Textos Escritos por Paulo Mendes Campos

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Ela é um diário cheio de escritos seus.
Com tantos segredos
e descobertas tão valiosas
quanto um amor verdadeiro.
Ela guarda tudo para si
E já prometeu que um dia
vaise revelar.
Ela não vai se abrir
para alguém que saiba escutar,
Mas para quem a saibaler...
Ler seus gestos, gostos e sentimentos.

Inserida por rosivalevangelista

SONETO INDIGNADO

Estes do profundo da indignação
Escritos com o verso suado
Saem dos gemidos do coração
Em tosco lamento articulado

A quem, senão a ti, oh emoção
Objeto do sentido privado
Pode escorrer pela devoção
Dum amor para ti devotado

E se notares são tão rebuscado
Aqui perfilado num certo cuidado
Do afeto que foi centro dos pesares

Saiba que neste indgnado soneto
A ânsia, a lágrima aqui no cerrado
Jamais será reza em teus altares

Luciano Spagnol
Julho de 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

sonhos escritos em meus pensamentos já não fazem sentido
sonhos estes que estão sendo queimados por esta vontade de jogar tudo pro ar..
e voar ao seu lado
sem rumo
sem volta
sem limite
seria só eu e voçe
seria só eu
por que seria um voçe incompleto
por isso prefiro esta aqui
ficar aqui
permanecer aqui
com caminho trassado
sem partida
cercada de limites...
pois com voçe estaria sozinha,
pois não te teria por completo.

Inserida por deboracanibal

"SINFONIA"

Passeiam os escritos da minha poesia
Pensamentos tão meus em versos
.................
Que vestem-se de letras, com as palavras
Amo-te, sonhei contigo a noite inteira
.....................
No expoente de todo o meu sentimento
Onde o meu beijo desaguou na tua boca
...........................
O teu olhar me fez viajar, ao ir além dum sonho
Sonho lentamente, numa tarde com palavras
.............................
Que suporta qualquer destino, sem horizonte
Outono gracioso, apaixonado, quente tão nosso
..............................
Que marchariam a nu, todos os poemas ousados
Num futuro que será sempre nosso, muito mais do que
..................................
Posso explicar a escrever com a cumplicidade
Desde o meu respirar ao bater do meu coração
.................................
Sabendo que sou só tua em cada acorde dum violão
Nas notas que toca uma sinfonia linda, uma sinfonia antiga.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

vejo os poemas escritos
são poemas para os mortais
para imortais são sentimentos
colocados de uma forma perfeita
num sentido eterno para aqueles que realmente
vivem esse momentos espelhando numa folha de papel
grandezas da alma do coração são coisas meros...
aos mortais, não mesmo aos leigos...
com suas grandezas intelectuais...
com as sombras de tantos sentimentos
passos meros vasos de solidão.

Inserida por celsonadilo

ESCRITOS DA VIDA
Em minhas reticências
Enquanto leio-te
Escrevo-te
Sinto-te em mim... num bailar de corpos.
Em minhas linhas
Entre sussurros e afáveis carinhos
Abraço-te com o calor do meu corpo
Beijo-te com a doçura dos meus lábios
Amo-te com a ternura do meu coração.
Em meus parágrafos
Ouço-te envolvida
Em sintonia
Sensações e harmonia
Mentes e sentimentos se completam
Sem reservas
Sem receios
Ávidos de encontros
Corpos e mentes se leem
Se descrevem e escrevem
Em meu tempo e espaço
Sementes da vida, do amor, das mudanças
Estavam plantados
Um texto... um livro escrito
E meu momento havia chegado
Para deixar o passado
Voltar a vida
Seguir em frente
Em direção ao sol
Em direção a luz do meu existir
Nas linhas do meu horizontes
Novos escritos da vida.

Inserida por RoseBona

A visão do amor II .

O que guardamos em nosso coração, são sonhos escritos nos olhos, momentos apenas mentias, mais que temos a nítida sensação que são reais. O amor é assim, feito sol e lua, feito mel, feito fel. Como se estive escrito nas estrelas, mas, que em noite de tempestade elas somem.

Como se tudo fosse um grande e doloroso instante fugaz. Queria poder sonhar e tornar no instante que abro meus olhos, fazer com que ele virasse realidade. Pena não poder fazer tal sonho. A vida seria menos triste, ou, menos complicada. Deixar o destino se encarregar de tudo, exige calma, e tempo.

Não tenho tempo, não tenho calma. Tenho pressa, tenho necessidade de que aconteça hoje, agora. Tenho medo do depois, ele nem sempre ajuda, ele sempre atrapalha. Ele sempre afasta, ele sempre empaca.

Queria controla o tempo, parar alguns momentos, e viver sem medo cada contentamento . Seria mágico, seria perfeito, seria meu alento.

Hoje eu vivo um dia de cada vez, esperando a vez, de que haja alguém, que me encha de amor, e que me entenda. Pois a vida sem amor é um caos, imagina se isso durasse anos, o que seria do meu sono, viver a vida sem amar, e acordar sem cobertor. Morreria de frio sem amor.

Inserida por PamellaFerracini

Escritos singulares, pontos em comum,
Sentidos opostos, anonimantes incoerentes;
Didatas evolucionários, revogam-se em seus pensamentos;
Mentes maculadas, são atrozes.

Júbilo em mente, sem nenhuma semente,
Caracterizam-se por se mal.
Cicatrizes atros, choros escaldantes;
Gritos no fim.

Ó gênio de má índole, onde parará?
Um abismo profundo, não obstante do mundo
Refreá-se-ão pro fim!

Inserida por iagolira

"ESCRITOS DESENCONTRADOS"

O nosso limite ultrapassou
A fronteira do visível ao invisível
Perder o tempo, perder a paz
Fugir para trás, sem pensamento

Num contratempo, sem ser capaz
Enfurecendo-me assim a minha própria alma
Perder a vida, já que nada me satisfaz
Até de joelhos, supliquei a Deus, aos anjos

Esvaziei-me por dentro, dum só lamento
Foge-me o momento, já nada me apraz
Perdida ferida, sem um caminho a percorrer
Envenenada, amordaçada por tão grande amor

Onde os versos escritos paridos, são lágrimas de dor
Sem palavras para escrever, linhas para corrigir
Um ar amargo de desilusão, talvez seja só decepção
Tornei-me um cativeiro de um amor impossível

Como uma flor perdida no quente deserto do Saara
Entre secas, tempestades irei sobreviver às palavras
Destino meu, onde a minha dor envenenou os versos
Escritos paridos que estou a perder, sem letras para escrever.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

⁠Sertão

Há tantos rascunhos escritos
Que ao ler
Eu me pego a chorar.
O tempo passa tão rápido
E eu não sei explicar
A saudade do meu sertão
Que hoje veio me apertar
Maltrata meu coração
E faz os olhos derramar
Lágrimas de um paulista
Que ama o sertão do Ceará.

Alexandre C.
Poeta de Libra ⁠

Inserida por poetadelibra

Um homem sombrio
tecendo a dor e o vazio.
Deixando em escritos
abraçado a feridas e machucados.

Há tantos universos espalhados de dor.
E pessoas sofrendo demais
experimentando o horror solitários
entre paredes mentais.

Foi somente pela dor
que ele se tornou um escritor

Quando a demência tomou
conta do seu coração
encontrou nas letras sua salvação.

Há pessoas demais sofrendo
será que ninguém está vendo?⁠

Inserida por andrea_dangelis

⁠As pessoas sempre perguntam se uma pessoa de séculos passados existiram e também seus escritos, ou se são mitos?
Ao meu perceber, estamos sempre buscando comprovação de verdades. Aprendamos que necessitamos entender como humanidade que os relatos são sempre de alguém que escreveu narrando. Daí a resposta sempre vai ser do escritor. Agora como aprendizagem, existido ou não, datação de escrita e período, entendo como irrelevantes.
Aceito apenas o conceitual e mais valia do ser.
Oque ele por ventura tenha de feito e escrito como forma de melhorar a estrutura de sobrevivência evolutiva dos contemporâneos.
De resto, é só não endeusar quem quer que seja porque foram humanos, e como tal tiveram erros e acertos.
Melhor pensar assim, não é mesmo?Eficácia e plenitude daquelas convenções só geram méritos se o bem feitor tiver sido um multiplicador.
O resto?
"O resto meus queridos sai na urina".

Inserida por dalainilton

⁠Eu canto a vida em vários poemas.
Todos escritos com inspiração.
Vou bem mais além da imaginação,
viajando em desconhecidos temas.
Na existência vou desenhando emblemas
Espalhando os meus versos pelo ar.
No auge intenso do improvisar,
no tanger do verso seguido da rima.
O mestre dos versos é Everton Lima,
nos dez de galope da beira do mar!

Inserida por evertonlimaoficial

⁠Os poemas que líamos juntos, foram escritos por nós dois.
Fomos autores da nossa própria história, e quando você partiu, tornei-me um livro incompleto, uma narrativa sem fim.
As pessoas tentam-me ler, mas as páginas estão incompletas e as que ainda existem, eles não intendem. Talvez ninguém nunca saberá ler-me da forma que você me leu.

Inserida por mileneabreu

⁠Não tinha o habito de pegar meus escritos e ler sobre eles.
Aliás não sei nicas do que escrevo!
Mas, recordo por ventura alguém indagar me certa vez:
Porque escreves teus poemas de gênero oposto?
Essa foi então a primeira vez que comecei a pensar sobre o fato!
Então respondi:
Não sei horas, digas tu oque pensas?
Como poderia responde lo de outra forma,
algo que nunca havia pensado ou analisado antes!
Mas confesso que senti um certo acalento com tal questionamento.
Talvez seja o fato de lembrar que ainda estou na ciências dos porquês.

Inserida por LhiRiosPonte

⁠Gleivisson A de Melo José
Me deparando com versos escritos por mim a alguns anos, pude perceber sem me esforçar o quanto meu conhecimento sobre a vida e o amor eram tão pequenos e hoje admito que ainda o são, falava com grande propriedade e facilidade sobre as coisas do coração, me deparava frequentemente com pessoas pedindo conselhos, logo a mim que mal sabia instruir a mim mesmo, outra característica acerca de mim e que desde que me entendo por gente sentia um enorme encanto sobre o horizonte, a ideia de saber que tem um mundo além daquelas três montanhas, o mais distante que meus olhos conseguiam alcançar, meu coração palpitava ao conhecer pessoas que não se davam por satisfeito de se prender a um único lugar, seja por medo, ou pela incapacidade sonhar, a alguns não lhes desce a realidade de que podem ter mais, amar mais, conhecer outros pores de sol, ver o céu de mais de perto, mergulhar na imensidão de um oceano, lhes é mais agradável o conformismo com sua vida de calmaria rotineira, a você meu caro leitor, espero que tenha despertado em ti a vontade de querer viver de verdade, de chegar a melhor idade e ter historias para contar, que ao fechar os teus olhos sorria com cenas de aventuras, de paisagens de tirar o folego, de ter conquistado muito mais do que a nós e ensinado na escola que se você se conforma com essa ideia sua vida e simplesmente um porre, não se prenda a regra de que um ser humano nasce, cresce, trabalha, tem um casamento infeliz, adoece e depois morre.

Gleivisson A de Melo José

Inserida por Gleivisson

Leituras tardias e perdidas

⁠não pude me escrever no seu doce coração
sangrei em escritos até tornar-me em sangue

até que cada parte de mim tornou-se em escritos
ainda assim o papel de seu coração rejeitou o todo de minhas palavras

recolheu-se ao silêncio do seu Amor
cobrindo-se com lágrimas de mágoas e ilusões, deixasses de olhar para mim

olharás no entanto, quando eu em cinzas ao vento
tornar-me o poema que todos esperavam

na minha morte, a morte dos escritos que me tornei
no dia do silêncio dos escritos que rasgavam meu Amor por ti

o sol nascerá, irá se por, e os arremedos estarão calados
a lua surgirá, irá embora e nenhuma palavra mais no papel

reconhecerás quem sabe meu Amor em letras mortas
de arremedos de poesias que seu coração desistiu de ler

que o silêncio dos meus escritos desvendará
quando enfim não houver uma gota sequer de sangue na pena

seus olhos fixos no vazio do penhasco, cinzas minhas ao vento
a porta do seu coração se abrirá ao contemplar a busca

tardiamente lerá em cinzas de escritos de palavras rotas
meu Amor ofuscado pelo seu olhar que dele se desviou e desistiu

verá o nada que dos meus sonhos restou
e neles todos enfim verá que buscavam te fazer feliz

minhas cinzas ao vento, leituras tardias e perdidas..

Inserida por arremedos_poeticos

Asas quebradas

⁠amontoei escritos
de versos diversos
todos rotos
e sem rimas

fugi para as palavras
em busca de habitat
no âmago do verbo
Amar

quem sabe no verbo
possa te encontrar
me ver livre da prisão
de mim mesmo

onde as asas que
me deste no sonhar
se quebraram
por não te encontrar

e agora me arrasto nos corredores por entre as celas da solidão..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠Escritos por Deus

Sempre acreditei em Deus,
desde o vento que derruba uma folha da árvore, gerando uma onda de consequências, até a fúria da correção divina.

Quando tudo está perfeito, há de se indagar que não dá para ficar melhor.
Aí vem Deus e te surpreende, te entrega o resultado da balança, do qual tu és semeador e merecedor, seja o resultado qual for.

Muitos querem ver para crer, outros sabem que neste plano apenas estamos sendo vistos.
Então, não há olhos que revelem,
Apenas milagres que sugerem.

A falta da fé é um degrau da evolução,
Mil degraus já subi e ainda não encontrei a perfeição.
Nesta vida o mais puro que tenho é a fé,
Que agradeço essa Luz por onde estiver.

Do nada eu vim, sem nada para começar,
Do nada eu saí, em nada pretendo terminar.
Cada um tem uma trajetória, um amor, uma dor,
Cada um tem a sua história, mas todas têm o mesmo autor.

Entre doutrinas e intuições, decidi traduzir os sinais do vento,
Sem argumentos, dando tempo ao tempo.
Silencioso e observador,
Acabei encontrando o caminho até chegar ao meu amor.

Sei que Deus somente acreditou em mim
quando cumpri minhas obrigações,
Percorri os caminhos sinuosos do amadurecimento,
Atingi o grau de clarividência e merecimento.

Só então, me deu vocês, a minha amada família.

A vida melhorou desde que vocês chegaram,
Alma gêmea e o eco da semelhança.
E naquele vazio que habitava no meu peito,
Hoje há somente amor e esperança.

Gratidão

Inserida por raphael_mouro

⁠A literatura pode ser um pensar, um falar sem dizer, escritos em versos.
Sejam letras, sejam traços e desenhadas por um olhar, em; como enxergar quem de fato seja ela.
Ela é absinta e abstrata
Reverente ou irreverente
Direta e discreta
Concreta ou desdenhas da vida.
Descrever; ‘‘O ser em pontes e processos’’
Do ser e do não existir
Do viver e até do não sentir
Ela existe e insiste e persiste, que humanos viventes dessa fonte, desencadeia o saber e o entender a cerca do ‘’TUDO OU NADA’’, que traz sentido a isso, ou representa a arte envolto a realidade manifestada.

Inserida por welidavieira