Textos sobre Julgar Alguém
Muitos cristãos têm olhos julgadores para tudo, menos para o seu próprio umbigo!
Não adianta julgar, pois relacionado a pecados, falhas e defeitos, todo homem e mulher são farinha do mesmo saco.
Não somos melhores que ninguém!
"Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia".
(Romanos 11:32)
"Você pode me julgar, apontar o seu dedo para mim, zombar das minhas dores, achar que é drama, que me faço de vítima, que minha vida é boa e sem imperfeições, sou eu que reclamo demais e acho defeito em tudo.
Então te convido a calçar os meus sapatos, a percorrer o meu caminho, a carregar o meu fardo, a conviver com minhas dores.
É claro que você não vai aceitar, porque é muito fácil julgar, mas você não está nem aí, para saber como me sinto.
Então, sinto muito, por você, e sua língua inclemente, o seu julgar insolente, a mediocridade da sua mente, e nessa vida, continua a prevalecer a velha frase que diz: a dor só dói em quem a deveras sente."
Antes de julgar os erros dos outros, olhe para o espelho da sua própria alma. Quantas vezes você tropeçou e se levantou? Quantas vezes você errou e se arrependeu? Nós somos especialistas em apontar as falhas alheias, mas muitas vezes somos cegos para as nossas próprias.
Quem somos nós para condenar? Talvez devêssemos começar a entender, a perdoar e a nos olhar com a mesma compaixão que desejamos para os outros.
Quem somos nós para julgar os erros dos outros, se mal conhecemos os nossos próprios? Antes de apontar as falhas alheias, é preciso olhar para dentro e reconhecer as nossas próprias sombras. A crítica é fácil, mas a compreensão é mais difícil.
Talvez seja hora de trocar o julgamento pela empatia e o ódio pelo amor. Quem sabe, ao entender a nós mesmos, possamos entender melhor os outros.
Eu pequei e te peço perdão, pequei ao te olhar sem me julgar, pequei quando não entendi e me amargurei, pequei quando o sentimento eu culpei.
Me perdoe, perdoe-me em te julgar, em não validar o que sentia, em fragmentar tudo que vinha.
Talvez eu seja a insana e tola, talvez eu veja sensatez onde não há, talvez eu digo, talvez com certeza eu não saíba amar.
Sou covarde pra não ser forte, sigo firme contando com a sorte. Em meus sonhos de “dia feliz“, um dia eu te quis.
O que nos move a pensar, julgar, questionar e reclamar muitas vezes não é a razão pura, mas o medo. Esse medo, silencioso e persistente, retém o gesto simples de estender a mão. Ele nos impede de ajudar, sobretudo quando o outro despreza aquilo que não compreende, quando rejeita o que é diferente.
O diferente, no entanto, não é ameaça: é construção. Ele edifica mundos novos, ainda que camuflados pela resistência de quem não ousa enxergar. O medo, ao escolher a cegueira, não encontra o valor do verdadeiro eu.
O verdadeiro eu não se esconde em máscaras, não se limita a julgamentos superficiais, não se perde em reclamações vazias. Ele floresce na coragem de acolher o que é diverso, na força de reconhecer que cada ser humano carrega uma centelha única.
Estender a mão é mais do que um ato de bondade: é um gesto de libertação. Libertação do medo, da indiferença, da prisão das aparências. É nesse encontro que o eu autêntico se revela, despido de preconceitos, aberto ao aprendizado e à transformação.
Assim, o que nos move não deveria ser o medo, mas a coragem. A coragem de ver além das diferenças, de construir pontes onde antes havia muros, de encontrar no outro o reflexo que nos devolve ao nosso próprio valor.
Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.
Pensamento II
A sombra do juízo
"Sendo o homem mal capaz de julgar a si mesmo, que pretensão lhe cabe, então, ao julgar outrem?
Somente sobre fundamentos morais que não foram forjados por suas próprias mãos — alicerçados em princípios e verdades transcendentes — pode o homem aspirar a julgar com justiça."
Podem me julgar pelo meu jeito, por ser verdadeira, por ser autêntica. Tenho orgulho de mim por ter esse cárter, porque tenho plena convicção que muitos queriam ter essa coragem, mas não tomam uma atitude por medo de represálias. Pois o que sou nas redes sociais, sou na rua, na faculdade, na igreja, nos points onde vou. Não consigo ser "camaleão" mudar meu jeito, mudar meus conceitos. Independente do lugar onde eu estiver vocês verão essa Raquel alegre, espontânea, com auto estima elevado, que tem uma luz própria, que faz com me destaco no ambiente onde eu estiver, mas isso não é pra minha soberba não, é porque sempre pedi a Deus um diferencial, não quero ser igual a todos, não quero ser mais um em meio a multidão. E isso que me faz ser diferente!
Muitos me criticam por ser assim, mas sou um livro aberto, não tenho nada a temer, nada a esconder. Pra que terei medo de "homens" se o maior está contemplando tudo? Enquanto vc fala de mim pelas costas, denegrindo minha imagem, Deus tá vendo o que você faz as escondidas, enquanto você fala olha lá a "irmãzinha", Deus tá vendo você trair seu esposo (a), enquanto você fala essa é a "crente" Deus tá vendo a troca de casal, a fornicação, o adultério.
Sobre tudo isso vc deveria temer porque Deus é amor mas Ele é justiça também, porque quem muito julga muito esconde, quem muito condena, quer tirar o foco dos seus erros e apontar o erro para o erro dos outros.
Sou assim desse jeito, mas tenho caráter, tenho meus princípios, tenho meus conceitos. E além de tudo tenho temor de Deus. E ter temor não estou falando de vestimentas, de uso e costumes. Temer a Deus é respeitá-Lo como sendo quem é; é reverenciá-Lo e obedecê-Lo baseado em toda a revelação de sua santidade, justiça, grandeza, misericórdia, benignidade, vontade, amor, justiça e outros milhares de atributos revelados a nós. Isso é temer! Isso é temor!
Então não julgue pelo que você vê por fora, ou ouve de terceiros.
Bem não estou aqui me justificando, até porque estou onde estou é porque Deus está comigo. Estou refletindo e quero que vc reflita também, quem conhece nosso interior é Deus, e tenha cuidado! A bíblia diz assim: "do que a boca fala o que o coração está cheio" Se fala uma auto analise, se você esta propagando amor ou ódio, contenda ou concórdia, paz ou guerra. Pense na sua sua resposta sobre o que você fala e verás do que o seu coração está cheio...aaaah é não esqueça que só verá a Deus QUEM TEM AS MÃOS LIMPAS, O CORAÇÃO PURO, QUE NÃO TEM MALDADES E SABE AMAR.
Um beijo no coração!
Observar com carinho,
entender sem julgar,
cada gesto é um caminho
que a gente pode escutar.
Passo a passo, bem de perto,
com cuidado e atenção,
o comportamento fala…
mesmo sem explicação.
Com ciência e com afeto,
vamos juntos aprender:
todo avanço, por menor,
já é um lindo crescer.
Penso que os outros vão me julgar, mas na verdade eu já estou me julgando.
O olhar do outro pode ser na verdade o meu olhar.
Do heterossuporte para o autossuporte.
Não busque lá fora o que deve ser encontrado aqui dentro. Não busque se sentir completo nos outros de todas as formas.
O que importa é o que eu penso, o que eu quero, o que eu julgo, e não o outro.
Sair de mim mesmo. Não há outro caminho. O que eu espero de bom, melhora ou mudança não vai me invadir, me atingir.
Preciso ter a experiência para viver melhor, para amar a mim mesmo.
As trocas são fundamentais.
Conversas
Quanto mais experiências, melhor.
Sem rigidez, me expor.
.
..
...
Os sentimentos, pensamentos, reações, sensações que eu tenho é justamente por permanecer sendo quem eu sou.
Se eu mudar, talvez a dor (meus problemas, o que enfrento diariamente) não aconteça mais.
É evidente que julgar sempre é mais fácil, o difícil é querer estar na pele do outro, o julgamento vem de imediato por aqueles doutores e juízes conhecedores de tudo com um bom senso incomparável, um brilhantismo exemplar que veio de outro mundo
Pior quando se reúnem e escolhem um alvo, então, em pouco tempo, começam a apontar os erros e a falar como fariam de uma maneira sábia e bem diferente dele, tomando conclusões precipitadas e apresentando as suas soluções super sensatas
Expressam o seu grande conhecimento antes ou depois de certos acontecimentos e ai daquele que discordar, pois, certamente, terá sua paz prejudicada, portanto, às vezes, o uso das palavras não é o mais indicado melhor ficar em silêncio e evitar esse desagrado
Mesmo que alguns deles estejam de verdade bem intencionados, a depender do caso, não convém contrariá-los nem um pouco, considerando que estão muito seguros a respeito do que julgaram sobre a vida de outro, sem espaço para equívoco, então, não compensa esse tipo de confronto.
Não culpe o outro apenas pelo que não deu certo.
Antes de julgar, procure compreender o que o levou a agir — ou até a não agir — da forma que você esperava.
Reflita sobre os sentimentos envolvidos, sobre o valor que essa pessoa teve — e tem — em sua vida. Nem toda distância nasce da falta de amor; às vezes, nasce do medo, das dores, das limitações e da dificuldade humana de lidar com as próprias emoções.
A vida é única para desperdiçar vínculos verdadeiros em guerras de orgulho, mágoa, silêncio e/ou impulsividade. Há pessoas que têm um valor raro — e isso merece ser reconsiderado com maturidade, escuta e sensibilidade.
É muito fácil julgar
Quando a dor não bate no seu peito,
Quando o problema não tira o seu sono
E o silêncio não machuca por dentro.
É fácil ouvir uma história
E achar que sabe de tudo,
Difícil é enxergar
O que ninguém teve coragem de contar.
Quero ver defender na ausência,
Quero ver estender a mão sem interesse,
Quero ver falar palavras
Que levantem alguém do chão.
Porque abraço também fala,
E às vezes o carinho mais bonito
É aquele que não faz perguntas,
Só permanece ali.
Tem dias que a gente não quer conselho,
Não quer resposta,
Não quer lição.
Só quer alguém disposto a ouvir.
Somos humanos.
Erramos sem perceber,
Escolhemos caminhos difíceis
Tentando sobreviver ao que sentimos.
E talvez o mundo fosse mais leve
Se as pessoas julgassem menos
E acolhessem mais.
ENTRE JULGAR E AMAR
Nunca faça acepção de pessoas. Não julgue ninguém sem antes compreender suas lutas, suas dores e as batalhas silenciosas que carrega dentro de si. Muitas vezes, aquilo que enxergamos no outro é apenas uma pequena parte de uma história que desconhecemos por completo.
Esteja sempre disposto a perdoar, acolher e estender a mão. A empatia não está apenas em ouvir, mas em sentir com o coração aquilo que, muitas vezes, as palavras não conseguem expressar.
Seja humilde, simples e verdadeiro. Não permita que ideologias, disputas ou divisões roubem aquilo que realmente importa. Tenha como alvo um único caminho: Jesus Cristo, exemplo de amor, justiça e compaixão.
Seja honesto consigo mesmo e justo com os outros. Não queira carregar os problemas do próximo como se pudesse viver por ele, pois cada pessoa responderá por seus próprios atos. Ainda assim, nunca deixe de oferecer apoio, orientação e amor quando alguém precisar.
Ser simples e solidário é expressão de grandeza, não de fraqueza. A verdadeira força está em ajudar sem humilhar, ensinar sem se exaltar e corrigir sem ferir.
Aquele que se considera melhor do que os outros ainda não compreendeu o verdadeiro valor da humildade. Porque, se podemos orientar, ensinar e amar… por que escolher julgar, ferir ou destruir?
Pense. Reflita. Pratique a empatia. Seja feliz por ser quem você é e permita que sua essência também seja abrigo para alguém.
— H.A.A.
*
"Ser humano é muito estranho,
sempre quer vir em primeiro lugar,
vive a julgar,
mas não repara nas suas próprias falhas,
e o seu próximo, o seu irmão
está do outro lado,
mas ele faz que não enxerga
e nega
a sua compreensão,
não sabe e nem recorda que ele já deu o seu melhor quando era jovem
e também
ajudou muitos a obter conhecimento das escrituras, mas prefere ignorar
deixar
que o tempo recolha os idosos,
deixando eles para o esquecimento levar pra sepultura..."
***
Manifesto da Compreensão
"Antes de julgar, aprende a ver.
Nenhum olhar é inteiro sem enxergar todas as faces do que observa.
Julgar é fechar os olhos antes do tempo e todo fechamento gera dor.
Quando julgas, sofres.
Porque o julgamento te separa do que é.
Mas quando compreendes, o véu cai.
E dessa clareza nasce a coragem
a força de olhar para a verdade sem desviar o rosto.
A coragem traz catarse,
a alma se purifica, o ego se dissolve,
e a verdade se torna chama viva dentro de ti.
Da verdade brota a justiça,
não a dos tribunais, mas a que equilibra o invisível.
A justiça te revela o limite da liberdade
o contorno do infinito dentro deste plano terreno.
E ao reconhecer esse limite,
te rendes à harmonia.
E dessa rendição nasce a paz.
Nada mais se exige do ser humano comum,
senão viver desperto.
Compreender o que se vive,
agir com consciência.
Pois quem vive assim
chega ao essencial sem demora,
porque o caminho se abre quando há verdade no passo."
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
Não há ausência de sentimento maior e mais medonha do que a dos que se atrevem a julgar o sentimento alheio.
Há uma estranha soberba em quem se coloca como árbitro da dor do outro, como se emoções fossem fatos mensuráveis, passíveis de perícia tão gélida.
Julgar o sentimento do outro é, antes de tudo, ignorar a vastidão invisível que cada pessoa carrega — histórias não contadas, cicatrizes que não se exibem, batalhas travadas no silêncio.
Quem invalida o sentir alheio, muitas vezes, não o faz por força, mas por ausência — ausência de empatia, de escuta, de profundidade…
É mais fácil desqualificar do que compreender; mais confortável rotular do que acolher.
Afinal, reconhecer a dor do outro exige, inevitavelmente, encarar as próprias limitações emocionais.
Mas sentimentos não obedecem à lógica dos tribunais.
Eles não precisam de provas, tampouco de aprovação.
Sentir é, por si só, um ato muito legítimo.
E cada emoção, por mais incompreensível que pareça, nasce de um lugar real dentro de quem a vive.
Talvez a verdadeira humanidade resida menos em explicar o que o outro sente e mais em respeitar que ele sente — mesmo quando não entendemos, mesmo quando não concordamos.
Porque, no fim, a maior pobreza não está em sentir mais ou sentir menos, mas em sentir tão pouco a ponto de negar a existência do sentimento alheio.
Eu não vou julgar, o perdão é Deus quem te dará!
É interessante como a Fé e a espiritualidade podem ser tão profundas e pessoais, refletindo a crença de que nossas ações e intenções são sempre vistas e julgadas. Muitas pessoas realmente acreditam que o arrependimento sincero é o caminho para o perdão, mas também é verdade que a sinceridade é algo difícil de medir.
Tem pessoas que parecem brincar com a misericórdia de Deus, que dizem estar arrependidas, mas no fundo querem apenas o perdão para seguirem com a consciência tranquila.
Finge convenção apenas, mas com Deus ninguém brinca, ele tudo sabe, tudo vê e é por esse motivo que eu lhe entrego nas mãos dele!
