Textos sobre a Morte

Cerca de 4743 textos sobre a Morte

⁠...Meu espírito...
Dentro do mais profundo beijo a morte...
Hospitais cheios...
Tento controlar minha mente perturba...
Só tenho remédios que me farão mau...
No simbolismo do atendimento às horas passam apenas palavras no engano...
Finalmente depois de muitos tempo vejo um médico...
Lamentável não há o que fazer pois não temos mais uma vaga...
Somente restou a farmácia ou boteco...

Inserida por celsonadilo

⁠Tenho aroma de derrota
Minha vida cheira morte, abandono, rumo a uma estrada longínqua e agoniante, sem graça, sem testemunho, sem vitória.
Tenho aroma de derrota, porque Deus sendo essa esfera infinita, absolutamente uma grandiosidade que jamais o homem entenderá, e eu, nós, partículas simplórias desse universo, com fome e sede, sedento de vida, ter o cheiro de desespero, onde as obras diabólicas sorriem e se engrandece.
Oh céus, este Deus, de poder, que manifesta a cada minuto ao redor do mundo, onde a confiança pela misericórdia e amor, por inúmeras promessas, confesso que não me alegro com tamanha destruição deste mundo, meus irmãos, minha gente, minhas crianças, oh eu sinto uma dor que não cessa, um calafrio na alma, um desespero que torna meu pensamento alucinante.
Invoco a ti, por este Espírito Santo, por tua luz, tem pensamento oh altíssimo, frustra o inimigo que quer colocar a morte em minha frente, pelo nome de Jesus, veja se há conserto para este que grita desesperadamente.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Eu já não sinto as minhas mãos, os meus pés ou qualquer outra coisa
É como se a morte viesse buscar o meu exterior
Me perturba não sentir mais a dor da existência,
Me angustia ter somente o frio da morte como meu cobertor.
Eu anseio pela partida,
Olho sempre pra trás pensando no meu possível futuro de vitórias
E acabo esquecendo de toda turbulência do meu presente
Já não tenho forças,
Na verdade
Eu já não tenho nada
Meus objetivos são tão vazios quanto os meus sentimentos
E as minhas companhias são apenas as vozes que gritam inquietantemente
Estou perdida e já não quero me encontrar,
Estou cansada
E anseio apenas pelo sono eterno
Vago friamente pelos cantos, desejando apenas o meu final
Meus pensamentos já se sucumbiram ao vazio
E os meus olhos,
Cada vez mais cerrados,
Doem a cada alvorada
Rogo pelo dia em que estarei
Quieta,
Pálida,
Morta
Rogo pelo dia em que o silêncio se tonar-se-á real
Como tanto almejei
Rogo para que o meu desejo mais egoísta se concretize,
Pondo fim ao meu desalento
Me dói não conseguir sentir nada além de ânsia,
Enquanto aqui escrevo o meu escárnio
E assim encerro o meu mantra infinito,
Em que anseia pelo seu fim eterno.

Inserida por aminona_k

⁠Bactérias… vírus… fungos… outros/as… Epidemias… Pandemias… vida… morte…

Não fora havida esta em nós pandemia;
A este curto viver, valor mal dávamos;
Devido ao tão iludidos que andávamos;
Com ganância havida na economia!

Andávamos tão cegos com a tal;
Que da morte quase nos esquecemos;
Daí tão mal fizemos e fazemos;
A tanto SER vegetal e animal.

Vamos, pois, cuidar é da natureza;
Tal como da boa saúde ou vida;
Que temos que ir deixar por ser pequena!...

Jamais esquecendo o quanto é pena;
Deixarmos uma única perdida;
Por tanta avareza pra haver riqueza*.

*que ao contrário da VIDA, pertencendo-nos não nos pertence.

Inserida por manuel_santos_1

⁠Vazio
Ao te ver de mim partir
e ir para um outro canto,
sinto o vazio da morte,
o céu nublado e o coração
perdido.
Busco algo que não mais
existe, fico largado e solto
a própria sorte.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista (Aclac)
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Membro da ACILBRAS

Inserida por RoldaoAires

⁠ENTRE O AMOR E A MORTE

Vestida em pérolas cheguei à ti
Cheia de charme, de frenesi
Mostrei-te do que sou capaz
Do que uma mulher sedenta de amor
Por seu homem faz

Entreguei-te meus chamegos
Meus agrados, meus carinhos
Você, por um tolo medo
Quis correr, fugir do nosso ninho

Mas quando um homem
Realmente ama
Não consegue se conter
Só quer fazer feliz à sua dama

Nos entregamos, nos amamos
Foi assim, um momento mágico
Mas como poderíamos prever
Que antes do amanhecer
Tudo acabaria num fim tão trágico

Em meio à tanto amor
Veio a morte
Tudo se acabou num instante
Pois teu coração não aguentou
Um infarto fulminante

Meu sonho ali se acabou
Pois você para sempre partiu
Assim, minha vida se acabou
Minha felicidade sucumbiu

Me espere, vida minha
Que muito em breve
Nos reencontraremos
E nosso amor recomeçaremos
Além da eternidade
Pois sempre nos amamos de verdade...

.
Por: ELIANE SOUTO 📖✏
Em: 25 Janeiro 2017
Direitos Autorais Reservados@

Inserida por eliane_souto

⁠Ode pela morte de uma gata querida.


Pessoas, flores, gatos.
Planos e danos!
São como aqueles fios delicados no tecido emaranhado das nossas vidas que “miam”;
Esperanças, vontades, ódio, amor; fogo que desvanece!
Entre outonos que se desprendem, rosas de outubro que sopram…
Os “miados” do meu jardim, que cá na alma padece.
O que sabemos sobre o real, o profundo, o duro da vida.
Do cru sentimento vazio, de corações calorosos e outros tão desumanos.
Engatinha ainda pelo chão frio, como se (rocha) entorpecida.
Entre praças, ruas e avenidas, pelo rugido faminto de um leão soberano.
Ó!? Pessoas, que nenhuma injustiça nos sobrevenha!
Não interpretem mal as cordas mais (sutis) das nossas felinas vidas.
Nem nos abandonem ou nos culpem pela covardia dos atos mundanos.
Lucy, ó amargura!
Minha pequena querida.
Com o seu bigode de neve e a sua calda lunar abanando.
Toque-me com a sua pata de veludo - flor
Amor! Amor!
Ouço os sinos que vem das ruas como um sinal de choro, miando.
Eles ainda estão a nos machucar…
Eles ainda nos estão machucando…
Assim, lamentamos também “miar” nossas dores, frustrações e sonhos em silêncio.
Como se pesadas pérolas pelas marés afundando;
Eletrônicos quebrados, conflitos, cálculos, preocupações, ressentimentos, grama malcuidada, mobília empoeirada, expectativas desmoronando…
O que isso importa?
Lucy, já lá no céu;
Com o seu bigode de neve e a
sua calda lunar acenando.

Até breve!

Inserida por susana0808

⁠Querida morte, como vai?
A maioria das pessoas aqui te odeiam, mas não eu.
Não entendo todos os desígnios do universo ou de Deus, a força criadora e mantenedora da vida, tão pouco os mistérios velados da morte, mas, de uma coisa eu sei; você é boa e não má como afirmam.
A dor que você deixa é um legado da consciência daquele que eu seu colo repousou.
Tenho pensado muito em você ultimamente, viver uma vida morna é bem pior que descansar em seu colo.
Quando vier me visitar me conte uma historinha de ninar, a canção nunca ouvida.

Inserida por ayorws

⁠Quando a morte chega
O café esfria e ninguém o toma
O tempo se torna o total inimigo
Pois segundos fazem diferença
O tempo fica lento
As cenas param
As pessoas ficam
E você vai
E nessa hora tudo faz sentido e ao mesmo tempo todo sentido se perde
Você entende tudo e
Não entende nada
Lágrimas escorrem
Livres
Mas escorrem
E assim como secam
Morrem com um último suspiro
E nesse último segundo
Toda a vida passou na frente dos seus olhos
E você agradeceu por tudo
Por todos
Por tudo de bom que passou
Por tudo de ruim que passou
E você acreditou
Mas não é mais
Você se foi
O tempo acabou.

Inserida por josiane_teycz

⁠(A MORTE)

Vingativa como Hera,
Que acendam uma vela.
Monarca ou plebeu,
Ela visitará e não importa se você é saudável ou adoeceu.

Ela faz o que der na telha.
Para ninguém se ajoelha.
A uma deusa se assemelha.

Visita bandido e artista,
Milionário e modelo capa de revista.
Ela também vai te dar um oi,
Pois não importa quem você é ou quem você foi.

Inserida por Hermes0828

⁠VISITA

A triste Morte, no final do dia,
veio tentar tirar-me deste mundo...
Pedi a ela só mais um segundo
para encerrar a última poesia.

Ela aceitou, com desprezo profundo,
e ficou lendo os versos que eu fazia,
notei, então, centelhas de alegria
a transformar seu rosto moribundo.

E ela entendeu: como levar-me embora,
se a minha essência estava eternizada
nas tantas rimas e versos que eu fiz?

Então, jurando voltar outra hora,
Pediu-me uns versos para ler na estrada,
deu-me um sorriso e lá se foi, feliz...

Inserida por gersoncesarsouza

⁠Vida frágil
Facho de luz
Instante, instável


Um dia você é forte
No outro,
flerta com a morte


De vc a dor toma conta
De saúde nem uma ponta
Apressa o passo pro fim das contas


Vida frágil
Barato plágio
De felicidade utópica


De mais intenso só amor
Rivalizando com a dor
E ambos nos calam


É o que dizem
É o que falam
Aproveite seus dias felizes


Pois o que te espreita na esquina
É o crescer do sofrimento
E o alívio que vem da morfina


No fim , todos sem dignidade
Não importa a idade
Todos a perdem


Se for só uma noite
Que bom, que já passou
Saímos vivos dessa
Pois essa não nos matou


Se acima Lobão dizia
Abaixo também me serve
Cazuza e a vida louca, vida
Vida breve


E meu observar
por aqui não para
Como o tempo a acelerar
Ao fim da estrada


Como é rápida
Como é repentina
Como nos surpreende
O viver essa vida


É tal qual, no palato
O contrastar do doce
Num instante, num ato
O azedo fosse


É como raiar do dia
Em um segundo passa-se
E não mais raiasse
Produzindo a noite em agonia


É como o verter das águas
Interrompesse o ciclo
Obstruído pelas mágoas
Do que outrora fora vivido


A vida passa
E o humor perde a graça
A tristeza se instala
E o fôlego , como fogo, se apaga


Tão óbvio,
Tão previsível
Estamos fadados
Como se fosse escrito


É como se o verão
Desce lugar ao inverno
E o abrasar do coração
Esfriasse por completo


E se assim disse Cartola
Por que não Adoniram
Afinal sem demora
Se parte o trem da vida vã


E o que se encerra
Se não o sofrer em pranto
E o descansar a espera
Do chamar do Santo

Inserida por fabio_teodosio

⁠Auto mestria:

Não temer a morte não é o mesmo que desistir da vida. Significa que você não tem medo de Passar por ela, pois já aprendeu a desapegar-se dos bens da matéria. Desapegar-se dos bens materiais não é o mesmo que deixar de gostar de viver, você pode amar a vida e viver tendo proveito de tudo que lhe é dado, apenas não se apegue pois tudo é passageiro...ame e permita-se ser amado, ame seus filhos, seus familiares, amigos e quem estiver do seu lado para te fazer feliz...mas lembre -se cada vida é única e possui sua própria autonomia. Não busque sentimentos fúteis que te são por " apegos " o amor não é apego, o amor é livre o apego é " escravidão " e " doentio ". Sentimentos assim expurgue-os de dentro de ti...aprenda a viver com o " simples " com o " necessário ", sem o sentimento de querer mais...torne-se seu próprio mestre e verá que o portal da morte é tão preciso quanto o da vida. Quando não tiver nada a deixar pra trás é porque você já está pronto.

Inserida por marcos_lima_5

.⁠Criatura sombria

Olhos da morte,
frios como a tristeza,
injustos como a vida,
misteriosos como o tempo.

Foice antiga,
cega como a esperança,
rígida como a união,
sanguinária como a guerra.

Manto envelhecido,
leve como pena.
amedrontador como o destino,
atormentador como a eternidade.

Limbo esquecido,
triste como a solidão,
quieto como a morte,
eterno como o espaço.

Purgatório imaginário,
insano como a loucura,
incompreensível como a alma,
destrutível como a dor.

Inserida por HiddenR0D

⁠O que a Morte não pode tocar -

Grato estou por ter amado o que a morte pode tocar!
Grato à Vida, grato ao tempo e ao Destino
por me ter posto ao lado gente que por amar
tornou mais belo, mais inteiro o meu caminho.

Amo os mortos e os mortos dos meus mortos ...
Para sempre! Guardo-os na memória! Estão em mim ...
Eles foram tanto! Não apenas corpos
agora abandonados subjugados a um fim.

Eu amo a vida que ainda habita os mortos
a que está além da forma incapaz de ver
que aqueles que eu amei habitam noutros Portos.

Navegam noutros barcos no cimo de outro mar ...
Todos estão em mim e na certeza de me saber
grato por sentir que isto a morte não pode tocar.

Inserida por Eliot

.Lembrete final

Tanta morte em uma vida,
que coração suportará?
do esplendor a tristeza,
sua sanidade romperá.

Seu sangue esfriará,
se continuar a suprimir,
as emoções ocultas,
que não lhe agrada sentir.

Na beira do abismo,
você irá saber
que seu maior erro,
foi não saber como viver.⁠

Inserida por HiddenR0D

⁠Rio da Morte

Vento sombrio
Que sopra sobre
Este rio de tormentos
Do qual estou dentro,
Imerso em vil sentimento,

Passa pesaroso e friorento
Tal qual os versos arenosos
Deste aqui poeta sutil,
Gelando a água ribeira,
Trazendo uma mágoa inteira
Que me vai dissipando.

Estive amando -
Razão pela qual estou
Sofrendo e chorando.
Uma paixão sem sentido
Dum coração atrevido
Que ama o impossível,
Sonhando ser visível.

Na cama quente
Com a fronte ardente
Me assoma uma fonte
Incandescente de desejo,
Que se soma aos latentes
Arquejos de minha mente.

Mas meu pejo me desengana,
Dizendo que ninguém mais
Me ama, que é inútil insistir
Nessas fantasias de sentir
Sem toque físico, apenas
Um choque psíquico.
Uma lição de Filosofia.
Uma questão de Psiquiatria.

Por isso estou aqui,
Tremendo de frio,
Morrendo neste rio
Chamado realidade,
Me afogando em
Minhas próprias verdades,
Ao acaso de ópias ilusões.

Tudo aqui é raso,
Cheio de distorções
Tal qual as veleidades
Que tanto me torturaram.

Receio já estar perdendo
Os sentidos, deixando
Para trás este mundo,
Me indo ao infindo
E profundo Estelar...

Deixar-me ir, partir
Para uma nova jornada
De auto-conhecimento,
Um breve momento
Entre viver e existir.

E saber que nada
Na vida é em vão -
Um porvir, uma partida
Para alguma lição
Que nos faça evoluir.

Inserida por LJordao

⁠Grande e exuberante atormentador é o estado pecaminoso, ele pulsa como um coração gerido pela morte e lamenta como um rio em declínio com a chegada da mais severa seca, cada indivíduo então lentamente parece resmoer o mesmo ciclo um mal constituído e defendido por esse mesmo estadual modo errôneo de viver, longe das diretrizes do Criador do Universo, afastados do seu amor ímpar e inegociável, uma armadilha real e concreta, um passo aliado ao declive, existe portanto um fim eminente e aplicável para as lágrimas da culpa essa que tão amargamente chicoteia seu ser, escraviza sua alma, terrível sensação do dissabor, pesadelo fluente oriundo de um viver sem Deus, sem os pilares da graça, eu vi sorrisos apagando-se a mando da presença malevolente do pecado, mais das cinzas um Jó renasce por meio da graça motriz do Altíssimo, No grafar do mais inspirado salmista temi o revelar de um charco de lodo, em sussurros um âmago desorientado, quem pode ser liberto? Então como o sol sem reavisos nascerá em mim um dia de esperança presente no olhar de Cristo e o fardo leve foi a procura sabia do meu proceder, como posso observar o meu notório momento de euforia e até divulga-lo mais nas obscuridades sei o quanto seres humanos como nós em vezes temos pedras em mãos ao invés de denários e hospedarias bem como o notável remédio sarador de feridas, pecadores quem somos senão pecadores, mais assim como o poder gracioso do calvário nos tocou e nas horas dolorosas, optamos pelo toque na santa orla do mestre Jesus, vamos anunciar aos fracos uma força salvivica e perdoadora, e em seus pesares, um bálsamo proveniente de um arrepender reformador, e de um aceitar eloquente, a razão por tanto ouvir ler e saber desse pregador as lindíssimas e preciosas palavras do Senhor é a mesma que me torna feliz todos os insistentes, saber que o pecado trouxe
abundantemente medos e incertezas mais a graça de meu Senhor Jesus Cristo me apresentou superabundatemente a alegria incansável da felicidade e o Amor Perfeito do próprio criador, ainda existe chance! Salve-se! Salve-se em Jesus leia a bíblia creia na bíblia, viva com Deus.

Inserida por LucasCampos10

⁠" Por que não aceitamos a morte?
Simples, porque não queremos aceitar a perda,
Ficamos em um estado de total negação,
O medo e o desespero de nunca mais vê a pessoa amada é enorme.
Mas isso é egoísmo nosso,
Ou talvez tenhamos inveja de como a pessoa estará melhor sem nós,
Sem dor,
E não terá sofrimento algum.
As únicas pessoas que de fato sofrem,
São seus familiares...
A saudade?
Ela é eterna
E o que fica?
São as boas e velhas recordações.

Inserida por ChrisOli

⁠Morte às crianças! Dizem os glutões. Morte aos racionais, dizem os padres, que depois de anos de estudo não sabem o mínimo do segredo do amor. Morte aos camelos! Diz os protestantes, que apenas são sanguessugas de vida, não ensinam e apenas repetem o que Jesus Cristo havia feito.
Estas três metamorfoses estão na calmaria total, mas as verdadeiras de uma criança, ou pelo menos os próprios sacrilégios, mas a real situação é a quarta metamorfose.
Digo-vos aqui e agora a quarta metamorfose é a do Aviano, não está escrito em nenhum livro, são crianças que criaram asas e voaram, para apenas buscar o sentido. Que homens são esses, que matam, destroem, diz Panemorfi em seu túmulo. Panemorfi e Mávros estão além do bem e do mal.

Inserida por Adolfin007