PriAugustta

Encontrados 17 pensamentos de PriAugustta

Feliz dia para nossas pequenas crianças que (dentro de nós) torcem para que tudo dê certo e para que nos tornemos grandiosas!

Tenho visto mulheres potentes se preocuparem com a idade — não pela idade em si, mas pela cobrança social transgeracional de que já deveriam estar casadas e com filhos.
Essa é apenas mais uma injustiça incongruente do patriarcado estrutural que ainda perdura fortemente.
Antigamente, mulheres casavam antes da adolescência. Não estudavam, não tinham carreira, não podiam escolher se teriam filhos — nem quantos — nem se estavam a fim ou não de ter relações sexuais.
Hoje, estudamos muito, trabalhamos fora, continuamos exercendo a maior parte da gestão da casa, dividimos igualmente os boletos e, injustamente, as cobranças permanecem as mesmas
— agora acompanhadas de novas exigências.
É urgente curar esse masculino tóxico
para retomarmos o sagrado feminino
e podermos dançar, com consciência, o equilíbrio do yin e do yang dentro de cada ser.
priescreve #priaugusta #opensador

Passei por um longo ano de silêncio e introspecção. Hoje percebi que fui calada por tantos anos, a ponto de, nos últimos tempos, ter estado apagada. Mas a reflexão explosiva que reside em mim voltou; talvez ela seja eu. E isso é bom. A potência, a verdade e a inquietude circulam em meus vasos para que eu floresça onde a vida me plantar, pois, por dentro, sou perfume no bailado livre do meu próprio respirar. Pulso entre o barulho da metrópole e o canto dos passarinhos, nas árvores guerreiras que sobrevivem, muitas vezes solitárias (e invisíveis), enquanto tantos correm de um lado para o outro, robotizados pela automatização da selva de pedra. Agradeço por ver as árvores, ouvir os passarinhos e, por vezes, parar em frente ao espelho, respirar fundo e olhar para mim.

Estou voltando a cozinhar.
E isso colore e tempera meu dia.
Sigo aprendendo.
E tem dias inesquecíveis.
Tenho um pedido pra você agora:
Por vezes, olhe o potencial das coisas e
não as coisas como elas são.
Faça limonada, suco, caipirinha,
mousse, torta, guacamole...
Só não fica anestesiada
reclamando dos limões, entende?
Vigiai (faz algo) e orai porque
Deus tem doces planos!

Meu corpo já percorreu léguas, meu sangue escorreu em cachoeiras e afundei no mar onde avistei praias balançando insistentemente.
Senti o sol dourando minha pele, o amor aquecendo meu coração, e fui convidada a bailar como as sereias.


Já não ando só. Eu ouço as batidas do coração, levo o colarde contas na mão e repouso na palha.
Observo o lindo véu esvoaçante: as botas carmim (pra combinar com o batom e as unhas), as flores pra colorir e perfumar o meu dia me distraem em deleite egóico.


E está tudo bem!
Viver é bom!
O tempo passa rápido, continuo deitada, estou com medo, deixei aquela armadura depois do chá...
Cochilo.


Procuro, por toda parte, mas não
sei se realmente quero ver.
Adormeco novamente.
A vida cíclica e descontrolada me atropelou mais uma vez. Estou
sangrando, dói: percebo que
continuo perdida.


Ajoelho. Sinto despertar algo aqui
dentro. Enquanto os olhos tentam
descansar, meus pés inchados
recebem massagem, meus cachos: cafuné.
Tenho colo pra chorar sem pressa,
sem julgamento.


A fé me faz companhia, sou sua morada.
Escolho sentir, permanecer e agradecer.
Recebo o amor, eu sou o amor em
cada célula do meu corpo luminoso.
É mais uma lunação, outro recomeço e eu estou aqui sentindo muito.
Eu sinto muito.

Você não está fraca.
Você está esgotada.
Burnout não é drama.
É um grito da alma cansada.
Tem mulheres funcionando…
mas por dentro já pararam.
Mulheres produtivas por fora.
Exaustas por dentro.
Mulheres fortes que também colapsam.
E está tudo bem pedir ajuda.
E se você anda chorando sem saber por quê, talvez não seja fraqueza.
Você chama de cansaço. Seu corpo chama de limite.
É preciso reorganizar!
Eu já passei por isso e cada vez mais isso se repete nesse mundo desafiador e robótico!

Ser mulher é continuar florescendo, mesmo depois de tudo o que já tentou nos arrancar pela raiz.

Ser mulher é continuar florescendo, mesmo depois de tudo o que já tentou nos arrancar pela raiz. Nós merecemos mais e mais bênçãos.
Nós pedimos proteção.
Nós queremos viver!
Desejamos que o mundo nos respeite e que possamos transbordar amor por todos os cantos.
Somos a profundeza do oceano, as cores da natureza e o perfume das flores. Somos o molho baiano, o cheiro de chuva, o banho de mar e nascer do sol.
Somos colo e cafuné.
Somos a voz calada que resolveu ocupar nosso lugar, parar de sobreviver para finalmente viver e transbordar!
#priescreve

Eu achei que ainda não estava pronta…
mas talvez eu só não tivesse vivido algo leve o suficiente.
Ontem não teve jogo.
Não teve estratégia.
Não teve medo me guiando.
Teve presença.
Teve troca.
Teve verdade.
E pela primeira vez em muito tempo…
eu não quis acelerar, nem fugir.
Só ficar.

Acabou!
O que estava ruim naquela situação toda?
Você consegue olhar com coragem?
Mergulha.
Na sombra.
Na raiva.
Naquilo que você tentou não sentir.
A ira também ensina…
mas quando ignorada, ela ceifa.
A rotina faz falta…
mas a vida sempre cria uma nova —
e você pode escolher como ela vai ser.
Faz o que você acha que deve.
Porque, no fim…
é tudo sobre você.
Lista seus inegociáveis.
Se nutre — de várias formas.
Põe o corpo em movimento.
Mas não higieniza sentimento.
Sente. Olha. Integra.
E não esquece nunca mais:
você é potência divina.
Não aceita nada menos que inteiro.
Nada menos que 100%.
Porque tudo é processo.
Construção.
Passo a passo.
Ciclo.
E mesmo quando parece que não…
tudo passa.
Sempre fica o aprendizado.
Então cuida da sua energia.
Reza. Pede clareza.
Respira.
E segue.
Sigo com alma, com verdade, com você.

Eu tenho aprendido que presença é um dos maiores presentes.
Pra gente.
E pro outro.
É sobre como a gente se entrega de verdade… na página de dentro.
No jeito de olhar sem julgar.
Na escuta que acolhe sem querer corrigir.
Na presença que não invade… mas também não abandona.
Porque no fim, não é sobre salvar o outro.
É sobre caminhar junto com verdade e humildade pra não ferir…
e lucidez suficiente pra não se perder.
E talvez seja isso que a vida tenta ensinar o tempo todo:
a gente não evolui só entendendo…
a gente evolui sentindo, praticando e escolhendo amar melhor a cada dia.

A possibilidade de viver um novo relacionamento amoroso passou brevemente pela minha cabeça, ela voltou (algumas vezes) depois de uns dias... e meu coração sorriu.
Eu pensei tantas coisas a respeito e hoje reconheço que não é meu momento. Porque, muitas vezes, eu me entreguei com a intensidade e a profundidade do meu ser, e fui sobrepondo cicatrizes. Porque cada uma das vezes que eu tentei eu tentei de novo e de novo. Porque cada vez que eu estive em pedaços eu arregacei as mangas e pequei cacos entre uma lágrima e outra.
Cada vez que eu me reergui, eu caí de novo.
E eu tenho certeza de que as (profundas) lágrimas são infinitas.
Eu cansei.
Eu cansei de tentar.
Eu cansei de lutar.
Eu cansei de procurar.

Numa tarde de outono, eu estava naquela frase do " credo- mas que delícia" é amar!
Me vi apaixonada.
Depois me vi amando.
E quis ficar.
Eu quis degustar cada passeio com presença e propósito.


Nutrida por amizades,
Mergulhando no autoconhecimento,
eu construí uma rotina interessante, e aprendi a cuidar de mim ao viajar pro melhor lugar do mundo...


Esse lugar foi conquistado e vale toda a prudência que sinto agora!


É mesmo um lugar sagrado.

Eu tenho muitos medos...

Mas não me falta coragem


E eu sei o quanto eu tenho a perder


Eu escolho
Olhar para o repertório
E ver beleza e força na história que se descortina


No melhor lugar do mundo
(dentro)

Eu não viajei sozinha…
mas só eu conheço esse lugar.
E na certeza do quanto ele é meu,
eu decido fazer dele casa.
Casa de se morar.
De se cuidar.
De se escolher.
Eu me liberto da pressa de um estalar de dedos.
E me liberto da ideia de perfeição.
Eu escolho caminhar o caminho…
com verdade,
e intenção.
Eu escolho dar um passo novo,
com meus sapatos empoeirados…
protegendo meus lindos pés calejados.
Porque eu já entendi uma coisa:
não é sobre chegar perfeita.
É sobre seguir inteira.
E hoje…
eu escolho me presentear com uma nova viagem.
Mesmo sabendo que já conheci o melhor lugar do mundo:
eu tenho um lar dentro de mim.
E ele… é lindo.

Não foi conexão.
Foi conveniência.


E o mais difícil de admitir?
Que muitas vezes a gente sabe…
mas escolhe ficar.
Se ajusta pra caber.
Maternar.
Tentar curar...


Como se amar fosse dar conta do outro.
Mas não é!


Quando é real, tem presença.
Tem escolha.
Tem espaço.


O resto… é ausência disfarçada de quase.
Palavras bonitas e ações egóicas, indisponibilidade inconsciente.


Eu parei de romantizar isso.
E foi aí que tudo começou a mudar.


Hoje, a paz é um dos itens inegociáveis pra mim!

Tem gente que sabe conversar…mas não sabe sustentar.
E é aí que muita mulher lúcida se confunde.
Porque não é falta de interesse.
É falta de consistência.
A pessoa está ali, presente, envolvente, disponível no discurso…mas na prática, não constrói.
E quanto mais você tenta entender,
mais se perde.
Até perceber que não é sobre interpretar melhor: é sobre observar melhor.


Disponibilidade não se fala, se demonstra.E quando não demonstra,
você não insiste. Pegue seu banquinho e saia de mansinho. Sua paz é inegociável!