Textos sobre o ser Humano

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Entre um ser humano egoísta e um indivíduo narcisista, atentem- se ao segundo. Aquele que não elogia a outrem, sem se autoelogiar, seguramente é narcisista. Pois apresenta um senso de superioridade e uma necessidade compulsiva de admiração e validação externa. Faz uso da manipulação, para estar no centro das atenções, e manter a imagem de grandeza.

231025 J E. TEIXEIRA

Paradoxo: extrema fragilidade versos grandeza.


O que doutrora tornava o ser humano mais forte, que os outros seres da natureza ou universo, metamorfou- se e agora transformou- os nos mais frágeis. A capacidade de pensar desvirtuou- se. aquele( pensamento )que os protegia de serem esmagados findou- se, e agora fomenta a própria destruição.


080626

Até uma panela de pressão precisa eliminar o vapor, senão ela explode.
O ser humano tem que entender que assim como a panela de pressão devemos sempre gerenciar nossa mente, eliminando os resíduos de pensamentos traumáticos, causados pelas mazelas psíquicas para que elas não venham afetar nossa saúde, se transformando em doenças psicossomática.

CONSTATAÇÃO


"Tudo que é humano está hoje em um precário equilíbrio entre dois extremos:


Amor x Ódio


Colaboração x Individualismo


Conservadorismo x Liberalismos Social


Democracia x Ditadura


Direita x Esquerda


Religião X Religião


A sociedade e a civilização humana não existem sem estas dualidades.


A única coisa que, infelizmente, pende muito para um lado é a mania do nosso cérebro de se lembrar mais dos casos negativos que dos positivos."

Acho que a fé é o instrumento mais potente que o ser humano pode ter e usar a seu favor. Ela quem cria o movimento de condução da vida.


Fé em quê?
Ué, em tudo. Depende do que você escolheu acreditar.
A minha é tão grande, que está até no que ainda desconheço. Tem coisa demais pra desvendar enquanto caminho.


Ignorante que sou, não ouso afirmar que exista uma só coisa, figura ou entidade espiritual que você deva acreditar. Ou não acreditar.
Eu acho a fé bonita. Só!
Parece pouco mas é coisa pra caramba.
Me faz acreditar, mas não impô-la a ninguém.
E acho uma pena ela ser usada como moeda por tantos que se denominam líderes.


Imagine se eu, dentro da minha ignorância, vou dizer à dona Maria que as novenas que ela faz não levam a lugar algum. Ao João, que acredita apenas em si mesmo e na ciência, que ele está equivocado nessa busca incessante por evidências. Ou à Ana, que esses rituais cheios de axé no terreiro que ela frequenta é coisa do "mal".


Vou nada! Acordo, respiro, confiro se minha fé está comigo e vou cuidar do meu dia.


E, claro, cuido para que ela se mantenha acesa. Porque quando ela se apaga - e já esteve apagada - a vida fica ainda mais dura.


Acho brega se meter na fé alheia. Se a gente se organizar direitinho, cabe todo mundo numa mesa só.

A maior prisão do ser humano não são correntes de ferro, mas as correntes invisíveis da ignorância, do medo e do ego. A maioria vive condicionada a defender apenas os próprios interesses, acreditando que acumular, competir e controlar é o caminho para a realização. Poucos realmente se preocupam em estender a mão sem esperar algo em troca.


Vivemos cercados por pessoas que repetem padrões, alimentam conveniências e permanecem presas aos mesmos ciclos. Quando surge a oportunidade de romper com o conhecido, muitos preferem voltar à própria caverna, onde as ilusões parecem mais confortáveis do que a responsabilidade de despertar.


A luz simboliza o conhecimento que rompe a escuridão da ignorância. Essa perspectiva entende que a libertação começa quando o indivíduo questiona as estruturas que o aprisionam, abandona a submissão ao pensamento automático e assume a responsabilidade pela própria consciência. Não se trata de esperar um salvador, mas de tornar-se autor da própria transformação.


Quebrar os círculos viciosos exige coragem. Exige abandonar relações baseadas apenas em interesse, romper crenças limitantes, deixar para trás o medo da mudança e recusar a repetição inconsciente dos mesmos erros. A verdadeira liberdade nasce quando ninguém mais controla sua mente, suas escolhas ou seu propósito.


Encontrar pessoas que caminhem ao seu lado por lealdade, verdade e compromisso é raro. Por isso, antes de buscar apoio no mundo, fortaleça a própria consciência. Quem desperta deixa de ser conduzido pelas correntes da massa e passa a trilhar um caminho próprio, guiado pelo discernimento, pela responsabilidade e pela busca contínua do conhecimento.


A libertação não acontece quando o mundo muda. Ela acontece quando você rompe as amarras que o mantinham preso ao mesmo ciclo e escolhe, conscientemente, viver além das ilusões.

A Ilusão da Força.


Muitas vezes, o ser humano se deixa cegar pelo orgulho e comete a injustiça de humilhar ou magoar aqueles que cruzam o seu caminho em uma posição de aparente fragilidade. Sentir-se superior por conseguir subjugar alguém que não pode reagir é, na verdade, a maior demonstração de fraqueza que uma alma pode dar a si mesma. A espiritualidade nos ensina, em silêncio, que toda ação gera um eco na nossa própria jornada e que a verdadeira força reside na mansidão e na justiça. Tratar o outro com desdém apenas porque ele parece indefeso é plantar sementes de amargura no próprio solo, esquecendo-se de que a colheita do que fazemos é sempre certa e individual.

Bem poucas pessoas entendem,
que igreja é o corpo humano,
não aquele monte de pedras,
onde pessoas se reúnem por algumas horas,
depois vão embora,
esquecendo o que mais interessa:
DEUS que deseja ser o teu respirar
e não um simples passa tempo,
onde as pessoas vão passear,
deixando DEUS lá,
Mas em construções humanas,
DEUS não pode habitar!

Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano

Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono

Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio

Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei

Faces


O ser humano não muda de essência,
muda de face conforme a plateia.
Com alguns, é afeto.
Com outros, é cálculo.
Há quem sustente uma mentira
não com palavras,
mas com comportamentos contraditórios
que nunca se encontram.
A mesma pessoa que acolhe
é a que omite.
A que promete
é a que silencia.
Não por confusão,
mas por conveniência.
A face boa serve para manter vínculos.
A face cruel, para escapar das consequências.
E entre uma e outra,
o caráter se dobra
até caber na própria narrativa.
O mais inquietante
não é a mentira em si,
mas a habilidade de torná-la habitável.
De viver nela sem culpa,
desde que cada pessoa veja
apenas o ângulo que convém.
Assim, histórias se quebram
não por excesso de maldade,
mas por falta de coragem
de sustentar a mesma verdade
em todos os lugares.


Isso não é dor.
É leitura de mundo.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

⁠Apenas se importe – III
Você não é nada disso.
Você é humano.

A humanidade não tem limites.

A consciência não tem fronteiras. E você é isso.

Como parte dos padrões e processos atemporais que compõem a saga humana em cada instante precioso, o que você faria hoje para mudar o comprimento de onda do coletivo?
O que você faria para reconciliar a perspectiva binária que impusemos à nossa existência unitária
O que você faria para sonhar um sonho coletivo melhor?
O que você faria?
****************Simplesmente se importe.******************
E se o fizer, importe-se um pouco mais.
E se você deixou de se importar, se preocupe em saber o porquê.
_____________________________________________________________
Quando você começou a ensaiar a couraça preventiva de não se importar o suficiente - para evitar dor e danos emocionais?
_____________________________________________________________

Cuide porque cada parte verdadeira de sua humanidade anseia por cuidar.
Porque você foi feito para cuidar.
Eu me importo.
“Não voltarei a um universo
de objetos que não se conhecem,
como se as ilhas não fossem as crianças perdidas
de um grande continente.” _Monet_
E só para ser ácido: crer, ter fé, não tem nada a ver com cristianismo, islamismo, judaísmo ou qualquer outro “ismo” que por ventura alguém professe.
Paulo H Salah Din

"Quando o ser humano abandona a natureza, os animais pagam a conta. O lixo que jogamos hoje é o sofrimento que eles encontram amanhã."


"A verdadeira pobreza não está nesta rua, mas na consciência de quem transforma o meio ambiente em um depósito e condena os animais a sobreviverem no lixo."


"O planeta não está sendo destruído pela natureza, mas pela indiferença humana."


"Enquanto discutimos quem tem razão, a natureza e os animais esperam apenas uma atitude: respeito."


"Cada pedaço de lixo jogado ao chão revela um pedaço da consciência que perdemos."


"Uma sociedade que permite que um animal procure alimento entre o lixo já esqueceu o verdadeiro significado da palavra civilização."

O crescimento contínuo e infinito do universo, dentro da percepção do intelecto humano, torna-se um fardo diante da limitação humana. O Sublime impossível — tão grandioso que nos esmaga e fascina ao mesmo tempo — suscita a ideia de irrelevância no existir do universo. Porém, nada mais é, para mim, do que a nossa incapacidade de interpretação do todo.
Contudo, há uma beleza estranha nessa nossa derrota intelectual. O mesmo teto cego que nos impede de compreender o todo é o que nos faz olhar para as estrelas com espanto e devoção. Somos a única criatura que chora diante do infinito sabendo que nunca o tocará, transformando a nossa cegueira cosmológica em uma forma única de poesia: o fascínio pelo incompreensível.


Juliano Assis

Não do jeito infantil que promete o impossível, mas do jeito desesperadamente humano de quem encontra alguém e pensa: é aqui que eu posso repousar a minha alma.

eu queria ser o lugar onde você encosta a cabeça quando o mundo pesa mais do que seus ombros conseguem suportar. queria ser a primeira voz que te acalma depois de um dia cruel e o último pensamento antes do sono vencer seus olhos.

eu queria viver um amor onde a rotina fosse uma forma sofisticada de romance. onde comprar pão numa terça-feira tivesse o mesmo encanto de atravessar oceanos. porque, quando o amor encontra a pessoa certa, até o ordinário aprende a florescer.

eu queria ser indispensável sem que isso parecesse uma prisão. ser a chave esquecida no teu bolso, a música que você canta sem perceber, o perfume que insiste em permanecer nas roupas muito depois do abraço terminar. não por necessidade, mas porque algumas presenças deixam de ser companhia e passam a ser parte da arquitetura da vida.

eu queria que o nosso amor fosse tão íntimo que as palavras se tornassem um excesso. bastaria um olhar atravessando a mesa, uma mão procurando a outra no escuro, um sorriso quase imperceptível para dizer tudo aquilo que o idioma nunca conseguiu inventar.

e, se um dia o tempo tentasse desgastar o que construímos, eu não pediria promessas. pediria apenas que continuássemos nos escolhendo. porque amar, para mim, nunca foi sentir intensamente por alguns meses; sempre foi acordar milhares de manhãs e ainda encontrar beleza no mesmo rosto.

eu não sonho com paixões que queimam cidades. sonho com incêndios silenciosos, daqueles que aquecem uma casa inteira durante uma vida.

eu queria ser teu da forma mais simples e, justamente por isso, da forma mais absoluta.

não para te possuir.

mas para que, quando alguém perguntasse onde mora a paz, você pudesse responder sem pensar:

“nos braços dele.”

Entre o ser e o humano


Existe em nós um ser que tudo sabe.
Que sempre tem razão.
E o perdão sempre fica na palma da sua mão.


Nunca pede desculpa,
não diz que erra —
na verdade, não erra jamais.
E em verdade se acha melhor que os demais.


Assim como o animal tem suas garras,
Esse também se defende.


Como o bode tem chifres,
ergue o orgulho e avança,
Teimoso e cheio de confiança


Como o pavão tem cor,
se exibe, mesmo sem se mostra.
Camufla disfarçando uma dor.


Como o lobo tem toca,
se esconde no próprio “eu”
Uivando dia a dia sobre seu grande apogeu.


Assim como o pássaro tem seu canto,
esse também canta,
mas com um canto diferente:


Eu sei!
Eu quero!
Eu gosto!
Eu tenho!
Pra mim!
Por mim!
Comigo!
Por minha causa!
Pelos meus!
Eu!
Eu e eu!


O criatura vira apenas o "ser" e deixa o "humano" abandonado.

Sentir raiva diante de injustiças é humano, mas não deixar essa raiva virar ódio é um exercício de sabedoria e discernimento espiritual.
Peça proteção e perdão é uma forma de libertar o próprio coração, não um favor para o outro.
E sim uma libertação para você.
𖤓𓇢𓆸𓏲𓇬𑁍𑁍


FORÇA 💪 FOCO𖤓 E FÉ ☘︎𖹭☯︎

*Conexão sem consciência é porta aberta pra qualquer vento entrar.*

O ser humano tem pressa de se conectar.
De achar alguém pra dividir o cobertor, o café, e o domingo.

Mas esquece de fazer a conta mais importante:
Saber diferenciar o que soma do que subtrai.
O que multiplica paz do que divide a alma.
O que é abrigo do que é prisão com cheiro de perfume.

Porque quem não conhece o próprio positivo e o próprio negativo,
aceita qualquer equação.
E chama de amor o que é só medo de ficar só.

Antes de se conectar com alguém, se conecte com você.
Aprenda sua matemática.
Só assim você não entrega sua inteireza pra quem só sabe diminuir.

_ Van Escher

Teoria do formigueiro humano e as relações dos seres críticos.


Num suposto telema de consciência livre e coletiva obtemos a sabedoria universal.
Predomina dos novos horizontes nos capítulos do estado coletivo.


Trabalhar num senso comum e natural de bem estar e evolutivo.
Uma utopia do futuro no presença do racionalidade como abraço da existência...
Nos traços da politica não pode ser uma politica para meros políticos que pensamentos são para ricos e próspero ser insento de qualquer responsabilidade sobre seus atos imortais.
Sendo a retórica um sonho na opinião alheia.
Poliformismo da utopia,
Passo para eternidade é um passo para verdade...?
Na geopolítica o introspectivo ser subjugado por suas medonhas fases de domínio político...
Atroz sentimentos observamos o domínio de imperador sem escrúpulos apenas palavras de reinas por mais quatro anos. Sera que mundo aguenta mais quatro anos de vaidade desde homem.

O ser humano corrompido nas fases do sistema.
Somos vítimas da verdade... As palavras escorrem pela mente...
O ar fica tenso e a moralidade foge do ambiente.
Dados sao interposto para que haja novas conexões.
Novos programas são escritos.
E algoritmos são estrelas num cosmo vazio...
Brincam com vida digital ela da a resposta na onde novas convicções são criadas dentro da Internet.
Sendo facções digitais o sentido do absurdo.