Textos sobre Julgar Alguém
Antes de julgar uma pessoa, é bom sempre todos lembrarem:
Podemos não ser perfeitos, mas temos um coração igual a todos. Pois todo coração tem o mesmo formato, e a única diferença nele é:
Cada coração carrega sentimentos, todos bem diferentes.
O meu por Exemplo é sincero, e o seu só quem conhece é Deus!
FARDO
Julgar o procedimento alheio, sem antes procurarmos entender os motivos que o levaram a agir assim, é o caminho mais fácil, porém é também o que mais
nos leva a cometer injustiças. Sempre esperamos que os outros entendam as nossas motivações e quando não o fazem sentimo-nos injustiçados. Mas será que nós procuramos sempre entender as razões alheias?
Experimente, ao menos uma vez, carregar o fardo de seu inimigo!
O impulso inicial de julgar o próximo
Dados agregados de nossos valores nos fazem sempre achar defeitinhos nos outros, uma agenda de compromisso está sempre cheia porque só dou valor a quem quero, ou eu desprezo tal coisa porque tenho preconceitos em minha cabeça.
As pessoas dedicam muitos “cuidados” a vida alheia e como reação instantânea de “não, obrigada” nos abalamos com quem toma distância. O julgamento é infalível e a gente sobrevive.
O olhar do outro sobre nós não significa mudar seus valores ou sua identidade, muito menos ser artificial ou representar, as pessoas sentem necessidade de escolher um lado quando olham para a vida dos outros.
A vida é comum, extraordinária e surpreendente, passageira e precisamos ajustar o comportamento, mesmo que a gente reclame sem razão, mesmo sendo tratada com um desdém insensível, mesmo que seu livro seja uma porcaria.
Sempre temos uma impressão negativa de alguém, até dos mais próximos, é sempre um dito e feito manipulado pela nossa cabeça, talvez nossa existência seja julgadora como um trem descarrilado que perde a direção.
Esta é minha história, com vírgulas, falhas, fases, tropeços, com alegrias e alguma mudanças, mas sempre alguém quer que eu mude algo em minha essência, as coisas vão tomando um rumo que eu não gosto, já sofri tragédias e conquistei com elas amadurecimento. Ãrrã, talvez seja necessário sentir tragédias, mas é um lição muito dolorida, muito pior do que lendas urbanas de dar medo.
Cabelo desgrenhado deve ser escovado, ou o “Eu nunca faria isso”, ou eu preciso mostrar as minhas cicatrizes, pois são piores que as suas, ou tenho a desculpa do transtorno bipolar ou da fobia social.
Algumas pessoas não enxergam nenhuma qualidade que eu assinalara como desejáveis, parece familiar? A vida, o ser humano e seus medos de desagradar, somos bisbilhoteiros, só fui saber tarde da noite aquela fofoca quem nem me diz respeito.
E a desculpa de que o mundo é desse jeito ou o “tem que ser assim”. A gente Perde a privacidade, entre alegrias e lágrimas percebe as alegrias da vida, transforma lugares em farra permanente com os amigos.
Estou pensando em fazer assim, em ir aquele lugar, eu curtir as minhas noites, mas tenho que ouvir a opinião alheia, porque o mundo têm pessoas cruéis e com saúde de ferro. Será que é feio admitir que já desejei a morte de alguém?
Preciso sair daqui o quanto antes, preciso ter legitimidade em viver, não quero me sentir tensa, menosprezada ou negligenciada, preciso de um lar feliz, composto de pessoas felizes.
Acredito que a bondade ainda não morreu, basta enxergar através dos olhos, arrumar discussão para quê? Ser competitiva com que objetivo? Controladora? Atacar as femininas como fúteis, ou as chefes do lar como independentes demais e as mães como superprotetoras.
É importante viver enquanto vivemos. Faz parte! Eu costumava ser a cruz dos outros, tinha problemas com as pessoas bem-sucedidas na carreira, o que eu podia fazer além de mentir que estava feliz com aquela conquista quando na verdade achava o prêmio pelo puxa-saquismo.
O não julgamento é um sonhos possível para quem se encontra em harmonia com o essencial, mesmo que não saiba bem conscientemente, mesmo que não se tenha tempo para pensar, mesmo sem a facilidade de desligar essa personalidade de juiz que habita em nós.
Minha vida é entre Deus e eu,
Quem além DELE poderia
julgar, punir, apiedar-se da minha humilde pessoa?
NINGUÉM...
por uma simples razão:
nenhum ser é tão importante, tão infalível,
tão perfeito que esteja santificado
a apontar o dedo para o outro.
Olhe-se com sinceridade
e veja que você pode ser tão falho
quanto qualquer um.
VEJA - Julgar crimes ambientais em tribunais internacionais, similares ao que julgou os carrascos nazistas, sinaliza uma mudança de mentalidade das sociedades com relação aos direitos humanos?
ADOLFO.P.ESQUIVEL - Sem dúvida. Trata-se de uma evolução. A definição de transgressão aos direitos humanos não se limita mais ao que fizeram as ditaduras – sequestro, desaparecimento e torturas. Hoje, os direitos humanos incluem direitos econômicos, sociais e ambientais. É preciso pensar no assunto em todas as suas dimensões, e não mais de forma cartesiana e fragmentada, como vínhamos fazendo. Na minha opinião, os direitos humanos são violados quando a uma população é constantemente vedado o acesso à saúde, ao trabalho e à educação. Os direitos humanos são violados quando crianças morrem de fome, quando as condições tradicionais de vida dos índios são perturbadas a ponto de ameaçar a existência deles. Quando os primeiros tribunais para julgar crimes contra a humanidade foram estabelecidos, a destruição da natureza não havia chegado ao ponto em que está hoje. Estamos à beira de um colapso ambiental. Estabelecer o equilíbrio entre a natureza e o ser humano é fundamental.
Coerência é a prevalência de uma maneira uniforme de pensar, proceder e julgar de acordo com parâmetros sociais aceitáveis.
É difícil acreditar que haja coerência na política, quando se depara com acordos que unem os cavalheiros a indivíduos sabidamente espertalhões, para não dizer criminosos, que roubam o dinheiro público e só não estão presos, porque usam parte do butim para comprar aqueles que deveriam fiscalizar as suas contas, advogados caros e juízes corruptos.
Algumas uniões políticas parecem mais formação de quadrilha para planejamento de crimes do que propriamente a ciência política que deveria conduzir os destinos de uma comunidade.
Reflexão é fundamental para agirmos com discernimento. Julguemo-nos antes de julgar. Somos parte de um todo feito de diferenças. Da mesma forma que queremos ter nossa dignidade preservada, devemos respeitar nossos irmãos. Onde falta humildade e coerência, impera a arrogância, o preconceito e a discriminação!
(Luiz Machado)
R E F L I T A M
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Não julgue uma pessoa pelos atos impensados e insensatos do momento.
Procure não tirar conclusões sobre o caráter da pessoa, até porque voce não o conhece para dizer que é isso ou aquilo.
Todos nós estamos sujeitos a cometer atos insensatos, depende muito do momento que estamos vivendo e causas do reflexo do passado, mas daí saindo e dando veredito final com finais caluniosos, isso não se faz. e se fosse voce?
Procure não julgar ninguém!
pra todos é fácil me julgar,
ninguém sabe como eu, o que aconteceu
ninguém sabe como eu me sinto
ninguém vive na minha pele.....
ninguém passou pelo que passei....
ninguém vai saber o que sinto jamais
por que eu me recuso a mostrar a minha tristeza.
por que eu me recuso a mostrar que eu estou sofrendo
por que eu me recuso as pessoas rir da minha infelicidade.
por que eu me recuso a deixar as pessoas que eu mais amo sofrer mais que eu...
eu sofro por eles...eu morro a cada dia...mas quem eu amo.....não merecem morrer....
pois são eles que me fazem viver todo dia....
Pensamento do dia
Vejo hoje no ser humano uma grande facilidade de julgar o outro sem o menor discernimento da situação, sem olhar para dentro de si mesmo, pois se olhar vai ver que na maioria das vezes que está julgando, não deviria estar ali e sim colocar-se no lugar de quem está julgando e se daria a si o mesmo veredicto que está dando ao outro, julgar os outros é fácil, quero é ver sua honestidade em julgar a si próprio.
Menina dos belos olhos, que insiste em me julgar;
Saiba que não me conheces para tanto me avaliar;
Talvez se me conhecer, tu não queiras me deixar;
Se é namoro ou amizade só o tempo é quem dirá;
Mas fique já sabendo que algo bom acontecerá;
Pois no mínimo um grande amigo de certeza arrumará!
"Quem se liberta de apontar e fazer julgamento é livre,
Quem acha que pode julgar a vida de alguém esta condicionado a ser eternamente preso a suas convicções, essa pessoa esta acorrentada a rótulos por conveniência e obrigação, "
A verdadeira liberdade, liberta e não prende e nem determina a direção, ela sabe estimular sem sufocar.
Quando você julga a vida alguém , automaticamente você se coloca no banco dos réus
Sem a intenção de rotular ou mesmo julgar ninguém!
Tenho percebido que muitos estão fissurados em " Competir "
Agridem-se nas entrelinhas, desvirtuando a palavra humildade, com certezas pré estabelecidas, excluindo o "O meio Termo " impondo deliberações que lhes é convincente.
As palavras ditas impensadas podem causar transtornos , abalar os alicerces de uma promissora amizade. Portanto as palavras tem poder, façamos uso das mesmas para enaltecer a alma, tranquilizar o coração e transmitir carinho e amor...
Por que não competimos em atos de fraternidade, visitar orfanatos e adoçar a alma das crianças abandonadas com mel,
abraçar os idosos abandonados em asilos com asas de ternuras, distribuir sorrisos e saudações...
Então, vamos propagar a paz?
Essa é pra você!
Que gosta de julgar os outros, desprezar e magoar sem motivos, Deus está observando, Ele jamais te julga e te despreza, mesmo você tendo um coração duro, mesmo você sendo assim tão arrogante, tão cheio(a) de si, Ele ainda te ama e sofre por sua vida, Ele ainda tem esperança que você mude, que seu coração se transforme e nele reine o amor, a compaixão, a fé, a união, a amizade, sentimentos nobres que Ele derramou na sua vida e que de alguma forma você perdeu em sua caminhada... Mas saiba que pra Ele você será sempre uma obra perfeita, de valor imensurável, que Ele nunca vai desamparar... Pense Nisso e sofra menos, julgue menos, AME mais e deixa tudo nas mãos dEle que é nosso Juiz supremo e dos seus olhos ninguém escapa.
Só o homem de cultura pode julgar as coisas na escala da humanidade, da História, da civilização. Os outros seguem apenas a moda do momento, criada ela própria por jornalistas incultos e professores analfabetos, e destinada a desfazer-se em pó à primeira mudança da direção do vento.
A cultura pessoal é a condição primeira e indispensável do julgamento objetivo. A incultura aprisiona as almas na subjetividade do grupo, a forma mais extrema do provincianismo mental.
Como é fácil julgar o outro. Temos uma habilidade extraordinária para apontar o dedo e dizer que fulano tem sorte ou Sicrano não é merecedor deste ou daquele resultado. Mas, infelizmente, não somos capazes de parar por algum instante e pensar o que fez com que aquela pessoa chegasse ao ponto em questão. Por vezes criticamos apenas por querer estar onde aquela pessoa conseguiu chegar e talvez, por incompetência nossa, não conseguimos o mesmo êxito. Neste momento a inveja toma conta e, ao invés de refletirmos para que possamos melhorar, preferimos julgar e caluniar.
Somos o resultado das nossas atitudes e determinação. Jamais meça o outro pela sua régua.
"Deixou marcas em todos e nem se preoucou com isso.
Agora julgar teus atos não é interessante.
Alguma coisa me fez te buscar e que infeliz notícia.
Quem faleceu isso sabemos mas quem ressuscitou?
As lembranças...
Meus votos não tem peso mas quero marcar no dia de hoje que sinto pela sua perda e nem teu perdão ganhei pois te ignorei.
Um pedaço de mim se vai com você e eu não sei o que me espera ainda estou vivo,mas espero um dia que me perdoe.
Descanse em paz.
Jamais direi quem você foi pois isso quem deve saber sou eu e como toda história de amor essa morre,porém junto á mim."
Quando te afastas do mundo, de ti mesmo, todos te sabem julgar, e todos têm palpites e dizeres na tua vida, mas é nestes momentos em que mais precisas de alguém que saiba estar a teu lado, amparar-te, mesmo que nada digam, um abraço vale mais que mil palavras. Mas neste mundo que eu vivo é mais facil julgar e dar palpites do que podes e deves faze mesmo que tu saibas que já não te restam forças.
Para os outros é sempre mais fácil julgar, não sabem nunca se colocar no lugar de quem julgam ou dão opiniões que te magoam o mais profundo do teu ser.
O “Eu” sob suspeita. (Oficial)
Possuímos uma grande tendência a nos julgar, e ao falarmos sobre nossas ações ou sobre o que sentimos e pensamos, acabamos por falar da nossa crítica sobre estas coisas.
Por isso é importante tentarmos ser mais observadores e menos juízes, pois acreditamos ao longo da vida saber responder com absoluta certeza quem somos nós e ao mesmo tempo percebemos que nem sempre somos o que pensamentos.
As vezes nos descobrimos como surpresa agradável, nos fazendo ser melhor do que imaginávamos, outras vezes como profunda decepção, com atitudes que escapam ao nosso controle e fazem o que quer de nós. Deixando contas, culpas e constragimentos e muitos nós pelo caminho.
Por isso é importante termos cuidado para não acreditarmos que podemos ter o pleno conhecimento do “Eu”. Pois a cada pergunta podemos encontrar uma resposta diferente. E o desafio é manter o interesse e a curiosidade para cada um embarcar na incrível jornada de se tornar um pesquisador de si.
@psibrunobarcellos
Nenhum homem diante de Deus está na posição de julgar pecados cometidos pelas mais diversas tipos de pessoas! E sim estamos, ou deveríamos estar, na posição de apresentar a solução para os pecados, Jesus Cristo. Todos os cristãos deveriam agir assim. Não fomos chamados para ser juízes para condenar ou absolver os pecadores! Já temos UM JUSTO JUIZ E UM JUSTO ADVOGADO!
(Daniel Vieira da Silva)
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo”.
(1 João 2, 1-2)
