Textos sobre Escolhas
A COMPREENSÃO ALÉM DOS LIMITES...
A idade não nos trás muitos benefícios, mas um deles é a compreensão de algumas coisas fundamentais. É necessário que entendamos que por mais que amamos alguém, seja filho, esposa, ou qualquer outra relação afetiva, amar-nos ou não, é facultativo a cada um, e entender isso é necessário. Cada pessoa é um ser único e estão em nossas vidas com um propósito definido por uma inteligência superior, se permanecem ou não, se continuam nos amando ou não, é critério de cada um decidir e apesar de termos um pedaço de nós se desprendido do nosso todo, é necessário que continuemos caminhando, faltando um pedaço ou não, amados ou não, acompanhados ou sós. Somos como somos, e as pessoas que nos amam, nos amam como somos, com nossos muitos defeitos e as poucas qualidades...
Escolhendo ingredientes....
Cozinhar! Eu particularmente gosto muito! E sei que requer muita prática, não é fácil acertar os ingredientes, a quantidade correta, e então encontrar o sabor ideal.
Mas é claro que não vamos acertar de primeira, acredito muito que chegamos no ideal depois de tentativa e erro e muita observação, por isso percepção é muito importante, saber identificar a temperatura correta, a textura correta, e então prestigiar o aroma e sabor, mas em meio a isso tudo impreterivelmente existe um detalhe que jamais podemos esquecer, a qualidade e dosagem dos ingredientes, não adianta querer o prato mais sofisticado com ingredientes baratos ou de baixa qualidade.
Por isso penso que cozinhar é uma arte, porém não completamente subjetiva, é uma arte acompanhada de bom senso, técnica e capacidade de selecionar os melhores ingredientes, em que o resultado leva à confiança, harmonia e deleite de quem os consome.
Como apreciador da boa arte sempre reflito em suas lições e propósitos,tenho como crença que muitas vezes erramos no detalhe, no imperceptível, já a arte possui uma preocupação latente com isso.
Como Freud dizia: "O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver" penso se somos verdadeiramente seletivos em relação à escolha dos "ingredientes de nossas vidas" Somos nós de fato que os escolhemos? São harmonias e aromas que buscamos? Sabemos se são os ingredientes que de fato precisamos? E nós ? Somos bons "ingredientes" em valor nutricional? Somos doces ? Salgados ? Azedos? Rançosos ? Agregamos?
Você já esteve com aquela imensa vontade de saciar sua fome e acabou por sacia-la com alimento ruim? Não digo apenas em sabor, mas também em valor nutricional, sabemos que o alimento quando ruim gera efeitos negativos em nosso corpo (embora eu não dispense uma boa pizza e um Cheese Burguer) penso que o mesmo acontece com escolhas erradas para nossa vida, o pior é que o efeito geralmente não é no corpo, e sim na alma, e a reabilitação é um pouco mais lenta do que as comumente geradas na carne.
De fato ingredientes totalmente diferentes podem ser conflitantes em sensações proporcionadas, porem complementares se possuírem se fizerem parte do mesmo contexto, compartilharem a mesma visão, um pode ter valor nutricional maior do que o outro, já o outro pode ter mais sabor, mas AMBOS possuem algo a oferecer.
Não espere belos aromas e sabores provindos de ingredientes pobres, não procure o deleite naqueles ingredientes usados de forma demasiada que acabam por provocar enjoo, náusea, ingredientes baratos que não se dão ao valor, ingredientes que qualquer um consegue, da mesma forma que se você não for um bom ingrediente com frequência será descartado, não irá se misturar com o que é bom, apenas com o que é similar ou inferior a você.
Também saiba que arte é a evolução, e que ingredientes frequentemente devem ser adicionados no prato, desta forma você provará novos sabores, novas sensações, vai entender que sal, açúcar, alho e azeite serão na maioria das vezes indispensáveis, mas também entenderá que em alguns momentos ingredientes como: canela, pimenta,açafrão, manjericão, entre outros serão muito bem vindos, ainda mais se acompanhados do vinho da safra correta.
Os olhos devem ser capazes de enxergar e vislumbrar o paladar desejado, devemos provar com cautela antes de escolher, sentir, notar e avaliar, afinal somos nós que temos as rédeas de tudo, e se o sabor no fim não for o desejado quem escolheu foi você.
Porque o Amor?
EU digo que de nada valeria viver mil anos sem ter amado alguém.
Porque o amor acaba?
O verdadeira amor nunca acaba... E mais feliz quem amou...
Porque o Amor doí?
Porque o amor e Forte, tudo sofre, tudo suporta...
Porque o amor machuca?
Porque ele não e de pedra tudo ele sente...
Porque o amor doí tanto?
Porque e o sentimo mais sincero...
Porque o amor pode esta do seu lado?
Porque o amor e cego, ele não ve apenas sentir...
Porque o amor existe?
Porque todos podem ter o amor, ele não pode ser comprado...
Porque o amor e assim?
Porque não se explica o amor, apenas se senti...
Porque o amor nos faz sofrer?
Porque ela ama, sem esperar nada em troca...
" De nada valeria viver a vida toda, sem poder sentir o verdadeiro amor"
Helen e Flavio
Várias proporções e diversos objetivos descomunais, que a vida põe em nossos caminhos, ter essas variedades de escolhas não é simples, apenas apontar e dizer: (é essa opção que eu desejo.) Perceba não é as escolhas que te faz exceder os limites, mais sim os seus princípios.
Esse é o espírito independente que faz raciocinar e ter uma lógica sobre os caminhos a escolher.
Essa é a vida, infinidade de escolhas 'misteriosas' e 'irônicas'!
Uma só vida.
Um só corpo.
É, ao mesmo tempo,
Tanto e tão pouco,
Para alguém,
Tão cheio de vida...
Tanto a ser feito
Em cada momento vivido
E tão pouco a fazer
Em apenas uma jornada
Tanta saudade
De tanta coisa
Que nem vi
Tanto amor
Por tanta gente
Que nem conheci
Tantas possibilidades
De ser...
E uma só vida
Pra viver...
Uma só vida.
Um só corpo...
“É TUDO QUESTÃO DE ESCOLHA”, por Lavínia Lins.
“É tudo questão de escolha”. Aquela frase fixou residência na minha cabeça.
Antes do episódio que marcaria a minha vida para sempre, eu era uma daquelas pessoas que, ao olhar, já se via que era feliz. Rodeada de amigos, espalhando sorrisos gratuitos, eu era uma arquiteta reconhecida, bem paga, sempre “na moda” e pronta para enfrentar qualquer desafio. Todos me olhavam. Todos desejavam, lá no fundo, ser um pouquinho do que era eu.
Sexta-feira. 22 de agosto de 2015. 19h e 25 min. Saindo do escritório, super atrasada para um jantar marcado com amigos, em que seria apresentada ao “ homem da minha vida” - segundo a Cá, uma amiga de longas datas -; lá estava eu, apertando o pé no acelerador e fazendo as manobras mais loucas. Eu só precisava chegar, tomar um banho, colocar aquele vestido preto “devastador”, maquiagem e, pronto! Estaria perfeita.
Mas, a vida nos guarda surpresas, não é mesmo? Ingrata! Nem era meu aniversário. Não precisava me trazer um “presente” desse tamanho. “Obrigada”, senhor destino!
Planos frustrados. Jantar no ralo. “Homem da minha vida, tchauzinho”. A batida foi forte. Nossa. Muito forte. Sabe aquelas dores que, de tão intensas, anestesiam a gente? Pois bem. Anestesiou tudo, inclusive, minhas pernas. Não as sinto. Melhor dizendo, nesse vazio que, hoje, mora em mim, só consigo alimentar o sentimento de dor interna. Ela, somente ela, é minha inquilina.
Por falar em inquilina, a Cá, aquela minha amiga... está praticamente morando aqui no hospital. Os outros amigos? Bem, imagino que devam estar muito ocupados para me visitar. Tudo bem. Sem problemas.
Não. Não está nada bem. Tenho apenas 35 anos. Uma vida pela frente. Uma carreira no auge. E, agora, uma cadeira de rodas. Ninguém vai me convencer a usar isto. Não mesmo! Nem por um decreto!
As tentativas dos poucos familiares que me restam e da amiga incansável, frustradas, assim como eu. Não tenho forças nem para pensar na possibilidade de sair daqui. E, por falar em sair daqui, “saiam todos! Eu preciso ficar sozinha!”. Ninguém, nunca, jamais, entenderá a sua dor. Ninguém poderá fazer isto por você. Ela é sua. Pessoal e intransferível. E nem me venha com um “eu imagino o quanto deve estar sendo difícil”. Você não imagina. Se imaginasse, nem diria isso. Não me olharia com essa cara de “peninha”. Detesto essa coisa de pena. Não há sentimento mais... mais... não há palavra para definir.
Alguns minutos após, alimentando a minha solidão e a pena que sentia de mim mesma - sim, eu sentia essa coisa que não dá para definir -, a porta do quarto é aberta. Uma senhorinha, conduzindo uma cadeira de rodas, olha para mim e diz: “ó, querida, desculpe, quarto errado”. Antes que eu falasse qualquer coisa, ela, percebendo a cadeira de rodas que insistia em repousar ao meu lado, disse: “essa belezinha é para você?”. Belezinha? Como assim? – pensei, irritada. “Já deu um nome a ela? A minha é Wanderléia, em homenagem àquela época gostosa da Jovem...”. Eu nem a deixei terminar: “a senhora poderia me dar licença, por favor? Estou muito cansada e não gostaria de conversar agora” – nem temi parecer rude. Ela: “claro, querida, não quero lhe perturbar. Mas, se puder lhe dizer algo (“haja paciência!” - pensei), permita-me: a vida tem seus atropelos. Nem sempre percebemos o quão rápido estamos indo e, para mostrar que não somos os condutores desse bonde, nos são impostos os devidos freios. Sem perceber, você poderia estar indo ao encontro de algo que não lhe faria bem; poderia estar cultivando frutos que a nada lhe levariam. Receba, pela oportunidade de estar viva, o recado da vida, com os braços abertos e o coração limpo. O quanto feliz ou triste você será daqui para frente, é tudo questão de escolha. Fique com Deus”. E saiu, depois de me lançar um sorriso confortador. Nem tive tempo de dizer qualquer coisa.
Fechei os olhos e refleti. Nem sei o nome daquela senhora. Mas sei que, de alguma forma, ela conseguiu expulsar alguns monstros que me rodeavam até ali. Acho que posso chamá-la de... “anjo”?
Uma lágrima fez caminho em meu rosto. Embarguei. Foi quando vi a minha querida amiga passando pelo corredor, sem saber se eu já estava ou não pronta para receber de volta os que insistiam em não me deixar sentir sozinha.
“Cá, me ajude a levantar. Quero sair daqui!”. Ela entrou no quarto, rapidamente; me olhou, espantada, e veio me ajudar.
Sem esperar que ela questionasse, eu disse, sorrindo: “é tudo questão de escolha, minha amiga, e eu escolho ser feliz. Obrigada por estar aqui”.
Apenas mostrar caminhos não basta...
Até aquele dia, já com 58 anos de idade, após negações inconscientes que o acompanharam dia após dia, sabia que apenas vivia, sem rumos, metas e objetivos, nunca ousara nada, estava enclausurado em si mesmo.
Quase sem amigos, de quando em vez, ouvia de uns poucos colegas de trabalho, como ele humildes operários, terem aproveitado os raros dias de descanso em companhia de familiares ou mesmo sozinhos em atividades simples e diferentes, um sorvete, um cinema, passeio na praça, comer pipoca e algodão doce.
Dentre esses companheiros um em especial lhe dedicava mais atenção, era quem mais se aproximava da condição de amigo e, sempre, mas de maneira delicada, respeitando sua introspecção, puxava conversa aparentemente despretensiosa, buscando sem que ele percebesse que estava a lhe mostrar caminhos e escolhas.
Após algum tempo percebia-se mudando, mais atento e interessado no que estava além daquela rotina de viver sem um sentido e, melhor, contava e confiava num desinteressado amigo.
Estava mais seguro, quebrara os muros ao seu redor, conhecera outras pessoas, fora a lugares mais distantes e descobrira que, em menos de duas horas, caminhando, chegara pela primeira vez diante do mar, veio-lhe toda a energia daquela imensidão de água, da beleza das ondas, ilhas no horizonte e um por do sol inesquecível.
Sentira-se senhor de sua vida pela primeira vez em tantos anos passados, nesse instante veio-lhe à mente as palavras do amigo, como se estivesse ao seu lado.
Com paciência e generosidade, além de lhe mostrar caminhos, durante todo o tempo havia, o amigo, sutilmente, com ele caminhado junto.
A verdade é, muitas vezes, mais cruel do que poderíamos supor. Essa história de que 'eu vou mudá-lo(a)' ou 'ele(a) vai melhorar' ou 'eu acredito que um dia ele(a) perceba e melhore' é TUDO balela.
Já está mais do que comprovado de que o caráter (conjunto de hábitos, virtudes e vícios; índole) é formado na fase da primeira infância, por volta dos 5 anos de idade.
Dwight Moody disse que caráter e o que você é no escuro. Então, se 'no claro' a pessoa já demonstra desvios de conduta ou segue na contramão de suas crenças, caia fora.
Sempre há sinais. A questão é vê-los. Ou melhor: a questão é querer vê-los! E não adianta responsabilizar os outros por SUAS escolhas.
Desmistifique! Desmascare! Encare! E viva!
Na pele trago minha marca , na pele trago a cicatriz , na pele minha história , que conta quem sou , o que serei e também, o que fiz.
Na pele desenhei meus sonhos , na pele postei minha fé, na pele trazemos a historia do que cada um é.
Na pele está minha memoria, o retrato de quem sou, na pele
está meu nome , minha força, mina paixão , minha devoção.
Na pele tem também a beleza do enfeite,
Nao espero que entenda meus desenhos
Não espero que meus rabiscos aceite
Espero só o que direito tenho
que minhas escolhas respeite.
As pessoas feridas sabem sobreviver ...
ô se não e como sabem !!!!! Felicidade absoluta ? kaozada isso NÃO EXISTE só mete essa quem quer fugir de encarar a vida como ela de fato é e fica fingindo que esta tudo mega bem sempre, quase recusando que somos humanos e dentro da humanidade que nos foi reservada todas as emoções estão presente em quaisquer circunstancias.
Aceite-se como humano e sinta dor , tristeza , raiva sim ... tão normal quanto sentir alegria ,felicidade , satisfação.Fuja dessa armadilha virtual de que tem que estar sempre feliz , que tem que estar sempre sorrindo ,que tem que ser sempre ok , bom , melhor ... somos humanos e não super seres, nao caia na malha de confundir positividade com utopia, de fundir o alto astral na alienação.
Seja humano e real com todas as emoções que cabem em um ser humano e que justamente por ser humano nao pode negar-se senti-las.
#ConselheiroBarbudo
Pior coisa no relacionamento é quando ela chora em uma briga. Antes de entrar na vida de uma mulher e fazer promessas, reflita se é ela que você quer pra sua vida, cuide dos sentimentos dela, se for fazer chorar que seja de emoção, se for viver em guerra que seja de travesseiro, se for xingar que seja na hora do prazer, se for bater que seja do "jeito" que ela gosta. Não reclame das escolhas que ela faz: Dizendo que ela está sempre errada, saiba que uma das escolhas dela foi você, portanto prove que você foi a escolha certa dela. Você não tem noção o que é despedaçar o coração de alguém que te ama. Muitos querem um amor que seja recíproco, sem antes plantar. Que suas escolhas te leve ao jardim da emoção, se você não encontrar flores... Plante pra que sua vida seja florida e a essência do seu campo perfume um amor sincero.
Você não precisa acrescentar gostos, crenças, ideológias, flosófias de vida ou costumes de ninguém em sua vida, o que você deve fazer e respeitar, e não questionar o que o outro quer pra si, "somos livres", temos de Deus Pai livre arbítrio, porém cada escolha uma consequêcia, por isso viva à sua maneira e deixe o outro também viver!! Somos o que vivemos, o que damos, plantamos e colhemos.
Bom dia
Você planejou a sua semana e está cheio (a) de planos e ideias para alcançar aquela meta!
Eis que surge aquela pessoa cabisbaixa, mal humorada, reclamando do trânsito, do ônibus, do marido/esposa, dos filhos, do serviço... Enfim... Reclamando de ter nascido e da "sorte" que a vida lhe deu!
Aí eu te pergunto:
_Você está preparado (a) para livrar-se de pessoas tóxicas?
A escolha é sua. Ou diz não para a negatividade ou diz não para os seus objetivos!
(Manu Marizy)
A gente pode sim, mudar de história, de caminho, de atitudes, de tudo que nos aborrece.
A gente só não pode - NUNCA - é se acostumar com o que nos rouba o riso, o sono, os sonhos, a felicidade...
A vida, pra valer à pena, tem que fazer cócegas na alma e no coração, e nos botar sorrisos no rosto que sejam de verdade!
"Não existe uma maneira certa de fazer a coisa errada."
Autor Desconhecido
Quando as coisas erradas saem da sua vida, as coisas certas começam acontecer.
A vida é feita de escolhas, faça tudo para fazer as escolhas certas. Dê o seu melhor para aprender com as escolhas erradas. E se escolheu o caminho errado, o que está fazendo para mudar de rumo e tomar o caminho certo?
Não importa o quão distante andou na direção errada, Deus sempre lhe dá a chance de consertar as coisas.
"Deus te oferece a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua família" Deuteronômio 30:19
Se você olha pra alguém e não imagina um futuro ao lado dessa pessoa, como é que você imagina ser feliz com ela?
Entretanto se você olha pra todas pessoas iguais, imaginando um futuro com cada uma que por algum motivo entra em tua vida, como é que você imagina ser feliz também? Você não está aqui para se acomodar com o que vier, como se tudo que chegasse tivesse que fazer parte de teu futuro, não, você não é mais uma criança que sonha em ser engenheiro e ao mesmo tempo outras dez mais profissões, o tempo de indecisão e de aceitação com tudo já passou, não é possível que só você não tenha percebido.
Há coisas na vida, que vem e se vão, outras que vem e ficam, permanecem enquanto o futuro está sendo construído a cada dia e outras tantas que se aproximam, mas não chegam em sua vida; por que você não dá espaço, não damos espaço... É assim que vivemos, não se constrói um futuro sólido, com escolhas aleatórias, enquanto viver no aleatório, será assim, coisas, pessoas irão vir e ir, mas quando você tomar a decisão de escolher, de selecionar sementes para plantar, árvores serão fortes, sadias e duradouras dentro do ciclo normal. O que estou querendo dizer é que enquanto vivermos sem decisão de saber selecionar o que fica e o que vai, futuros serão construídos sem um ciclo, podendo desmoronar a qualquer momento, Tudo que chega pra vocês, tendem a transformar aquilo no seu viver, inserir nos projetos do seu futuro sem escolher, isso é aceitar o que vier, não estamos aqui para aceitar o que vier, ninguém realizaria seus sonhos, aceitando o que vêm. Pessoas acomodadas aceitam o que vier, pessoas determinadas mandam embora o que vem e vão atrás do que querem!
A gente apaga constantemente os sentimentos com a intenção de se defender e aos poucos precisamos de doses maiores de anestesia para alma, pois qualquer dor parece tortura.
Com a intenção de proteger o coração cingimos sentimentos, mas não importa quão perfeita seja essa cirurgia, sempre há uma cicatriz, um vazio.
A gente se acostuma a não lutar pelo amor que um dia nos torceu o braço e nos jogou no chão.
Por achar que toda relação será igual e por não acreditar em mudanças preferimos lutar contra o amor, contra essa força que comumente confundimos com fraqueza.
Às vezes, quando o amor nos doí, nos fere; é porque o outro lado está morrendo de medo e como um animal, acuado, não faz distinção entre mocinho e vilão, porque assimila todo gesto como uma possível agressão.
Nem toda dor sangra! Criar um futuro que ainda não existe amplifica qualquer sofrimento e reduz qualquer possibilidade.
Esse mundo é de bater ou correr porque ninguém quer apanhar. Fugimos, aos poucos, de nossos sentimentos e usamos como desculpa o temor ao sofrer para justificar a opção covarde de fugir e se esconder...
Poucas vezes me vi impelido a tomar uma decisão sob a base de uma escolha sem fundamentos.
Mas, nem sempre minhas escolhas são decisões deliberadas;
Muitas das vezes, as circunstâncias assertivas não me dão escolha de decidir e,
Outras vezes, são as atitudes das pessoas que decidem por minha escolha.
Há dias em que à saudade é tão forte,
que a minha lembrança se torna a única
certeza de que se pudesse voltar no
tempo, eu iria fazer tudo diferente.
Que pena, isso não dá! Então me
resta fechar o livro. E começar uma
nova história, e dessa vez,
deixando o coração mais tranquilo.
O que estamos a sentenciar contra nós mesmos?
O que estamos a sabotar em nossas próprias vidas?
Em que estamos focando para atrair para nós?
Em quem estamos olhando para ter como exemplo de etica/moral?
Qual estilo de vida estamos praticando para ter mais saúde e bem estar?
Acreditamos que nós é que geramos todo o mal/mau que nos afeta?
Busquemos as respostas, porque os resultados melhores dependem, não das respostas em si, mas das escolhas que faremos a partir das respostas encontradas em nós.
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