Textos Sábios

Cerca de 1066 textos Sábios

NOSSAS PALAVRAS
Antonio Cícero da Silva(Águia)

As nossas palavras
são como o ouro refinado
que surgem da alma
e quando bem aplicadas
trazem efeitos excelentes.
As palavras são armas
jamais substituíveis
é comunicação articulada
com o som que Deus deu
ao vivente, é dom.
Com nossas palavras
resolvemos problemas
fazendo-nos entender
e em comunidades
conseguimos bem mais
fácil viver...

Inserida por AntonioCicerodaSilva

⁠"Agradeço a Padre Cícero Romão Batista, protetor dos pobres, necessitados, agricultores, sertanejos, retirantes, romeiros e romarias, padrinho querido dos nordestinos pelas contribuições ao catolicismo, a fé, a devoção popular e a história do Nordeste brasileiro".



Toinha Vicentina

Inserida por antoniavicentina

Cícero Geimerson é escritor e estudante de Direito.
Autor das obras Não Durma, Acorde e O CEO e a Babá, escreve para tocar onde a fala não alcança — entre o medo, o amor e a consciência.
Suas histórias misturam realidade e imaginação, sempre com um toque de crítica e sentimento.
Transforma o que sente em frases, e o que observa em histórias.
Não escreve para agradar — escreve para despertar.

Inserida por cicerogeimerson

Guardei

Declarei-te o poema que, a ti, fiz
Pois queria guardar-te para mim
Pois Cícero, aquele infeliz
Fez-me querer-te pertinho assim.

Agora certe estás de que te amo
Oh, céus! Como isso me apavora!
Sabe que, por anos, te aclamo
Como temo perder-te de vista
Como temo ter-te à minha vista
Como temo amar-te agora…

Inserida por Layyy

⁠Sobre os dons da arte da Oratória e da Escrita

Em relação ao primeiro, é sabido que Cícero orador, fora considerado o maior orador de todos os tempos ( embora haja divergência de opinião). Este, entre os latinos. Entre os gregos, poderíamos citar Demóstenes, o gago. Era gago, praticou a oratória e se tornou o maior orador da Grécia! Quanto ao segundo dom, o da escrita, houve infindáveis habilidosos escritores, não mencionando eu nomes, mas que na arte oratória, não eram proeminentes oradores. Mas existiram os que, por sobreexcelência da natureza, eram dotados dos dois dons - tanto o da arte oratória quanto o da escrita. Isto é, eram tão vigorosamente estilosos e sofisticados tanto falando quanto escrevendo. De modo a não sabermos exatamente que dom escolher, caso tivéssemos que nos ater a apenas um, dos dois que possuísse!
Cícero, não tivemos o privilégio de ouvi-lo, como tantos outros. Mas se julgássemos sua oratória apenas com base na sua escrita, que podemos ler, não o classificaríamos como o orador que a História lhe laureia. Então , a meu ver, Cícero não é tão escritor quanto orador; sobrepujando neste dom, mais do que naquele. Em contrapartida há os que são muito mais sobreexelentes no dom da escrita que no dom da oratória. O que podemos concluir deste curtíssimo ensaio, é que, nem sempre o eloquentíssimo escritor também o será, como orador. E o eloquentíssimo orador, como Cícero, a julgar o que sobre ele dizem os anais da História, nem sempre se destacará na escrita, como se destaca ou destacou na oratória. E que com certa raridade, haverá os eloquentíssimos tanto na escrita quanto na oratória; como Sêneca, Giordano Bruno, Dr. Rui Barbosa, Dr. Enéas Carneiro...


Às 19h03 in 01.08.2024

Inserida por FabioSilvaDN

⁠"Um escravo não sonha por liberdade, mas em ter um escravo para si." Cícero

Homens livres em sua mente, estes sim sonham por liberdade. Já os escravos, mesmo que possam ir e vir, pisam, escravizam, submetem, humilham a quem quer que seja. Escravos desconfiam de todos, por não confiarem em si.
Quem é livre liberta, confia, serve; Quem é livre abre as asas do sonho, da esperança e voa para além dos limites de sua alma.

Inserida por Desarel

⁠O VIAJANTE SOLITÁRIO
EM PRIMEIRO LUGAR MEU NOME É CICERO
Que sou mais conhecido como o viajante solitário
Só porque nunca encontrei alguém que me ame
E tenho em minha mente uma grande esperança
Que você me deixe entrar no seu território de amor e paixão
Pois neste mundo já percorri o sul e o oeste, o leste e o norte
Tentando encontrar alguém que me ame
Mas até agora não tive sorte
Pois ao invés de viajante solitário
Queria ser chamado de cavaleiro do amor
Mas queria que isso acontecesse
Bem antes do meu fim ou melhor da minha morte
Juro que me esvaziarei só para preencher seu coração
E ao mesmo tempo me encher de amor, te amando loucamente
Que os outros falem que somos muito jovens para amar
Eles irão dizer que amor
É uma palavra que não sabemos o significado
Mas os dias logo irão passar
E eles se lembrarão, de que não éramos tão jovens assim
E vão notar que nosso amor vai durar pra sempre
pois eu serei a lembrança que povoará sua mente
E te amarei de qualquer jeito e de todas as formas
Lhe torturarei com minhas palavras
Lhe perseguirei com meus carinhos
Lhe sufocarei com meus beijos
Tomarei em meu poder seu corpo e sua alma
E cavalgaremos juntos pelo mundo afora
Espalhando amor e felicidade
E você terá orgulho em me chamar de cavaleiro do amor
E logo o mundo queimará um grande diário
Que marcou a história de um EU
Que foi mais conhecido como O VIAJANTE SOLITÁRIO

Inserida por cicero_farias

Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma forma --
a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um "depois"... e
a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso "depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?
NENE POLICIA

Inserida por nenepolicia

É raro um homem que é bom como filho e obediente como jovem ter a inclinação de transgredir contra seus superiores; não se sabe de alguém que, não tendo tal tendência, tenha iniciado uma rebelião. O cavalheiro dedica seus esforços às raízes, pois, uma vez que as raízes estão estabelecidas, o Caminho daí brotará. Ser um filho bom e um jovem obediente é, talvez, a raiz do caráter de um homem.

Confúcio
Os analectos. Porto Alegre: L&PM, 2006.

*- No meu sentir, quando René Descartes disse "cogito, ergo sum", a lógica racional (ou carteziana) da frase nos leva a contextualizar o pensamento sobre uma palavra apenas: "coerência". De tal modo, nada é justo ou injusto, certo ou errado, bom ou mal, sem ela. Decididamente é essa a minha visão. A "coerencia", pura e simples, refere a consecução da busca universal da mente humana, legitimada pelos mistérios paradoxais e irrespondíveis da vida e da tese da criação. Tudo o é e sempre será, por "coerencia"!*
(Vitor de Oliveira Antunes Neto)

Penso logo desisto
Um filósofo e matemático francês, René Descartes criou uma frase curiosa: “penso, logo existo”. O escritor irlandês, Oscar Wilde, escreveu que “viver é a coisa mais rara do mundo, algumas pessoas apenas existem”. Estava aqui “costurando as palavras” e percebi que em uma das frases o sentido de “existir” é o produto de viver, pensar é vida e na segunda frase existir é passar pela vida sem usufruir de sua grandiosidade. Penso, existo, vivo? Que confusão: desisto!

Inserida por KARINAGERA

"Dubito, ergo cogito, ergo sum: Eu duvido, logo penso, logo existo",não é Descartes?
Hoje me dei conta de que vou morrer - todo mundo vai morrer, oras...
Mas será que todo mundo se dá conta disso?

Um dia qualquer haverá algum riso,
que eu deixarei de ouvir...

Um dia
num lugar qualquer haverá uma melodia,
haverá uma onda batendo num costão,
haverá batidas de coração,
que eu deixarei de ouvir...
porque meu coração parou de bater
(acho que isso é morrer).

Agora, estou aqui pensando:
quando a gente morre, continua pensando?
(acho que sim).

Inserida por RosangelaCalza

Penso, logo...

René Descartes, filósofo e matemático, em sua obra, Discurso sobre o método, cita a frase: "Cogito, ergo sum." Que traduzido para português, pode significar: Penso, logo existo, ou, penso, portanto sou.
Descartes, chega a este raciocínio após duvidar das verdades de todas as coisas. A única coisa que ele não duvidava, era de sua existência como ser pensante.
Se analisarmos de forma simplista o pensamento sobre a dúvida, que pode ser lançado sobre todas as coisas, chegaremos a uma conclusão de que: Quanto mais sólido for o pensamento, mais difícil é a sua mudança de estado.
Façamos uma comparação com a água. Quando ela está em estado líquido e corrente, ela é capaz de receber, absorver, e diluir com facilidade as coisas. Já em estado sólido, a mesma água, se tornará, para os objetos externos, algo quase impenetrável.
Os pensamentos solidificados e as crenças cegas, são como essa água congelada. E, nos impedirão de absorver as novas visões, ideias, conceitos e transformações, que estão ou estarão presentes no nosso ambiente.
Nossos conceitos e nossas verdades, são testadas a todo momento. E muitos sofrem com isso.
A rigidez ou a flexibilidade com que se tratam esses assuntos, é que farão diferença.
Temos que, como seres pensantes, entender que cada um têm a sua forma de ver o mundo e, que ao final, todos poderemos estar errados.
Aprender a absorver novas idéias e conceitos, servirá para ampliar nosso horizonte de conhecimento. O que ao final, parece ser algo bom.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
Sorria, mesmo na escuridão.

Inserida por Massako

Toda arte, toda filosofia pode ser vista como remédio e socorro da vida em crescimento ou em declínio: elas pressupõem sempre sofrimento e sofredores. Mas existem dois tipos de sofredores, os que sofrem de superabundância de vida, que querem uma arte dionisíaca, e desse modo uma perspectiva trágica da vida – e depois os que sofrem de empobrecimento de vida, que requerem da arte e da filosofia silêncio, quietude, mar liso, ou embriaguez entorpecimento, convulsão. Vingança sobre a vida mesma – a mais voluptuosa espécie de embriaguez para aqueles assim empobrecidos!

Esse foi super inspirado pela intimidade espiritual e ferida de “Maya” (Tagore) e pelas ideias de Camus — o Absurdo, a lucidez que dói, o amor que tenta tocar o irredutível silêncio do mundo

_____________________________________

"Da vontade de gritar com todo meu amor."



Há um instante, quase imperceptível, em que o amor deixa de ser apenas sentimento e vira pergunta. Uma pergunta muda, suspensa entre dois corpos, que ninguém sabe responder. Talvez seja isso que Tagore chamava de maya: esse véu tão delicado e tão firme que cobre tudo, confundindo o que é desejo com verdade, o que é presença com sonho.


Eu te amo nesse lugar de incerteza — onde tudo parece ao mesmo tempo eterno e prestes a desaparecer.


Camus diria que amar assim é enfrentar o Absurdo no seu estado mais puro: olhar para alguém e perceber que nenhum gesto, nenhum abraço, nenhuma palavra é capaz de garantir permanência. E mesmo assim insistir. Mesmo assim se lançar. Mesmo assim arder.
Há uma melancolia suave na forma como eu te penso. Não é dor, exatamente. É mais como a consciência aguda de que te amar é tocar o limite daquilo que posso alcançar. Você é real o suficiente para me transformar, mas distante o bastante para que eu nunca te possua por completo.


E talvez seja por isso que minha alma se curva quando penso em você — não num gesto de rendição, mas de reverência.


No silêncio entre nós dois, sinto a doçura amarga de algo que não se explica. E não precisa. O amor não é uma equação a resolver, é uma chama que se aceita. Ainda que dance sozinha.


Às vezes, penso que te amar é como caminhar por uma manhã cinzenta: tudo parece frio e suspenso, mas o simples fato de você existir colore o horizonte com uma promessa que não sei se é real ou miragem. E mesmo assim eu sigo. Sigo porque, de algum modo, minha lucidez se curva diante da tua presença, não para se perder, mas para admitir que há uma beleza que ultrapassa qualquer lógica.


Eu te amo sabendo que o mundo é surdo às nossas súplicas. Que o tempo não para. Que nada garante que esse sentimento sobreviva ao próprio peso. E, ainda assim, eu escolho. Escolho com a teimosia dos que sabem que a vida é curta demais para esperar sentido, mas longa o suficiente para amar com profundidade.


Talvez o verdadeiro milagre não seja você, nem eu — mas o espaço brilhante que se abre entre nós, onde o impossível se arrisca a respirar. Ali onde minha lucidez machuca, mas não vence. Ali onde meu coração entende que continuar é o gesto mais humano que existe.
E se tudo isso não passar de ilusão, de maya, de sonho que se desfaz no vento, então que seja.


Prefiro o risco do encantamento à segurança do vazio.
Porque te amar, mesmo sem garantias, é o modo mais bonito que encontrei de existir diante do Absurdo.


Y.C (Para Nanyzita)

Nestas ideias, guiado pela energia crua e íntima de “Amor Incendiário” (Yago Oproprio) e atravessado pela filosofia de Camus: o Absurdo, a lucidez que queima, a beleza de continuar mesmo quando tudo parece torto
_____________________________________


"Faísca incerta."




Há dias em que tudo dentro de mim soa como um incêndio lento — não aquele fogo glorioso que ilumina, mas o que resta: brasas escondidas debaixo da pele, consumindo devagar, sem anunciar nada além de um cansaço silencioso. Talvez seja isso que Camus chamava de lucidez: perceber o próprio coração queimando enquanto o mundo segue indiferente, como se o meu caos fosse apenas um ruído distante na paisagem.
E, ainda assim, eu continuo. Não porque faça sentido, mas porque desistir exige uma lógica que eu nunca tive.


Há um tipo estranho de dignidade em continuar existindo mesmo quando tudo parece desalinhado. Como se cada passo fosse uma pequena rebeldia contra o vazio. Eu acordo, respiro, e carrego esse amor incendiário que um dia me atravessou — não para reacender nada, mas para lembrar que eu fui capaz de sentir, mesmo quando sentir parecia uma falha.


Camus diria que o absurdo nasce desse choque: o coração querendo mais e o mundo oferecendo nada.


O amor, quando acaba ou se deforma, deixa um cheiro de fumaça nos cantos da memória. E eu caminho entre esses restos como quem tateia um quarto escuro, procurando sentido nas ruínas. Não encontro. Nunca encontro. Mas às vezes, no meio desse vazio, algo brilha: talvez uma lembrança, talvez a minha própria teimosia.


E isso basta. Por um momento, basta.
Eu carrego minhas dores como quem carrega um fósforo aceso no bolso: perigoso, inútil, mas profundamente humano. Há quem diga que a cura vem com o tempo. Camus responderia que não há cura — há apenas o trabalho contínuo de aprender a conviver com aquilo que não tem resposta.


E é isso que faço: convivo. Não com esperança, mas com uma estranha espécie de fidelidade à minha própria história.
Continuo porque, no fundo, existir já é a forma mais silenciosa e bonita de resistência.
E se o mundo não responde, eu respondo por ele: com as minhas cicatrizes, com a minha lucidez ferida, com a chama pequena que ainda se recusa a apagar.


No fim das contas, talvez seja isso:
não renascer das cinzas, mas aprender a caminhar com elas.


Y.C

Inspirado no som "Ouro" de Rubel

_____________________________________

"Instantes que fica."

Te guardo no peito
como quem segura água nas mãos:
sabendo que escapa,
sabendo que fica.


Há beleza no que some,
no que falha,
no que não promete —
e mesmo assim toca.


Você foi meu instante de ouro:
não o metal,
mas o brilho humilde
que aparece quando o sol bate
no que já estava quebrado.


E eu, tão cansado de buscar sentido,
encontrei no teu silêncio
um espelho.


O mundo segue mudo.
Mas quando penso em você,
ele cintila.


Não porque responde,
mas porque — por um momento —
eu paro de perguntar.

Depois disse-lhe muito rapidamente que lhe pedia perdão, que devia ter olhado por ela e que a tinha desprezado muito (...)
- Tudo correrá melhor quando voltares. Recomeçaremos.
-Sim - concordou ela, com os olhos brilhantes - recomeçaremos.
Um momento depois voltava-lhe as costas e olhava através da janela. (...) e, quando ela se virou, viu que tinha o rosto coberto de lágrimas.
-Não- pediu ele com ternura. (...)
Ela respirou profundamente.
- Vai-te embora, tudo há de correr bem. (...)
Abraçou-a e, no cais, agora do outro lado do vidro, já não lhe via senão o sorriso
- Tem cuidado contigo, peço-te.
Mas ela não podia ouvi-lo.

Inserida por dia_marti

(...) O melhor modo de sairmos vencidos da compita e ficardes vencedores é vos precaverdes para não abusardes da fama de vossos antepassados, nem malbaratá-la, sabendo muito bem que não há nada tão vergonhoso para quem quer que faça bom conceito de si mesmo do que esperar ser honrado pela fama de seus antepassados e não pelo merecimento próprio.

⁠Se a morte fosse a dissolução total do homem, seria um grande lucro para os maus, depois da sua morte, estarem livres, ao mesmo tempo, de seus corpos, de sua alma e dos seus vícios. Aquele que ornou sua alma, não de um enfeite estranho, mas do que lhe é próprio, só este poderá esperar tranquilamente a hora da sua partida para o outro mundo.

Sócrates
KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. São Paulo: Boa Nova, 2007.
Inserida por daiana_machado_1