Textos sobre o ser Humano
Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.
O ser humano é um paradoxo.
No profundo sentido do ser humano transcende a poliformismo.
A antropologia do ser humano transcende o indivíduo,
Numa nova fase dimensional o ser humano torna se copia da evidência do próprio prazer (...)
Sinopses da evolução dão partido novas crônicas do ambiente social.
O cavalo de troia na interlocução da caótica virtude da humanidade.
O homem vive dentro do capitalismo.
Teoria do formigueiro humano e as relações dos seres críticos.
Num suposto telema de consciência livre e coletiva obtemos a sabedoria universal.
Predomina dos novos horizontes nos capítulos do estado coletivo.
Trabalhar num senso comum e natural de bem estar e evolutivo.
Uma utopia do futuro no presença do racionalidade como abraço da existência...
Nos traços da politica não pode ser uma politica para meros políticos que pensamentos são para ricos e próspero ser insento de qualquer responsabilidade sobre seus atos imortais.
Sendo a retórica um sonho na opinião alheia.
Poliformismo da utopia,
Passo para eternidade é um passo para verdade...?
Na geopolítica o introspectivo ser subjugado por suas medonhas fases de domínio político...
Atroz sentimentos observamos o domínio de imperador sem escrúpulos apenas palavras de reinas por mais quatro anos. Sera que mundo aguenta mais quatro anos de vaidade desde homem.
O ser humano corrompido nas fases do sistema.
Somos vítimas da verdade... As palavras escorrem pela mente...
O ar fica tenso e a moralidade foge do ambiente.
Dados sao interposto para que haja novas conexões.
Novos programas são escritos.
E algoritmos são estrelas num cosmo vazio...
Brincam com vida digital ela da a resposta na onde novas convicções são criadas dentro da Internet.
Sendo facções digitais o sentido do absurdo.
Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.
A projeção geometria do ser humano num mundo caótico da alienação religiosa e social.
É simplicidade compreensão do ser sem intelecto desprovido da visão crítico num ser totalmente o ser natural...
Geometria do ser humano como uma ilha dentro das ilusões.
Ate no pior cenário de absoluta presença do caos predomina no cérebro do ser humano a beleza, então resiste a virtude das da existência da ilusão o homem é simplicidade a paredolia da seu própria existência...
Os bolsões de frio...
Frio extremo devido a poluição crescente... alienação humano.
O luxo é negócio e petróleo é ouro...
O impacto ambiental é desastroso.
As geleiras quebram e descongela.
O alienado diz o gelo derrete e mato pega fogo.
Bolsão de frio extremo as pessoas morrem nas ruas sem proteção.
Os abrigos de pessoas em estado de vulnerabilidade sofre com alienador.
As bolhas de frio fazem mudança no meio ambiente, plantações morrem, inundação entre outros problemas ambientais e sociais.
O valor ser humano e o que valemos para o poder publico.
Prato é fino mais o coração é simplicidade abandonado.
As camas são quentes no albergue
Mas é contado as vagas e quem esta la , ninguém saberá.
Pessoas dormem nas pracas a prefeitura passa caminhões de jato de agua frio. Não noticia apenas o retrato dos vulneráveis...
Nas barracas seres passam frio e morrem o unico destino geladeiro do MIL ... aonde esta a dignidade.
Imporar para viver....
Roubar para viver.
Aonde chega o ser humano.
Sentir raiva diante de injustiças é humano, mas não deixar essa raiva virar ódio é um exercício de sabedoria e discernimento espiritual.
Peça proteção e perdão é uma forma de libertar o próprio coração, não um favor para o outro.
E sim uma libertação para você.
𖤓𓇢𓆸𓏲𓇬𑁍𑁍
FORÇA 💪 FOCO𖤓 E FÉ ☘︎𖹭☯︎
Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.
Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.
Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.
E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?
Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.
Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.
Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.
Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.
Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:
Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.
Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.
Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.
Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.
Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.
Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.
E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.
E que esse amor nos cure, a todos.
Quando o ser humano perceber que a bola, ainda que chutada, agarrada, liberada, agredida e até acolhida, tem mais voz que o “livro mais vendido” e 'menos vivido do mundo', não haverá mais brigas nem trapaças no futebol.
Há algo de profundamente humano no destino da bola.
Buscada e tocada de todas as formas, e ainda assim continua rodando, unindo pessoas que, fora do campo, talvez jamais se entenderiam.
A bola não julga quem a toca. Ela gira para todos, sem distinção de credo, cor ou fronteira.
E é justamente nesse movimento, tão simples e tão leve, que mora uma lição que o ser humano parece ter esquecido.
Enquanto o mundo se curva diante do livro mais vendido — e, ironicamente, menos vivido —, a bola segue pregando seu evangelho silencioso: o da partilha, da alegria e da verdade do instante.
No gramado, não há espaço para disfarces; o que se é, se mostra.
A bola não aceita trapaças por muito tempo.
Quem tenta enganá-la, mais cedo ou mais tarde, tropeça no próprio engano.
Talvez, quando o ser humano perceber que a bola fala muito mais alto que muitos púlpitos, que seu giro é mais honesto que muitos discursos e que seu jogo é mais limpo que muitas pregações, o futebol voltará a ser o que sempre foi: um espelho do que temos de melhor.
E então, quem sabe, já não haverá mais brigas nem trapaças — apenas o som puro da bola correndo livre, leve e solta, ensinando em silêncio aquilo que tantos livros gritam sem entender.
Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.
Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.
Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.
As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.
Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.
Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.
Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.
Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.
Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.
Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.
Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.
Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.
Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…
Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.
E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.
Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.
E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.
Talvez, quando descobrirem a cura do câncer, o ser humano descubra que terminal é a falta de senso coletivo.
Doenças são permissão divina, falta de bom senso é escolha humana.
Enquanto há doenças que acometem o corpo, existem outras que adoecem a convivência.
Em hospitais, lugares onde a fragilidade humana se apresenta sem máscaras, espera-se no mínimo encontrar compaixão, respeito e compreensão.
No entanto, não é raro presenciar situações nas quais o individualismo ocupa mais espaço do que a empatia.
Compartilhar um ambiente hospitalar é um exercício bastante silencioso de humanidade.
Ali, cada pessoa carrega sua própria dor, sua ansiedade, seus medos e suas esperanças.
Ninguém está ali por lazer.
Ainda assim, muitos parecem incapazes de perceber que o espaço, o silêncio, o descanso e até a atenção dos profissionais precisam ser divididos de forma equilibrada e respeitosa.
A dificuldade em compartilhar esses espaços revela algo bastante preocupante sobre nossa vida em sociedade.
Estamos cada vez mais acostumados a enxergar nossas necessidades como prioridade absoluta, esquecendo que ao nosso lado há alguém enfrentando uma batalha tão difícil quanto a nossa — ou talvez ainda mais dura.
Um quarto hospitalar, uma sala de espera ou um corredor não são apenas locais físicos; são territórios onde a solidariedade deveria ser tão presente quanto os medicamentos.
O senso coletivo não significa abrir mão da própria dor, mas reconhecer a dor do outro.
Significa compreender que pequenas atitudes — falar mais baixo, respeitar horários, preservar a privacidade alheia e a limpeza do ambiente, colaborar com as regras comuns — podem aliviar o peso de quem já está sobrecarregado pelo sofrimento.
Talvez a verdadeira evolução da humanidade não esteja apenas nos avanços da ciência, mas na capacidade de desenvolver uma consciência coletiva mais madura.
Afinal, de pouco adianta prolongar a vida, se continuarmos incapazes de conviver com respeito, consideração e empatia.
Porque, no fim, um hospital nos lembra daquilo que passamos a vida tentando esquecer: somos todos vulneráveis.
E justamente por isso, deveríamos ser também mais humanos uns com os outros.
Quase na mesma proporção que o ser humano domou e domesticou os animais, ele se deseducou.
Aprendeu a controlar a natureza, mas perdeu o controle sobre si mesmo.
Construiu máquinas capazes de atravessar continentes em horas, mas já não encontra tempo para atravessar o silêncio de uma conversa verdadeira.
Acumulou informações, mas nem sempre sabedoria.
Multiplicou conexões, enquanto enfraqueceu vínculos.
Na tentativa de dominar tudo o que estava ao redor, acostumou-se a acreditar que também podia submeter o tempo, as pessoas, os sentimentos e até os limites da própria existência.
Confundiu progresso com pressa, liberdade com individualismo e inteligência com acúmulo de dados.
A educação que antes acontecia no exemplo, na convivência e na contemplação foi sendo substituída pelo imediatismo, pelo consumo e pela necessidade constante de ter razão.
Pouco a pouco, desaprendemos a ouvir, a esperar, a pedir perdão, a reconhecer nossa ignorância e a aprender com aquilo que é diferente de nós.
Talvez a maior ironia seja que os animais, tantas vezes considerados inferiores, continuam obedecendo ao equilíbrio da natureza, enquanto o homem, que se considera racional, frequentemente age contra ela e contra si mesmo.
E agora, quem irá reeducá-lo?
Não será uma tecnologia, uma ideologia ou um algoritmo.
A reeducação começa quando cada pessoa aceita voltar a ser aprendiz.
Quando reconhece que caráter vale mais que aparência, que consciência vale mais que conveniência e que nenhuma transformação coletiva acontece sem uma profunda transformação individual.
O ser humano só reencontrará seu caminho quando compreender que educar não é apenas ensinar a fazer, mas, sobretudo, aprender a ser.
Porque o verdadeiro progresso não está em dominar o mundo, e sim em governar a si mesmo.
Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.
Toda ação ou reação tem uma história…
Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.
Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.
Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?
Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.
E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.
Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.
Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.
Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.
Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.
Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.
A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.
Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.
Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.
Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.
Acolher antes de interpretar.
Escutar antes de explicar.
E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.
Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.
As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.
Apenas se importe – III
Você não é nada disso.
Você é humano.
A humanidade não tem limites.
A consciência não tem fronteiras. E você é isso.
Como parte dos padrões e processos atemporais que compõem a saga humana em cada instante precioso, o que você faria hoje para mudar o comprimento de onda do coletivo?
O que você faria para reconciliar a perspectiva binária que impusemos à nossa existência unitária
O que você faria para sonhar um sonho coletivo melhor?
O que você faria?
****************Simplesmente se importe.******************
E se o fizer, importe-se um pouco mais.
E se você deixou de se importar, se preocupe em saber o porquê.
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Quando você começou a ensaiar a couraça preventiva de não se importar o suficiente - para evitar dor e danos emocionais?
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Cuide porque cada parte verdadeira de sua humanidade anseia por cuidar.
Porque você foi feito para cuidar.
Eu me importo.
“Não voltarei a um universo
de objetos que não se conhecem,
como se as ilhas não fossem as crianças perdidas
de um grande continente.” _Monet_
E só para ser ácido: crer, ter fé, não tem nada a ver com cristianismo, islamismo, judaísmo ou qualquer outro “ismo” que por ventura alguém professe.
Paulo H Salah Din
Como uma folha em branco
O ser humano é como uma folha em branco.
Nasce limpo, Destituido de qualquer complemento.
Com a oportunidade de uma vida plena, isto é, se tiver alguem em sua vida que saiba escrever uma boa historia, é claro.
Quando chega na adolescencia, as paginas de sua vida vão se preenchendo mais rapidamente.
Isso porque nessa faze, meu amigo... a vida corre intençamente. Vive-se muitas emoções de uma só vez, e se preenche o dobro da quantidade paginas em branco que escreveu na infancia.
Existem capitulos que se tem vontade de arrancar, mais este possui muitos anexos bons, então o que podemos fazer é passar um corretivo, ele apaga o que se escreveu, porêm deixa a sua marca para sempre.
Quando crescemos decidimos juntar dois livros diferentes,duas historias que tiveram dois rumos diferentes e passamos a escrever uma unica historia só que juntos.
E assim se prossegue ate a velhice quando uma das duas historias chega ao fim, seu papel acaba, mais deixa seu livro para a pessoa que o escreveu junto com você sempre leia e se lembre como foi bom a historia que escreveram juntos naquelas folhas em branco...
Você está vivo?
Se eu fizer essa pergunta pra qualquer ser humano, ele logo se ofenderia e sairia em defesa pessoal afirmando que sim. Mas Será? Você tem certeza? Bem estar vivo, quer dizer que se estar perceptível a tudo e a todos, Estar vivo não é só caminhar pelas ruas, falar com o outrem, fazer negócios, trabalhar...enfim fazer diversos serviços e ter diversas atitudes. Estar vivo, é está atento, promover e interagir com coisas e pessoas porque muitas vezes temos certas atitudes e só nos damos conta depois de executamos. Pois andamos no automático, e saímos por ai sem muitas vezes até olhar direito quando atravessamos a rua, e é comum acordar com a buzinada de um veículo ou até o grito de uma pessoa dizendo ``Acorda pô´´. Estar vivo é muito mais que agir no dia, a dia em afazeres comuns. Estar vivo é inovar toda hora e se perceber dizendo como sou bom(a) no que a vida me propicia.
Encontro todo dia com gente, convivo, converso, e elas estão sempre com os mesmos assuntos; trabalho, casa, modo de agir dos filhos ou cônjuge, do lado pessoal; sobre seus sacrifícios, dores e pequenos sofrimentos diários. Não há conversa nova, me parece que ao deitar e dormir todos estão gravando em suas mentes as mesmas queixas e falando das mesmas mazelas, achando que desabar pro outro sem deletar em suas mentes o ocorrido, Achará a solução final onde cada dia que morre não se vai com ele todos aqueles dramas. Agora repito a mesma pergunta e você estar vivo? Ou se enquadra nos mesmos padrões dessa massa toda que caminha por ai sem saber, e zumbisados pelas ruas, onde seus robes preferido é a fofoca e difamação.
Estar vivo é muito mais que se prender a uma só coisa ou pessoa. Estar vivo é se arremeter no novo, sair da rotina, dá um ctrl5 pra atualizar sua própria pagina. Estar Vivo é cancelar os downloads infectados por gente mesquinha, que só ousam debochar das outras. Estar vivo é se sentir vivo com força, e fé pra enfrentar com determinação tudo que vier pra lhe derrubar, e sair mais renascido sem culpa, mas vitorioso pra dizer ``vida estou vivo e não tenho medo de desafios´´. Portanto Acorde, a vida te chama e se ela grita é pra que você exerça o que veio fazer na terra; ou seja, VIVER. Que a paz seja sempre meta em sua vida.
Acredite, o ser humano é capaz de se acostumar com tudo. Então comece a acostumar com as mudanças, comece a aceitar que nem sempre as coisas vão ser do jeito que você imagina, mas nem por isso serão ruins. Aceite o tempo frio, aceite o calor, aceite a linha do tempo, aceite que as pessoas fazem 'ASK' para não responderem nada¬¬, aceite que vão continuar compartilhando besteiras por aqui. Aceite que reclamar não muda nada, só desgasta.
E por fim, AGRADEÇA A DEUS PELAS OPORTUNIDADES OU DIFICULDADES QUE VOCÊ TEM ENFRENTADO, as coisas que ele faz tem o poder de definir PERFEITAMENTE o seu futuro, agora as suas vontades são sempre INCERTAS.
" Abrigo."
No fim do dia a gente só quer se guardar em alguém.O ser humano é insuficiente por natureza.Por mais que neguemos vivemos a vida inteira numa busca incansável por um espirito que tope viver um amor pra toda vida. A gente só quer achar um abrigo, para ter que repousar todo o amor que temos para dar, mesmo que para isso seja preciso nos doer.
