Textos Reflexivos sobre Casamento

Cerca de 82460 textos Reflexivos sobre Casamento

O intenso vive...


O intenso vive,
o plano de amar levantou voo,
aplausos ao inverno passado com suas perguntas respondidas,
glória ao fogo com suas lenhas inacabáveis,


O intenso vive,
uma voz grita, a sinfonia corre com os ventos,
o barco acompanha a correnteza, o caminho foi traçado,
contemplar a lua cheia por horas carrega uma bagagem que desata o nó das urgências,
os dias são indomáveis, as palavras são o grito dando sentido a verdade,


O intenso vive,
no farou, uma coleção de momentos é a luz que ilumina as lágrimas e os sorrisos,
mágicos são os desejos que viajam no tempo sem tropeçar no espelho do engano,
na dança infinita o amanhã é descoberto depois das nuvens,
o fantasma que amedronta a solidão escapou, a tristeza foi jogada no êxodo, agora o capitulo contado neste voo vitorioso é o de génesis.

Engatinhando...




Foi engatinhando que eu aprendi a amar.


Descobrir o poder transformador desse sentimento me apresentou novas perspectivas sobre a vida, sobre o mundo.


A momentos sobre o inicio dos acontecimentos que são totalmente velozes e vorazes e vão desde os instantes do engano, passam pelo breu das adivinhações e permeiam até os acolhedores conchavos da segurança, tipo aquele abraço quente no meio do inverno congelante.


Quando a vida começa a contar as suas próprias historias de amor , ela encontra uma criança vivendo seu melhor momento no espaço/tempo de cada brincadeira oferecida por esse tão sensível aprendizado.

Fotografia em 3000

Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam vitória,
E eu canto mais amar.
Ah, eu sei bem é da glória.
Eu fico para a história,
Eles ficam para ganhar.
Senta limpo na estrada,
Molha o pé na calçada,
Meio fio de Ninguém.
E na hora da Pedrada,
outra bruxa. Ah, Coitada.
Liberta e é refém.
Nessa minha geração
Que não conhece nada
Por inteiro
Nunca abre o livro, então,
Diz que ele é
Feiticeiro.
Viver na sombra lenta
Junto aos subestimados
Na verdade, acalenta
Todos os gênios cansados.
A cultura na fogueira,
Brutalmente assassinada
E na fulgura, berradeira,
O povo faz outra piada.
Prepotente, berra um.
Suicida, berram dois.
“Eu sei mais do que o comum”
E pediu feijão com arroz.
Ah, eu sei bem da história
De quem levanta seu cartaz
Faz a arte, ganha escória
Apenas por tentar demais.
“Não levante tanto a voz”,
“Não fale tanto de si”,
Ah, eu tiro bem os pós
E esfrego no que li.
Todos morrem sem flores
E florido é o caixão
Ah, querem mais é dos autores
Do: “calados vencerão”.
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam a vitória
Com meu sol escaldante.
Mas
Quando tudo for memória
Veremos a dedicatória
A quem morreu com
Seu berrante.

(Vanessa Brunt)

⁠No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.

Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.

No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.

Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.

Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.

Amar é direcionar energia com a intenção consciente de promover o bem, sem expectativa de retorno.

A incondicionalidade do amor não nasce da emoção, mas do entendimento profundo do que é o bem e de sua aplicação prática.

Assim, o amor incondicional só pode emergir como resultado da fusão entre amor, conhecimento e ação.

Amar nao vale a pena..
Eu nao amo.. eu jogo..
Jogos excitantes..
De tirar o folego..
Porque amar.. amar e sem graca..
O fogo nao.. o fogo arde..
Paixao queima... entao se entregue..
Aqui tudo pode.. so nao se apaixone..
Eu sou uma incognita.. me desvende..
Me decifre.. me reinvente...
Me olhe alem dos olhos..
Eu nao sou apenas o que vc ve..
Eu sou aquilo que vc sente..
entao me toque!!
Me beije.. me enlouqueca..
realize suas mais loucas fantasias..
So nao me ame..
Porque o amor e perigoso..
E eu nao nasci pra ser vencida por ele..

Aprendi a ser eu e a solidão ...
Minha única companhia..
Aprendi a amar o silêncio , a viver o caos dos meus pensamentos e a viver o vazio de uma vida sem ti...
Depois que você foi embora eu me fechei tanto..que quando precisei abrir a porta da minha alma denovo eu já tinha perdido as chaves....
M.I.R.L Maria Isabel Ribeiro Lopes

Amar Corrói

Amar corrói o profundo
do ser.

Quando a dor vem,
a tristeza bate,
e, em prantos,
o coração inquieta.

Amar corrói até
a mais pura essência,
e a solidão machuca
até queimar a alma,
pelo amor que não
se pode ter.

E a vida fica uma bagunça:
viver com dor
e viver sem
o amor do lado.

"Amaldiçoar o maldito.
Amar-te, daqui ao infinito.
Eu grito, eu xingo.
Eu finjo.
Eu minto.
Largado na rua, eu rosno, ladro à Lua coisas sem sentido.
Sou o crime, a lei, sou o bandido.
Sou o que rouba o coração, por ter o meu ferido.
É mais fácil te odiar do que admitir: ainda te amo, ainda te preciso.
Difícil admitir que também errei, queria poder fazer voltar tudo o que fora cuspido e dizer o que deveria ter sido dito.
Tudo aquilo.
Que consome, que dentro mata, externalizado, faz vivo.
Cansei de esperar o cupido.
Ser sem alma? Sou; eter, espírito.
Sou a razão e a loucura em uma frase sem sentido.
Será a vida um sonho? Delírio?
Se sim, invejo-os por viver em sonho onde o meu eu sobrevive em um pesadelo infinito.
Sou a linha tortuosa em que Deus ousou ter escrito.
Cansei de olhar-me no espelho e amaldiçoar o maldito..."

Quando Amar se Torna Dependência

Penso o quanto deve ser difícil encarar a realidade de estar com alguém que não se ama e, na perversidade de si mesmo, encontrar tantos motivos para permanecer, menos a coragem de reconhecer a própria dependência emocional.

Penso o quanto essa dependência dificulta amar a si próprio, porque talvez você tenha aprendido a vida inteira a buscar amor, mas não a se dar amor. Aprendeu a procurar no outro aquilo que nunca conseguiu oferecer a si mesmo.

Penso na dificuldade de estabelecer relações, porque muitas delas acabam sendo construídas na lógica da troca: eu me dou, eu me entrego, eu ofereço, eu espero. E quando não recebo, sinto que perdi. Quando, talvez, já estivesse me perdendo antes mesmo de perceber.

Penso, e logo existo.( René Descartes 1596–1650)

Mas talvez você precise pensar para além do outro. Precise desistir de desistir de si. Desistir daquilo que disseram que você deveria ser. Desistir da necessidade de ser amado para se sentir alguém.

Talvez seja necessário voltar para dentro.

Perguntar a si mesmo: quem sou eu quando não estou tentando ser suficiente para alguém? O que desejo quando ninguém está desejando por mim? O que existe em mim quando retiro todas as expectativas do outro?

Talvez encontrar quem você é seja a maior possibilidade de cura.

Porque, no fim, amar alguém não deveria exigir que você desaparecesse de si mesmo.

E talvez amar a si seja justamente isso: voltar para casa depois de passar tanto tempo procurando morada no outro.

Amar e ser amado é ganhar na loteria da vida…
Ter bens que o dinheiro compra e não ter com quem compartilhá-los é uma conquista ilusória…
Valorize quem tem o abraço que enlaça, o cheiro no cangote que arrepia, o beijo-estátua que te faz rir e ainda te oferece a lua…
São tesouros que só o amor conquista.

UMA SÓ VIDA!

Uma só vida para viver
Uma só vida para amar
Uma só vida para sonhar
Para sorrir ou chorar!
Uma só vida
Para sermos criança, jovem, adulto
E a certeza maior da partida...
Uma só vida para acreditar
Escolher entre o bem e o mal!
Uma só vida pela salvação
Que far-se-á somente
Através da mais poderosa força
Que Deus gerou entre céus e terra:
a força eterna do AMOR!
JOÃO BATISTA BARBOSA

TOLO EU?
Tolo seria eu por te amar?
Tolo seria eu por acreditar
que mesmo não sendo amado
posso compartilhar sua presença
posso admirar cada palavra sua
posso assim mesmo ser feliz?
Tolo seria eu se naõ a conhecesse
Se através de cada dia que passa
eu não enxergasse o seu valor...
Tolo seria eu se não te amasse
mesmo sabendo que jamais serei amado.
Enquanto passa o tempo assim
Vou levando os meus pensamentos
Nesse amor que me satisfaz
Pelas veredas dos sentimentos
que me fazem cada vez mais
amar você...
Tolo?
Isto sei que não sou
pois amor não é para qualquer pessoa.
Por isso é que amo você
Mesmo que para alguns
Seja tolo te amar assim!

DESPERTAR

Chuva para refrescar
Sol para esquentar
Alguém para se amar
E a vida assim passar
Buscando paz para acalmar
Faço planos a sonhar
Cada segundo realizar!
Alma pura a brilhar
Chuva e Sol
Noite e dia
Risos e lagrimas
Partes dos momentos
Onde os sentimentos
Rolam nos pensamentos
Nos fazem perder ou ganhar
A formula para encontrar
Partes de uma felicidade
Que existe com certeza
Na vida sempre a despertar !

JOAO BATISTA BARBOSA
POESIAS E PENSAMENTOS

Amar é permitir que alguém alcance os lugares mais profundos da nossa existência sem precisarmos esconder as próprias fragilidades. É encontrar no outro não a metade que nos falta, mas uma presença diante da qual podemos ser inteiros.


O amor não é posse, perfeição ou ausência de dor. É escolha, cuidado e reciprocidade. É oferecer abrigo sem construir prisões, entregar-se sem abandonar a si mesmo e acolher o outro sem exigir que ele deixe de ser quem é.


Amar é ser visto além do corpo, das palavras e das aparências. É ser reconhecido naquilo que quase ninguém percebe. Porque o amor verdadeiro acontece quando duas pessoas não precisam diminuir a própria luz para permanecerem juntas: elas se iluminam, respeitam suas individualidades e crescem lado a lado.

AMAMOS, MESMO SABENDO QUE UM DIA SERÁ SAUDADE

Talvez uma das maiores coragens humanas seja amar sabendo que podemos perder. Sabemos disso desde o princípio, embora quase nunca tenhamos coragem de dizer em voz alta. Quem chega pode partir. Quem abraçamos hoje talvez amanhã exista apenas na memória. A voz que agora escutamos poderá um dia transformar-se em lembrança, e aquele rosto que conhecemos de olhos fechados talvez passe a habitar somente o território silencioso da saudade. Mesmo assim, amamos.
E talvez seja justamente nisso que o amor revele sua grandeza.
Porque amar nunca foi possuir. Possuir é desejar permanência; amar é compreender a impermanência e, ainda assim, permanecer enquanto for possível. Há uma espécie de loucura consciente no amor: entregamos partes de nós a pessoas que o tempo não prometeu conservar. Construímos casas sabendo que envelhecerão, fazemos planos sabendo que a vida poderá interrompê-los, criamos lembranças sabendo que algumas delas um dia doerão. Beijamos como se houvesse eternidade, embora saibamos que somos feitos de tempo.
E por que fazemos isso?
Porque talvez o contrário da perda não seja a permanência. Talvez seja nunca ter amado.
Quem tenta proteger-se de toda perda precisa proteger-se também de todo vínculo. Para jamais sentir saudade, seria necessário jamais ter alguém de quem sentir falta. Para nunca sofrer uma despedida, seria preciso nunca experimentar verdadeiramente um encontro. Para impedir que o coração se parta, teríamos que impedir também que ele se abrisse. E que espécie de vida seria essa?
Talvez seja por isso que o amor seja tão profundamente humano. Ele não exige garantias para existir. Ama-se sem contrato com o amanhã. Ama-se uma mãe sabendo, ainda que não queiramos pensar nisso, que um dia seu abraço poderá nos faltar. Ama-se um companheiro sabendo que nenhuma promessa pode derrotar completamente o tempo. Amam-se os filhos sabendo que eles crescerão, partirão e construirão caminhos onde talvez já não sejamos presença cotidiana. Amam-se amigos sabendo que a vida espalha pessoas por cidades, distâncias e destinos diferentes. Ainda assim, continuamos dizendo: fique. Venha. Sente-se ao meu lado. Conte-me sobre seu dia.
Isso é extraordinário.
Talvez Viktor Frankl estivesse certo ao perceber no amor uma das grandes possibilidades de sentido da existência. E talvez C. S. Lewis também compreendesse que amar nos torna vulneráveis justamente porque aquilo que realmente importa pode ferir-nos quando desaparece. Não existe amor profundo completamente protegido da dor.
Por isso não considero a saudade uma inimiga do amor.
A saudade é uma de suas consequências.
Só sentimos profundamente a ausência daquilo que um dia teve presença dentro de nós.
E há algo ainda mais difícil de aceitar: às vezes perderemos tudo.
Perderemos juventude, lugares, objetos, certezas, pessoas. Um dia outros entrarão nas casas onde vivemos. Nossos passos desaparecerão dos corredores. Nossos nomes serão pronunciados cada vez menos. O tempo continuará fazendo aquilo que sempre fez: passando.
Mas existe uma pergunta que o tempo não consegue responder por nós:
enquanto tivemos, nós amamos?
Talvez essa seja uma das poucas perguntas verdadeiramente importantes.
Não quanto acumulamos.
Não quanto conseguimos preservar.
Não quantas vezes vencemos.
Mas quanto estivemos presentes enquanto aquilo que amávamos ainda estava diante de nós.
Porque existe uma tragédia maior do que perder: perceber tarde demais que tivemos alguém ao nosso lado e não soubemos estar ali. Guardamos palavras para depois. Adiamos abraços. Economizamos “eu te amo”. Deixamos para amanhã uma conversa que pertencia a hoje, como se tivéssemos recebido alguma garantia secreta de que o amanhã nos seria concedido.
Não recebemos.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja urgente.
Não uma urgência desesperada, mas consciente. A consciência de olhar demoradamente para quem amamos. De escutar um pouco mais. De perdoar quando for possível. De dizer aquilo que precisa ser dito enquanto ainda existem ouvidos para ouvir. De abraçar enquanto ainda existem braços capazes de nos devolver o abraço.
Amar é aceitar silenciosamente uma verdade terrível e maravilhosa:
isto pode acabar.
E, em vez de fugir por causa disso, aproximar-se ainda mais.
Talvez a grandeza do amor não esteja em vencer o tempo.
Talvez esteja em dar sentido ao tempo que nos foi dado.
Porque no final talvez percamos muitas coisas que julgávamos nossas.
Mas aquilo que verdadeiramente amamos terá participado daquilo que nos tornamos.
E então compreenderemos que algumas pessoas podem partir de nossas mãos sem jamais partir completamente de nossa existência.
Elas permanecem na maneira como falamos, nas coisas que aprendemos, nos gestos que repetimos sem perceber, nas histórias que contamos, nas músicas que ainda nos comovem, nas palavras que herdamos e até naquele silêncio inexplicável que às vezes chega quando uma lembrança atravessa o coração.
Talvez seja isso que reste quando tudo parece perdido.
Não a posse.
Não a presença.
Mas a transformação.
Amamos alguém e nunca mais somos exatamente a mesma pessoa.
Por isso continuamos amando, mesmo sabendo que um dia poderemos perder aquilo que amamos.
Porque a alternativa seria atravessar esta breve existência intactos, protegidos e vazios.
E talvez a maior derrota de uma vida não seja terminar com o coração marcado pelas pessoas que amamos.
Talvez seja chegar ao fim com o coração perfeitamente inteiro porque nunca tivemos coragem de entregá-lo.

*🧐✍🏻 NO RELACIONAMENTO: AMAR NÃO É ACEITAR TUDO 💔➡️❤️‍🩹*


> "Amor não é dizer 'tudo bem' para tudo — é dizer 'eu te amo, e por isso não posso aceitar o que nos machuca'." 💬❤️


*✍🏻🪞 REFLEXÃO*


No amor de verdade, não existe "aceito tudo porque te amo". 😔 Isso não é amor — é medo, é abrir mão de si mesmo, é deixar que o respeito morra aos poucos. 💔


Quem ama de verdade não aprova o que destrói — alerta 🚨, corrige 📝 e protege 🛡️.


Aceitar tudo é silenciar sobre a dor 🤐, é fingir que não viu 🙈, é perder a si mesmo para manter a pessoa ao lado. E isso não é lealdade — é deixar o outro crescer sem limites, sem respeito, sem saber que o amor também exige dignidade. 👑


No relacionamento, o amor é firme 💪❤️: acolhe o erro, mas não o deixa continuar. Perdoa 🙏, mas não normaliza o que fere. Fica, mas exige respeito, verdade e cuidado. Porque amar a pessoa não significa aprovar os erros dela — significa querer que ela cresça 🌱, que seja melhor, que valorize a si mesma e a você. 🫶


*📖 "Amem de verdade. Odeiem o mal, apeguem-se ao bem." — Romanos 12:9 ✨*


*📖 "Marido e mulher… amem-se mutuamente, cada um respeitando o outro." — Efésios 5:33 💍*


*✨ FRASE FORTE 💥*


> "Amor não é submissão cega — é respeito mútuo. 🤝 Você não precisa aceitar o que te fere para provar que ama. Na verdade, é exatamente o contrário: quem ama de verdade não deixa o outro ferir nem a si mesmo, nem ao relacionamento." ❤️‍🔥


*💖 Amor verdadeiro no relacionamento:*


✅ Acolhe, mas não tolera o que machuca 🚫💔
✅ Perdoa, mas não deixa repetir sem mudança 🔄🙏
✅ Fica, mas exige respeito e dignidade 👑💪
✅ Cuida do outro — e também de si mesmo, para poder cuidar bem 🫶✨


Porque o amor que aceita tudo… um dia deixa de existir, e só resta dor. 😢💔 Mas o amor que corrige, que respeita, que cuida com verdade… esse cresce, se fortalece e dura para sempre. 💍🙏❤️✨


*Ricardo Neves ✍🏻🪞🤳🏻*

sobre amar e ser livre.

A luz atravessa a janela sem pedir passagem.

O cheiro da chuva permanece no ar mesmo depois que o céu se abre. Uma música termina, mas, por algum motivo, continua acontecendo dentro de mim.

Talvez ela pertença a essa mesma categoria.

Não porque seja distante, mas porque existe nela alguma coisa que não pode ser alcançada pela matéria.

Eu posso conhecer seus hábitos, saber o que ela gosta, reconhecer sua voz em meio a outras, decorar suas pequenas manias. Posso conhecer os caminhos que ela percorre, os silêncios que prefere, as palavras que costuma escolher.

E, ainda assim, existe uma parte dela que permanece intocável.

Uma espécie de território sem mapa.

É justamente essa parte que mais me interessa.

Não aquilo que ela oferece ao mundo, mas aquilo que existe quando ninguém está olhando. A pessoa que permanece depois que todas as expectativas desaparecem. O pensamento que ela não diz. A versão dela que não precisa ser compreendida para continuar sendo verdadeira.

Talvez seja ali que ela realmente more.

Não em uma casa, nem em uma foto, nem nas lembranças que consigo organizar.

Mas naquele lugar estranho onde ela se tornou uma influência silenciosa sobre mim.

Ela não precisa estar perto para existir em mim.

E isso não tem nada de tristeza.

É quase o contrário.

Existe uma beleza imensa em descobrir que ela pode atravessar minha vida sem precisar ocupar todos os meus espaços. Como uma constelação, distante, impossível de tocar, mas capaz de mudar a maneira como atravesso a noite.

Talvez eu goste dela justamente porque nunca consigo terminar de entendê-la.

Existe alguma coisa muito bonita em não possuir a explicação completa de alguém.

O mistério não está naquilo que ela esconde.

Está naquilo que, mesmo quando revela, continua profundo.

E talvez seja esse o tipo de amor que eu aprendi a reconhecer nela, aquele que não tenta transformá-la em propriedade, certeza ou destino.

Um amor que olha para ela e pensa

eu não preciso ter todas as respostas para reconhecer o que isso significa.

Porque o que sinto por ela não pede conclusão.

Pede que, por alguns instantes, eu pare de tentar definir o que sinto e simplesmente permaneça diante daquilo.

Como quem observa o oceano sabendo que jamais poderá carregá-lo.

Ainda assim, entra na água.

Ainda assim, fica.

Talvez porque eu tenha entendido que o valor de certas coisas nunca esteve na possibilidade de possuí-las.

O céu não é menos bonito porque não posso guardá-lo.

A lua não me pertence porque a contemplo todas as noites.

E ela também não precisa ser minha para ser profundamente minha em algum lugar que a linguagem não alcança.

Existe uma parte dela que não é minha.

Nunca foi.

E talvez seja exatamente por isso que eu a ame tanto.

Porque não posso tocá-la.

Não posso prendê-la.

Não posso pedir que permaneça exatamente onde a encontrei.

Só posso reconhecê-la quando aparece.

Na maneira como ela existe.

Naquilo que ela desperta.

Na pequena alteração que acontece dentro de mim quando o mundo, por alguma coincidência, me devolve alguma coisa que lembra ela.

Talvez amar seja aprender essa delicadeza:

saber que ela é livre, e ainda assim escolhê-la.

Saber que ela pode ir, e ainda assim não transformar o amor em uma prisão.

Saber que não tenho o direito de possuir seus caminhos, seus pensamentos, seus silêncios ou qualquer parte dela que queira permanecer somente dela.

E talvez exista uma liberdade ainda maior em amar assim.

Não porque eu queira amá-la de longe.

Mas porque quero que, quando ela estiver perto, seja porque escolheu estar.

Quero sua presença sem precisar da sua obrigação.

Seu carinho sem precisar da sua promessa.

Sua permanência sem precisar segurá-la pelos braços.

Quero que ela possa continuar sendo inteira, mesmo quando estiver comigo.

Porque, no fim, talvez amar alguém seja justamente isso:

não tentar diminuir o tamanho do mundo dela para caber dentro do meu.

É olhar para ela sabendo que existe um universo inteiro acontecendo por trás dos seus olhos e, em vez de querer possuir esse universo, sentir admiração por poder conhecê-lo.

Algumas coisas foram feitas para permanecer conosco sem jamais permanecerem ao nosso alcance.

E, ainda assim, eu escolho olhar.

Escolho sentir.

Escolho ficar alguns segundos a mais diante dela, diante de tudo aquilo que não posso segurar.

Porque, no fim, talvez o que realmente permanece nunca seja aquilo que consigo possuir.

Seja aquilo que, mesmo depois de partir de todos os lugares possíveis, continua existindo em mim.

E talvez amar e ser livre seja exatamente isso

eu não preciso prender ela para querer que fique.

Não preciso chamá-la de minha para saber o quanto ela significa para mim.

Não preciso ter posse sobre nada que exista nela para reconhecer que, entre tantas coisas que a vida poderia ter colocado diante dos meus olhos, foi ela quem conseguiu permanecer dentro deles.

E talvez seja essa a forma mais bonita que encontrei de amá-la:

deixando a porta aberta,

não porque eu queira que ela vá,

mas porque quero que ela saiba que, se ficar,

será livre para ficar.

QUANDO O CORAÇÃO DECIDE AMAR


Quando buscamos a pessoa certa, também podemos encontrar grandes sofrimentos por esse amor.


Porque, em grande intensidade, quanto mais amamos, mais também nos tornamos vulneráveis à dor.


Amar nem sempre é caminhar por um jardim de rosas.
Pois toda flor carrega consigo seus espinhos — e assim também é o amor.


Mas, quando encontramos a pessoa certa, seus defeitos deixam de ser maiores que suas qualidades.


E o coração passa a acreditar, de forma quase perpétua, que nem mesmo a distância é capaz de apagar a chama da paixão.


Porque, quando o coração decide amar e dois corações verdadeiramente se encontram, nenhum obstáculo parece grande demais.


Pois quando existe amor, até as maiores distâncias podem ser atravessadas.


Ronan Helio de Souza