo é puro, o amor é solução.
Dói na alma ver um brilho de um olhar te encontrar e ao mesmo tempo desaparecer.
Mas ao mesmo tempo a fortaleza do espírito nos prepara e nos molda a nos acostuma que nem sempre as escolhas mormentâneas são as melhores...
Sempre o sentimento foi algo que me desmantelou de alguma maneira, de uma forma tão profunda o apego as pessoas se tornam tão profundo!
Às vezes dá medo, sabe, pensar que em um piscar de olhos não temos o bem que tanto tivemos zelo a aqueles que se tornaram especiais em nossas vidas...
Amar uma pessoa não é como colar uma figurinha e depois tirar, isso está num íntimo onde é mistério, e muitas vezes nem o tempo consegue apagar!
Quando a gente vai reescrevendo as memórias, um furacão vem de dentro e nos fulmina; sim, o ser humano é frágil como se fosse um papel.
Que pode ser queimado e amassado, mas até onde o vento pode levar as cinzas de memórias que ficaram e marcaram?
Não, ninguém até hoje foi sábio o suficiente para saber como cê pode apagar uma memória, como poder apagar as mais amargas e as doce memórias, os simples momentos...
Isso ficou eternizado em nosso corações, e vira e mexe a gente está revirando e tendo que experimentar os resquícios que ficaram!
Verso de Sombra e Luz
Cala-se o mundo, descansa o olhar,
No tom da cinza, me deixo encontrar.
Não preciso de cores para transbordar,
Pois no preto e no branco, a alma sabe falar.
Meus traços são versos, contornos da história,
Guardados no tempo, em viva memória.
Sem luz excessiva, mas cheia de glória,
Sou eu, em silêncio, minha própria vitória.
Será que um dia terei seu amor?
É tão fútil isso...não saber seus sentimentos
Olhar para você, e o mesmo não retribuir o olhar...
Pode ser coisa da minha cabeça...pelo menos era o que eu queria...
Ao mesmo tempo que pode haver algo que preencha essa ansiedade e curiosidade por uma resposta...De mesmo forma, pode não significar nada...
Sinto o véu frio da névoa envolvendo-se em mim, procurando me dar conforto ou me dar esperança...só que não funciona, não chega nem mesmo perto de ter o calor da esperança...
Óh céus! Como eu queria que você me dissesse algo que me acalorasse e me desse esperança...
Que você retribuisse seu olhar,
Começasse uma conversa comigo, para ambos ouvirmos a voz um do outro..
Que você me enviasse músicas com uma mensagem oculta...
Queria eu que fosse verdade,
Mas, óh céus, por que isso tem de ser tão difícil?
Pode ser tudo ilusão,
No fim não há nada entre nós,
É algo fantasioso da minha mente,
E tenho de aceitar, para que isso não me corroa por dentro...
"Seu Olhar Me incomoda"
Seu olhar me incomoda...
não pelo peso, nem pela dureza,
mas porque ele permanece
mesmo quando você não está.
Seu olhar me incomoda...
como uma música que não se cala,
fica girando na memória
sem pedir licença para ficar.
Seu olhar me incomoda...
porque tem um brilho raro,
daqueles que não se aprende,
daqueles que simplesmente acontecem.
Não é luz de vitrine,
nem reflexo de ocasião,
é brilho de coisa viva,
de quem sente o mundo no coração.
Seu olhar me incomoda...
porque hipnotiza sem esforço,
como maré que puxa devagar
quem pensava estar seguro na areia.
E eu fico lembrando
da forma como ele repousa nas coisas,
como observa o mundo
como se cada detalhe fosse importante.
Seu olhar me incomoda...
porque mesmo quando tento esquecê-lo
ele reaparece quieto
no fundo dos meus pensamentos.
Talvez seja isso:
há olhos que apenas veem,
mas os teus…
os teus parecem iluminar
o lugar onde pousam.
E esse brilho raro,
esse pequeno milagre que mora nos teus olhos,
é justamente o que me impede
de parar de lembrar de você.
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