Textos para Reflexão
Senhor....
Pai todo poderoso, abençoa nossa semana que esta iniciando, dá-nos sabedoria para conduzirmos nossos dias com harmonia, dá-nos paciência para superarmos as dificuldades encontradas, dá-nos paz de espírito para caminharmos mesmo em meio as tempestades, dá-nos um bom coração, disposto a perdoar sempre que necessário, dá-nos bons olhos para podermos ver além das simples aparências, dá-nos força e fé para não fraquejarmos diante dos momentos difíceis, por fim, esteja conosco durante todas as horas e minutos de cada dia, cobre nossa casa com Teu Manto Sagrado, abençoa e ilumina nossos passos, é o que te pedimos em nome de Jesus Cristo, amém! (Priscilla Rodighiero)
Essa semana vai ser cheia de bençãos, EU CREIO!
Se você também crê, diga amém....
Sabe, muita gente ainda não acredita que alguém possa ser feliz somente por fazer o outro feliz.E acreditam que todos os seres humanos são igualmente egoístas.
Isso não é a verdade absoluta, existem pessoas destinadas ao amor, e essas pessoas jamais serão felizes com a infelicidade alheia, ou alegres com a dor do outro.
Não se pode saber com que tipo de pessoa estamos lidando, mas quem somos nós para duvidar daquilo que não conhecemos " A ALMA HUMANA"
"Querido diário, sobrevivi mais uma noite, despertei pela graça de Deus, hoje acredito que não seja um dia diferente dos demais, porém se algo mudar só dependerá de mim e de mais ninguém, sou mestre em esconder minhas dores, minhas tristezas, meus medos, mágoas, sofrimentos e as terríveis lágrimas que sempre teimam em habitar meus olhos, mesmo assim enfrentarei a vida com apenas mais um sorriso, ops, descobri que não tenho diário."
César Ribeiro
Eu tenho muito medo do que você ainda pode me fazer sentir. Eu tenho que descobrir o que vai acontecer com o meu corpo, quando você resolver se afastar de mim. Eu vou sentir falta das suas mãos nas minhas mãos. O seu toque é tão delicado. Eu acordei querendo encostar a minha boca no teu pescoço e te beijar inteira. Eu queria poder deitar agora numa cama grande com você. Eu iria apertar tanto o seu corpo contra o meu. Eu preciso sentir isso! Eu preciso sentir o que o meu corpo sente quando você tá por perto. Me deixa maluca imaginar que um dia eu não vou mais me sentir tão segura o quanto eu me sinto agora que você ta voltando pra casa. O meu abraço poderia ser a sua casa! E a minha cara podia te contar o quanto eu preciso ter você, sem ter que procurar palavras pra explicar o que eu não entendo. E eu preciso procurar entender alguma coisa, mas quando amanhece em sua casa e eu coloco a palma da minha mão em sua coxa, tudo fica mais claro. Você tem tudo o que me deixa estátua, você me entende? queria saber te explicar pelo menos dessa vez.
Eu apenas... adoro o seu corpo! Isso ajuda você a entender? linda
Nostalgia (e saudade) da época que eu era inocente, que acreditava em tudo e em todos... o tempo me fez frio, calculista, inseguro. As pancadas do tempo formaram calos duros que nem doem mais quando agredidos, criei uma "autoproteção".
Me falam de coisas que não acredito até eu mesmo comprovar, busco por respostas e encontro, mas, no outro dia faço novas perguntas sobre minhas respostas, mudo de opinião quando encontro alguém com opiniões sábias, mantenho quando encontro os "donos da verdade"... sou a mudança que eu mesmo temia, sou a tal da mosca do Raul. Hoje estou certo, amanhã posso estar errado e vice-versa...
Creio em Deus e confio em minha família, sou o que sou desde o nascimento, mas em mutação de tempo em tempo.
Posso começar e recomeçar minha história quando bem Deus permitir, mas ainda me resta a fé, do tamanho do grão da tal mostarda.
Penso, logo enlouqueço ( Vai dormir que está tarde, seria o grito da minha mãe)
A felicidade não está em alguém, ela está em você.
Em tudo o que você acredita, em tudo o que você espera, em tudo o que você lutou para ter, está em uma música, está em momentos que você viveu, está nos seus olhos e em seu sorriso.
Mesmo a felicidade só dependendo de você, ela é melhor sendo compartilhada com os bons amigos e com um grande amor!
Se eu te dissesse que você anda mais pela minha cabeça do que pela sua rua, você acreditaria?
Se eu te pedisse pra ficar um pouco mais, você iria?
Se eu despejasse minha bagagem em cima de você, meio que sem querer, você se disponibilizaria a me ajudar a arrumar tudo de novo?
Caso eu esqueça das coisas e fique louca, você me ajuda a lembrar de tudo e a entender melhor o mundo?
Sou uma pequena parte da complexidade do universo, e preciso que você me ajude.
Me ajude com o peso, me ajude com as palavras, com o fôlego. Você me ajuda?
Eu sou a parte que fica calma quando você chega.
Lenitivo, 22 de Abril de 2014
Vendo e analisando esses pregadores da prosperidade e esses cantores 'gospel', acredito que se Jesus estivesse aqui e pregasse a mesma mensagem que pregou na época em que veio, estes mesmos individuos iriam crucífica-lo novamente.
Oremos e nos posicionamos contra essa bizarrice que tem sido pregada no nosso meio.
Devemos ter cuidado e sabedoria ao mesmo tempo. Cuidado ao nos depararmos com farsas e heresias no meio "gospel", mas sabedoria para examinar tudo e reter somente o que é bom. (1 Tessalonicenses 5:21)
O ideal é tirar uma lição de todas as situações, quer elas sejam boas ou ruins, mas acima de tudo, se posicionar com a verdade (as Escrituras).
aceitar ou ouvir mesmo sem acreditar;
não importa o que diga, não importa o que eu diga;
talvez você saiba mas não acredite;
não importa o quanto eu aceite, não importa o quanto eu diga sim
ou balance a cabeça positivamente.
no fundo vc sabe;
eu nunca mais vou estar lá na hora marcada
Eu acredito no TEMPO
Acredito que ele cura, que ele acalma, que ele nos ensina a esperar, que ele nos amadurece como pessoas. Acredito ainda, que ele traz soluções e respostas que outrora estavam "escondidas". O tempo tem o poder de colocar cada coisa no seu devido lugar. Priscilla Rodighiero
A razão não domina o ser humano, porém ele continua acreditando no amor e no futuro.
Qualquer tipo de doutrina nos faz acreditar que tudo é vontade Deus, enquanto a ciência insiste em me oferecer prozac.
Olha que graça: se eu perco algo e não encontro, logo saio a procura...
Olha só gente meu lado racional gritando.
Caso não encontre, logo recorro ao São Longuinho. Volto ao ponto de partida e retomo minha busca, de repente opa... Grande São Longuinho, agora é só dar os três pulinhos, algo muito interessante que é colocado no diminutivo, apesar de eu ter 1,68 de altura, mas na hora da euforia costumo dar mais que três pulos.
Pode até ser que funcione, mas há um determinado momento que minha razão alcança da disfunção irracional.
Aqui
...E não há nada na qual as pessoas acreditem mais do que a na irrealidade, impossibilidades...
...Vejo pessoas, tento me misturar, falar as mesmas coisas, brincar que sou mais um, mas chega uma hora do dia que o reflexo real toma conta e o que sobra?
...As pessoas se afastam do desconhecido, dão nomes a esse tipo de existência!
...E nesse momento vejo o sol se pondo, a lua iluminando minha pele, o frescor da noite me fazendo viver, agora sou eu mesmo...
...São folhas dançando ao vento, são detalhes perdidos, é aqui que eu vivo hoje!
...O dia se mostra e eu assumo o papel de ser mais um, tentando, mas sabendo do segredo de ser o que sou, eu mesmo!
Migalhas da Moral
Estamos vivendo o fim do mundo?
Se estamos vivendo o fim?
Acredito que a todo o momento.
A todo momento algo se vai,
O fim chega para todos, entretanto,
Por que o fim da moral?
Por que o fim dos valores?
Por que o fim de algo que se perpetua?
O fim de geração a geração...
O fim pouco a pouco, gradativo, a prestação, em gotas...
O pai exige do filho...
O filho não exige do filho...
O avô não exige do neto...
E quando tem o seu filho...
O neto não perpetua os valores...
Aliás, neste ponto pouco valem...
Será efeito do tempo?
Serão as migalhas da moral que recebemos,
Fruto da conveniência das gerações passadas?
As incógnitas das equações dos tempos,
Que foram descobertas sem a ajuda de Báscara ou Tales,
Será uma questão matemática a moral?
Será o tempo realmente uma variável, flexível e não constante?
E os valores onde ficam?
Perdem-se quando passados adiante?
Por quê? Se quem conta um conto acrescenta um ponto,
Que pontos não são acrescentados a moral e aos valores?
Serão os pontos invisíveis, ou cegos estamos, ou míopes?
Miopia moral? Será este o diagnóstico?
E se for, a quem procurar?
O oftalmo, o psicólogo, o psicanalista, o matemático?
Os gregos é que não, pois neste momento desejo um pouco de moral,
mas, não sei se as escolas de Platão, Aristóteles e Sócrates,
ainda poderão entender as equações de Keynes,
Economia, ah não... miopia já me basta..
Na miopia ver pouca moral já é demais!
Não quero pensar em pouco dinheiro, já me basta viver.
Marcelo ULisses
Sabedoria da velhice
Seu Juventino era meu vizinho de apartamento. Era, porque faleceu. Sua única filha, solteira por opção, trabalhava fora o dia todo, e sua esposa, dona Norma, é quem ficava com a obrigação de cuidar do homem que no passado fora um empertigado militar, mas que devido a um câncer no cérebro deitou-se um dia e não conseguiu mais levantar. Quando dona Norma saía para o mercado vinha a minha porta e pedia: ‘pode olhar o Juventino um pouco?’ Era uma mulher admirável essa senhora. Em cima de seus setenta anos era mais forte que qualquer um. Em corpo e espírito.
Quando eu chegava para ‘olhar’ o doente, sentava a seu lado e ele, ainda muito lúcido apesar das dores, desfiava a falar e falar, quase um monólogo. Eu o deixava ir em seus devaneios de doente que não tem muito com quem conversar.
Uma das coisas que Seu Juventino gostava de repetir era, que os velhos como ele, a cada dia deteriora algo. Toda manhã percebia alguma coisa deixando de funcionar direito. É claro que um pouco pela doença. Mas a maior parte pela velhice e inanição. ‘E o pior é que as pessoas acostumam com isso’, ele dizia. Um dia um zumbido no ouvido, outro uma dor no joelho, e às vezes até surdez. Vão perdendo a audição devagarzinho, e quando dão por si estão surdos e nem sabem como foi. A cegueira também. ‘Já vi muito velho cego e surdo e nem sabe que é’ ele falava quase sussurrando. Eu ria muito com suas conversas, mas tenho que admitir ser a pura verdade. Velho não gosta de ser velho. Mulher então! Nem pensar! Depois que faz quarenta esquece-se de fazer aniversário pelo resto da vida. Pelo menos a maioria delas.
Agora, verdade seja dita, não acontece só com os velhos não. A pessoa entra na cozinha para fazer alguma coisa e esquece. Aí lembra que tem de fazer algo na sala, só que quando chega lá não lembra mais o que tinha que fazer. Coloca o celular no bolso e sai pela casa à procura do tal que não sabe onde o deixou. Passa a procurar a chave do carro e acha o celular no bolso, mas aí não sabe mais onde está a chave do carro. Velhice? Coisa nenhuma! Todos se esquecem um pouquinho das coisas.
Seu Juventino gostava de lembrar-se de seu tempo no Exército. Tempo bom era aquele! Corrida por três horas a fio pelas ruas comandando um pelotão de rapazes fortes e saudáveis. Subindo e descendo morros. Pulando obstáculos e caindo no rio para travessia a nado. E ele não cansava. Os jovens sim.
Nunca falava sobre sua doença. Não gostava. Afinal, fora ela, a doença traiçoeira que o deixara fora da vida por quase dez anos. Dez anos de sofrimento.
Quando ele morreu fiz um pequeno poema em sua homenagem. Dona Norma mandou inscrever na lousa de seu túmulo. ‘Ele vai ficar feliz’, disse-me ela. Assim espero. Porque lá eu disse o quanto era importante ser velho e sábio como ele fora. E que amigos não se escolhe pela saúde, cor ou religião, mas pelo conteúdo da alma.
E velhos não são os que têm muita idade. Velhos são os que não acumulam sabedoria. Em qualquer idade.
Caráter se faz com sabedoria
Em busca de um local para morar após a morte de seus pais, Izabela deparou no jornal com uma boa oferta. Um apartamento no tamanho que ela queria, e por um preço que ela podia pagar. Achou que era o ideal. Afinal, São Paulo não é fácil.
Foi em busca.
O bairro era longe de tudo, mas parecia ser seguro e com boa qualidade de vida. Avistou o prédio do endereço achado no jornal. Não era muito bonito, mas tinha uma aparência imponente, embora não muito conservado. Ficava no alto, distanciado dos demais e com uma grande área verde que se estendia abaixo. Tocou a campainha e foi atendida por um senhor já de alguma idade, que a interpelou com um sorriso. Mais algumas pessoas estavam por ali. Parecia ser uma reunião. Pensando bem, em um ‘Hall’ de entrada não seria bem apropriado para reuniões. Mas quem sabe.
O senhor austero e formal, perguntou sobre o motivo de sua visita. Ela explicou.
O homem então com uma certa rudeza ao falar, lhe disse que aquele prédio não admitia qualquer um para ali morar. Izabela ficou boquiaberta olhando para as pessoas que se calaram e a olhavam como um ser extraterrestre. O cavalheiro continuou dizendo, que aquela era uma reunião informal de condomínio, e era justamente para tratar desse assunto, já que alguns proprietários, ou por mudar-se para outra cidade, ou mesmo por morte, colocaram a venda seus imóveis. E como o prédio sempre primou pela superior linhagem de seus habitantes, estava sendo estudada uma forma de impedir que qualquer pessoa, que só por ter dinheiro para pagar, viesse ali residir. Porque, segundo ele, não é o dinheiro que faz uma pessoa ser importante, mas seu berço. E complementando seu monólogo discriminativo perguntou quem era ela, quem era sua família, de onde vinha e o que fazia.
Izabela respirou fundo e sem responder de imediato sua pergunta, falou: e os senhores quem são? Quem sabe descendentes dos marinheiros que vieram com os descobridores nas naus de Espanha ou Portugal. Ou talvez dos colonizadores enviados pelos Reis diretamente das prisões da Holanda, França e Inglaterra para encher a nova colônia e esvaziar seus calabouços? Porque pela cor de sua pele, igual a minha, não podem ter em suas veias o sangue nobre dos reis e príncipes das tribos de Angola e arredores, trazidos pelos navios negreiros, enganados e à força, para servirem de escravos a alguns que de superiores só tinham a arrogância. E se neste prédio só tem pessoas como os senhores, eu me retiro. Vou em busca de algum outro imóvel, quem sabe na periferia, porque nobreza, senhores, não está no título de Condessa do qual sou herdeira por direito, vindo de uma milenar tradição dos castelos da Itália, e que por certo me daria a condição de aqui morar. Mas sim, em meu caráter que não admite tal discriminação.
Dizendo isso, Izabela girou nos elegantes saltos altos, e saiu por onde entrou.
Assusta-me,
Acreditar nos sonhos.
Onde a realidade é tão dura.
De ver o céu nublado
Sem estrelas
Sem o brilho
Sinto dor dos dias vividos.
Do frio das noites.
Da náusea do tempo.
Carrego a saudade na alma.
O peso da renúncia.
Angustia das estrelas.
Nostalgia das incertezas.
Assusta-me
As ilusões dos dias.
Da esperança que não tenho.
Onde o destino foge.
E o deixo fugir!
Autoconfiança
Eu sei que não é fácil, confiar em si mesmo ,não conseguir acreditar em si, mas pelo menos tenta uma vez ,nem que seja por um dia ,acredita mais em você, eu sei que tu tem potencial pra isso, mesmo com as críticas que você recebe, só tenta uma vez confiar em você e tu vai ver como isso é incrível, como é extraordinário ter autoconfiança sobre si ,é algo tão incrível e gratificante, não deixa as críticas subirem a tua cabeça, não liga pra oque fulano vai pensar de tu .
Só seja você , tenha autoconfiança sobre você!
#ESPIRAL
Nadando no tempo...
Procurei nos espaços...
Descobrir meu futuro...
Inventando cenas e andando nas ruas
Procurarando alegrias...
Em espiral...
Me encontrei no final...
Qualquer fosse o caminho...
Sentia eu...
Que encontraria...
Seu olhar...
Na distância entre os instantes...
Nada mais volta a ser como antes...
E como previ...
Por tudo aquilo que importa...
Descobri...
No colo encontrado...
Pedaços de mim...
Sandro Paschoal Nogueira
Oii, esse é meu manifesto à sociedade do século xxi
Ah, sociedade desajeitada
Acreditas mesmo que tuas tecnologias salvarão tuas matas?
Enquanto consomes desenfreada o trabalho de teu Deus
E O culpa afirmando descaso
Pensaste que não ví
O ódio pelos teus irmãos?
Inseristes o plástico nós centros urbanos, e agora os veganos, já não podem ir lá?
Ah, sociedade desajustada
Te ví falar para teus colegas, todos aqueles pensamentos revolucionários
Que certamente na prática, mudariam o rumo da humanidade
Mas tu, sociedade desajustada,
É a principal culpada
Simplesmente, por não ouvir a ti mesma,em seus lapsos de sanidade
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