Textos para Irmãos
✍️Na vida familiar, com o tempo passando e a idade avançando, muitos irmãos e irmãs continuam no coração com o mesmo afeto do tempo da infância, mas espiritualmente vamos nos distanciando. Nada é planejado mentalmente, é somente a vida dirigindo os caminhos. Talvez voltemos a nos encontrar. Por enquanto tudo é mistério.💞💞💞💞💞🕉️🛞🛞🛞
Lembrei, com saudade, dos Jarlich, três irmãos gêmeos, negociantes estabelecidos, com negócios de jóias, na Rua da Conceição, quase em frente a prefeitura. Se eu não me engano, Crisólita era o nome da loja. Quando eu ia lá com meu avô, era, na época, uma das melhores do ramo da cidade. De origem judaica, esses negociantes, extremamente simpáticos, gozavam de um vasto círculo de amizades grangeadas nos longos anos de comércio que exerceram com muita capacidade. Delicados ao extremo, lembro que, sorridentes, bastava conhecê-los para que uma amizade tivesse início. Sua freguesia era certa no ramo de jóias. Entendidos no assunto, honestíssimos, não eram como donos da H Stern ou Sara Jóias com a família Cabral. Vendiam a prazo, contou uma vez meu avô, muito antes dos serviços de proteção ao crédito (SPC) o que demonstra o alto grau de confiança que depositavam nos fregueses, mais selecionados pelas amizades do que, propriamente, pelas informações que pudessem obter em qualquer ficha cadastral hoje tão prática. A Crisólita, ou melhor, a calçada fronteira à loja, era o ponto obrigatório de todos os amigos e colegas do comércio dos irmãos Jarlich que, ali, às primeiras horas da manhã, iam provocar os parceiros infalíveis, para uma partida de "porrinha" valendo café. Nesses encontros não falava-se em política internacional. Isso porque, os parceiros, sem que houvesse acordo nesse sentido, sabiam que não seria conveniente qualquer comentário ou opinião sobre a luta travada entre árabes e judeus. Ainda mais sabendo que Hajjat e outros patrícios árabes evitavam comentar sobre a luta na qual os judeus levavam nítida vantagem na ocasião. Essa, aliás, é uma das características da comunidade niteroiense no que tange ao relacionamento de estrangeiros lá residentes. Como é natural, todos têm suas religiões, clubes e festejam suas datas festivas tradicionais, mas, uma coisa é certa, jamais deixam de cooperar juntos pelo progresso de Niterói. E, o que é mais importante, o conceito social de todos eles é dos mais respeitáveis e sempre nivelados pelo trabalho honesto e pelas atividades executadas nos clubes de serviços e em obras sociais diversas. Amam suas pátrias de origem, como não podia ser de outro modo, mas, sem dúvida, há em todos eles e em seus descendentes um demonstrável amor por Niterói, onde vivem, crescem e terminam seus dias. Mas, voltando à reunião habitual pela disputa do café, os anos foram passando e consolidando cada vez mais, a amizade entre os componentes da roda, até que, um dia, um dos irmãos gêmeos, o Isaac, morreu. Foi como se num tripé faltasse um dos apoios. Os sobreviventes sentiram demais a perda. Não eram mais os mesmos. Vislumbrava-se, agora, nos seus semblantes, a marca triste das perdas irreparáveis. Não passou muito tempo, Moysés, o segundo irmão, partiu também para o eterno descanso. A ruptura deste vínculo fez desaparecer no sobrevivente o sorriso que, antes, era o traço marcante da sua fisionomia. Taciturno, já não sentia prazer em conversar com os amigos e a impressão que nos dava era o desânimo. Até que um dia, Germano também foi se unir aos irmãos, deixando um vazio imenso na roda que, com o tempo, foi-se desfazendo pelo mesmo motivo, a morte. E lembro o meu avô dizer: "Meu neto, quando você for mais velho, vai começar a ver as pessoas indo embora." E não deu outra. Já um pouco mais velho, fui vendo, ao lado do meu avô, o Serrão, da casa de ferragens, Souza e Carvalho, os banqueiros, Hajjat, da camisaria Sul América; e outros mais, indo embora, até que chegou a hora mais difícil: ver também o meu avô, meu ídolo, partir. Devem estar hoje em qualquer plano do espaço, fechando as mãos com os três fósforos, disputando qualquer coisa sem valor com os irmãos Jarlich, os saudosos companheiros da disputa do cafezinho matinal. Nós, que ficamos apenas com saudades deles, não podemos deixar de reconhecer que, no fundo, a morte não é tão ruim. A chatice dela está no vazio que provoca, quando arrebata, sem apelação, pessoas que amamos. Os Jarlich deixaram saudades. Homens assim fazem falta à comunidade. Eles, sem dúvida, contribuíram para o progresso de Niterói. Sua loja primava pelo bom gosto. No gênero, em certa época, foi das melhores em instalação, e, inegavelmente, é uma forma eficaz de ajudar uma cidade, dando-lhe vida, através de um estabelecimento comercial bem montado e sortido. Niterói que possui, hoje, nesse gênero de comércio, vistosas e excelentes lojas, que tanto contribuem para o seu progresso como a Gran jóias, dirigida pelo Antônio, a Garbier, da propriedade do Alberto, a Jóia Niterói Ltda, sob a direção do Salomão, não pode esquecer dos irmãos Jarlich que alinhavam a competência comercial ao bom gosto uma excepcional capacidade de fazer amigos. Mas uma amizade que, sem dúvida, passava longe da amizade desses novos empresários de jóias com a família Cabral. Saudades dos irmãos Jarlich.
Lembre-se irmãos que o tempo neste mundo se abrevia, e o que resta é que também nas nossas perturbações seja como se não tivéssemos e nas tristezas, com se não entristecêssemos e se ficarmos tranquilos como se não tivéssemos tranquilos e que se temos o poder para adquirir que nossas atitudes devem ser como se não tivéssemos, por que por um tempo apenas usamos deste mundo, mas com sabedoria usemos, pois o que aparenta este mundo é senão passageiro.
Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloe que há contendas entre vós. Quero dizer, com isso, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo? Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro. Porque Cristo enviou-me não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.
Sentir ciúme dos bens alheios e inveja dos mais abençoados é, queridíssimos irmãos, visto por muitos como pecado leve e de pouca monta. Entretanto, este modo de pensar faz com que muitos não o temam; e, sem temê-lo, o desprezem; e, desprezando-o, não se esforcem para evitá-lo. E assim, como um mal silencioso e pernicioso, instala-se na alma, surpreendendo os incautos e passando despercebido, inclusive, aos olhos mais experientes. Esta foi a causa da perdição do próprio diabo, pois, dotado da majestade dos anjos, ao ver o ser humano criado à imagem e semelhança de Deus, concebeu contra o homem uma maligna inveja; porém, foi ele mesmo o primeiro a cair, antes mesmo de poder derrubar a outros".
Tem coisas que acontecem, amigos, irmãos e amigas, que a gente não entende o porquê, mas quando ocorrem, não precisamos murmurar nem baixar a cabeça, pois a Palavra de Deus nos ensina a ter esperança e guardar em silêncio Sua salvação. 🙏 Não se preocupe se a prova está difícil ou se o problema ainda não foi resolvido, lembre-se que Deus é nossa esperança em meio às dificuldades.
" Queridos filhos, irmãos em alma. O Espiritismo em seu tríplice aspecto,nos devolve o Cristo esclarecendo e consolando nossas mentes e corações, mas jamais ele socorrerá com as tuas santas palavras sem antes ministrar o remédio do amor para as feridas, que de antemão rogam cuidados e atenção. Recordemos "Mesmo que sejamos um címbalo,sem amor nada seremos."
Irmãos não precisam esperar que os outros deem uma palavra a vocês tudo oque vocês precisam fazer é orar e pedir para Deus falar com vós e em seguida abrir sua bíblia e com certeza Deus ira responder. Só para deixar claro e que não distorçam minhas palavras, não estão dizendo que não devem ouvir seus pastores, lideres, etc apenas que todos os dias Deus tem algo novo para te revelar basta que você queira aprender. Na igreja, você recebe, mais precisa buscar em casa também. Que a igreja seja a sua sobremesa e seu “quarto” sua refeição completa!
Todos nós, em algum momento, já magoamos alguém. Esposa, esposo, filhos, pais, irmãos, familiares, amigos. Nenhuma pessoa está isenta de errar e magoar outra. Só existe uma diferença entre as pessoas: alguns sempre estão buscando melhorar e outros continuam da mesma maneira e não lutam por uma mudança de atitude.
Sou daquele tempo bom em que a gente tinha medo de ferir a quem amávamos. Pais, cônjuge, irmãos de sangue e de fé... A gratidão não era seletiva mas obrigatória a todo que nos fizesse bem: 'Como é que se diz?' Indagava mainha. 'Obrigado.' Eu respondia. As palavras eram medidas, o perdão era lógico.Hoje, me esforço pra não esquecer, pra não ficar igual a maioria.
Quem seria José se ele não fosse vendido por seus irmãos? Quem seria Ana se ela não fosse ofendida por Penina? Quem seria Davi se ele não fosse perseguido por Saul? Quem seria Jó se não soubesse aguentar tanta provação? Permaneça fiel nas provas, porque nos dias de glória todos terão o prazer de lembrar-se da sua história.
José menino sonhou em governar os irmãos. Quando José amadureceu é reviu os próprios sonhos, ele entendeu que os seus sonhos tinham um propósito muito maior. José entendeu que o propósito do sonho era servir uma geração. Um grande sonho é aquele que serve a um grande propósito (Gênesis 50.17-21).
Erramos muito quando deixamos de acreditar em irmãos com habilidades, conhecimento e dons, uma vez que eles foram chamados por Deus para edificarem a Sua igreja e estão sendo impedidos de serem reconhecidos como servos aprovados, experientes e sábios, por causa da presença da ignorância, do egoísmo e da acepção de pessoas.
Todos os que ficam atrás dos púlpitos da igreja, mandando nos irmãos, em vez de servi-los, orientá-los e treiná-los, são infelizes, guias de cegos, tirando proveito da fácil mensagem para as ovelhas sem conhecimento, esquecendo que Deus as chamou para ocuparem as mesmas posições com honras públicas.
Líderes de igrejas que fazem reuniões de liderança para excluir irmãos do púlpito e do seu convívio, sem reconhecer a disciplina de Deus e os conselhos da sã doutrina, são lobos vestidos de ovelhas, covardes, traiçoeiros, estúpidos, gananciosos, arrogantes, presunçosos e mandões, cujos ministérios não passam de papelada de arquivo morto.
No reino de Deus é assim: uns promovem a paz, as reuniões dos irmãos, os trabalhos da igreja, a solidariedade da família e o evangelismo nas casas, enquanto outros treinam homens para a liderança, cuidam dos ministérios, avivam grupos de oração, estabelecem planos de crescimento espiritual da igreja e visitam o rebanho.
Pastores com dedo duro, que dá nomes de irmãos à liderança para não contar com eles, têm o corpo mole no meio do rebanho, esperando serem reconhecidos internamente como guias fortes; mas, não passam de fofoqueiros, ditadores e covardes, em vez de considerarem tais irmãos como membros da Família de Cristo.
Entre poucos verdadeiros amigos e irmãos de antigas jornadas, os carinhos nunca cessam, nem as eternas conversas de alma silenciosas que mil palavras do dia a dia, sem a amizade, não dizem nada. Entre os verdadeiros amigos, o olhar de ternura é a melhor saudação de chegada e a certeza da união e do amor para sempre, por palavras mudas ditas pelo coração, na nova partida, um breve até logo para um novo encontro mais à frente.
Sendo o Brasil um dos países mais católicos do mundo e estando os irmãos maçons sob pecado grave, é imperativo que as potencias reconhecidas exijam de seus corpos as Pompas Fúnebres a todo irmão que passe para o Oriente Eterno que é muito mais digno e honroso que uma Missa de Sétimo Dia na igreja católica, omitindo sua vida laboriosa e virtuosa na Maçonaria.
Nacionalismo exacerbado e xenofobia são sentimentos primitivos e ao mesmo tempo contemporâneos, que em futuro ainda distante darão lugar ao Altruísmo, à verdadeira Caridade e ao profundo Entendimento de que somos todos irmãos, filhos do mesmo Deus. Nossa insignificante pequenez perante o Universo infinito já seria suficiente para acreditarmos nisso. Assim como há fronteiras entre bairros, cidades ou estados, chegará o momento em que a divisão do Mundo em países será meramente organizacional. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”.
