Textos escritos Em Terceira Pessoa
Eles criam mundos paralelos na geopolítica atual.
Vamos destruir todo discursos falsos e notícias fakes news por trás destas realidade de absurdos...?
Ate quando seremos cegos, surdos e mudos?
Nas normais normas evoluímos com ética e moral.
Ate quando vamos ter um pássaro na gaiola de gêneros?
Temos eleições devemos fazer o eles querem... Porquê nós alienado somos dinossauros?
A cada camada da intelectual a inércia conectiva um erro da programação.
A transgênia racional se torna o terreno própriosio para se por novas ideias.
Realizar novas crônicas de intenções intelectual. E essa expressão vertente mensagem subminares. E abnegação torna navegante a ideia umplantada.
Como maiores mentes fazem isso?
Versão da visão da lavagem mental um vídeo explicando dando ausência de senso crítico abrindo caminho para doutrina. Caminho do sucesso embora verdade as decorrentes fakes news abram janelas na mente de forma que realidade ambígua se torna janelas diferentes para haja vista a descoberta e um sentido para viver sendo iludido.
O indivíduo com a ilusão conectiva intelectual. Se disser que ouro trás respostas diante das ignorância seria ato de misericórdia....?
O desenvolvimento de uma nova condição da consciência seria um novo conceito diante da alienação.
A inteligência artificial pensa por você?
A fake news e os bots fazem o trabalho sujo, acreditar um passo para vitória.
O Arquivo Vivo do Tempo
Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.
Onde o Amor Não Chegou
Eles se amaram no silêncio,
como quem guarda uma estrela
sabendo que jamais poderá tocá-la.
Ela sorria quando o via,
ele fingia não perceber.
E entre os dois existia um mundo inteiro
que nenhum dos dois teve coragem de atravessar.
Havia mensagens apagadas,
abraços demorados,
olhares que diziam tudo
e palavras que nunca foram ditas.
Um dia, ele perguntou:
— Você acha que a gente teria dado certo?
Ela sorriu com os olhos cheios d’água.
— Em outra vida, talvez.
E foi assim que terminaram.
Sem briga.
Sem traição.
Sem culpados.
Apenas duas pessoas que se amavam
na hora errada,
no lugar errado,
com vidas que insistiam em seguir caminhos diferentes.
Anos depois,
ele ainda lembrava do perfume dela.
Ela ainda lembrava da maneira como
ele pronunciava seu nome.
Mas nenhum dos dois voltou.
Porque existem amores que não acabam por falta de sentimento.
Acabam porque, às vezes,
amar alguém não é suficiente
para fazer duas histórias permanecerem na mesma página.
E talvez essa tenha sido a parte mais cruel:
eles nunca deixaram de se amar.
Só aprenderam a viver
sem o amor um do outro.
Eles querem seu corpo mas não querem sua alma.
Querem sua boca mas esquecem que dela saem palavras extraordinárias.
Preferem tocar em suas partes mais íntimas à tocar em seu coração.
Falam palavras impulsivas em seu ouvido mas não ouvem as palavras do seu interior.
Querem estar em cima de você mas nunca dentro de você.
Querem ter seu corpo mas nunca o seu monumento espiritual.
Querem te desejar mas nunca te amar
Querem ser de todas mas nunca querem ser só de você.
-Assim dizia as menininhas
Eles mudam de mascara apenas, não se iluda. Natal é todo dia, não é só pra sair na foto. Punição equivalente é justo para quem sem pena invalida a existencia do seu irmão para sublimar o ódio. Chega de absurdo, não tem como deixar coisas assim sair impunes, covardias disfarçadas de vitimismo.
Ele pode destruir todas funções cognitivas das vítimas, destroem as escolhas do futuro de um individuo que tem sua dignidade cognitiva. Traumas promovem eventos irreparáveis na perspectiva do outro.
Não basta divulgar e a vaidade promover, tem que criar força para advogar. Todos juntos deixamos o exemplo que os jovens irão seguir. apertar a mão do vazio em silêncio não isenta da culpa. Os números já entregam o colapso da moral. Em nome de todos que amam mulheres, crianças e animais, chega de passar pano pra coisa errada.
Imagine um grande grupo de pessoas, entre eles...
Homens e mulheres
Pobres e ricos
Negros, brancos, índios
Ateus e religiosos
Você faz parte desse grupo e o torna importante.
Não, você não é mais importante que ninguém. Somos todos iguais, ou melhor, todos temos direitos.
Imagine que esse grupo apresenta divergências, e é isso que o torna mais interessante.
Mas essas divergências nos fazem crescer, porque através delas, com nossa maturidade, passamos a refletir em que devemos melhorar e ao mesmo tempo admitir o que o outro também tem de bom.
Mas nesse grupo há paz, companheirismo, respeito.
Imagine...
Nossa, como é bom imaginar!
É utopia? Talvez! Mas é de sonhos que vivemos.
São os sonhos que favorecem para que busquemos sempre o melhor.
Texto de 2018
Você partiu...
Você partiu...
e me partiu com os olhos,
e eu fiquei com o que eles deixaram:
um brilho perdido nas ocas paredes da vida,
uma saudade dormindo no sofá,
um vazio que tem o seu nome
e um silêncio que insiste em me lembrar
de tudo o que eu não deixei de falar.
Desde então, converso com a noite,
pergunto às estrelas se você também escuta
o eco dos meus passos
procurando seu caminho de volta.
Mas a madrugada só me oferece
o frio das respostas incompletas
e a sombra do que um dia fomos.
Guardo seus gestos como quem guarda cartas
que jamais terá coragem de abrir.
Cada lembrança floresce devagar,
mas traz espinhos sob as pétalas.
Se um dia você retornar,
não prometo palavras bonitas;
talvez eu apenas chore,
talvez minhas mãos tremam,
talvez todo eu estremeça
ao reconhecer seu rosto.
Porque há partidas que terminam na estrada,
mas permanecem para sempre
dentro de quem estacionou na jornada,
como uma chama silenciosa
recusando-se terminantemente a morrer.
Ensinamentos do livro de Habacuque:
Eles não adoram outro deus, senão a sua própria força. 1:11
Senhor, como podes tolerar esses traidores, essa gente má? Esses malvados matam pessoas que são MELHORES que eles?
Ainda não chegou o tempo certo, porém ela se cumprirá sem falta, espere, ainda que demore, pois a visão virá no momento exato. 1:11,13.
Eles vinham orgulhosos, querendo nos destruir como quem mata um pobre em segredo. Vou esperar tranquilo, o dia em que Deus castigará aqueles que nos atacam. 2:3.
Contra atitudes MALDOSAS OCULTAS,.Deus vê.
Pois dá ao seu companheiro vinho misturado com Drogas, ele fica bêbado, tira a roupa e todos o vêem nu. É você que vai perder a sua honra e ficar coberto de vergonha. Pois o senhor vai fazer você beber do copo de sua IRA e você também ficará bêbado. Em vez de receber homenagens, você será HUMILHADO *bêbado=enganado
2:15,16.
Aí de vocês que ficam ricos pegando coisas que não lhes pertencem. Aí de você que encheu a sua casa com o que roubou dos outros. Construiu sobre um alicerce de crimes e injustiças. Todo o trabalho forçado que você conquistou não adiantará nada, tudo será destruído pelo fogo. Foi o Senhor todo-poderoso quem fez isso. 2:6,9,12,13.
Você destruiu as árvores e agora será destruído; você matou os animais e agora vai ficar com medo deles. Isso acontecerá por causa dos crimes, violências que você cometeu. 2:17.
Ode aos dias nublados☁️
Eu gosto dos dias cinéreos,
eles me impulsionam à introspecção,
a caminhar com passos lentos
mas decisos nas trilhas d’alma...
Nos dias nublados,
a natureza parece acalmar
os ânimos dos seus elementos ...
as aves se recolhem, a praia se aquieta
e as árvores cochicham em murmúrio baixo...
É como se o mundo inteiro
suspendesse o fôlego
para escutar o próprio silêncio...
E eu,
me deixo envolver por essa pausa,
por essa ternura velada do céu,
onde o cinza não é ausência,
mas presença suave do mistério...
Desde sempre,
há em mim uma reverência silenciosa
por esses dias cinéreos,
eles me distanciam, me protegem
de toda essa superficialidade do mundo
e me guiam à profundeza branda do ser...
Nos dias nublados,
o mundo parece conter o grito,
as cores se retraem,
e o ar, espesso e morno,
me obriga a sentir o peso leve do tempo...
Caminho por dentro,
com passos encharcados de memória,
ouvindo o eco de tudo o que ainda pulsa
sob a penumbra do meu próprio peito...
O céu, coberto,
me lembra que a luz também se recolhe
para curar as feridas da claridade...
Eu gosto dos dias nublados,
eles falam baixo,
como quem entende o silêncio d'alma...
Neles, o tempo desacelera,
as cores se tornam pensamento,
e o céu veste seu manto silente...
Há uma ternura no cinza
que o azul jamais soube expressar...
uma quietude morna,
um convite a repousar
o coração que pensa
e a cabeça que sente...
Nos dias nublados,
eu também me torno bruma,
flutuo entre lembranças e versos,
e encontro abrigo
no colo invisível da terna melancolia
que me acolhe em poesia...
✍©️@MiriamDaCosta
Fiz uma aliança
com a paciência e o silêncio,
eles são imbatíveis
no decorrer do tempo.
Fiz uma aliança solene
com a paciência e o silêncio.
Eles não se apressam,
não se ferem
e não se desgastam
apenas atravessam o tempo
com a força indestrutível das coisas
que sabem esperar.
Eu, que já fui tempestade,
aprendi com eles
que nada vence aquilo
que permanece firme
no seu próprio ritmo de eternidade.
Fiz uma aliança mansa
com a paciência e o silêncio.
São meus companheiros antigos,
guardiões do instante.
No decorrer do tempo,
descubro que eles vencem tudo...
o ruído das urgências,
o peso das inquietações
e das horas que tentam me arrancar
de mim mesma.
Com eles, aprendi a respirar o mundo
no sopro suave do que não pressiona,
mas floresce...
✍©️@MiriamDaCosta
Olhai os lírios pelos caminhos
por onde vais.
Eles não gritam,
não disputam espaço
com o caos do mundo.
Apenas estão ali,
silenciosos,
inteiros,
abertos ao sol
e às intempéries.
Enquanto os homens
correm atrás de urgências
que nunca terminam,
os lírios
simplesmente florescem.
Não perguntam
quem és,
de onde vens
ou para onde vais.
Oferecem sua beleza
sem cálculo,
sem testemunhas,
sem esperar aplausos.
E talvez seja por isso
que ainda resistem
à pressa das cidades
à estiagem
e à dureza dos tempos.
Por isso,
quando o peso do mundo
tentar endurecer teus passos,
olhai os lírios
pelos caminhos por onde vais.
Talvez eles te lembrem
em silêncio
que a vida
não foi feita apenas
para ser suportada
mas também
para florescer.
✍©️@MiriamDaCosta
Os golpes e murros da vida?!
Perdi a conta, mas...
Eles floresceram poesia em mim...
Os golpes e murros da vida
feriram minha carne,
rasgaram meus silêncios,
fizeram da minha alma
um campo de cicatrizes...
Mas...
no mesmo chão árido
onde chorei minhas perdas
brotaram flores indomáveis...
E cada pétala,
ensanguentada e viva,
não é apenas lembrança da dor,
mas a prova ardente
de que a poesia floresceu em mim...
Os golpes e murros da vida
não me pouparam a carne,
me deixaram roxa de silêncios,
com os ossos da alma estalando...
Eu gritei em silêncio
eu sangrei na alma
e até quis desaparecer
para não mais sangrar
e sofrer...
Mas da minha boca,
antes cheia de gritos mudos,
escorreu poesia...
Ela nasceu da ferida aberta,
da mão que não pude segurar,
do olhar que se foi do meu viver,
do vazio imenso
que tentou me levar ao abismo total...
Não foi escolha,
foi sobrevivência:
florescer poesia
ou apodrecer...
falecer por dentro...
E eu floresci,
mesmo entre meus cacos,
mesmo cuspindo lágrimas e dor,
mesmo sabendo
que cada verso meu
é também cicatriz...
Minhas cicatrizes
são canteiros floridos
de muita força, coragem
e poesia viva! ...
✍©️@MiriamDaCosta
Um garoto e uma garota,
Não destinados a juntos ficar,
Mas mesmo disso sabendo,
Eles resolveram tentar,
Pobre história que não daria certo,
Mas seus corações lhe diziam corretos,
No início tudo era só amor,
Mas todos sabemos que o fim,
Será apenas de dor,
Pelo menos felizes estavam,
Por enquanto em perfeita harmonia,
Até que um dia acabou a alegria,
É o destino que lhes veio cobrar,
E então os jovens começaram a brigar,
Eles queriam achar um culpado,
Da relação ter dado errado,
E foi assim que o predestinado fim se instalou,
Foi com eles brigados que esta história acabou.
PERDOE, NÃO POR ELES, MAS POR TI.
Perdoar não significa concordar com a ofensa, justificar a injustiça ou esquecer a dor. Também não é declarar que nada aconteceu. O perdão é, antes de tudo, um ato de libertação interior.
Quando alguém nos fere, a agressão pode durar apenas alguns instantes. Entretanto, a mágoa alimentada em silêncio pode prolongar esse sofrimento por anos. O ofensor segue seu caminho, enquanto a vítima permanece acorrentada às recordações, revivendo inúmeras vezes aquilo que já passou.
Por isso, perdoa não porque o outro mereça, mas porque tua paz merece existir.
O ressentimento é uma prisão sem grades. Corrói a serenidade, obscurece os pensamentos e transforma o passado em uma presença constante. O perdão, ao contrário, não muda os fatos ocorridos, mas modifica a forma como eles habitam a alma.
Perdoar é escolher não carregar pesos desnecessários. É recusar que a maldade alheia continue governando os próprios sentimentos. É recuperar o direito de seguir adiante sem arrastar correntes invisíveis.
Sob a ótica espiritual, o perdão representa um dos mais elevados exercícios de crescimento moral. Não porque seja fácil, mas justamente porque exige grandeza íntima. Quem perdoa demonstra que não deseja permanecer ligado ao mal recebido, preferindo responder com consciência, maturidade e fé no futuro.
Há feridas que levam tempo para cicatrizar. Algumas exigem lágrimas, reflexão e paciência. O perdão verdadeiro raramente acontece por imposição; ele floresce gradualmente quando compreendemos que a paz interior vale mais do que a manutenção da revolta.
Perdoa, portanto, não para absolver erros humanos perante as leis da vida, mas para libertar teu coração das sombras que tentam habitá-lo.
Aquele que perdoa não apaga o passado; transforma-o em aprendizado.
E quando a alma finalmente solta o peso que carregava, descobre algo extraordinário: a liberdade sempre esteve do outro lado do perdão.
Mensagem Final
Não permitas que as feridas de ontem roubem a beleza dos teus amanhãs. O perdão pode não mudar quem te feriu, mas pode transformar profundamente quem tu és. Liberta-te, segue em frente e confia: toda alma que aprende a perdoar aproxima-se um pouco mais da verdadeira paz.
Autor: Marcelo caetano Monteiro.
Cristo não esperou que os seus inimigos se tornassem merecedores para morrer por eles; morreu por pecadores, e pela cruz transformou a inimizade em reconciliação, porque a graça não encontrou homens dignos, encontrou pecadores e lhes abriu, em Cristo, o caminho de volta para Deus.
Romanos 5:8 ,10
Há um mistério no caminho dos teus olhos sedutores.
Eles atravessam a noite como quem conhece segredos que o coração ainda tenta esconder.
E os meus, assustados pela intensidade do sentir, me traem sem defesa, procurando os teus antes mesmo que o dia desperte por completo.
Continuo caminhando pelos corredores da madrugada, ouvindo pensamentos que ninguém escuta. É nessa delicada inquietação que vou colhendo estrelas pelo caminho — pequenas luzes espalhadas pela escuridão — para iluminar os teus sonhos enquanto o universo decide o destino inevitável e silencioso desses encontros que acontecem primeiro na alma, antes de acontecerem no mundo.
“Erramos ao esperar dos outros aquilo que eles não têm para nos dar.
Não se colhe lealdade de quem vive na traição,
nem verdade de quem se esconde atrás de máscaras.
Não espere amor de quem nem aprendeu a se amar,
nem generosidade de corações endurecidos.
O erro, muitas vezes, não está no outro,
mas em nós — que insistimos em plantar esperança em solos inférteis.”
— Priscila de Araújo
A Crônica da Andarilha
Você apenas passa pela vida como eles. Você segue sua jornada.
Mas tentam fechar o seu caminho.
Sua mão permanece no cabo da espada.
Evite derramar o sangue daquele que se diz seu inimigo.
Eles caçam os outros porque têm medo de olhar para a própria escuridão.
Eles não conseguem enfrentar a si mesmos.
Deixe-me com minha paz.
Minha caminhada continuará depois deste descanso.
Após a longa estrada e da batalha anterior, busquei abrigo nas muralhas deste castelo.
Depois seguirei viagem para longe daqui.
Siga seu rumo!
As trilhas até a montanha do descanso são hostis.
Foque nos verdadeiros monstros.
Consiga mais aliados.
Deixe-me!
Não vou puxar minha lâmina por pura loucura sua.
Seja meu aliado, não meu inimigo.
Mas, se insistir, saberei que escolhe a morte de bom grado.
Se concentre nos verdadeiros inimigos.
Tenha forças para lutar!
- Ramile Godon
O QUE MAIS OS ASSUSTA
“Eles nos treinaram para baixar os olhos e guardar o pouco que sobrasse.
Foi assim que aprendi o que mais os assusta: duas pessoas dividindo quase nada e, ainda assim, recusando-se a abandonar uma à outra.”
— Vaelen
Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
