Textos sobre o ser Humano

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ENTRE O CORPO E O INFINITO.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.

A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.

Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.

“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.”

A NECROSE SILENCIOSA DA ALMA.
Morre lentamente o ser humano que já não contempla a aurora como um milagre cotidiano. Morre quem desperta sem gratidão, quem atravessa as manhãs como um espectro automatizado, incapaz de perceber que cada raio solar constitui um testemunho da continuidade divina da existência. Há uma forma de sepultamento que antecede o túmulo. Ela ocorre dentro da consciência. Ela se instala nos territórios invisíveis da sensibilidade anestesiada.
Morre lentamente quem esqueceu de olhar as estrelas na noite anterior. Quem já não ergue os olhos para o firmamento perde gradativamente o senso de transcendência. O céu noturno sempre foi um dos maiores tratados metafísicos da humanidade. Civilizações inteiras compreenderam a pequenez humana diante da vastidão cósmica. Quando o indivíduo deixa de contemplar o infinito, passa a viver encarcerado nas estreitas muralhas do imediatismo material.
Morre lentamente quem não mais se encanta com a magnificência da natureza. Quem atravessa florestas sem reverência, quem observa rios sem assombro interior, quem pisa sobre a terra sem reconhecer nela o laboratório sublime da criação divina. A natureza não é mero cenário biológico. Ela é pedagogia silenciosa da Providência. Cada árvore ensina resistência. Cada estação ensina renovação. Cada flor revela que a delicadeza também constitui força.
Morre lentamente quem já não encontra beleza em si mesmo. O autoabandono emocional corrói a estrutura psíquica com intensidade devastadora. O amor-próprio equilibrado não é vaidade. É reconhecimento da dignidade espiritual que habita a criatura humana. Quem se odeia gradativamente destrói os alicerces interiores da esperança. Quem não se permite ajuda fecha as portas da própria regeneração.
Morre lentamente quem se transforma em servo dos hábitos petrificados. Quem percorre eternamente os mesmos caminhos mentais, emocionais e existenciais, recusando-se a experimentar novos horizontes da experiência humana. A estagnação da alma produz uma espécie de mumificação psicológica. O indivíduo permanece biologicamente vivo, mas espiritualmente imóvel. O medo da mudança converte-se em cárcere invisível.
Morre lentamente quem faz da distração superficial o centro absoluto da própria vida. Quem substitui reflexão por ruído constante. Quem abandona o diálogo profundo consigo mesmo para entregar-se inteiramente às dispersões hipnóticas do mundo moderno. A consciência necessita de silêncio para amadurecer. Sem introspecção, o espírito enfraquece-se.
Morre lentamente quem permanece infeliz em sua vocação e ainda assim não move uma única força interior para transformar a própria realidade. A resignação passiva jamais foi virtude. O conformismo diante da infelicidade representa uma das formas mais perigosas de renúncia existencial. Sonhos sufocados tornam-se sepulturas íntimas.
Morre lentamente quem vive aprisionado à reclamação incessante. Quem transforma a própria linguagem em instrumento contínuo de pessimismo. A palavra possui profunda força psíquica. O pensamento repetido estrutura estados emocionais permanentes. Quem apenas amaldiçoa a chuva, o calor, o destino ou a própria sorte passa a habitar atmosferas mentais de autodestruição silenciosa.
Morre lentamente quem abandona projetos antes mesmo de iniciá-los. Quem teme errar mais do que deseja aprender. Quem deixa perguntas sufocadas pelo orgulho e respostas aprisionadas pelo medo. A ignorância não constitui vergonha. Vergonhosa é a recusa deliberada ao crescimento intelectual e moral.
Morre lentamente quem já não agradece. A gratidão é uma das mais elevadas expressões da lucidez espiritual. A criatura ingrata obscurece a percepção das bênçãos que a cercam. Pais, filhos, amizades, oportunidades, afetos, reconciliações e até mesmo as dores educativas da existência constituem patrimônios invisíveis da alma.
Morre lentamente quem não sorri para uma criança. Quem já não percebe o sublime mistério do nascimento humano. O olhar de um bebê ainda carrega vestígios de eternidade. Existe uma pureza metafísica nos primeiros instantes da vida que desmonta os orgulhos endurecidos da maturidade enferma.
Morre lentamente quem já não abraça. Quem não beija. Quem não acaricia. Quem desaprendeu a linguagem silenciosa do afeto. O ser humano necessita de vínculos emocionais tanto quanto necessita de alimento e respiração. A ausência de ternura resseca as regiões mais delicadas da afetividade.
Morre lentamente quem adota filosofias permanentes de desesperança. Expressões como “o mundo não tem mais jeito” revelam frequentemente uma desistência íntima diante da própria responsabilidade moral. Civilizações não se regeneram por discursos pessimistas, mas pela transformação individual de consciências despertas.
Morre lentamente quem acredita que o fim de um amor representa o fim absoluto da capacidade de amar. O amor verdadeiro não se reduz à posse emocional. Amar é potência da alma. É faculdade expansiva do espírito. O coração humano permanece capaz de reconstrução enquanto ainda houver sensibilidade.
Morre lentamente quem jamais se dedica à felicidade alheia. Quem não reparte. Quem não consola. Quem não serve. A existência exclusivamente centrada em si mesma degenera em aridez emocional. A criatura humana encontra significado profundo quando se transforma em instrumento de amparo para outros seres.
Evitemos, portanto, a morte em doses suaves. Respirar não basta para caracterizar a plenitude da vida. A verdadeira vitalidade exige consciência, esforço moral, discernimento e transcendência interior.
Estar vivo pressupõe ação consciente e não mera reação instintiva. A reação impensada frequentemente nasce dos impulsos inferiores da personalidade. A reflexão, ao contrário, representa uma das mais elevadas expressões da maturidade psicológica e espiritual.
Estar vivo implica examinar-se continuamente. Não para cultivar culpa mórbida, mas para desenvolver autoconsciência. Quem se analisa com honestidade descobre possibilidades profundas de renovação interior. A reforma íntima constitui uma das maiores tarefas da existência humana.
Estar vivo significa carregar entusiasmo autêntico. A própria palavra entusiasmo deriva do grego “entheos”, expressão que significa “ter Deus dentro de si”. O entusiasmo verdadeiro não é euforia superficial. É a convicção silenciosa de que a vida possui finalidade superior, mesmo em meio às tribulações mais severas.
Vivo para que o sol encontre significado em sua própria claridade. Vivo para que a chuva purifique não apenas o ar, mas também os territórios ocultos da alma fatigada. Vivo para que o amor transborde sem exigir justificativas utilitaristas, porque o amor legítimo dispensa condições para existir.
Vivo para florescer jardins que talvez jamais verei completamente. Toda bondade sincera multiplica-se invisivelmente nas estruturas morais da humanidade. Nenhum gesto elevado perde-se no universo.
Vivo cada dia como realidade irrepetível. Nem o primeiro. Nem o último. O único. O instante presente constitui a matéria-prima sagrada da existência.
A morte mais perigosa não é a biológica. É aquela que apaga lentamente a sensibilidade, a esperança, a coragem, a contemplação e a capacidade de amar.
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a Lei.”
Marcelo Caetano Monteiro .


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É….. ser humano é esse paradoxo ambulante.
Aquilo que nos eleva também nos atravessa. O amor dá sentido, mas cobra o preço da perda; o apego aquece, mas queima; a esperança sustenta, mas também cansa. Parece que tudo o que torna a vida mais viva é, ao mesmo tempo, o que a torna mais difícil de suportar.


Talvez o problema não seja sentir demais, mas sentir sabendo que nada é permanente. Ainda assim, a gente insiste porque, no fundo, uma vida sem amor dói menos….. mas também significa menos. E entre a dor vazia e a dor cheia de sentido, quase sempre escolhemos a segunda.

A VIDA NÃO AVISA QUANDO ESTÁ INDO EMBORA


Talvez uma das maiores ilusões do ser humano seja acreditar que o amanhã lhe pertence.


Acordamos, fazemos planos, marcamos compromissos, acumulamos coisas, perseguimos dinheiro, reconhecimento, status… e, silenciosamente, vamos deixando a vida para depois.


Depois eu ligo.


Depois eu visito.


Depois eu peço perdão.


Depois eu digo que amo.


Depois eu abraço.


Depois eu descanso.


Depois eu vivo.


Mas existe uma pergunta que quase ninguém gosta de fazer:


E se o “depois” nunca chegar?


A vida não envia um aviso dizendo:


"Este é o seu último abraço."


Não existe uma notificação dizendo:


"Aproveite esta conversa. Você nunca mais terá outra."


Não existe um relógio visível contando quanto tempo ainda temos com aqueles que amamos.


E talvez seja justamente essa ausência de aviso que nos faça desperdiçar aquilo que é mais precioso.


Vivemos como se tivéssemos infinitas oportunidades para corrigir o que quebramos.


Como se o orgulho pudesse esperar.


Como se o amor pudesse esperar.


Como se nossos pais fossem eternos.


Como se nossos filhos permanecessem pequenos para sempre.


Como se aquela pessoa que está ao nosso lado estivesse garantida no próximo capítulo.


Mas a verdade é silenciosa e implacável:


tudo aquilo que hoje chamamos de rotina, um dia poderá se tornar saudade.


A casa.


A voz.


O cheiro.


A mensagem.


A risada.


O abraço.


A presença.


E talvez, quando percebermos isso, descobriremos que passamos tempo demais tentando conquistar coisas que jamais conseguirão ocupar o lugar de uma pessoa que partiu.


Porque diante da morte, o dinheiro perde o brilho.


O orgulho perde a força.


As discussões perdem o sentido.


A necessidade de ter razão desaparece.


E aquilo que parecia tão urgente revela seu verdadeiro tamanho:


pequeno.


Muito pequeno.


No fim, quase nunca desejamos ter trabalhado mais.


Desejamos ter estado mais presentes.


Não pensamos nas discussões que vencemos.


Pensamos nas palavras que poderíamos ter dito.


Não lembramos dos objetos que compramos.


Lembramos das experiências que vivemos.


Não sentimos falta do tempo que passamos correndo atrás da vida.


Sentimos falta do tempo que não paramos para vivê-la.


Talvez esse seja um dos maiores despertares que alguém pode ter:


você não precisa esperar perder alguém para perceber o valor de tê-lo.


Não espere a ausência ensinar o valor da presença.


Não espere a saudade ensinar o valor do abraço.


Não espere o silêncio ensinar o valor da palavra.


Não espere o fim ensinar o valor do começo.


Se existe alguém que você ama, demonstre.


Se existe alguém que precisa do seu perdão, perdoe.


Se existe alguém a quem você precisa pedir perdão, procure.


Se existe um abraço que você está adiando, abrace.


Se existe um “eu te amo” preso dentro de você, diga.


Porque algumas palavras, quando adiadas demais, podem se transformar em arrependimento.


E algumas despedidas acontecem sem que ninguém saiba que eram despedidas.


A vida é estranha.


Passamos anos tentando conquistar o futuro e, quando ele finalmente chega, percebemos que aquilo que realmente possuíamos era apenas o presente.


Este instante.


Esta respiração.


Esta pessoa.


Este abraço.


Este dia.


Por isso, talvez viver não seja simplesmente acrescentar anos à existência.


Talvez viver seja acrescentar presença aos anos que recebemos.


Porque ninguém sabe quantos capítulos ainda existem.


Ninguém sabe quantas manhãs ainda verá.


Quantos natais.


Quantos aniversários.


Quantas conversas.


Quantos abraços.


Quantos “até amanhã”.


E é justamente por não sabermos que cada encontro deveria carregar um pouco mais de gratidão.


Cada abraço deveria durar um pouco mais.


Cada “eu te amo” deveria ser dito enquanto existe voz.


Cada perdão deveria acontecer enquanto existe tempo.


Não espere uma tragédia para descobrir o que realmente importa.


O despertar pode acontecer antes da perda.


Talvez a vida esteja tentando nos ensinar uma coisa simples, mas que passamos a existência inteira tentando compreender:


nós não temos o amanhã.


Temos apenas este momento.


E este momento já é um presente.


Então diminua a velocidade.


Olhe para quem está ao seu lado.


Ligue para quem você ama.


Perdoe o que puder.


Solte o que já não precisa carregar.


Abrace mais.


Ame mais.


Esteja mais presente.


Porque, no final, talvez a grande pergunta da vida não seja:


“Quanto eu consegui?”


Mas sim:


“Quanto eu amei enquanto estive aqui?”


E quando o último capítulo chegar porque um dia ele chegará que não seja necessário olhar para trás e desejar ter vivido aquilo que estava acontecendo diante dos seus olhos.


Que você tenha coragem de viver agora.


Enquanto existe voz.


Enquanto existe abraço.


Enquanto existe presença.


Enquanto existe tempo.


Porque a vida não é uma promessa de amanhã.


A vida é este sopro que acabou de passar por você.


E talvez a pergunta mais importante seja:


o que você vai fazer com o próximo sopro?

Amar no meio da peste e do caos é o gesto mais aristocrático que um ser humano pode realizar, pois exige a doação total sem a garantia de qualquer colheita futura. É o compromisso de cuidar da fragilidade do outro como se fosse o último tesouro de uma civilização que está prestes a desaparecer sob as águas do esquecimento. Que o afeto seja o diapasão que nos mantém afinados com o que é humano, impedindo que o gelo da indiferença técnica congele as fontes da nossa compaixão.


- Tiago Scheimann

O ser humano costuma forjar-se.
Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. Então, somos tudo que queremos afirmar?
É ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tão baixos e estúpidos.
Mas o que é ser estúpido?
É Saber demais das teorias e não exercê-las?
Ou é zombar da nossa condição, limitação e veracidade?
Para que serve o nosso intelecto sem a maçã do limiar que há em existir imperfeito?
Devo aproveitar-me de minha imperfeição para castrar meu estado existencial?
Pra que se vestir de tanta estupidez e arrogância?
Se nada terei no universo sem sombras de dúvidas..
Ninguém deve pertencer ao inferno. Mas instintivamente, perde-se muito da vida criando sementes daninhas e que geram frutos.
Para que serve a vida, se não noiva-la com a gratidão e generosidade?

⁠FUNÇÃO DO ESPÍRITO, DA ALMA E DO CORPO NO ORGANISMO HUMANO

O Espírito tem a função de originar e orientar a Alma bem como de criar, construir e administrar o Corpo.

A Alma tem a função de servir de base para a construção do Corpo e de gerir o Corpo.

A Alma pode gerir o Corpo segundo as orientações do seu Espírito através das Intuições que exigem Completa Atenção da Alma ao seu Espírito ou segundo as orientações alheias através da educação e da aculturação.

No Dormir a Alma integra-se no seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo. No Morrer a Alma integra-se no seu Espírito que seguidamente abandona o Corpo. No Renascer a Alma dissolve-se no seu Espírito sem que o Espírito abandone o Corpo.

Dormir é importante porque permite o Espírito reparar e restabelecer o Corpo. Morrer é importante porque permite o Espírito renovar e aperfeiçoar tanto a Alma como o Corpo. Renascer é importante porque permite a Alma Experienciar a Eternidade da Existência.

A Alma Humana Terrestre é Incapaz de Sentir, Perceber e Reconhecer o seu Espírito no Organismo, apenas reconhece o Corpo, devido ao seu estado de Separação, Desunião e Desarmonia com o seu Espírito ou devido ao seu estado de Ignorância e Obscurecimento.
A Completa Atenção da Alma ao seu Espírito e a Natureza bem como a Autocorreção contínua e gradual das Malezas da Alma ou da Consciência da Alma constituem o Início da Harmonia e da União da Alma com o seu Espírito ou o Início do Fim do estado de Ignorância e de Obscurecimento da Alma.

O Corpo tem a função de seguir qualquer Ordem da Alma, independentemente de ser uma Ordem prejudicial ou benéfica para o Corpo.
Contudo, um Corpo ou uma parte de um Corpo quando estiver cansado ou danificado não consegue satisfazer as Ordens da Alma, sendo necessário, em casos ligeiros, que a Alma espere até que o Espírito restabeleça a condição do Corpo.

⁠O QUE É UMA PESSOA?

É um Organismo Humano.

Um Organismo Humano é composto por:

1. Vida, mantém o Corpo do Organismo vivo.
2. Sujeito, realiza ações voluntárias.

3. Consciência, forma de ser do Sujeito.
4. Mente, conhecimentos e pensamentos do Sujeito.
5. Corpo, meio de manifestação perceptível do Espírito e do Sujeito.

Consciência, Mente e Corpo são Conteúdos do Sujeito e devem ser desenvolvidos pela Educação porque constituem respectivamente o domínio Afetivo, Cognitivo e Motor do Sujeito cujos Objetivos Educacionais devem ser equitativamente trabalhados pelos Professores para que o desenvolvimento do Sujeito seja Integral.

DESENVOLVIMENTO DO ESTADO ANSIOSO OU SERENO NO ORGANISMO HUMANO


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‎O estado emocional de um organismo humano depende essencialmente da forma como o Sujeito do organismo se relaciona com os seus Pensamentos!


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‎Se o Sujeito realizar diariamente o acto de Pensar amoldando-se aos seus Pensamentos, então desenvolverá o estado ansioso no seu organismo!
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‎Mas, se o Sujeito realizar diariamente o acto de Atenção observando os seus Pensamentos, então desenvolverá o estado sereno no seu organismo!
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Biologia Integral do Organismo Humano (BIOH)
‎
O Que é Biologia Integral do Organismo Humano?
‎
A Biologia Integral do Organismo Humano (BIOH) é o estudo do Organismo Humano em todos os seus aspectos que incluem o Corpo, o Campo Morfogenético formador do Corpo, o Eu-Centro gestor do Corpo, a Mente ou o Consciente definidor dos Comportamentos do Eu-Centro, a Consciência ou o Inconsciente Pessoal definidor das Atitudes do Eu-Centro e a interdependência entre todos os aspectos que compõem o Organismo Humano.
‎

Respeite a mente como sagrada.
Ela é o canal entre o humano e o divino.
Não a contamine com inveja, medo ou dúvida.
Respeitar o tempo da manifestação
é confiar no tempo de Deus.
A gratidão e o silêncio interior
mantêm o fluxo aberto.
Pense com pureza.
Fale com amor.
Espere com serenidade.
Porque o que é de Deus
amadurece sem esforço.
Quando você aprende a pensar do jeito certo,
sua cabeça para de ser inimiga
e vira aliada.
A ansiedade diminui.
A depressão perde força.
A confusão some.
E você passa a enxergar
o que realmente importa.
Com a mente limpa,
você erra menos,
se mete em menos problemas
e toma decisões mais firmes.
As coisas deixam de sair do controle
e começam a entrar no lugar,
uma por uma.
Pensar certo é andar certo.
E quem anda certo…
chega longe.

O maior erro do ser humano talvez seja esquecer que tudo é passageiro. Ao agir como se a vida fosse eterna, acabamos desperdiçando oportunidades e deixando de valorizar o presente. Movidos pelo egoísmo e pelo orgulho, repetimos erros antigos, criamos conflitos e nos afastamos uns dos outros. Quando não aprendemos com o passado, caímos nos mesmos ciclos de dor. A verdadeira sabedoria estaria em cultivar a humildade, reconhecer nossa finitude e valorizar cada instante, cada pessoa e cada gesto.

K.B

O amor é o mistério que habita o coração humano. Não se prende ao tempo, nem ao espaço, e mesmo invisível, é capaz de mover mundos. Ele nasce no silêncio de um olhar, cresce no gesto simples de cuidado e floresce quando duas almas se reconhecem. O amor é abrigo e tempestade, é calma e vertigem. Não pede explicações, apenas se sente. É a ponte entre o finito e o eterno, aquilo que dá sentido à vida e torna suportável até a dor. O amor é, enfim, o que nos torna humanos.

K.B

Dizem os especialistas que as pessoas se buscam por necessidade, mas a verdade do coração humano vai muito além de uma simples troca de favores. Cada indivíduo é um universo complexo, e as razões que nos fazem procurar — ou evitar — o próximo são tão profundas quanto o próprio mar.Há quem não precise de bens materiais ou favores grandiosos. Tudo o que buscam é uma palavra amiga, um conselho sincero ou apenas a certeza de que há alguém ouvindo do outro lado. Para essas pessoas, a presença atenta vale mais do que qualquer riqueza.Por outro lado, existem dores que exigem silêncio. Momentos delicados de saúde física ou mental são, muitas vezes, guardados em segredo. Aprendemos a duras penas que nem todo mundo está pronto para acolher a nossa vulnerabilidade, e que expor certas feridas para as pessoas erradas pode machucar ainda mais. Por isso, muitos escolhem o recolhimento.Há também o peso do orgulho. Quantas almas sofrem sozinhas simplesmente porque não conseguem pedir ajuda? O orgulho funciona como uma armadura pesada: protege por fora, mas esmaga quem está dentro, impedindo que o socorro chegue.E o ponto mais crítico de nossa existência é que ninguém consegue adivinhar o que o outro está passando. O ser humano desenvolveu a incrível e dolorosa habilidade de camuflar suas dores. Hoje, alguém pode passar por você na rua, cruzar o seu caminho no trabalho ou sentar-se ao seu lado na mesa exibindo um sorriso largo e radiante. Mas, por trás daquela máscara de alegria, por dentro, o coração dessa pessoa pode estar gritando por socorro.

A grande lição que fica é a da empatia incondicional. Já que não temos o poder de ler mentes ou adivinhar o sofrimento alheio, a nossa única escolha justa é tratar cada pessoa com o máximo de bondade, respeito e paciência.Seja gentil sempre: O seu bom dia, o seu sorriso ou a sua paciência na fila do mercado podem ser o único momento de paz na vida de alguém que está prestes a desabar.Não julgue o isolamento: Se alguém se afastou ou se mantém calado, respeite. Pode ser orgulho, mas também pode ser uma dor que aquela pessoa ainda não sabe como transformar em palavras.Pratique a escuta: Quando alguém decidir falar com você, doe sua atenção de verdade. Uma palavra certa no momento certo tem o poder de salvar uma vida.No teatro do mundo, o sorriso nem sempre é sinônimo de felicidade; às vezes, ele é apenas o último escudo de quem está tentando ser forte. Olhe além das aparências.

⁠A Essência do Pensamento Humano

Ao longo da história, frases moldaram civilizações, desafiaram crenças e abriram portas para o desconhecido. “Ser ou não ser” nos coloca diante do dilema existencial que todos, em algum momento, enfrentam. “Todos os seres humanos nascem livres e iguais”, mas o mundo nos ensina que a igualdade é uma conquista diária, não um presente.

Neil Armstrong, ao pisar na Lua, mostrou que os sonhos podem transcender a Terra, provando que cada passo conta. E Heráclito nos lembra: “Nada é permanente, exceto a mudança.” Aquele que não compreende essa verdade se aprisiona no passado e teme o futuro.

Sócrates, ao dizer “Só sei que nada sei”, revelou que a humildade é a chave do conhecimento. E Descartes, com “Penso, logo existo”, ensinou que nossa consciência define nossa realidade.

Joemar, a grandeza de um legado está na capacidade de entender o passado, transformar o presente e moldar o futuro. Que suas palavras ecoem como as dos grandes mestres, pois é no verbo que a imortalidade se constrói.

Metaforicamente falando, o ser humano é um equilíbrio constante entre o bem e o mal...
Ele constrói, destrói;


Ama, odeia;
Diz a verdade, diz a mentira;
Ajuda, age com indiferença;
Cria espaço, cria barreira;
Vive de coração, atua apenas pela razão;
Busca a paz, deseja guerra;
Oferece, rouba;
Elogia, xinga;
É alegre, é triste;
É saudável, é doente;
Nasce e morre.

O que mais separa o ser humano dos outros animais é o saber. Só o saber liberta o homem. Sendo livre, ele pode buscar uma vida melhor para todos.


Só acredito em uma sociedade onde o principal papel do governo seja garantir que cada pessoa tenha acesso ao conhecimento para se formar como cidadão.


Minha mensagem é de esperança: o homem precisa aprender, precisa conhecer. Porque, ao conhecer, ele se torna livre.

Jesus é uma imagem, um personagem humano. Mas, segundo o velho testamento, adorar Jesus seria pecado, pois deus ordenou expressamente que não se adorassem imagens.


Conclusões possíveis:


1. O mandamento de não adorar imagens é falso, e portanto podemos adorar Jesus.


2. O mandamento é verdadeiro, o que significa que Jesus não é deus e não possui nada de divino.


3.Tanto os mandamentos quanto Jesus são ficções criadas pela Matrix para controlar a mente de humanos com menor cognição.

441🙏❤️ O ser humano não tem limites para perversidade, muito das vezes agem de forma tão ocultas que nem percebemos tal ação, agem em todo os seguimentos da sociedade, destruindo famílias, relacionamentos, amizades e sonhos do próximo, não se preocupam com a lesão provocada, usam artimanhas diversas até chegar no fundo da discórdia total, fazem críticas infundadas, criam crises no ambiente familiar destilando ódio sem Precedentes, não deixam qualquer possibilidade de reparação do ato praticado, deixando seus alvos sem saída...
Mas um dia a verdade chega, tardia mas com total transparência, nada fica oculto, verdade ou mentira, e respondemos no plano físico ou no além túmulo, a vida carnal acaba, mas a vida espiritual é eterna, a verdadeira morada, aí somos julgados pelas nossas consciências...
Assim é o agir de Deus nada ficará impune, da menor até a mais grave inflação nos chega um dia, aproveite seus dias para a prática das boas obras, bons feitos e boas ações, assim construindo o seu castelo de luz no plano maior a terra é um aprendizado, o espírito é criado simples e ignorante por Deus, mas trilhamos o bom caminho no planeta escola buscando a perfeição, a nossa evolução...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

O ser humano de alto valor, vale bem mais e é tão parecido como o diamante natural colorido.
A gema, do diamante nasce de uma molécula de carbono o que lhe confere semelhança com a vida, e é elevado a altas temperaturas e pressões, quando cristaliza se. Assim como o ser humano, que comparativamente nas mesmas condições, deixa de apenas existir e passa a viver com sentido, para grande obra colorida, na humanidade, fazendo se, se tornar forte, bom e imprescindível para todos no seu momento de existência e passagem,
nesta dimensão.