Textos escritos Em Terceira Pessoa
Sábado de Aleluia
Eles já foram perdoados
porque não sabem o que fazem,
mas sempre fingem que não.
A memória da cruz vazia
querem forçar que
pela forca seja substituída.
É sábado de Aleluia!
Há quem confira confiança
em guerras movidas por
inimizades imaginárias.
Existe até quem ache
belo e moral cobrar
sobre o esterco taxa.
Não pense que estou
fazendo nenhuma piada.
É sábado de Aleluia!
Embora uns estejam vivos,
mortos estão por dentro
ao interpretar que existe
justificativa o suficiente
para acabar com gente.
É sábado de Aleluia!
Não há mil ressurreições
de Cristo que tragam luz
para quem entenda
que existe aplicação
de pena de morte
em territórios ocupados.
Permanecer entre
os cúmplices e os acovardados
daqui pra frente
não será difícil de prever
o futuro — infelizmente.
E ainda só é sábado de Aleluia!
Meu bem
Te aconselho
Seus problemas
Diga eles pra mim
Te beijo, oh meu bem.
E por tudo que pode ser
Te deixaria em paz
Queria te confortar
Mas não sei se sou capaz
Ainda te amo
Mas não quero saiba
Nunca teve nada
Mas só queria uma farda
Para me sentir seguro
Não me perder no escuro
Às pessoas admiram sua qualidade em silêncio...porquê feliz pra eles ? É julgar seus defeitos em voz alta... Mas eu penso diferente...
UM BRINDE AOS NOSSOS DEFEITOS
Até porquê nossas qualidades ninguém reconhece
Mas quando você for perfeito (a)
Me ensina como é que se faz, porquê vou adorar ser seu aluno.
Fhayon
Os teus lábios sedutores
Por eles morro de amores
Tão lindos e doces lábios
De todos os lábios que ousei
Tão meus e róseos lábios
Os lábios que por eles pequei.
Ah!... esses lábios róseos
Tão lindos e repletos de sol
Por eles esqueço do mundo
Vejo no céu os tons mais flóreos
Todos por esses lábios de sol
Dourados e etéreos lábios...
Os meus lábios pecadores
Pelos teus lábios morrem de amores
Tão ternos e repletos lábios de calor
Se eu ficar com os teus lábios
Juro, que eu sou capaz de viver
Somente de amor - e nada mais!...
Minha base tem nome: meus filhos.
São eles que me sustentam nos dias difíceis,
que me lembram quem eu sou
e por quem sigo em frente.
2026 vem aí, e eu vou com coragem,
com sonhos mais firmes
e com o coração ancorado no amor que construí com eles.
Tudo o que planto é por nós.
Tudo o que conquisto é com eles.
Minha força começa aqui
Enquanto
a FIFA pensa com os pés, os Futebolistas
não usam nem eles
nem as cabeças.
Quando o jogo passa a ser administrado mais como produto do que como arte, algo essencial começa a se perder.
O futebol, que nasceu da improvisação, da inteligência do corpo e da astúcia da mente, lentamente vai sendo comprimido em protocolos, métricas e decisões tomadas aos pontapés longe do gramado.
Quanto mais a engrenagem institucional tenta controlar o jogo, menos espaço sobra para os jogadores pensarem dentro dele.
Há uma ironia quase perfeita nisso: quando quem governa o futebol passa a “pensar com os pés”, transformando tudo em espetáculo coreografado, calendário saturado e regra calculada para o consumo, os protagonistas do campo acabam sendo treinados para obedecer mais do que para interpretar.
A criatividade cede lugar à execução mecânica; o gesto genial vira exceção, quando antes era linguagem.
O futebol sempre foi uma conversa entre pés e cabeça — entre instinto e inteligência.
Quando uma dessas partes é silenciada, o jogo continua existindo, mas algo de sua alma se dissipa.
A bola ainda rola — e até grita —, os estádios ainda vibram, os números ainda crescem.
Mas, pouco a pouco, o jogo deixa de ser pensado por quem joga e passa a ser apenas executado por quem mal assiste.
E talvez o sinal mais evidente disso seja quando os jogadores correm cada vez mais… enquanto o futebol parece pensar cada vez menos.
Somente os que Pensam com a própria cabeça gozam do privilégio de poder Errar. Só eles podem rever seus Pensamentos.
Errar, nesse caso, não é sinal de fraqueza — é prova de autonomia.
Quem pensa por conta própria aceita o risco de se enganar, porque sabe que a verdade raramente se entrega pronta e definitiva.
Ela costuma surgir aos poucos, no atrito entre convicções, dúvidas e revisões.
Já os que apenas repetem ideias herdadas, emprestadas ou impostas, quase nunca se permitem errar.
Não porque estejam mais certos, mas porque não foram eles que pensaram.
A convicção, quando terceirizada, vira armadura: protege da vergonha de mudar, mas também aprisiona na incapacidade de evoluir.
Pensar com a própria cabeça exige coragem — a coragem de sustentar uma opinião sem aplauso imediato e, principalmente, a coragem de abandoná-la quando ela se mostra frágil demais.
É um exercício permanente de humildade intelectual, onde o orgulho não está em nunca falhar, mas em nunca se recusar a aprender.
No fundo, revisar um pensamento é um gesto muito raro de liberdade, enquanto os que tropeçam na ilusão da convicção, alugando suas cabeças, não podem sequer repensar.
Porque só quem constrói as próprias ideias possui também as chaves para reconstruí-las.
A Mídia dá tanto palco aos Mitomaníacos que eles acabam virando mito na Política do Espetáculo.
E não porque suas histórias sejam grandiosas, mas porque a repetição lhes concede uma aparência de verdade.
O eco constante transforma delírio em narrativa, narrativa em crença, e crença em identidade coletiva.
O palco não exige compromisso com a realidade — apenas presença, intensidade e capacidade de prender a atenção de uma plateia já cansada de distinguir o que é fato do que é versão.
Nesse teatro, a mentira não precisa ser perfeita, basta ser conveniente.
E quanto mais escandalosa, mais ela se sustenta, pois encontra abrigo no desejo íntimo de muitos: o de acreditar no que conforta, mesmo que custe a lucidez.
O mitomaníaco, então, deixa de ser apenas um contador de histórias e passa a ser um fornecedor de sentido — ainda que distorcido — para uma audiência que já não suporta o vazio.
O problema não é apenas quem fala, mas quem aplaude.
Há uma cumplicidade silenciosa entre o palco e a plateia, onde a crítica é vista como ameaça e a dúvida como traição.
Nesse ambiente, a verdade se torna inconveniente, quase indesejada, porque ela exige esforço, revisão e, sobretudo, humildade.
E assim, a política se afasta da responsabilidade e se aproxima do entretenimento.
O debate vira espetáculo, a divergência vira torcida, e o compromisso com o real se dissolve na conveniência do aplauso fácil.
No fim, não são apenas os mitomaníacos que se perdem em suas próprias narrativas — é toda uma sociedade que passa a viver delas, nelas e por elas.
Desde que a CBF passou a pensar com os pés, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a alma, nem a cabeça.
E isso é tão provocativo quanto uma bicuda do meio de campo, mas toda provocação nasce da inquietação diante de uma realidade que insiste em se repetir.
O futebol brasileiro, que durante décadas encantou o mundo pela criatividade, pela inteligência e pela irreverência, parece ter trocado a ousadia pela burocracia, a inspiração pela previsibilidade e a identidade pela conveniência.
O futebol nunca foi só um mero esporte para o Brasil.
Sempre foi uma manifestação cultural, uma linguagem natural.
Cada drible era um ato de liberdade, cada passe revelava inteligência, cada gol carregava a alegria e a esperança de um povo que transformava dificuldades em espetáculo.
Mas, em algum momento, essa essência começou a flertar com agendas ocultas pelos corredores do poder.
Quando quem dirige o futebol demonstra falta de visão, planejamento e compromisso com um projeto de longo prazo, essa pobreza de ideias inevitavelmente chega ao gramado.
Jogadores passam a executar mais do que criar, obedecer mais do que interpretar o jogo.
O improviso deixa de ser virtude para se tornar risco, e o medo de errar sufoca a coragem de tentar.
Os pés, antes instrumentos da genialidade, tornaram-se mecânicos.
A cabeça, que fazia do improviso uma estratégia, passou a seguir fórmulas prontas.
E a alma — aquela chama que transformava partidas comuns em momentos inesquecíveis — parece ter sido deixada para trás, substituída por um futebol eficiente apenas na aparência, mas incapaz de emocionar.
Não faltam talentos ao Brasil.
O que falta é uma direção capaz de compreender que o futebol não se resume a números, esquemas táticos ou interesses meramente políticos.
Grandes jogadores precisam de um ambiente que estimule a inteligência, preserve a criatividade e respeite a personalidade de quem entra em campo.
Afinal, o futebol sempre exigiu pés habilidosos, mas jamais dispensou uma cabeça pensante e uma alma apaixonada.
Perder faz parte do jogo.
O que não pode fazer parte da nossa história é perder a identidade.
Porque títulos podem voltar, como tantas vezes voltaram.
O que será muito mais difícil recuperar é aquilo que fez o mundo olhar para o futebol brasileiro com admiração: a capacidade de jogar com alegria, pensar com inteligência e competir com coragem.
Enquanto a gestão continuar tropeçando nas próprias escolhas, continuaremos produzindo um grande paradoxo: um país que revela alguns dos maiores talentos do planeta, mas que insiste em desperdiçá-los por falta de direção.
E talvez seja esse o retrato mais triste do nosso futebol: não a ausência de craques, mas a escassez de ideias.
Porque, no fim das contas, quando quem deveria pensar passa a fazê-lo com os pés, sobra aos que jogam apenas correr.
E um futebol que deixa de usar os pés com arte, a cabeça com inteligência e a alma com paixão pode até vencer de vez em quando, mas jamais voltará a nos encantar como antes.
"É bom (e ruim) navegar na Internet. Eles nunca sabem se somos humanos ou robôs; homens ou mulheres; bonitos ou feios. Eles não sabem. Nós, também não! Por isso é bom (e ruim) navegar na Internet!"
Frase Minha 0004, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Algumas pessoas falam em Deus e em Jesus o tempo todo. Até mesmo 'falam em nome dEles' e dizem 'o que acham' que Ambos disseram. Mas... Não conseguem admitir que também este que vos digita sou Filho do Criador. Poizé!”
Frase Minha 0456, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Para (eles) reconhecerem santos, há processos, comprovação de milagres e anos e anos de estudos. Bastou surgir novo papa, para (eles) o chamarem imediatamente de Santo Padre. Por quê? Alguém sabe?"
Frase Minha 0491, Criada no Ano 2010
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"O que você está pensando? Está penando que, nos restaurantes, lanchonetes e botecos eles fazem o que fazemos em casa? Pensa que eles usam o melhor azeite? A melhor carne? O melhor queijo? A melhor manteiga? As melhores frutas e verduras? É isso o que você está pensando?"
Frase Minha 0523, Criada no Ano 2011
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"Quando eu disse àqueles jovens que minha banda preferida é a dos Fuzileiros Navais, eles riram muito de mim. E eu ri ainda mais deles... AhAhAh! Sou do tempo em que Banda não era Grupo de Rock. Era "apenas" Banda!"
Frase Minha 0553, Criada no Ano 2012
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Eu também acredito e sigo os ensinamentos de Deus e de Jesus! (Eu e "Eles" já sabemos). Só que eu não fico dia e noite repetindo isso para a Plateia! Eu, não! Mas cada um é cada um, sei bem!"
Frase Minha 0644, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
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"Aquele Aplicativo de Música fez 'relatorio' da minha trajetoria neste ano por lá. Eles identificaram que meu gosto musical é de alguém com 82 Anos de Idade. AhAhAh. Adorei porque só gosto mesmo (ou só gosto mais) de músicas antigas. Eles são bons nessas Avaliações e não sabem a minha idade, HeHeHe!"
Texto Meu 0972, Criado em 2020
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"Sim, eu acredito em extraterrestres. Acredito também que é jogo sujo eles não aparecerem de vez e por inteiro! Isso não vai ficar assim. Vou denunciá-los a algum organismo internacional."
Texto Meu No.1023, Criado em 2021
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“Eles insistem que só eles salvam as pessoas, só eles dão emprego, só eles curam doentes, só eles trazem felicidade e desenvolvimento! Quem? Alguns da ESQUERDA, Alguns da DIREITA e Quase Todos das IGREJAS. Quem mais seriam?”
Texto Meu No.1064, Criado em 2022
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"Até ontem não entendi porque eles se apresentam tão Espertos, tão Justos, tão Patriotas e tão Poderosos, mas não realizam o que desejam: acabar com o Presidente ELEITO-E-EMPOSSADO, acabar com o Ministro Que Não Se Intimida, acabar com a GLOBO etc e tal. Por que não conseguem?"
TextoMeu 1314
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"Há Textos na Internet que eu não entendo por eles transmitirem, para Mim, exatamente Nada vezes Coisa Alguma. Isso piora quando esses textos insistem em desrespeitar a Gramática: da Grafia à Concordancia, à Regencia e à Sintaxe como um todo (para citar alguns exemplos)!"
TextoMeu 1210
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