Textos Dramáticos
Que a gente se mova no mundo de forma automática, fazendo o que precisa ser feito sem drama, sem sofrimento, sem esforço, sem necessidade de motivação, de perfeição, de racionalização, apenas fazendo o que precisa ser feito, da melhor forma possível, porque sabemos que condiz com quem somos como indivíduos.
Escrita para viver.
"Os atores"
Na berlinda da vida, os atores somos nós, representando um drama ou uma comedia,
Procuramos representar nosso papel, pois a plateia e exigente, um apupo ou uma vaia, estamos sujeitos, o enredo tem mais atores,
Mas somos os principais, tem hora que somos os mocinhos, hora somos os vilões, quando encerrar o pano no final, vão analizar nosso papel.
Baú de Desejos Assassinados
Amar é desejar,nada de dramático, amor e desejo são as mesmas coisas, você ama aquilo que deseja, você ama aquele que deseja, você ama na intensidade que deseja e ama enquanto deseja.
A má notícia, é que se o desejo acabou é porque o amor acabou também, amor e desejo são as mesmas coisas. Nesse momento, a pergunta óbvia: se amor é desejo, desejo é o que ?
Desejo é a falta, desejo é aquilo que faz falta, desejo pelo que não temos e queremos ter, desejo pelo que não somos e queremos ser, desejo pelo que não fazemos e gostaríamos de fazer.
Agora temos a equação completa, você ama o que deseja e deseja o que não tem, e quando tem não deseja mais, como amor é desejo, então não ama mais. Funciona assim, simples e rápido e quando desaparece a falta, desaparece o desejo, como o amor é desejo, então acaba ali naquele instante.
Um ótimo exemplo é quando olhamos caixas de brinquedos de crianças, a primeira coisa que notamos é que tudo aquilo que era motivo de desejo para tê-los, acaba ali, em um baú de desejos assassinados pela presença, em um baú de desejos mortos pelo consumo.
Dramaticidade Onisciente
Mesmo
Na
Dramaticidade
Das
Vicissitudes
Ter sempre
Um tempo
Tempo
De se
Lembrar
Recordar
Olhar
De olhos
Docemente
Cerrados
Mãos
Sobre mãos
Pinicando
Movimentos
Alternados
Pra cima
Pra baixo
Brincando
De
Gavião Pinhé
Um doce
Pra quem
Souber
O que é
Como é
Dramática limitação
Minha poesia é dramática,
acatafasia de temáticas vividas,
ama sucessão de ideias repetidas,
limitadas pela gramática...
Sentimentos em forma enfática,
exprimidos em frases batidas,
é osistema com suas medidas,
tornando minha poesia apática...
Assolado pela falta de instrução,
à insipiência, condenado estou,
ainda assim, sigo na contramão...
Incomodando,por todo lugar onde vou,
indesejável anticlimax de talobjetivação,
umgoleiro, a voar na bola e evitar o gol.
Muito provavelmente, não sou o único, nem quero ser dramático, mas não conheço outro tão indiferente a respeito do Natal quanto eu tenho sido nos últimos anos, o ânimo foi ficando cada vez mais escasso assim como está neste ano.
Não que eu seja contra o Natal, até gosto, entretanto, já houve uma época que gostei muito mais, não lembro da última vez que fiquei animado com esta data que a tantos apraz por ser rara e por servir de um lembrete de paz.
O que pra muitos trata-se de um dia festivo, da família e amigos reunidos celebrando com olhares, palavras e sorrisos, boa comida, presentes e algumas taças, para mim está mais pra um dia típico com alguma reflexão necessária.
Talvez, num futuro não muito distante, se Deus quiser, isso venha a mudar, todavia, por enquanto, não sinto-me motivado, não sei explicar ao certo e não quero que pense que sou triste, que sou algum contínuo ingrato, pois também, graças a Deus, alegro-me pelo tanto que sou abençoado.
Se fores a "A Rainha do Drama",
serei o teu "Bobo da corte",
minha afeição por ti, é tamanha,
a cada riso, espero que fiques mais forte,
nem pensar em ficar de fora
do teu reinado,
ser alguém que amas,
é ter muita sorte e muitos motivos
pra, ao Senhor, ser grato.
SAUDADE
Agora penso à saudade não como aquela coisa triste, dramática.
Prefiro tê-la como uma lembrança boa que conforta.
Como dizia peninha. Saudade até que é bom, melhor que caminhar vazio.
Essa saudade me identifica, e a quero pra vida.
Não quero mais essa saudade dramática que faz sofrer.
Prefiro nutrir a saudade boa
A lembrança dos melhores momentos.
Sendo o melhor jeito de viver melhor o presente.
Quero nessa saudade,
A lembrança das três razões de minha existência
Pulsando na minha solitude.
Liberdade que eu nem sabia lidar.
CANTIGA DO BANJO
Não faça drama, faça um chá quente com biscoitos, e me leve na cama. Esqueça essa covardia, me beija e usa essa cinta-liga. Quem sabe a vida seja curta e logo acabe, vamos lá, com teus beijos minha boca cale. Não temos mais tempo para viver de promessa, vem hoje mesmo, e esse coração me entrega. E no futuro, assim me disse um anjo, cantarão nossa história de amor tocando um banjo.
Não te subestimes
Homem q se faz de dramático!
Honra sua vida!
Assim como milhares de pessoas q estão à lutar!
A vida das batalhas!
O coitado q se subestima!
Na autopiedade!
Rastejando-se ao chão!
Com tanto vigor!
Haverá sempre alguém distante!
Esperando alento!
Esfomeado por sentimento!
De q suas habilidades poderão se-lhe importante!
Nada é em vão!
Não é por acaso!
Haverá sempre alguém esperando-lhe doutro lado!
Por seu abraço!
Por sua palavra!
Por alguma atenção se quer!
Não te subestimes!
Não te subestimes!
Pois pra alguém serás sempre importante!
O amor é carinho, o amor é poético e algumas vezes sim dramático.
Pessoas insensíveis também sabem
amar, embora muitas vezes nem saibam disso.
O amor é para para mim, o amor é para ti.
Vivemos em tempos difíceis em que amar não é mais uma obrigação e sim a forma mais harmônica de viver bem consigo mesmo. ....
DESATINO
- Dramatizei a minha história: chorei e pensei: corri atrás, consegui, agradeci, venci.
- Hoje no vazio desta noite, sinto um vácuo em meu peito.
- Olho para o guarda roupas com vontade de me vestir a minha melhor roupa, toco no perfume e penso, usar para o nada.
- Fecho o frasco e o guarda roupas e me tranco inteiro.
- Amanhã vou viver "penso", detalhes me dão conta de mim.
- De repente eu existo.
Não faça rodeios para afirmar que me ama, pois não tenha drama na decadência na qual você ensaia para não errar o seu discurso;
Veja um jeito menos doloroso de descrever o que seu coração tem a dizer sobre o sentimento desmedido;
Não se chicotei por tão pouco, mas abra as portas do seu coração e escolha o caminho mais fácil que desvie da dor;
Não seja dura assim consigo mesma busque a coragem de se declarar da melhor forma;
Nenhum sentimento separado ou drama feito por um segundo, a poeira que fica é progressiva que ofusca perder-la para o mundo;
A vida é poética, mesmo assim me vejo sem metas, sem esperanças do meu alcançar quero sempre poder te amar;
Fazendo tudo que eu tiver que fazer tentar querer, viver e nunca mais ter que morrer de saudades em te perder;
Nada que tenha que voar o vento leva e nada que se deve terminar o coração não se entrega;
Meu sarcasmo é devido a atitudes alheia, o meu drama se mostra ao que não se realizou, minha ciumeira se faz em dia qual quer para sofrer a quem me espera;
Doou-me como um verdadeiro anti-social para demonstrar os sentimentos que habita o meu interior e de fato ser um ser humano;
E minhas irritações são como um breve instante que me atormenta para desordenar minha paz;
Mas com minha relação com a verdade de querer o melhor dos sentimentos me faz digno;
Vida... uma trama... tanto drama.
Dias intensos, dolorosos.
Há conflitos... nos ditos, nos não ditos.
Vida - minha, sua vidas
se entrelaçam... relações.. laços,
abraços.
Vida - emoção...
intensa, funesta, assustadora, sinistra... mortal.
Vida: enredo... conspiração,
tragicomédia... comédia,
inspiração... transpiração.
Vida... solução sem solução.
Vida real só... só irreal?
Quanto mais o tempo passa,
mais eu busco tranquilidade.
Longe de burburinhos,
dramas, tramas e afetações...
Agora me basta uma boa taça de vinho,
uma boa companhia, conversas amenas sem teimas e nem razões...
Tudo que torne os meus momentos
mais preciosos, mais de verdade
mais bem vividos...
Tô velha?
Não!
Tô seletiva!
Haredita Angel
08.05.23
"Ao ver ontem na tv, o drama de certas mães, rogando internaçao forçada aos filhos drogados,
me veio essa triste reflexão."
É muito fácil amar um filho bom e obediente.
É muito fácil amar um filho honesto e trabalhador
É muito fácil amar um filho Doutor (vaidade das vaidades)
É muito fácil amar um filho que te enche de mimos e carinhos
Difícil é amar um filho drogado
Que não seja este último ítem, a parte que à tí caiba nesse latifundio Mãe!
☆Haredita Angel
"A amizade, é melhor que amor.
Não carece de dramas; juras de permanência; nem de comemorar dia/mês/ano; nem de viver a perguntar como foi seu dia; nem de dizer ”eu te amo” a todo momento (coisa chata!)
A amizade é troca de informações, segredos de traquinagens, cumplicidade nos conselhos bons ou maus e um " vá se lascar", de vez em quando, também vale...rs
A amizade não tem sentimento de posse;
nem vai e volta; A amizade Fica!
Fica na gente feito tatuagem, no coração!
☆Haredita Angel - 13.12.21
(Facebook)
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
